História My Proud Boyfriend - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~Girl_of_jimin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Bangtan Boys, Boyfriend, Bts, Proud, Taekook, Vkook
Exibições 233
Palavras 3.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eai gurizada
Primeiramente, desculpem-me por demorar tanto!!
Mas em compensação esse é um capítulo gigante que me dediquei bastante pra ficar com qualidade, espero que gostem :3
Boa leitura

Capítulo 16 - Palhaçada


Fanfic / Fanfiction My Proud Boyfriend - Capítulo 16 - Palhaçada

*Jungkook ponto de vista*

 

11:43AM

Acordo sentindo algo roçar na minha bochecha [aut: vocês pensaram o mesmo que eu? (moon)], abro os olhos de vagar - pois ainda estava com sono - e vejo Taehyung sorrindo, fazendo carinho na minha bochecha. Observo mais, e percebo que estou deitado de lado com a perna esquerda em cima da cintura dele e com o braço praticamente o abraçando.

 

-Bom dia, bebê. –Ele diz, logo beijando minha bochecha e sorrindo.

 

-Eu sou mais velho que você Taehyung.

 

-Bom dia Tae, dormiu bem? -Ele tenta imitar minha voz, como se eu devesse falar aquilo.

 

-A minha voz não é assim, credo. 

 

-Você tem razão, sua voz é linda, e um dia quero ouvi-lo cantar, mas dessa vez, só pra mim. –Sorri e me abraça forte, nessas condições, é difícil negar. Apenas retribuo o gesto, sorrindo abertamente sem ele ver.

 

-Agora se levante e vá se arrumar, vamos tomar café e sair.

 

-Isso seria um convite?

 

-Talvez.


-Então não quero.

-Então considere que eu estou te obrigando. – Sorrio e faço negativo com a cabeça.

 

-Palhaço. Aonde vamos?

 

-Surpresa, vai-vai-vai! –Ele passa o braço pelo meu tronco, assim batendo na minha bunda diversas vezes, fazendo com que eu sorria e me levante rápido.

 

Vou até o banheiro e tiro toda minha roupa, logo entrando no chuveiro e tomando uma ducha rápida. Saio com a toalha na cintura e vou até o guarda-roupa, vendo Taehyung voltar sua atenção para mim.

 

-Nossa! Você tem um bundão, Kook. Vontade de apertar forte. –Ele sorri sacana e levanta da cama, vindo até mim.

 

-Não, não, não, não! Nem vem, Taehyung. –Ele me imprensa na parede, me deixando de costas para ele e aperta minha bunda com certa força.

       -Como eu pensei, durinha. –Gargalho alto.

 

-Cala boca, idiota. 

 

Desvencilho-me dele e volto minha atenção para o guarda roupa. Incerto de que roupa usar, pois não sei aonde vamos, viro- me para perguntar a Taehyung, o mesmo sentado na cama, estava vestindo uma calça jeans preta e uma blusa da mesma cor, com um blazer vermelho, deduzi que deve ser algo um tanto formal, então baseei-me na sua roupa. Peguei uma calça jeans azul, um suéter branco com listrar pretas apenas na área do abdômen e um tênis branco.

 

-Estou pronto, vamos?

 

12:17PM

Após chegar ao local, que era um restaurante com comidas típicas da Califórnia, que por sinal era bem diferente da coreana, sentamos à mesa reservada por Tae.

O local era amplo, com uma ótima iluminação, pois as paredes eram feitas com vidro, e o restaurante é no segundo andar, dando vista ao mar que contornava parte do hotel onde hospedávamos.

Diversas mesas, grandes e pequenas, compostas por pratos brancos e diversos talheres pratas que reluziam de tão limpos. Fora a bela vista, algumas plantas tornavam um local mais harmonioso.

 

-Nossa, a comida daqui é um tanto diferente, não sei oque pedir. –Digo, confuso em ler o nome dos pratos no cardápio.

 

-Garçom. –Tae chama o garoto que estava aparentemente atordoado, pois caminha esbarrando em mesas e logo pedindo desculpas. Ele vem até nós e pergunta:

 

-B-bem-vindos, desejam fazer o p-pedido?- Ele sorri tremulo.

 

-Sim, eu quero uma sopa de frutos do mar e peixe com fritas crocantes. –Taehyung diz, olhando fixamente o garoto e sorrindo.

 

-O-okay, e o senhor? –Ele me olha, com a caneta tremula em sua mão. Não sabia o que pedir então...

 

-O mesmo, e o vinho recomendado daqui. 

 

O garoto assente e se retira.

 

-Ele deve ser novato. –Tae diz e rimos.

 

-Mas ele é fofo.

 

-Hum. -Taehyung fica com ciúmes, mas ignoro.

 

-Eu não sei usar esses talheres, Taehyung.

 

-É assim. –Ele pega minha mão e ajeita na faca e no garfo.

 

-Com o garfo você pega a comida, colocando por debaixo do que você quer pegar e levando até a boca, e a faca é para cortar o peixe no caso, e empurrar a comida para o garfo.

 

-Entendi, como você sabe isso tudo?

 

-Ah... -Ele faz uma pausa olhando para o chão, depois volta sua atenção. –Meu pai, ele era americano, então me ensinou algumas coisas.

 

-Não sabia que você tinha pai, sua mãe e ele são separados?

 

-Ele abandonou minha mãe quando descobriu que ela tinha câncer.

 

-Ah, desculpa.

 

-Tudo bem, já que estamos nesse assunto, por que você mudou quando seu pai voltou de viagem? –Engoli em seco.

 

-Mudei, como assim? – Fingi não entender.

 

-Você sabe, porque ele saiu do seu quarto aquela noite, e quando eu entrei você estava chorando?

 

-N-não é nada, para com esse assunto.

 

-Você pode me contar, Kook. – Ele segura minha mão direita, que estava repousada na mesa.

 

-E-ele... – Começo a chorar e coloco as duas mãos no rosto, Tae se levanta e me abraça desajeitadamente.

 

-Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa. –Ele fala baixinho, me abraçando forte.

 

-Eu não quero falar sobre ele. Tae, faça-me esquece‑lo.

 

-Tudo bem, só não chora, Kook.

 

Seco as lágrimas e logo o garçom chega e Taehyung volta a seu lugar, o rapaz coloca um prato a minha frente e outro a frente de Tae, que sorri. Chega outro garçom com o champanhe enrolado em um pano branco e nos serve, logo os dois se retiram.

Pego os talheres como Tae me ensinou e dou a primeira garfada, levo até a boca, mas no caminho a comida cai, fazendo Tae gargalhar exageradamente, com a boca aberta. As pessoas olham para nós com cara de WTF e fico envergonhado.

 

-Tae para de rir assim, está todo mundo olhando. –Digo baixo, expressando minha raiva com o olhar.

 

-Desculpa, mas você foi muito trouxa. –Ele cessa o riso lentamente.

 

-Ah então eu sou trouxa? –Digo erguendo a sobrancelha direita.

 

-É, agora coma, antes que esfrie.

 

-Você vai ver, Kim.

 

Conversamos sobre como o lugar é lindo e como a comida dali é boa, nos conhecemos melhor, fazendo aquelas perguntas idiotas do tipo:

 

-Qual seu sabor favorito de sorvete? – Tae pergunta e sorri, logo o acompanho.

 

-Chocolate e o seu?

 

-Morango.

 

-Eca ein. – Na verdade eu gosto, mas só queria implicar mesmo.

 

-Eca nada, chocolate que é um sabor repetitivo e enjoativo.

 

-Seu cu. – A garota que estava passando ao meu lado para e arregala os olhos na minha direção, logo andando até sua mesa. Tae olha pra mim e ri, dessa vez mais baixo.

 

-Idiota. –Ele diz.

 

-Cala boca.

 

Terminamos de comer e saímos do hotel, eu estou sorrindo igual a um idiota. Por quê? Porque adorei a comida.

 

-Vamos aonde? -Pergunto

 

-Surpresa! –Ele sorri e chama o taxi que estaciona em nossa frente. Entramos no banco de trás para ficarmos juntos e Tae disse o local.

 

-Você conhece bem as coisas por aqui. –Surpreendo-me.

 

-Pesquisei na net antes de vir. –Dou risada e ele também.

 

Ao chegarmos, Tae paga e diz para eu permanecer no carro. Estranho, mas espero. Ele sai do carro e depois de segundas abre a porta do meu lado.

 

-Pode sair. - Ele sorri. Acabo por rir dele e saio.

 

Saio e a vista é mais maravilhosa do que a do hotel. É um grande lago, rodeado de árvores Sakura’s, com pétalas da mesma caindo nele, com uma ponte pequena com barcos em formato de patos ao redor.


‑Eu tenho medo. –Disse.

 

-Não se preocupe, o SuperTae está aqui. –Ele diz colocando as duas mãos na cintura fazendo pose de macho; coisa que ele não é.

 

-Grande coisa.

 

-Cala boca e vamos.

 

Vamos até os barcos e o instrutor diz algumas regras e nos da o colete-salva-vidas. Tae senta onde tem os pedais e eu sento no carona, ele pedala de vagar e o barco começa a andar, com ele impondo a direção no volante.

 

-Aqui é lindo, não é? –Ele diz.

 

-Sim, é muito lindo! Mas... não acha que esta muito romântico? –Comento, sincero.

 

-É a minha intenção, Kook. Não sei se percebeu, mas eu nunca te levei como um amigo, acho que... passou do ódio para, outra coisa... –Ele diz, pensativo e olhando para o lago, mas concentrado em outra coisa, e nunca olhando nos meus olhos, ele está envergonhado.

 

-Então você me odiava? –Sorrio divertido.

 

-Não é bem isso, só não ia com a sua cara. Você era muito grosseiro, mas quando eu cheguei não demorou muito a mudar. –Ele sorri, e dessa vez me encara.

 

-Eu estava puto com a vida, por muitas coisas, antes que você pergunte.

 

-Você até agora não me contou nenhum dos seus problemas, você vai ver, Kook, em pouco tempo vou conquistar sua confiança. –Ele sorri para o nada, disposto.

 

-A esperança é a ultima que morre, Tae.

 

-E o orgulho também, vamos ver quem morre primeiro. –Ele me encara com seriedade, fazendo-me arrepiar, senti-me intimidado.

 

-Meu orgulho acima de tudo.

 

-Até você começar a me amar, né. –Ele sorri convencido, fazendo-me revirar os olhos.

 

Depois disso ficamos quietos, apenas apreciando o local antes desconhecido por nós. Fico envergonhado pelo silencio, até mesmo surpreso, porque o Taehyung calar a boca é realmente difícil.

Desvio meu olhar do cenário para ele, vendo que ele esta de cabeça baixa, apenas pedalando, penso se ele esta triste, mas não querendo demonstrar consideração e preocupação, pergunto de um jeito que não aparente isso.

 

-Tudo bem Taehyung? Tá passando mal?

 

-Não, só estou pensando.

 

-Em que? –Pergunto, não aparentando interesse, mas realmente, eu estava preocupado, Taehyung não costuma ficar triste sem ter um motivo que todos saibam.

 

-Só... em como está sendo bom ficar aqui com você. –Ele diz, logo sorrindo, ainda olhando para as próprias mãos que agora repousavam nas pernas. Olho para baixo, em duvida se faço ou não oque esta na minha mente desde algum tempo, que seria beija-lo até o ar fazer falta, resolvo apenas provocar, porque sei que Tae é impulsivo e vai fazer oque eu queria fazer, mas tenho vergonha.

Sendo assim, rapidamente me inclino em sua direção e dou um beijo demorado em sua bochecha, logo voltando para o meu lugar e virando o rosto para o lado oposto.

Sinto seu olhar e seu sorriso bobo em minha direção, fazendo-me corar intensamente. Ele cutuca meu obro infantilmente, hesito em virar o rosto, mas acabo por virar e o encarar intensamente.

 

Sentindo-me: Um tomate.

 

Ele toca o meu queixo com as pontas dos dedos, aproximando seu rosto do meu e colando seu olhar na minha boca.

Apenas encaro seus olhos semicerrados e deixo a boca entreaberta, esperando por isso.

Ele finalmente toca nossos lábios roçando o seu ali e logo dando inicio a um beijo que eu ansiava.

Seus movimentos são calmos, sem resquícios de luxuria, apenas transmitia uma sensação boa e um sentimento de felicidade, oque eu esperava receber. O enrosco com meus braços em seus ombros, enroscando meus dedos em seus cabelos castanhos, fazendo um carinho ali e o aproximando mais.

Ele morde meu lábio inferior com certa força, logo adentra com sua língua sem ao menos pedir passagem, fazendo-me arrepiar com a sensação de nossas línguas se encostando, aos poucos, ferozmente. Ele para o beijo com dois selares e um sorriso demostrando toda sua felicidade - que diria a minutos atrás – em estar comigo. Sorrio envergonhado, mas demonstrando minha alegria.

 

-Acho que gosto de você. –Ele declara, sorrindo. Eu gosto dele, mas apenas sorrio, eu tenho meu orgulho a zelar.

Ao perceber que eu não diria ao mesmo, o castanho apenas continua sorrindo, mas de cabeça baixa, com o sorriso se desfazendo aos poucos, mas isso não faz- me sentir mal.

 

-Aliii!! – Grito apontando para o carinha do algodão doce. Taehyung se assusta e rapidamente olha para onde eu apontei, quando percebe, acha totalmente infantil e sorri, esfregando os dedos na testa.

 

-Você quer? 

 

-SIM. –Respondo espontâneo.

 

-Pode ir. –Ele diz, eu vou sair do barco e vejo que estamos no meio do lago, viro-me novamente para ele e olho com um cara que expressa ‘’idiota’’. Ele começa a rir e pedalar, incerto do que faz, para de pedalar para cessar seu riso escandaloso. 

Fico emburrado, oque o ajuda a parar de rir e começar a pedalar, ele pedala mas o barco anda muito devagar, e o carinha já estava saindo de vista, então...

 

-VAMOS DE UM VEZ TAEHYUNG, O CARA TA INDO EMBORA! –Grito expressando minha pressa com as mãos.

 

-Calma, esse pedal é ruim.

 

-Foda-se. Vamos! Pedala, pedala, pedala!!

 

Ele começa a rir junto comigo e pedala o mais rápido possível, eu e ele gargalhamos por nosso nervosismo de não chegar a tempo até chegar a pequena ponte e sair do barco, saído correndo atrás do homem.

 

-Corre mano, corre! –Grito para Taehyung que parecia uma gazela correndo.

 

Acabo por me estressar com a dificuldade em correr de Taehyung, pegando sua mão e o puxando, fazendo-o correr na minha velocidade.

Ele corre comigo, diversas vezes tropeçando e por um risco de sorte não caindo. Chegamos tão ofegantes até o homem do algodão doce (na verdade, eu estava ofegante, Taehyung estava morrendo) que não conseguíamos nem falar.

Faço sinal de espera para o cara, coloco as duas mão nos joelhos e respiro rápido. Tae se joga no chão ao chegar e põe a mão na barriga, soltando vários resmungos do tipo ‘’Filho...da...puta’’ e oque mais conseguiu pronunciar de xingamentos para mim.

 

Depois de me recuperar, peço um algodão rosa que tinha a mascara do Homem de Ferro e Tae pede o algodão branco que tinha a máscara do Tom, do desenho Tom e Jerry ; infantil.

Pagamos e agradecemos, logo indo para um banco ali perto e comendo o algodão tanto apetecido por mim.

 

-Não tinha uma máscara mais infantil para você pegar? –Pergunto provocando.

 

-Não tinha uma máscara de um outro herói mias fracassado que esse? –Ele diz e eu o olho com os olhos arregalados, fuzilando o garoto com a raiva e a indignação transmitida por eles.

 

-Fracassado é você, se aprecia sua vida, nunca mais ouse ofender o meu herói favorito.

 

-Estou defecando para você e seu herói, o bagulho é Capitão América. 

 

-É, se tivesse a mascara dele, eu teria a pegado, já que ele seria mais fracassado do que o Homem de Ferro, porem, ele não é tão bom assim, para ter mascaras dele por ai. –Digo.

 

-Provavelmente, de tão bom que ele é, já tenham pegado todas as mascaras dele, e ter sobrado apenas o Homem de Ferro, já que ele não é tão famoso assim para pegarem.

 

 

-Aham, vai deduzindo. –Me irrito e fico com cara de cu mesmo.

 

-Ahh, eu não to nem ai pra isso, Kook, para de fazer cara de cu. –Ele sorri e me abraça de lado, colocando seu algodão na minha frente, me oferecendo.

 

Menos, mas ainda irritado, pego o cabinho do algodão, pegando todo para mim.

 

-Agora os dois são meus. –Me levanto e saio andando.

 

-Naaaah, volta aqui, folgado. –Ele grita vindo atrás de mim. Começo a correr e ele corre atrás.

 

Olho para trás, vendo se Taehyung estava perto, mas acabo esbarrando com alguém, fazendo eu e o individuo cair com tudo no chão, mas não sinto muita dor por cair em cima dele.

 

-Ah, meu deus, me desculpe! –Ele fala assustado.

 

-Tudo bem, eu que não olhei para frente. –Me levanto o ajudando a fazer o mesmo. O garoto é muito bonito, loiro de olhos azuis, mais alto que eu e tinha um ótimo gosto para roupas, pois usava uma jaqueta de couro marrom, semelhante à de aviadores, uma calça jeans preta e uma blusa fina vermelha por baixo da jaqueta.

 

-Nossa... –Ele me encara surpreso. –Qual seu nome?

 

-Jungkook.

 

-Prazer, Derick. –Ele se apresenta. –Está sozinho aqui?

 

Eu iria responder, se Taehyung não se intrometesse. O castanho contorna meus ombros com seu braço, num abraço de lado, dando um sorriso para o garoto que até a pessoa mais ingenua notaria que é falso.

 

-Não, ele está comigo. Ah! Muitoprazer, me chamo Taehyung.

 

-Olá, Taehyung. –O garoto sorri forçado. –Então, Kook, quer dar um volta por ai?

 

Taehyung faz um cara de indignação. Até eu achei ousadia, mas... ciúmes não mata ninguém, ou mata?

 

-Claro! –Digo, me desvencilhando do abraço de Tae e indo para o lado de Derick.

 

-Não vai dar hoje, lamento por vocês. –Ele faz uma cara sínica de tristeza. –Jungkook tem que ir consultar para ver se o seu câncer no reto piorou, esqueceu, Kook?

 

O garoto começa a dar umas risadinha, ansiando para gargalhar.

Eu iria xinga-lo e dizer para o garoto que é mentira, mas... não deu tempo.

 

-Vamos! –Ele me puxa forte pelo braço, com uma força desconhecida por mim.

 

Ficamos em silencio até chegarmos a saída do parque.

 

-Qual o seu problema? –Se meu braço não fosse ligado ao meu corpo, eu poderia dizer que ele jogou-o no chão, como um objeto.

 

-O que? O garoto era legal. –Digo, me fazendo. Ele me olha sem expressão por um tempo...

 

-Okay. –Ele entra no taxi que estava estacionado e logo o carro parte, deixando eu ali sozinho.

 

Pego o outro taxi e digo o endereço do hotel, indo para lá, sem saber oque fazer ou falar quando me encontrar com Taehyung.

 

*Taehyung ponto de vista*

 

17:56PM

Cheguei ao hotel e fui para uma cafeteria que tinha na entrada, sentando naqueles bancos altos que ficavam quase na altura do balcão a minha frente.

A atendente chega, ele é bonita, mas esta com uma blusa muito degotada, fazendo aparecer seus seios fartos.

Ela se inclina no balcão, se apoiando no mesmo, sendo assim quase esfregando seus peitos no meu rosto.

 

-O que deseja, rapazinho? –Ela sorri sacana.

 

-Apenas um café preto, sem adoçante.

 

-Okay, só isso?

 

-Sim.

 

-Tem certeza? –Ela sorri e olha para seus peitos, voltando seu olhar para mim logo depois. Oferecida.

 

-Tenho.

 

Ela revira os olhos e vai pegar o pedido.

Vejo Jungkook entrar no hotel com uma expressão preocupada, indo diretamente ao elevador. Ignoro.

Eu estou realmente triste com o Kook, o dia estava sendo tão bom pra mim, mas ele estragou tudo. Ele acha o que? Que pode brincar comigo assim? Eu não sou tão ciumento, mas ele fez de proposito!

Foi extremamente desnecessário, pra que fazer ciúmes? Eu não demostro sentimento o suficiente?

E fora isso ele ainda se fez de desentendido, se a intenção era me magoar, concluiu com êxito.

Ele é orgulhoso demais para pedir desculpas então nem vou esperar por isso. 

A mulher traz o meu pedido e logo se retira. Dou um gole e ponho a xicara no pires. Era uma xicara pequena então em três goles termino o café, pago e saio do local, indo para o quarto.

 

Adentro o quarto e não vajo Jungkook, ouço o barulho do chuveiro ligado e percebo que ele está no banho.

Vou à sacada e me sento na poltrona, tendo a vista de um por do sol lindo. Pego meu celular e tiro uma foto minha.

Vejo Jungkook sentar-se ao meu lado, observando o por do sol.

 

-Foi mal.– Ele diz, abaixando sua cabeça.

Claro, ele arranjou um jeito de pedir desculpas, menos sincero. Não esperava menos, mas vou considerar.

 

-Tudo bem, só não faz mais isso, não estraga meu dia.

 

Saio da sacada e pego minha toalha, indo ao banheiro para tomar banho.

Retiro minha roupas e abro o registro, sentindo a água gelada cair em mim, relaxando-me e tirando o cansaço e o stress, me fazendo esquecer da palhaçada do Jungkook por alguns instantes.

Depois de um banho de 30m, saio do banheiro com a toalha enrolada na cintura.

Vejo Jungkook deitado na cama olhando para o nada. Vou até o guarda- roupas e pego um camisa larga branca e uma bermuda vermelha. Seco meus cabelos com a toalha e passo o pente, logo me deitando ao lado de Jungkook e virando para o lado oposto.

Passou-se duas horas, eu estava mexendo no celular, era oito e meia da noite quando...

 

-Me desculpa, porra. –Ele fala calmo, usando a expressão ‘’porra’’ como ‘’pow’’.

 

-Já desculpei.

 

-Mas fica assim.

 

-Só estou cansado. –Por um lado era verdade, pedalar aquele barco e correr atrás daquele homem me cansou muito. Mas ainda estava chateado com Kook.

 

-Não dorme agora, eu pedi para que tragam o- Kook é interrompido pela campainha que toca. -...jantar.

Ele vai até a porta e abre, a atendente entra com o carrinho fardo de comida coreana e logo se retira.

 

-Achei que iria gostar mais da comida de lá.- Sorri.

 

-É, realmente a comida de lá é melhor. –Sorrio.

 

Kook coloca a comida do carrinho em cima da mesa, comigo o ajudando.

Nos sentamos e comemos, fazendo caretas de prazer de tão boa que a comida estava, e as vezes rindo da cara um do outro. Contei a ele sobre a garçonete atirada e ficamos conversando como sobre vulgaridade é feio e rindo da cara dela, por gostarmos da mesma fruta.

 

Depois de comer nos deitamos. Jungkook pega seu celular e começa a jogar Cow Evolution, apago a luz do meu abajur e me viro para o lado oposto para dormir.

Estava quase dormindo quando sinto ele me abraçar por trás.

 

-Também foi bom para mim ficar com você hoje. - Sorrio largo.

 

Ah! Jungkook, você vai perder esse orgulho. Aos poucos.


Notas Finais


Você vê que a coisa tá seria quando o Tae chama pelo nome inteiro
Agora que eu já passei de ano talvez eu poste brevemente, mas não prometo nada
Estamos rumo a 200 favoritos, e eu estou muito grata por isso. Muito obrigada por todo apoio, todos comentários ou apenas por ler! Espero não decepcionar vcs
Abraços, amo vocês <3

Nova Vkook [Em breve]: https://spiritfanfics.com/historia/im-ready-daddy-em-breve-7159474

Nova Vkoook da @Chim_Chim9510: https://spiritfanfics.com/historia/next-boy-7111834


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