História My prince - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags 2min, Abo, Abo Chanbaek, Alfa, Baekhyun Omega, Chanbaek, Chanyeol Alfa, Donghae, Eunhyuk, Hunhan, Jiyong, Kaisoo, Minho, Ômega, Sulay, Taemin, Taoris, Top, Xiuchen
Exibições 472
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


To vindo tarde né haha

Boa leitura!♥

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction My prince - Capítulo 11 - Capítulo 11

 

 |Na Floresta

 

 

 

 

 

Baekhyun entrou para dentro da pequena casa ofegante, se sentindo deslocado. Sentou-se perto do irmão que ainda cuidava de Sehun, tendo a visão perfeita de Chanyeol entrando para dentro com um pequeno sorriso no canto dos lábios, ficou onde estava e tentou respirar com calma. A voz grave e o hálito doce do alfa havia mexido mais do que devia com seu psicológico.

 

 

Trocaram um olhar vazio, mas que fez o coração de Baekhyun bater forte, batidas tão altas que ele temia que alguém ali presente escutasse.

 

 

- O príncipe Baekhyun deu a sugestão de levarmos Sehun ao castelo e deixa-lo lá, até que ele se recupere. - Falou com umas lucidez que Baekhyun achou enlouquecedora, o ômega ainda estava se sentindo balançado pela proximidade dos corpo de minutos atrás, chegava a sentir vertigem e o estômago revirava de pânico, se perguntava se o alfa também havia sentido aquilo. - Então o que acham?

 

 

- O castelo com certeza é melhor para ele. - Tao falou tomando a frente.

 

 

- Também acho, mas se ele fôr, poderemos ver ele? - JongIn perguntou encarando Luhan.

 

 

- Não só podem como devem! - Respondeu sorrindo.

 

 

- Então todos estão de acordo? - Chanyeol perguntou arqueando a sobrancelha e recebendo a afirmação dos irmãos. - Espero que vocês não se incomodem de ter oito garotos abandonados andando pelo castelo.

 

 

- Oito? Vão todos? - Baekhyun perguntou assustado.

 

 

- Claro que sim! Não vamos nos separar.

 

 

 

Lançou um olhar de suplica para Luhan, mas o loiro apenas deu de ombros. Baekkie só conseguia pensar em ir logo para o castelo e deitar em sua cama quente e aconchegante, mas no fim das contas, não lhe dariam outra opção, teria que levar todos.

 

 

 

 

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No castelo

 

 

 

 

 

 

Leva certo tempo entre a ferroada, a dor e a consciência do que aconteceu. Se Junmyeon soubesse disso antes não haveria se entregado a Lay. Ele só queria ir para a casa da mãe, onde poderia se encolher na cama com a cabeça no colo da progenitora e deixar rolar todas as lágrimas que estava segurando durante todo o dia; tudo o que queria era chorar, chorar e chorar, até não poder mais.

 

 

Esbarrar com Lay pelos corredores do castelo não seria algo fácil de lidar, o ômega não aguentava a injustiça da situação. Era tudo culpa dele, e ódio que nutria era a pior forma possível de amor.

 

 

O fato de ser um pai solteiro o causava calafrios e fazia a cabeça girar. Sentia o corpo gelado e uma ponta de ressentimento.

 

 

 

- Eu vou cuidar muito bem de você bebê! É uma promessa. - Falou passando a mão na barriga e sorrindo.

 

 

 

- Falando sozinho, Junmyeon? - Irene falou encostada na porta da cozinha.

 

 

 

- O que? Não, só pensei alto.

 

 

- Se você está dizendo. - A alfa andou até a mesa se sentando próxima ao ômega e sorrindo de canto. - Então você sabe onde estão os príncipes?

 

 

 

- Não, por que? Eles ainda não chegaram?

 

 

 

- Ainda não, eu estou preocupada, já vai anoitecer.

 

 

- Se eles demorarem mais, eu irei atrás deles.

 

 

- Que bom! Imagina se acontece algo com meu namorado.

 

 

- Namorado?

 

 

- Sim. Eu e Baekhyun estamos namorando, mas você não pode contar a ninguém Junmyeon. Logo eu estarei governando o reino ao lado do meu ômega.

 

 

- Acho que você enlouqueceu de vez Irene.

 

 

- Você duvida?

 

 

- Mas é claro que sim!

 

 

- Pois então, pergunte ao próprio príncipe quando ele chegar! - A alfa falou empinando o nariz e saindo do cômodo marchando.

 

 

 

Junmyeon balançou a cabeça em sinal de negação e riu da inocência de Irene. Baekhyun jamais teria algo com ela, e se quisesse ter, com certeza ela já teria parado de limpar o castelo e estaria tendo uma vida de princesa.

 

 

Andou até a grande janela de vidro da sala de jantar, vendo a neve cair pesada do lado de fora. Aquela sensação incomoda não saia do coração, uma mistura de mágoa e raiva. Mas ele não pretendia se deixar abalar, precisava juntar todas as forças que tinha para cuidar da criança que estava em seu ventre e tomar coragem para contar a Baekhyun seus problemas, talvez não fosse tão difícil assim cuidar de uma criança se tivesse o apoio do amigo. Ele daria amor e carinho, ensinaria todos os valores morais que aprendeu, ensinaria seu pequeno a não sentir falta do outro pai, pois ele tinha certeza que conseguiria suprir qualquer necessidade de seu filhote.

 

 

- Por favor fiquem quietos! - A voz de Baekhyun se fez presente na grande sala.

 

 

- Aqui é tão legal!

 

 

- Que cadeira macia! - JongIn falou sentando e se ajeitando no estofado macio.

 

 

- JongIn-ah! Pare com isso. - KyungSoo alertou o irmão.

 

 

- Mas é tão bom! - Respondeu jogando a cabeça para trás e fechando os olhos.

 

 

Baekhyun encarava a cena sorrindo e logo se direcionou a Junmyeon que estava com as sobrancelhas juntas e os lábios comprimidos, não entendendo nada do que estava acontecendo.

 

 

- Olá Suho! - Baekkie falou ao mais velho fazendo o encarar.

 

 

- Olá príncipe! - Respondeu encarando um rapaz grande carregando outro de cabelos coloridos, que aparentava estar desacordado.

 

 

- Será que poderia chamar o Lay para levar cada um dos nossos visitantes para seus quartos?

 

 

- E-Eu? - Falou torcendo internamente para não ter que encarar os olhos negros de Yixing novamente.

 

 

- Sim, tem algo errado? - O príncipe perguntou desconfiado.

 

 

- N-Não, claro que não. - Engoliu em seco vendo todos aqueles olhares sobre ele, pessoas que ele nunca tinha visto antes e que faria questão de interrogar Baekhyun mais tarde para saber quem eram, se sentiu um idiota por estar agindo estranho. - V-Vou fazer isso agora!

 

 

Junmyeon saiu da sala com uma velocidade descomunal a procura do "pai" de seu filho, queria provar para si mesmo que conseguia conviver no mesmo ambiente que Lay sem se sentir afetado.

 

 

Não demorou para que ele o encontrasse, seus olhos se encontram por um breve momento, antes de se desviarem e Suho coçar a garganta.

 

 

As palavras não conseguem expressar o quanto foi realmente péssimo para o ômega ter que falar com o alfa, mas ele não poderia fugir para sempre, afinal eles moravam em baixo do mesmo teto.

 

 

- O príncipe Baekhyun está lhe chamando na sala de jantar. - Falou encarando o chão e com um bico nos lábios. - Tem convidados.

 

 

- Ah sim! Obrigado! - Seguiu caminho até seu destino deixando Junmyeon para trás. Nem se quer ousou encarar o ômega.

 

 

 

- Por nada! - Falou quando Lay já estava longe.

 

 

 

 

Yixing entrou na sala, vendo um grande castiçal sobre a mesa iluminando o ambiente com a ajuda de mais dois menores sobre o aparador. O alfa não conheceu nenhum dos rostos, mas um em especial lhe chamou a atenção, um rapaz alto e de cabelos negros parecia tão familiar para ele, como se já tivesse o conhecido antes. Ficou a encarar aquele alfa que carregava outro no colo, tentando forçar sua mente para lembrar, mas nada vinha.

 

 

- Lay hyung!

 

 

- Sim príncipe Luhan! - Falou se curvando.

 

 

- Será que você poderia me ajudar a levar nossos visitantes para os quartos de hóspedes? - Falou arqueando uma das sobrancelhas.

 

 

- Claro que sim, alteza!

 

 

- Se não for abusar da sua boa vontade, poderia carregar Sehun até o quarto dele? Quero conversar com Chanyeol. - Baekhyun falou.

 

 

Lay passou os olhos por todos os garotos, parando no rapaz alto.

 

 

 

- Posso sim!

 

 

 

Lay pegou o colorido no colo com cuidado ao perceber que o mesmo estava machucado e com febre. Queria muito perguntar quem eram aquelas pessoas, mas prefiriu morder a língua e subir as escadas acompanhado por uma trupe logo atrás de si, até mesmo escutou um deles sussurrar algo como " o que o príncipe quer com Chanyeol? ", o que só aumentou sua curiosidade sobre aquelas pessoas. Quem sabe o tal Chanyeol não fosse o futuro esposo de Baekhyun.

 

 

Apressou os passos para chegar logo no primeiro quarto, Sehun não era muito leve, os braços do mais velho já estavam ficando dormentes.

 

 

Luhan abriu a porta para que Lay entrasse e colocasse o corpo quente de Sehun na cama. O loiro ficou tão entretido com a cena de Sehun sendo posto na cama que nem percebeu o olhar admirado dos outros garotos na porta, observando a beleza e o luxo do quarto.

 

 

O quarto era bonito, antigo e imponente. Cada parede com um quadro ou cada móvel tão bem trabalhado prendia a atenção dos garotos, que não estavam acostumados a tanto conforto. A cama de dossel que tomava um grande espaço do cômodo com certeza despertou o desejo de irem logo dormir pela primeira vez em um local confortável e quente.

 

 

- Se vocês quiserem posso acompanha los até seus quartos, mas caso queiram escolher sozinhos podem também, contanto que não entrem nos dois últimos, pois são dos príncipes. - Falou encarando os meninos.

 

 

Os irmãos assentiram freneticamente e sairam correndo, soltando risadas gostosas de felicidade que ecoaram por todo o castelo. Iriam ter uma boa noite de sono pela primeira vez.

 

 

 

Se sentiam eufóricos com a idéia de um cobertor e colchão aconchegante para se deitarem. Entraram cada um em seu respectivo quarto já pulando na cama, sem se preocuparem se estavam sujos e iriam sujar também os lençóis, apenas se aconchegaram nos meio de todo aqueles panos brancos e cheirosos e esperaram o sono vir.

 

 

 

KyungSoo em especial, não tinha deitado em sua cama ainda. O ômega andava de um lado para o outro mordendo a ponta do polegar em sinal de nervosismo. Sentia borboletas no estômago e a bochecha queimava como o inferno.

 

 

- Demorei? - JongIn falou fechando a porta atrás de si.

 

 

- Até que não. Alguém te viu?

 

 

- Não meu amor, ninguém me viu. - Falou se aproximando de KyungSoo e deixando um selo nos labios grossos do mesmo.

 

 

O ômega abraçou o amante pelo pescoço e encaixou seu rosto ali, inalando o cheiro viciante do alfa para se acalmar.

 

 

- Por onde a gente começa? - Perguntou rente a pele morena do irmão, causando um arrepio percorrer pelo corpo de JongIn.

 

 

- Apenas relaxe e confie em mim está bem?

 

 

KyungSoo assentiu dessa vez olhando o alfa nos olhos, queria mostrar que estava decidido sobre o que queria.

 

 

 

Já havia se entregado ao irmão antes, mas dessa vez era totalmente diferente. Havia sentimentos ali, iriam fazer aquilo porque se amavam e não porque o ômega estava sobre o domínio do cio.

 

 

KyungSoo tremia como uma folha, estava muito nervoso e com medo de que algo desse errado. Respirava entrecortadamente e não tirava os olhos do irmão. O desejo erradiva dos dois, quase formava uma aura entre eles.

 

 

O alfa juntou os corpos ainda mais, estava muito seguro de si. O coração de KyungSoo bombeava sangue freneticamente pela excitação. Apenas com o contato dos corpos e o olhar em chamas de JongIn, o ventre do ômega dava leves fisgadas.

 

 

- Primeiro vamos tirar esses panos sim? - JongIn falou já deslizando a blusa larga de Kyung pelos ombros e deixando um beijo casto no pescoço do mesmo.

 

 

- Eu te quero tanto Soo, você não faz ideia do quanto.

 

 

Passou o polegar carinhosamente pelo queixo do ômega o fazendo fechar os olhos.

 

 

Desceu os dedos pelos peitoral desnudo do irmão abaixando as calças lentamente e as jogando para qualquer canto do quarto.

 

 

Se afastou um pouco do ômega para encarar o corpo nu do amado e pela primeira vez viu KyungSoo corar. Não falaria em voz alta, mas por dentro estava soltando fogos de tanta felicidade ao ver a cena.

 

 

- Eu quero beijar cada centímetro seu Kyung. - Falou com a voz meio rouca.

 

 

Segurou os fios do irmão para o beijar de maneira exigente e firme, mostrando todo o desejo que sentia. As línguas indecisas se encontravam causando uma fricção gostosa.

 

 

Seguiu com os dedos apertando de leve a cintura do ômega, indo em direção ao traseiro do mesmo, apertando gentilmente. Os quadris se apertam e ambos sentem as ereções um do outro.

 

 

KyungSoo gemia sem realmente separar os lábios do irmão, sem resistir ao turbilhão de sensações que sentia naquele momento. Subiu a mãos até a nuca do alfa arranhando de leve e o fazendo soltar um gemido rouco.

 

 

JongIn guiou os corpos até a cama devagar, soltando o irmão assim que ele bateu a parte de trás das perna na madeira da cama.

 

 

O alfa se ajoelhou em frente a KyungSoo deixando lambidas pela barriga branquinha do irmão o fazendo gemer baixinho. Com os olhos ardentes de paixão JongIn levantou o olhar para ter a visão do rosto corado do irmão. Nenhum dos dois ousou desviar o olhar, não conseguiriam.

 

 

Sem tirar os olhos do irmão, o alfa apertou a coxa farta do mesmo deixando um beijo estalado perto da virilha.

 

 

KyungSoo passa a língua pelos lábios sem ter noção do poder que isso tinha sobre o alfa.

 

 

O moreno deixou outro beijo perto da região sensível do ômega, o deixando a ponto de ter uma convulsão.

 

 

Agarrou o pé do ômega, começando a deixar beijos nos dedos seguindo caminho até a virilha do amante, deixando também leves mordidas e chupões.

 

 

KyungSoo já estava em combustão.

 

 

JongIn se arrastou pela cama, entre as pernas do parceiro, ficando suspenso sobre ele.

 

 

Deixou mais beijos nas parte interiores das coxas do ômega, que não conseguia ficar parado.

 

 

- Fique quieto Soo!

 

 

Assim como tinha dito antes, o alfa beijou cada pedaço do ômega. A pele de KyungSoo ardia e estava ruborizado, apertando com força os lençóis.

 

 

Chupou gentilmente um dos mamilos do irmão, deslizando uma mão ao outro mamilo e com o polegar rodeou muito devagar, alongando-o.

 

 

- JongIn-ah! P-Por favor!

 

 

- O que você quer Soo?

 

 

- Você!

 

 

O alfa o olha com um sorriso satisfeito nos lábios.

 

 

As respirações estavam irregulares, o peito subia e descia freneticamente.

 

 

O alfa desceu as mãos pela cintura ômega, os quadris, para as partes íntimas.... Introduziu um dedo lentamente, começou a riscar círculos ao redor do orifício rosado do irmão.

 

 

KyungSoo pensou que morreria, quando foi introduzido um dedo dentro dele, soltou um grito que tratou de conter mordendo a mão.

 

 

JongIn retirou os dedos do irmão, ganhando um murmúrio de reprovação. Tirou suas roupas rapidamente, liberando sua ereção.

 

 

- Tem certeza que quer fazê-lo?

 

 

- S-Sim.

 

 

Colocou a ponta de seu membro ereto na entrada de Kyung, penetrando em seguida.

 

 

KyungSoo se sentiu rasgado.

 

 

JongIn se sentiu em êxtase.

 

 

- Muito apertado. - Falou com a voz falha.

 

 

Esperou alguns minutos torturantes até que KyungSoo se acostumasse com a dor.

 

 

- Vou mover-me, amor!

 

 

Em movimentos lentos e cuidadosos, JongIn entrava e saia do aperto do irmão. Fazendo o membro aparecer para logo em seguida sumir.

 

 

Os olhos fechados, bocas abertas, gemidos contidos. Estavam em um mundo só deles. Envolvidos pelo sentimento recíproco que sentiam.

 

 

 

Se tivessem prestado mais atenção, teriam escutado os passos e as vozes no corredor do castelo.

 

 

Baekhyun e Chanyeol vinham discutindo, mesmo depois de terem dividido o jantar.

 

 

- Não ouse se aproximar de mim daquela forma novamente, eu ainda sou o príncipe e futuro rei, você me deve respeito.

 

 

- Até parece que nunca deixou ninguém tocar em você.

 

 

- Todos que me tocaram, tiveram o meu consentimento. Já você invadiu meu espaço pessoal.

 

 

Chanyeol revirou os olhos, não ligava para todo aquele papo de "não me toque" do príncipe. Ele precisava se casar com Baekhyun, faria muito mais do que o encurralar em uma árvore.

 

 

- Tudo bem! Já entendi! Me perdoe!

 

 

- Você pedindo desculpas?

 

 

- Eu não sou um ogro como pensa príncipe.

 

 

- Eu não disse que te achava um ogro.

 

 

- Você disse que me achava bonito lembra?

 

 

- O que? Eu? Você está delirando.

 

 

- Não se faça de desentendido Baekhyun. Quando eu vim aqui aquela vez você disse.

 

 

- Eu apenas disse que você fica mais bonito calado, e isso se aplica agora.

 

 

Chanyeol sorriu sem mostrar os dentes, continuando a acompanhar o príncipe pelo corredor em silêncio.

 

 

Ambos sorriam, já se acostumaram com os pequenos desentendimentos que até achavam graça.

 

 

 

Andavam despreocupados em direção aos respectivos quartos, quando Chanyeol parou em frente a uma porta juntando a sobrancelha.

 

 

- Você está ouvindo isso?

 

 

Baekhyun parou em frente a porta e tentou escutar o que fosse. Eram gemidos.

 

 

O príncipe arregalou os olhos, colocando a mão na boca.

 

 

- Tem mais algum hóspede aqui? - Chanyeol perguntou confuso.

 

 

- N-Nao. Só seus irmãos. E claro, os empregados do castelo.

 

 

Ambos se encararam meio desconcertados. Os gemidos e aquela sensação estranha de desconforto, faziam um cenário erótico.

 

 

Baekhyun engoliu em seco ao perceber o olhar fixo do alfa em si. Estava com receio, afinal estavam sozinhos naquele corredor extenso.

 

 

Chanyeol deu um passo a frente e Baekhyun deu um para trás.

 

 

- Não ouse fazer aquilo novamente Chanyeol! - Falou com a voz firme.

 

 

- Eu não estou fazendo nada. - Falou ainda caminhando em direção ao príncipe, enquanto o mesmo tentava fugir. - Se sentiu tão balançado assim? Apenas com minha proximidade?

 

 

- Claro que não! Já disse que não gosto que invada meu espaço pessoal.

 

 

O ômega parou de andar de costas assim que bateu seu corpo contra uma pilastra. Ia sair correndo, mas Chanyeol foi mais rápido ao segurar seus pulsos novamente e os colocar acima de sua própria cabeça e o pressionando com o quadril.

 

 

Os olhos de Baekhyun estavam ainda mais arregalados, ele não entendia o que Chanyeol queria, ou talvez entendia sim.

 

 

Estava ofegante, tentando acalmar a respiração e os batimentos do coração, e os pensamentos estavam em desordem desenfreada.

 

 

Como odiava se sentir fraco.

 

 

 

O alfa foi aproximando os rostos, Baekkie já sentia a respiração quente do alfa bater contra sua pele e os lábios formigaram por antecipação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   - Baekkie? - Irene chamou com as mãos na cintura.


Notas Finais


Porra Irene! Praga!

Que sono, mas tenho que estudar! Vida difícil.

Espero que tenham gostado do capitulo, tentei caprichar, mas sou péssima com lemons.

Bem boa noite pra vcs!
Bjks♥♥♥


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