História My Prisioneiro Particular - Jikook - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jimin, Kook
Exibições 178
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yooo tesudas. ..
Me desculpem os erros
Te amo vocês

Boa leitura❤💗💕💜

Capítulo 1 - Cap 1


Dirigir embriagado é errado? Sim, mais e daí? Quantas pessoas não fazem isso por aí e não são punidos.

Portes de drogas é ilegal? Sim, mais e daí? Quantas pessoas não fazem isso é não são pegos.

Dirigir sem capacete é perigoso? Sim, mais e daí ? Quantas pessoas não andam assim por aí e ninguém fala nada?

Agora só por que eu estava à 180km numa pista de 140km, sem capacete, bebado e com três quilos de cocaína escondido no pneu da minha moto, esse policial idiota vem dizer que estou preso? Meu foda-se bonito bem na cara dele. 

Quando o policial me mandou parar, eu fiz o que ele me mandou, mais quando ele quis me prender, o que acha que eu fiz? EU FUJI, quem seria otário pra ficar lá, obedecer e ir pra cadeia por uns 10 anos? Minha beleza não pode ser desperdiçada dentro daquelas celas imundas.

Olhei pelo retrovisor e vi que a viatura me persegui, acelerei mais ainda minha moto e o desgraçado não saía da minha cola. Ouço o barulho da sirene e fico apavorado, " aquele puto quer morrer né? ". Continuei acelerando cada vez mais, porém numa curta olhadinha para trás, sinto o impacto. Eu havia caído da moto, mas por incrível que pareça eu cai no meio de um milharal, o que me fez ficar com apenas alguns arranhões. 

Quando fui tentar pegar minha moto para esconder, a viatura para ao lado dela e o belo policial desce. Me escondi entre os milhos enquanto ele olhava para os lados tentando me encontrar. Vi o mesmo sacar a sua 38 e engatilhar, me assustei um pouco, ele apontou o objeto em minha direção e por um momento pensei que iria atirar em mim, mas rapidamente ele direcionou-a para o céu e atirou, mais isso não me empediu de gritar. 

Tranquei meus olhos com força e tapei os ouvidos de medo. Senti algo me puxar pelo braço, quando abri os olhos, aquele policial estava me tirando do meio dos milhos. 

Mas como sou um idiota persistente, tentei pela última vez fugir, mas quando fui correr ele me segurou ainda mais forte.

- Onde pensa que vai? Você agora é meu prisioneiro. -- Sua voz soou maliciosa, fazendo-me engolir o seco e me aquietar. 

Ele mandou eu entrar no porta-malas  do carro e eu o fiz. Minha moto havia ficado para trás. Senti que o veículo estava se movendo, e como estávamos fora da cidade, demoraria uns 40minutos para chegarmos, porém mais ou menos uns 10 minutos depois, ouvi a porta ser aberta e logo após foi o lugar onde eu estava.

Antes de eu descer o Sr. Calado me algemou e me disse para eu ficar quietinho.

Quando desci e olhei para os lados, notei que aquele lugar era totalmente desconhecido, aqui jamais seria um departamento de polícia. Estávamos em uma fazenda abandonada.

- Qual seu nome ? -- Ele perguntou.

- J..JungKook -- Respondi. -- E o seu? 

- Jimin. -- sua voz era bastante autoritária. "Lógico imbecil, ele é policial"

- O que você vai fazer comigo? Me executar? Me vender para traficantes de beleza? -- Questionei.

Jimin não me respondeu, na verdade ele apenas ascendeu um cigarro e me puxou até uma casa velha que tinha ali perto. Eu realmente pensei que seria meu fim e que ele me assassinaria, mas as vezes nos surpreendemos com as pessoas que parecem ser as mais frias do mundo.

Quando adentramos o local, reparei cada detalhe e percebi o quão linda era aquela pequena casa. 

- Pare de reparar na casa de outras pessoas, isso é feio. -- Ouvi sua voz vindo do cômodo ao lado. Fui até lá e o vi trocando de roupa, imaginei que era seu quarto já que tinha uma cama enorme ali. 

- Me desculpa perguntar, mas pode me dizer porque me trouxe aqui e não me levou à delegacia? -- Perguntei.

- Se quiser pegar alguns anos e se tornar a princesinha lá na cadeia, te levo agora mesmo. -- Ele pegou a blusa que havia tirado e  jogou na cama. 

Fiquei admirado com aquele abs divino que aquele policial tinha e sem perceber acabei mordendo o lábio. Eu sempre tive um fogo no rabo quando se trata de garotos bonitos, mas nunca imaginei que ficaria tão mexido ao ver um policial doido tirando a blusa.

Quando percebi que ele ia tirar as calças, me virei rapidamente e sai de lá, mas antes pudi ouvir um riso vindo dele.

Procurei um banheiro e me deparei com uma porta a qual julguei ser o que eu procurava, mas quando ponhei a mão na massaneta para abrir, senti minha mão arder e quando cai na real, vi que aquele desgraçado me deu um tapa.

- Jamais... tente entrar aí de novo. -- Dessa vez, ele parecia bravo. 

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Ele preparou a pior comida do mundo para eu comer, uma gororoba horrivelmente.... horrível. Mas para não desfazer eu comi.

Depois da refeição eu pedi permissão para ir me deitar em seu quarto um pouco que o rapaz cedeu. 

"Porque ele me trouxe pra cá e não pra delegacia?"  "O que esse cara pensa em fazer comigo?"  Acabei coxilando em meio à essas perguntas.

02h33

Acordei e fui até a cozinha tomar um pouco de água já que a sede estava me matando. Abri a geladeira e me deparei com morangos e uma caixa de leite condensado. Eu peguei ambos e me esqueci completamente da água. Abri o leite e fui até a sala com tudo em mãos, molhei o morango com leite condensado e o comi com a maior vontade do mundo. 

Quando peguei o segundo morango, resolvi olhar para o lado e Jimin estava me fitando de braços cruzados. 

- Me desculpe, mas eu não resisti. -- Tentei me justificar. 

O policial se aproximou aos poucos de mim e eu me afastei o máximo que pude, até seus olhos ficarem rentes aos meus. 

- Lei número 100000000000..., não pegar minhas coisas, jamais ou será castigado.  -- Seu olhar de malícia me deixava louco. 

- Essa lei nem existe. -- Digo em minha defesa.

- Existe agora. -- Sussura em minha orelha, me fazendo arrepiar os cabelos de todo o corpo.


" Que tipo de policial é você? Quais sãos suas intenções?  "



Notas Finais


Comentem aí tesudas ❤❤


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