História My Prince Seokjin - Capítulo 52


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Colegial, Drama, Jin, Kim Seokjin
Exibições 102
Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Awn gente, obrigada por lembrarem da fic, sério ♡ Fiquei feliz de ver que vocês deram atenção pra esse cap bônus. Bom... como ainda não tinha dito, agora vou dizer. Essa é a segunda temporada de My Prince Seokjin. Muita gente pedindo, até por outras redes realmente me motivou a vir escrever mais uma vez \(○^-^○)/

Boa leitura!

Capítulo 52 - Birthday


- Feliz aniversário, meu doce. - Minha mãe dizia, simbolizando um coração pelo skype.

- Obrigada, mãe. Você é demais. 

- E aí, como vai comemorar? Não se faz 27 anos todos os dias, meu anjo. 

- Eu sei... é.... vou sair com meus amigos. 

- Yay! Jura? Ok, vou deixar você aproveitar seu dia, fique bem, meu amor! - Ela sorria.

Desliguei, fechei o computador e... ao invés de literalmente sair para comemorar meu aniversário com amigos, refleti sobre a minha mentira. 

Não, eu não ia sair no meu aniversário, por mais que meus amigos do trabalho quisessem eu... estou em cacos. Tento esconder toda a minha angústia para as pessoas de fora, mas por dentro quero apenas morrer. De novo isso? 

Que chatice. Se soubesse que relacionamentos passavam por situações repetitivas como essas, eu nunca sequer teria agido em relação a Jin. Fui uma idiota em tirá-lo dos braços de Ya Eun. Ele merecia ter sofrid.... 

Ya! O que estou pensando? Ele não merecia ter sofrido. Mas sabe, bem que eu queria dar um soco na cara dele pra fazê-lo refletir sobre o que fez. Me cansa passar por esse aperto no peito novamente, mas agora estou convicta. Amanhã já começo meu novo trabalho e não posso deixar minhas emoções idiotas atrapalharem algo que eu tanto quis. 

Respirei fundo, uma, cinco, dez, quinze vezes. Estou exausta. Nem tenho nem sequer minhas amigas aqui. São 00h07min e só penso no quando meu dia, depois que eu acordar, vai ser frustrante e triste. 27 anos. 27 anos, 9 anos morando na Coréia e sinceramente, me sinto iludida por ele. 

Ontem mais cedo, saí a rua e vi mais um de seus outdoors idiotas com a tal atriz. Engraçado é que está mais do que na cara de que é tudo apenas uma fachada. Entretanto, esse é o tipo de fachada que não tolero. Esperei 6 anos da faculdade de medicina, sem contar com os 3 de ensino médio, para Jin simplesmente me trocar pelo trabalho? 

Bufei. 

Francamente, depois de eu ter arriscado minha vida e quase morrido por ele, é exatamente assim que tudo vai acabar? É realmente dessa forma? Argh. Não sei. 

Depois de me virar e virar, pensamentos atrás de pensamentos, sejam eles bons ou ruins, eu conseguia dormir profundamente. 

Jin P.O.V

- Já parou por hoje? - Ela sorria a mim, com seus seios praticamente pulando para fora do vestido.

- Claro que parei. - Sorria. - Hyun Ah! - A chamava mais uma vez. 

- Diga, quer mais um drink?

- Poderia s

er se não tivesse tomado 13. - Mexia ao cabelo. - Escuta você..... está livre? 

- Kim Seokjin.... quem te vê pela internet ou televisão acha que você é um príncipe.

- Já fui. Me fizeram mudar. 

- Que pena. Não estarei livre.

- Eu posso pagar em dobro.

- Eu definitivamente não estarei livre. Se já parou de beber, por favor saia. 

23 de novembro. Cara, aniversário dela e eu aqui... me embriagando. Por mais que eu tente, saia com outras e até mesmo durma com outras, não consigo esquecê-la. Não vou ser burro de me humilhar, como fiz há anos atrás. Já sou mais velho, bem mais velho. Daqui há 2 anos precisarei ir ao exército e....sinceramente.... não vou morrer de amores por ela. 

Entrei no carro completamente tonto e segui caminho, até minha casa. Por mais que eu tivesse tudo agora em triplo, com melhores roupas, trabalhos, carros e casas, me sentia vazio como nunca. 

O som de meu bocejo ecoava pelo apartamento duplex. Morei aqui com Jessica, até que ela decidiu morar sozinha. Foi melhor assim. Seguimos nosso rumo. 

Levantei a cabeça, apenas dando o tempo de me jogar sob as cobertas e cair num sono intenso. Amanhã tenho um dia grande, finalmente iniciarei meu primeiro trabalho artístico ao lado de minha nova namorada. Quero dizer.... "namorada". 

{...}

- Não acredito que acordei atrasado!  

Olhei ao relógio, e realmente, acordava meia hora a mais do que disse que já estaria lá. Não sei se Hyon Gi era o tipo de garota que costumava esperar...eu realmente mal a conhecia. 

Dei um pulo da cama e entrei debaixo do chuveiro, deixando a água quente percorrer meu corpo. 

Quente.... Tão quente.... O que você deve estar fazendo agora, Jessica? Esse calor me lembra você. O seu calor, seu corpo quente. Seu corpo...ahhh. 

- O que está fazendo, cara? - Murmurei a mim mesmo.

Eu não a tenho mais. Não preciso mais pensar nela. Já tenho Hyon Gi, que além de ser uma mulher mais nova e bem sucedida, é colega de trabalho e sabe como é a vida de ator. Já Jessica, oh... O que suas coisas bobas de saúde poderiam me ajudar? 

Além disso, estávamos mal a meses. Não dava mais. Não pra nós dois ficarmos infelizes. 

Olhei para o relógio já pronto para sair de casa e já estava ridiculamente atrasado, nem sei como teria coragem para chegar lá com tanto atraso. Mas enfim.... eu tinha que ir, afinal... isso era trabalho. 

Pisei fundo no carro e em menos de 20 minutos já estava lá. Deixei o carro na mão do manobrista e fui direto para o salão onde gravaríamos uma cena da novela.

- Até que enfim você chegou. - Hyon Gi dizia a mim, sorrindo. 

- Me desculpe pelo atraso. 

- Não tem problema, vamos começar logo. 

- Ah..tudo bem.

Ficamos duas horas gravando as primeiras cenas, que foram bem curtas e rápidas. Teríamos a maior cena agora, uma briga histórica de casal. 

Por que será que isso me lembra algo? Que droga. Não queria realmente estar me lembrando dela mas é praticamente inevitável. 

Durante a cena, havia um beijo. Mas antes disso, devíamos brigar. Estava nervoso, mas precisava me concentrar a qualquer custo. 

- Você mentiu pra mim! - Ela dizia

- Não menti. Eu não fiz nada. - Me aproximava com passos cuidadosos.

- Eu vi o que você fez. Eu estou cansada disso! Vou embora. - Ela dizia, dando a deixa para que eu a puxasse e nossos lábios se encontrassem. 

Entretanto, quando nossos lábios distavam minimamente, um grito percorreu meus ouvidos, não um grito normal, um grito animalesco, de puro desespero. Eu e Hyon Gi nos assustamos, sendo surpreendidos pelo nosso diretor, caído no chão e completamente banhado de sangue. Ele tomava um tiro com uma arma silenciada na altura da cabeça, surpreendendo e desesperando todos que estavam ali, os quais corriam para fora do hotel, com medo de que o tal atirador viesse a vitimar alguém novamente. 

- Você está bem? - Me toquei que segurava as mãos de Hyon Gi

- Estou. Estou apenas...assustada. 

- Eu sei, eu também.

Jess P.O.V 

- Como assim meu primeiro crime? Eu não tenho experiência nenhuma com isso. 

- Senhorita Olse. O instituto de criminalística de Seoul é uma instituição séria. Você é uma médica forense, sua perícia é necessária, além de necessitar fazer a autopsia do corpo. 

- Mas... irei sozinha? 

- Escalei meus melhores homens para lhe ajudar no que for necessário. 

- Ótimo, precisarei de um parceiro investigador. 

- Cá está ele. - O velho homem apresentava um rapaz novo, no máximo um ano mais novo que eu. 

- Isso é tudo? Já estou de saída. 

- É tudo. O carro já está disponível no andar inferior. Vão vocês dois e a viatura seguirá. 

Atendemos as ordens do superior e saímos. Procurei não olhar muito na cara do cidadão, que parecia mais concentrado do que o normal. 

 Descemos e entramos no carro do instituto e, sem muita conversa, dei partida no veículo. 

Passaram-se alguns minutos e já estávamos perto do local. Minha cabeça estava a mil, meu primeiro dia de trabalho e já tenho um caso de homicídio pra cuidar? É muito pra mim. 

Balancei minha cabeça enquanto esperava no sinal, até que atentei a imagem familiar no espelho do carro. Era ele, eu tinha certeza.

- Namjoon? - Perguntei com uma voz tímida, ainda na dúvida se era o garoto

- Olá? 

- Namjoon sou eu! Você lembra de mim? Sou a Jessica. 

- Jessica? Jessica Olse!? 

- Isso! Você me ajudou há muitos anos atrás com a solução de um crime.

- Você mesma! Eu me lembro de você! Como está? Nossa que coincidência nos encontrarmos aqui. 

- É, eu sei. Estou bem, e você, como anda? - Sorri

- Bem. Há quanto tempo trabalha para o instituto? Não me lembro de ter lhe visto por lá ultimamente. 

- Trabalho há pouco tempo. Entrei hoje, pra falar a verdade.

BiiiiBiiiiii! 

Quando me toquei, estávamos conversando ali, em plena avenida e uma fileira imensa de carros a nossas costas. 

- Me desculpe! - Ele exclamava

- Não tem problema. 

- Escuta... Você ainda namora o Seokjin? Se sim, poderia dizer a ele que sinto sua falta? 

- Adoraria poder falar isso, mas parece que tanto você quanto eu fomos esquecidos, meu caro. Seokjin não é mais meu namorado. 

- Oh.. Me desculpe de novo, acho que hoje acordei para dar mancada. 

- Não tem problema. Olha, chegamos, vamos. 

- O que sabe sobre esse caso? - Ele perguntava a mim, revisando a papelada enquanto andávamos até o local. 

- Pouca coisa, a vítima é um diretor de 47 anos. Classe média, não tem antecedentes criminais. 

- Pistas do assassino? 

- Isso é com você. - Sorri. - Vamos entrar. 

O hotel era 5 estrelas, tudo ficava claro com sua linda decoração e móveis. Olhava pelas paredes e mais luxo. As câmeras estavam todas desligadas, mas o cenário era de dúvida e desespero. 

30 minutos após chegar ali, eu e Namjoon, meu então investigador, nos focamos em coletar prováveis itens que o assassino possa ter utilizado. Não fiquei surpresa, pois a bala utilizada era de alta precisão, o atirador era puramente amador, queria dar um só tiro para acabar com a vida do pobre homem. 

- Não sei se isso será fácil. - Disse para Namjoon em tom de sarcasmo. 

- Pode acreditar, eu também não sei. - Ele respondia, em tom de preocupação. 

Para uma iniciante, um caso que parecia ser ridiculamente fácil, acabara por tomar proporções seriamente curiosas. Quem o matou? 

- Estou preocupado. 

Meu desespero só aumentava para um primeiro dia de trabalho. Namjoon, desde que o conheci há 9 anos atrás, sempre foi uma mente brilhante. 

- Devemos interrogar as testemunhas... - Murmurei, fazendo o garoto virar sua cabeça rapidamente. 

- Está certa - Ele sinalizava com a mão para liberar o corpo para o instituto. 

Andei por aquele salão, lotado de policiais, nos quais os sons de sirenes que rondavam por rua a fora entravam por meus ouvidos.

Finalmente chegava a um pequeno trailer, onde estavam os atores da tal novela. Pedi permissão para entrar e logo me arrependia do que fiz. De última hora, troquei de interrogatório com Namjoon, ele ia questionar os atores e eu os funcionários inicialmente. Mas.... como sempre, não importando quanto tempo passe, continuarei sendo uma anta, estou aqui, de frente para Kim Seokjin e Lee Hyon Gi, visivelmente abalados e tendo que interrogá-los. 

Pelo amor de Deus, Jessica, onde você foi se meter? 





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