História My Professor - Imagine Suho - EXO - Capítulo 91


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Imagine Exo, Imagine Exok, Imagine Hot Exo, Imagine Hot Exok, Imagine Hot Kim Junmyeon, Imagine Hot Suho, Imagine Kim Junmyeon, Imagine Suho, Kim Jun Myeon, Kim Junmyeon Exo, Kpop, Sexo, Suho, Suho Exo
Visualizações 3.624
Palavras 5.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nós já somos 2k e esse capitulo será um especial Chanyeol e Yujin atendendo ao pedido mais do que atrasado da @Bbaechu, e de mais algumas leitoras, finalmente vamos ver um pouco do que esses dois fazem quando estão sozinhos.

Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 91 - 91


Fanfic / Fanfiction My Professor - Imagine Suho - EXO - Capítulo 91 - 91

YUJIN’S POV ON

 

-Pode ir na frente eu vou falar com a Wheein. – Baek falou e deixou o Channie e eu sozinhos.

-Ok. – falei, mas ele não ouviu porque já tinha saído. – Quem é essa Wheein? – perguntei ao Channie.

-Uma menina que ele conheceu na biblioteca.

-Biblioteca?

-Sim, ela faz Artes Plásticas, faz alguns dias eles se esbarraram e ele tem falado com ela esses dias.

-E eles estão ficando?

-Não sei, ele não disse nada, mas acho que eles estão pra sair.

-Tomara que ela seja uma garota legal.

-É, ele merece né? Mas você conhece o Baek. – ficamos em silencio enquanto caminhávamos em direção a minha sala de aula. - Então vamos lá pra casa depois da aula? – perguntou segurando firme em minha cintura quando paramos na porta.

-Bebê hoje não vai dar. – fiquei na ponta dos pés e envolvi o pescoço dele com meus braços.

-Porque não? – ele beijou meu rosto e foi dando vários beijinhos por minha mandíbula parando no queixo.

-Tenho que fazer umas coisas hoje à tarde, mas nos encontramos mais tarde. – ele mordeu meu queixo de leve.

-Se não tem jeito. – ele fez um beicinho, sorri e suguei seu lábio iniciando um beijo.

-A aula já vai começar. – ouvi a voz da professora e separamos o beijo.

-Bebê preciso ir. – dei um selinho nele. – te amo.

-Te amo. – ele me roubou mais um selinho e saiu, entrei na sala e a professora me encarava.

-Sem namoros na porta da sala.

-Desculpa Sra Choi, não irá se repetir.

-Assim espero, agora vá logo para seu lugar. – caminhei até minha cadeira e vi (s/n) falando sozinha. Não conseguia entender nada do que ela falava.

-Reclamando em português? Faz tempo que você não faz isso, o que aconteceu?

-Suho com essa maldita greve que nunca acaba.

-Amiga só faz dois dias.

-Na verdade hoje é o quarto dia.

-Tanto faz. – falei pegando meu material.

-Tanto faz nada, ele me viciou com seu apetite sexual fora do normal e agora tira isso de mim, eu já estou tendo sintomas de abstinência. – ela falou me fazendo gargalhar, a Sra Choi olhou para mim e eu tapei a boca com a mão, ela rolou os olhos e começou sua aula.

-Que exagero amiga.

-Exagero? Você fala isso porque não é você que está a oito dias na minha situação.

-Amiga sexo não é tudo.

-Eu sei que não, mas o Suho nem encosta mais em mim, não ganho um beijo, nem um misero abraço.

-Ele esta levando isso mesmo a sério né? Mas se você quiser um abraço eu te dou.

-Acho melhor não, estou tão necessitada de carinho que é capaz de eu me aproveitar de você.

-Deixa de ser boba. – falei rindo – Você sabe se quiser liberar um pouco dessa tensão meu amigo pode te ajudar.

-Estou bem tentada a aceitar ele, mas to tentando outra tática agora com o ele.

-Que tática?

-Ignorar ele, talvez se ele vir que a greve não está me incomodando ele desista dela.

-Ignorar, Por quê? Partir para o ataque não funcionou?

-Foi por pouco. Ele estava quase me fazendo um oral, mas um coroa chegou e atrapalhou.

-Pera ai, como assim um coroa chegou e atrapalhou?

-É que estávamos no carro, parados em uma rua perto da casa dele.

-Vocês são loucos.

(...)

Depois da aula me despedi deles e fui correndo para o shopping, precisava comprar uma roupa antes de ir ao salão, tinha hora marcada e não poderia me atrasar. Passei em minha loja preferida e comprei um vestido preto, a saia rodada batia no meio da minha coxa, a parte de cima era justa no corpo e o decote tinha uma transparência rendada. E uma calcinha caleçon toda rendada também na cor preta. Quando terminei minhas compras aproveitei para almoçar, ainda tinha um bom espaço de tempo antes de meu horário no salão. Quando cheguei ao salão, fiz as unhas, e uma depilação, depois cortei um pouco meus cabelos e os deixei ondulados.

(...)

-Que sacola é essa? – (s/n) perguntou quando entrei em casa.

-Não é nada. - disfarcei indo rapidamente para o quarto e coloquei as sacolas na cama. Vi a hora no meu despertador e ainda era cedo.

-Adorei o cabelo! – ela apareceu na porta do quarto.

-Gostou? – falei sorrindo segurando uma mexa. – Acha que o Channie vai gostar?

-Com certeza ele vai amar. – ela se deitou na minha cama e abriu a sacola com a ponta do dedo e espiou para ver o que tinha dentro.

-Deixa de ser curiosa. – puxei a sacola para longe dela, mas ela puxou uma das sacolas pegando minha calcinha.

-Uau! Que sexy!

-Me devolve isso. – puxei a calcinha e joguei dentro da sacola.

-Posso saber o motivo de toda essa produção? Vocês não estão fazendo aniversario né?

-Não, eu só quero fazer algo especial pra ele.

-Eu deveria ter ido ao salão contigo, se eu chegasse toda produzida na casa do Suho e o esnobasse talvez ele viesse me pegar de jeito pra mostrar que eu não posso ignora-lo. – ela falou pensativa.

-Deixa de ser tarada.

-Será que você não poderia me emprestar o Channie só por uma noite?

-Ih palhaça. Esta querendo morrer cedo é? – taquei um travesseiro nela.

-Claro que não, mas sei lá você apostou ele tão fácil, só queria adiantar minha parte da aposta.

-Primeiro que eu não deixaria você abusar do corpinho do meu namorado, segundo que se for adiantar algo será meu “Eu avisei” porque sei que se tiver a oportunidade você vai ficar com o Lay.

-Não vou nada.

-Tá bom, do jeito que você tá necessitada, acho que se ele te abraçar mais apertado você não espera nem ficar solteira pra se entregar pra ele.

-Que monstro você pensa que eu sou pra fazer esse tipo de coisa?

-Só estou juntando os fatos.

-Para de falar besteira já pensou se o Suho escuta uma coisa dessas?

-Seria terrível, a greve seria eterna, nunca mais sentir o corpo dele. É amiga isso seria terrível pra você.

-Nem me fale.

-Tá, mas agora levanta da cama que eu vou começar a preparar nosso jantar.

-Vai precisar de ajuda.

-Vou sim. – saímos do quarto – É... Eu já estava me esquecendo.

-Do que? – perguntei quando entramos.

-Eu acho que você não se tocou porque não falou nada, mas você não vai poder ficar aqui.

-Como assim? – ela me olhou confusa.

-Amiga, acho que a falta de sexo está afetando seu raciocínio. Eu estou preparando uma noite especial com o Channie então vou precisar de privacidade. Entendeu agora?

-Tá me expulsando de casa?

-Não queria dizer desse jeito, mas estou sim.

-E para onde eu vou?

-Para o Suho.

-Mas eu não quero vê-lo hoje.

-Então vai para casa dos meninos, você não vai querer ficar aqui ouvindo nós dois quando você está necessitada, não é?

-Eu achei que seria convidada para participar. – ela fez um bico.

-Eu acho que vou conversar com o Suho sobre isso.

-Eu agradeceria, mas eu só estava brincando, eu vou pra casa dos meninos então, é obvio que não vou querer ficar aqui de vela.

-Obrigada amiga. – abri os braços para abraça-la, mas ela não deixou.

Coitada da minha amiga.

POV’S YUJIN OFF

POV’S CHANYEOL ON

 

-Channie? – Baek me chamou do corredor.

-O que? – continuei como estava, deitado no sofá, só levantei a cabeça para olha-lo.

-Hoje você vai pra casa das meninas? – perguntou parando atrás do sofá me encarando.

-Não sei a Yujin não me ligou ainda, por quê?  - apoiei a cabeça no meu braço o olhando.

-É que eu chamei a Wheein para vir aqui, e queria ficar sozinho. Ela disse que vêm as oito.

-Tá legal eu vou ligar pra Yujin e avisar que vou dormir lá.

-Valeu cara. – peguei meu celular para ligar para ela, mas ela já estava me ligando.

-Nossa eu ia te ligar agora. – falei ao atender.

-Aconteceu algo? – ela perguntou.

-Não, só o Baek que pediu para eu deixar a casa livre pra ele. Posso dormir ai?

-Hoje não vai dar, a (s/n) chamou os meninos para vir para cá e vamos ficar ocupadas.

-Que meninos são esses? – perguntei sério.

-Os amigos do Lay, o Chen e o Sehun. Lembra deles?

-Então quer dizer que vocês duas vão ficar sozinhas com esses garotos? Eu não gosto desse Sehun. – ela começou a rir – Eu não estou achando graça Na Yujin.

-Eu estou brincando bebê. – ela ainda ria.

-Muito engraçada você.

-Eu não vou ficar sozinha com esses meninos, está louco?

-Não sei, você me pareceu muito sincera.

-Para com isso bebê, eu estava te ligando para te chamar para vir ficar comigo.

-Não sei se quero ir.

-E vai para onde se o Baek pediu a casa?

-Eu me viro.

-Bebê para de graça. Eu tenho algo pra você que sei que vai gostar. - ela falou manhosa.

-Você sabe que não merece, mas eu vou.

-Eu estou te esperando. – ela mandou um beijo e desligou a chamada. Suspirei.

Me levantei e fui tomar um banho. Vesti uma calça jeans e uma camisa branca com uma estampa e uma jaqueta por cima. Peguei minhas chaves e minha mochila. Bati na porta do Baekhyun.

-Já estou indo, vai querer que eu venha te buscar amanhã?

-Não precisa.

-Ok! Só mais uma coisa.

-O que? – ele me olhou.

-Toma isso. – joguei um pacote de camisinha nele.

-Eu já tenho, mas valeu ainda sim. – falou jogando o pacote em cima da cama.

-Nunca é demais. Tchau!

 (...)

Abri a porta e me deparei com a Yujin ajoelhada no chão, ela inclinou a parte superior do corpo para frente e ficou com a bunda mais empinada.

Que visão maravilhosa!

Inclinei a cabeça para o lado e mordi meu lábio. Fechei a porta com cuidado para não fazer barulho, caminhei até ela e dei um forte tapa em sua bunda.

-Que foi? – perguntei quando ela se jogou para trás gritando.

-Channie? Que susto! Quer me matar do coração?

-Desculpa amor. Mas você estava de quatro e eu não resisti. – estendi a mão para ajudar ela se levantar, segurei ela pena cintura e lhe dei um selinho. – o que você estava fazendo ai no chão?

-Eu estava tentando pegar o saca rolha que deixei cair embaixo do sofá. Você pode pegar pra mim?

-Claro. - falei me ajoelhando na sua frente. – aliás, belo vestido. – falei colocando a mão por debaixo do pano e tocando suas coxas e subindo as mãos pela lateral do seu corpo. – Renda? – perguntei ao sentir sua calcinha. – Posso ver? – ela deu um tapa na minha mão.

-Para com isso, e pega logo o que eu pedi. – sorri sacana e me abaixei para pegar o objeto, quando voltei a posição anterior ela já havia se afastado e segurava a garrafa de vinho.

-Abre para gente? – ela me entregou a garrafa.

-Abro sim. – segurei seu rosto com uma mão e alisei sua bochecha. – Adorei o cabelo. Você ficou ainda mais linda. – ela sorriu desviando o olhar. Levantei seu rosto pelo queixo e lhe dei outro selar, agora mais demorado. Separei nossos lábios e abri a garrafa, ele segurou duas taças e eu as enchi com a bebida, pegando uma para mim em seguida. – Se eu soubesse teria me vestido melhor para vir aqui hoje, você está linda e eu todo relaxado.

-Não se preocupe com isso, você fica lindo de qualquer jeito. – tomei um gole do vinho e ela fez o mesmo.

-Mas existe alguma data especifica para comemorarmos hoje? Porque se houver eu estou me sentindo muito culpado por esquecer.

-Não tem nenhuma data especifica, eu apenas quis fazer algo especial hoje. – ela sorriu, uma musica romântica começou a tocar no rádio. Peguei a taça da mão dela e coloquei na mesa. E a puxei para mim colando nossos corpos. Comecei a guia-la em um dança lenta, Yujin tinha seu rosto colado em meu peito e eu segurava sua mão entrelaçando nossos dedos, enquanto a outra envolvia ela pela cintura. Dançamos a musica toda com nossos corpos colados.

-Me diga uma coisa. – comecei quando ela enchia nossas taças de vinho pela terceira vez – Porque a (s/n) estava com aquela cara?

-Como assim?

-eu a vi lá embaixo e ela não me parecia muito feliz, vocês brigaram?

-Não, é que ela vai ter que ir para casa do namorado.

-E desde quando ela não gosta de ir para lá?

-Desde que ele começou uma greve de sexo.

-Greve de sexo? Que idiota. Quem em sã consciência inventa uma idiotice dessas?

-Aparentemente os dois. Acho que ele quis se vingar do que ela já fez com ele.

-São dois estranhos, eu nunca deixaria você fazer uma greve, e muito menos faria uma.

-Não me deixaria é? E se eu quiser fazer, como iria me impedir? – ela ergueu uma sobrancelha.

-Desse jeito.- A puxei fazendo ela se deitar no sofá e a beijei com desejo, roçando meu corpo no dela. – Eu duvido oque você resistiria a isso. - falei quando nos separamos já sem ar.

-Tem razão eu não resistiria. E nem você a isso. – ela inverteu as posições e subiu no meu colo e voltou a me beijar, fazendo movimentos de vai e vem em cima do meu membro que já começava a se animar. Agarrei a bunda dela a apertando com força a empurrando mais contra o meu volume que crescia dada vez mais em minha cueca.

-Bebê, acho melhor pararmos agora.- falou rompendo o beijo.

-Parar por que não esta gostando? – perguntei beijando seu pescoço.

-Eu estou, mas o jantar está quase pronto. – falou rompendo o beijo.

-Depois nós comemos agora eu quero você. – voltei a beija-la apertando sua coxa.

-Tudo bem, mas eu preciso desligar os fogos. – ela se levantou. – eu não demoro. – ela correu para cozinha.

Como essa mulher me deixa louco.

Me levantei e fui atrás dela, Yujin terminava de apagar a ultima boca quando a puxei pela cintura unindo nossos corpos, já devidamente aquecidos pela nossa pré-preliminar na sala de estar. Beijei seu pescoço fazendo ela se arrepiar, seu corpo clamava pelo meu como o meu fazia pelo dela. Yujin ergueu uma das mãos segurando em meu cabelo e o puxando de forma excitante. Minhas mãos que antes passeavam pela lateral de seu corpo agora apertavam seus seios, a ouvi gemer quando apertei seus seios com mais força que antes. Mantive uma das mãos ali enquanto a outra eu deslizava por sua barriga até chegar a seu sexo. Comecei a estimula-la por cima do pano, e ela puxou com mais força o meu cabelo.

-Chanyeol... - Yujin suspirava arrastado à medida que meus toques se faziam mais presente, senti seu corpo estremecer e suas pernas ficarem bambas quando pressionei com mais força seu clitóris.

-Você gosta disso? – pressionei seu clitóris novamente e ela teve a mesma reação. A virei de frente para mim e a sentei em cima da mesa, ela me puxou com as pernas e eu me encaixei perfeitamente ali. Ela me olhava com desejo, e eu retribuía da mesma forma. Segurei seu rosto com as duas mãos e ela sorriu para mim. Voltei a beija-la, sugando sua língua, ela enfiou as mãos por dentro da minha jaqueta a puxando para baixo a ajudei a tirar e ela jogou a peça pelo chão.

Yujin pressionou as pernas em volta do meu corpo me puxando mais para ela. Agarrei suas coxas e rocei meu membro nela. Ela pendeu a cabeça para trás, arfando. Voltei a roçar nossos sexos e ela prendeu os dedos em volta do meu pescoço. Mordi seu lábio, queixo, mandíbula e pescoço. Puxei seu vestido um pouco para cima e me afastei um pouco dela seguei em seus joelhos e abri um pouco suas pernas. Toquei sua boca com meu polegar contornando seus lábios carnudos, a fazendo fechar os olhos, passei a ponta dos meus dedos médio e anelar, aproximei minha boca do seu ouvido.

-Chupa eles Yujin. – pedi rouco e mordisquei seu lóbulo. Ela envolveu as pontas dos meus dedos em seus lábios e os sugou para dentro da sua boca, sua língua envolvia meus dedos e os chupava como se estivesse me fazendo um oral, senti meu membro latejar de inveja, mas ainda não era a vez dele. Yujin retirou meus dedos de sua boca provocando um estalo gostoso. Afastei sua calcinha para o lado com polegar, e deslizei meus dedos babados por seu clitóris, ela prendeu a respiração e seu sexo se contraiu em resposta a meu toque, continuei a deslizar meus dedos por todo seu intimo e pude a ouvir chamar meu nome arrastado, e apertar meu braço quando eu deslizei meus dois dedos para seu interior.

Tão quente e tão úmida como sempre.

-Channie! – ela agarrou meu antebraço quando eu iniciei os movimentos de vai e vem. A observava, seus olhos estavam fechados e suas sobrancelhas se juntavam, ela mordia os lábios contendo seus gemidos, com a mão livre alisei seu rosto, toquei seu lábio e ela deu um leve selar em meu polegar.

-Geme para mim amor. – pedi aumentando o ritmo dos meus dedos. Ela negou com a cabeça. Sorri de lado. Ela adora me provocar.  – Geme amor. – aumentei ainda mais a velocidade dos meus dedos e com a outra mão estimulei seu clitóris. Não resistindo mais ela começou a gemer meu nome. Seu interior se contraia e apertavam meus dedos conforme sua excitação aumentava, seu pré gozo escorria por meus dedos e melava toda sua intimidade.

-Não para... – sua respiração estava acelerada, suas paredes internas se contraiam intensamente, ela estava quase gozando e eu sabia disso, tirei meus dedos dela e os chupei. – Porque você parou? – ela perguntou ofegante. Não respondi, apenas me sentei em uma das cadeiras e segurando atrás de seus joelhos afastei mais suas pernas deixando ela bem aberta, seu sexo estava tão molhado e se contraia, aquilo estava me deixando louco. Passei minha língua por sua virilha e suas pernas se contrariam, e ela falou um palavrão, quando eu mordisquei seu lábio maior, suas costas se ergueram da mesa. Sorri e passei a língua por entre suas dobras. - Porra Channie me chupa de uma vez. – ri de seu desespero, suguei seu clitóris e senti ela tremer, e prender minha cabeça com suas pernas, abri suas pernas novamente e eu continuei a chupando, minha língua provava cada canto de sua intimidade, a cada lambida que eu dava mais pré gozo escorria dela, passei minha língua limpando tudo que escorreu e enfiei minha língua em seu interior. Estava tão quente e úmido, eu me deliciava com seu sabor, o melhor que já provei na vida.

Estimulei seu clitóris com meu dedo, fazendo ela perder novamente o controle, seu corpo se contorcia e seus gemidos eram cada vez mais alto. Lambia lentamente todo seu sexo, troquei as posições, agora meus dedos trabalhavam firmes em seu interior enquanto intensificava a sucção em seu clitóris, não se passou um minuto para que ela sujasse todo meu queixo com seu gozo quentinho. Tirei meus dedos de dentro dela e dei duas batidinhas com eles em seu clitóris, fazendo ela contrair suas pernas. Lambi todo seu liquido me deliciando com cada gota capturada. Yujin me puxou pelos cabelos me fazendo levantar e encarar seu rosto, ela sorria satisfeita, passou a língua por meu queixo capturando seu néctar e me beijando em seguida. Sugava sua língua sentindo seu sabor. Ela sabia como me deixar louco.

A peguei pela bunda, e ela prendeu as pernas em volta do meu corpo, caminhei com ela ainda sem romper o beijo até seu quarto. a sentei em sua cama e me afastei para tirar minha roupa. Quando ia tirar minha cueca ela me impediu.

-Não, ainda não. – ela se levantou tirando minhas mãos do cós da minha cueca. Agora é a minha vez de brincar com você. – falou e me empurrou para me deitar na cama. Me ajeitei no meio da cama e fiquei a olhando enquanto ela virava de costas e tirava seu vestido, quando seu virou para frente suas mãos estavam tampando seus seios. Seu olhar malicioso me deixava ainda mais excitado. Ela apertou seus seios e deslizou as mãos por seu corpo me dando finalmente a visão que eu queria ter. Ela subiu na cama e veio engatinhando, roçou seus seios por minha coxa e lambeu meu membro por cima do pano, fazendo minhas veias se sobressaltarem, ela continuou subindo lambendo meu corpo até chegar a minha boca ela passou uma perna para cada lado do meu corpo e se sentou na minha barriga enquanto me beijava. Agarrei em sua bunda aprofundando o beijo, nossas línguas se tocavam com urgência. Subi minhas mãos por seu corpo ate chegar a seus seios e aperta-los com vontade, fazendo a gemer em meus lábios. Rompemos o beijo quando o ar nos faltou. – Ela tirou minhas mãos dos seus seios.

-Que foi? – perguntei a olhando.

-Você começou bem a nossa noite, então por isso eu vou te dar um prêmio, mas para ter direito a tocar e chegar a melhor parte – falou se sentando sobre o volume que estava bem visível em minha cueca - você terá que fazer por onde.

-Do que você está falando? – segurei em seu quadril e a pressionei contra meu membro, novamente ela retirou minhas mãos.

-Vamos fazer um jogo.

-Que tipo de jogo? – perguntei confuso e ela sorriu maliciosa.

-Eu irei te provocar, e fazer coisas até que você chegue a seu ápice. Caso você siga as regras você poderá fazer o que quiser comigo.

-Acho que vou gostar desse jogo. – sorri malicioso.

-Mas tem uma condição.

-Qual?

-Você não pode me tocar, e nem gemer, arfar, ou fazer algum som, você terá que aguentar tudo bem quietinho ou...

-Ou o que?

-Ou você terá que ver enquanto eu me divirto sozinha, e você não vai poder nem se tocar.

-Vai ser fácil. – falei confiante. – Você já pode começar. – ergui meu quadril fazendo ela rir.

-Veremos se você vai resistir. – ela passou as unhas suavemente por meu abdômen me fazendo contrai-lo. – Lembre-se. Se você infligir qualquer uma das regras eu vou fazer tudo sozinha.

-O desafio está aceito. – falei fazendo ela rir.

-Que os jogos comecem. – ela sorriu e inclinou o corpo para frente e beijou meu pescoço.

-Você não vai amarrar minhas mãos?

-Não, seria muito fácil desse jeito. – respondeu e voltou a dar beijos molhados por meu pescoço, enquanto começava a rebolar em meu colo.

-Isso vai ser fácil. – acho que falei isso cedo demais, já que ela me olhou desafiadora, e jogou o cabelo para um lado e me beijou intensamente, antes de descer seus beijos por meu corpo, usando bastante a língua me fazendo arrepiar. Quando chegou no meu membro ela o chupo ainda por cima do pano. Ergui meu quadril em sua direção.

Yujin então passou as pontas dos dedos por meu pau e o apertou, tive que apertar os lábios para não deixar um arfar escapar. Ela retirou minha cueca e finalmente minha ereção pode ficar livre daquele maldito pano. Prendi minha respiração achando que ela iria abocanhar meu membro, mas ela subiu seus beijos por meu abdômen, senti meu membro tocar em seu seio e engoli em seco.

Definitivamente isso não é fácil.

Ela foi descendo os beijos e contornou meu membro. Tocou a minha glande com a ponta dos dedos, segurando ele com firmeza em seguida, mordi meu lábio abafando meu gemido. Yujin olhou em meus olhos me lançando o olhar mais safado da noite e passou a língua por minhas bolas. Apertei o travesseiro e fechei os olhos com força.  Sentir sua língua quentinha em mim e não gemer é quase impossível, ela viu que estava difícil para mim e sugou uma bola para dentro da boca.

Eu preciso ficar quieto. Eu preciso ficar quieto.

Sua mão começou a subir e descer sobre meu membro, olhei para o teto pedindo ajuda a todos os deuses que existem para me ajudar nesse momento. Yujin conhecia cada gosto meu o que dificultava muito minha vida.

Pra que eu aceitei mesmo esse jogo?

Quando sua boca carnuda envolveu minha glande, eu lutei para não olhar, minha respiração estava mais que acelerada. Eu tentei focar minha concentração em minha respiração. Inspirava e expirava devagar, mas era difícil ignorar o fato de que ela deslizava sua mão por meu membro ao mesmo tempo que sua boca trabalhava super bem em mais um de seus orais maravilhosos.

Agarrei um dos travesseiros e coloquei no meu rosto. Mordi o pano fazendo o máximo para não gemer.

-Pode tirando esse travesseiro do rosto. Isso é trapaça. – falou enquanto me masturbava, ela esperou que eu a olhasse para enfiar meu membro quase que por completo em sua boca, ficou sugando todo meu comprimento, fez movimentos de vai e vem com a boca e afundou o máximo que conseguiu do meu membro em sua garganta engasgando. Ela retirou meu membro todo babado deixando um fio de saliva o conectando a ela.

-Porra Yujin! – não me contive. Ela apenas sorriu e voltou a me chupar. – joguei minha cabeça para trás, e meu quadril se movia contra sua boca. Não me aguentei por muito tempo e acabei gozando em sua boca. Ela tomou todo meu gozo.

-Não achei que você conseguiria resistir. - Falou me olhando e mordeu o lábio.

-Agora eu quero meu prêmio. – falei a puxando para cima de mim. Ela se sentou no meu membro e ficou se esfregando nele, enquanto nos beijávamos. Não demorou muito para que eu ficasse excitado de novo. Troquei nossas posições a jogando de costas na cama. – Eu adorei essa calcinha, mas ela precisa sair dai agora. – falei enquanto arrancava aquela peça de seu corpo. Quando a peça passou por seus pés ela abriu bem as pernas para mim. Alisei meu pau e o encaixei em sua entrada, ela estava tão molhada que meu pau deslizou com facilidade para seu interior, entrei fundo e com força. Ela gritou de prazer e apertou seus seios, apoiei minhas mãos uma em cada lado do seu corpo e a penetrei com força. Entrava e saia quase que por completo dela e voltava e penetrar com força. Yujin gemia meu nome arrastado. E isso só me estimulava a ir mais rápido e fundo.

-Mais Chanyeol. Mais fundo. – ela pedia entre gemidos. – intensifiquei minhas estocadas. – ela agarrou minha nuca e me puxou para um beijo molhado, me agarrando com as coxas ela me pressionava mais contra ela. Suas unhas arranhavam toda minhas costas. Aquilo ardia, mas eu não me importava, naquele momento a minha mente só pensava em dar prazer a minha pequena, e ela retribuía muito bem o meu esforço. Eu não sei como ela fazia isso, mas ela conseguia contrair seu interior em pontos diferentes a cada estocada que eu dava. Como aquilo era gostoso. Desci meus beijos por seu pescoço e dei alguns chupões nele, antes de descer para seus seios e morder o bico.

Sai de dentro dela e me ajoelhei na cama, a puxei pelas pernas e coloquei sua perna esquerda por cima do meu ombro, segurei meu membro e pincelei em sua intimidade, fazendo ela erguer as costas da cama, bati a glande algumas vezes em seu clitóris antes de deslizar ela por suas dobras.

-Channie... - Ela gemia baixinho.

-Pede! – continuei a provocando.

-Me fode Channie. – ela suspirou quando eu pressionei minha glande melada em seu clitóris-  eu preciso sentir você em mim agora. – me posicionei em sua entrada e empurrei meu corpo para frente, entrando nela lentamente. – Mais rápido. – não obedeci e continuei com os movimentos lentos, e depois de tortura-la mais um pouquinho aumentei o ritmo aos poucos. Dava selinhos em sua perna. Ver sua expressão de prazer me deixava realizado, ela tentava manter o olhar fixo ao meu, mas não conseguia vez ou outra seus olhos reviravam, e ela jogava a cabeça para trás, erguendo seu corpo da cama. Tirei sua perna do meu ombro e a juntei com a outra, a deixando de lado e com as pernas fechadas, ela ficou ainda mais apertada.

-Porra que gostoso! – inclinei mais meu corpo para frente à fodendo com força. Meu corpo começou a dar sinais de cansaço. Fui diminuindo o ritmo das estocadas e parei me sentando na cama. – vem sentar aqui. – chamei ofegante, enquanto me masturbava. – ela passou a língua pelos lábios e se ajoelhou na cama, passando uma perna para cada lado do meu corpo. Ela chupou três dedos e esfregou por sua intimidade, dei selares por entre seus seios e ela retirou minha mão do meu membro e o alisou algumas vezes, antes de se sentar sobre ele. Fechei meus olhos sentindo ela deslizar por meu comprimento. – Você é a melhor! – falei segurando em sua cintura e a auxiliando nos movimentos de sobe e desce. A puxei para um beijo e suguei seu lábio inferior. Continuamos assim, por mais algum tempo.

-Bebê eu vou... – ela anunciou e eu a deitei ficando por cima dela e voltei a penetra-la rápido. – nossos corpos se movia em sintonia e quanto mais seu interior me apertava, mais meu orgasmo se aproximava, senti o corpo dela se contrair e depois relaxar em seguida e seu gozo envolver meu membro ainda dentro dela, Yujin gemia alto enquanto crava as unhas em meus braços, aumentei ainda mais meu ritmo e não demorei a jorrar meu liquido quente e espeço dentro dela. Fechei meus olhos e gemi seu nome, enquanto diminuía os movimentos antes de sair de dentro dela, e me deitar sobre seu corpo a beijando. – ela bagunçava meu cabelo durante o beijo, e nos virou ficando por cima de mim. – encerramos o beijo e sorriamos satisfeitos, fiz carinho em seu rosto e ela beijou a palma da minha mão.

-Te amo bebê.

-Também te amo, meu amor. – a puxei para deitar em meu peito. E ficamos assim até nossas respirações e batimentos cardíacos voltar ao normal.

-Acho que agora podemos ir comer o jantar que preparei para nós dois. – ela falou depois de um tempo em silencio.

-Concordo, todo esse esforço me abriu o apetite. – ela sorriu e me beijou, antes de levantarmos da cama.

 


Notas Finais


Manas queria me desculpar, eu sei que vocês estavam esperando um Mommy kink (principalmente a @Bbaechu) mas eu não leio fics desse jeito então não tenho referencia de como fazer um hot nesse estilo.

Espero que apesar disso vocês tenham gostado do especial.

Vou responder aos comentários, como não sei quem é quem lá no grupo, então eu vou responder como se eu já não tivesse avisado lá que postei u.u

Beijos, amo vocês

O pessoal que eu mandei o link do grupo nas mensagens, vocês conseguiram entrar no grupo? caso o link tenha ido errado é só avisar que eu mando de novo.


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