História My Proud Love - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Tags Criminal, Gangster, Gravidez, Incesto, Justin Bieber, Tortura, Vingança
Visualizações 2.110
Palavras 3.426
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie amores, como viram no "Aviso" que postei, estou sem internet por causa da mudança. Mas hoje estou conseguindo postar porqee estou na casa da minha avó onde está o meu modem.
Espero que gostem!
Boa Leitura!

Capítulo 42 - , Sleeping With Enemy!


 POV's Narrador.

O simples barulho do "bip" que o monitor cardiáco fazia, enchia os corações de Melissa e Martin que choravam em silêncio ao lado da cama onde sua filha estava deitada e desacordada. A quantidade de fios ligados ao seu corpo era grande, tanto de acessos venosos quanto monitores cardiácos. Em seu corpo haviam diversas lesões superfíciais como: Escoriações e cortes causados pelos cacos de vidro do parabrisa de seu carro. Já suas lesões internas foram um pouco mais graves, a jovem teve duas costelas fraturadas, traumatismo craniano, o braço esquerdo quebrado em três partes e descolamento de placenta o que ocasionou o nascimento prematuro de sua filha.

Era um milagre a jovem ainda estar viva, os médicos achavam que a jovem não iria resistir por estar em um estado delicado. Mas o que eles não sabiam, era que Camille era mais forte do que todos imaginavam. Assim como ela, a pequena Cristal também fora muito resistente e mesmo não estando completamente formada, já se encontrava fora de perigo.

A história da bomba ainda era confusa, quem atacaria uma mulher grávida e indefesa? Os polícias estavam investigando e por fora, era Christian quem procurava, a mando de Justin, o autor que colocou a bomba no carro. Para os pais de Camille, foi uma mera vingança da Amanda e para Justin, tinha plena certeza que foi um ataque do Marcony. Ele sabia que o Marcony era o único capaz de jogar tão baixo ao ponto de tentar matar pessoas que não tinham nada haver com o passado deles só para afetá-lo.

A porta do quarto foi aberta e o Chaz passou pela mesma entrando no local. Seu coração ainda estava aflito, não tanto quanto antes quando pensou que algo teria acontecido com a sua filha, mas ainda estava preocupado com sua irmã que teve graves lesões e a pior delas foi o traumatismo craniano. É uma lesão perigosa que pode ser totalmemte recuperada, ou pode levar a morte. Isso depende da reação de cada pessoa ao tratamento.

- Como ela está? - Chaz perguntou baixo com a voz embargada.

- Ainda não reagiu, mas aquele aparelho é a nossa esperança. - Melissa apontou para o monitor cardiáco.

- Ela vai sair dessa, tenho fé! - disse o Chaz sorrindo mínimo para tranquilizar a mulher.

- E como a Cristal está? - Martin perguntou.

- Os médicos disseram que ela já está fora de perigo, mas vai precisar ficar em observação aqui no hospital porque ela não tem peso o sufiente para ter alta, não está com todos os orgãos maduros e teve aquele probleminha no pulmão.

- Ela é tão linda! - Martin deixou um sorriso mínimo escapar. - Eu não devia falar isso, mas... Vocês estão de parabéns.

- Não sabiamos que eramos irmãos, foi apenas uma irônia do destino. - Chaz riu de leve. - Mas a Cristal é linda e perfeita, não me arrependo de nada.

Seu pai apenas assentiu lhe deixando leves tapas em seu ombro logo após de um abraço. O rapaz caminhou até a cama onde sua irmã estava, pegou em sua mão com cuidado para não fazer o acesso fugir da veia e ficou fazendo carinho com o polegar naquela região.

- Mille, pode me escutar? - começou com uma pergunta. - A nossa filha é linda, queria que pudesse vê-la. É difícil dizer com quem ela se parece, porque somos bem parecidos e não é atoa que o Arthur parece ser o meu filho também. - o rapaz riu baixo. - Mas você precisa sair dessa para conhecê-la, ela precisa de você. Todos nós precisamos! Eu sei que eu não posso, mas eu te amo e você sabe que não é como uma irmã... - Chaz já não segurava suas lágrimas. - Poxa, você já sofreu tanto nessa vida e não merece esse fim. Você é forte, Camille! Tanto quanto qualquer um aqui nesta sala. Você já suportou tanta merda e conseguiu superar, sei que pode superar isso também. - com as costas da mão direita, o rapaz espalhou suas lágrimas nas bochechas, mas seu intuito era limpa-las. - Saí logo dessa, tá bom? Você já dormiu muito, deixe de preguiça e acorde logo. 5 dias já é muito tempo, estamos com saudades e o Arthur não para de chamar por você, ele precisa da mamãe dele. - Chaz se inclinou e depositou um beijo na testa de sua irmã. - Não nos deixe, minha princesa!

···

Na mansão Bieber, Christian chamou seus amigos para o escritório de Justin porque havia descoberto quem fora o autor do atentado. Justin deixou seu filho sob os cuidados de Beth para poder se dirigir ao seu escritório, ele já tinha certeza de quem era o autor, mas pelo jeito que seu amigo falou, havia algo a mais que ele não sabia.

Com todos já presentes no escritório, Christian entregou duas certidões de nascimento a cada um dos meninos e até mesmo a Jeffrey que estava trabalhando com Justin. Nenhum deles entendeu o porque de duas certidões de nascimento, uma eles leram o nome "Austin Lancaster" e na outra "Steffan Jogovich", ambos tinham a mesma idade e nasceram no mesmo dia, mas ainda assim não estavam entendendo.

- O que significa isso, Chris? Pensei que era sobre o caso da Camille. - disse o Justin impaciente.

- Eu nem comecei a falar, deixe de ser equivocado. - disse o Christian. - Essas duas certidões que lhes entreguei são da mesma pessoa. - ele levantou uma foto que todos reconheceram. - Vocês conhecem o Steffan, aquele que morava na casa da Camille. Eu puxei as ultimas mensagens que chegaram no celular da Camille e era dele pedindo para se encontrarem, ele dizia estar no shopping e então eu invadi as câmeras de segurança do estabelecimento e não tinha um sinal dele. Então puxei as câmeras de segurança da casa da Camille e todas estavam desativadas, mas as câmeras da casa da frente onde estão nossos seguranças captaram quando o Steffan teve na casa de madrugada, ele entrou por volta das 04:12hs a.m e saiu às 05:03hs a.m. - Christian estendeu uma nova foto do Steffan entrando e saindo da casa da jovem. - Ele entrou com a ajuda do segurança da Camille, o Anderson. Então eu pesquisei sobre a vida do Steffan e não achei nada. Absolutamente, nada. Não tem registro em escola, faculdade e nem mesmo de nascimento. Como você, Justin, estava desconfiado do Marcony, fiz uma pesquisa geneológica dele e encontrei: Austin Lancaster. - ele estendeu outra foto, mas contendo o mesmo homem. - Sobrinho de Marcony Lancaster, filho de sua única irmã gêmea, Tara Lancaster. Tara teve depressão após o falecimento do marido, então Marcony pegou o sobrinho para criar e logo veio seu filho. Os dois crescerão como irmãos, logo após a morte do primo, Austin decidiu se juntar ao tio para se vingar de você, Justin. Ele ganhou uma nova identidade e começou a frequentar suas boates regularmente, até que naquele incidente ele teve a Camille como oportunidade de se infiltrar. 

- PUTA QUE PARIU! - Justin arremessou o papel no chão. - ESTAVAMOS NAS MÃOS DO INIMIGO TODO ESSE TEMPO E NEM SABIÁMOS. CARALHO! O MEU FILHO ESTAVA DORMINDO DEBAIXO DO MESMO TETO QUE ESSE CARA! COMO A CAMILLE CONSEGUIU SER TÃO INCONSEQUENTE?  - Justin andava de um lado para o outro nervoso. - Eu aqui igual a um otário tentando proteger todo mundo enquanto ela estava feito uma vadia se esfregando com o próprio inimigo. Agora que ela se foda, eu vou pegar a guarda do meu filho, ele vai estar mais seguro comigo que não coloco qualquer uma dentro de casa para morar.

- Justin, essa não é a hora de fazer essas coisas. Parece até que a Camille sabia quem ele era, aposto que se ela soubesse não estaria em coma num hospital agora. - disse o Ryan. - Ela é apenas mais uma vítima, o Marcony se aproveitou dela para tentar te atingir.

- Verdade! - disse o Jeffrey. - O que temos que fazer agora é tampar as brechas e levantar barreiras. Ele está atacando pessoas inocentes, é um homem desalmado e está nos mostrando do que ele é capaz de fazer. A minha filha só tem apenas 14 anos e a Camille estava grávida, ele não pensou duas vezes antes de ataca-las, então ele não está se importando em machucar pessoas indefesas só para nos atingir.

- Tem sentido! - disse Khalil. - Ele já tinha dito que iria fazer isso, mas não esperávamos que ele fosse atacar as pessoas mais indefesas. Pensei que só seria conosco como foi com o Fredo.

- Não quero ninguém saindo de casa sem seguranças! Chris, faça uma varredura em todos os celulares que ultilizamos e vê se não há grampo. Ryan, mande mensagem para esse tal de Steffan... Austin, sei lá e diga que já sabemos quem é ele, para ele não passar no meu caminho porque o destino dele será o mesmo do priminho dele. Khalil, liga para o Chaz e manda ele proibir a visita do Steffan no hospital e explica a situação à ele, peça que ele não fale nada aos pais dela para não assusta-los. Jeffrey, vem comigo, irei na casa da Camille e vou colocar aquele segurança dela na parede.

Com as tarefas dadas, todos assentiram e saíram do escritório. Justin viu sua empregada, Beth, e a Caitlin brincando com seu filho no chão da sala, seu coração estava aflito pois, tinha medo que algo acontecesse a ele. Arthur mal conseguia falar, como conseguiria se defender de algo, ou alguém? Justin não queria nem pensar na hipótese de perder o seu filho, não suportaria tamanha dor.

O rapaz fez sinal para Caitlin para não chamar atenção de seu filho e a mesma foi até ele coberta de curiosidade. Ela o conhecia bem para saber quando tinha algo de errado com ele.

- Vou precisar sair, pode ficar com o Arthur? - Justin perguntou baixo.

- Sim, mas aconteceu alguma coisa? É com a Camille? 

- Descobrimos quem foi que implantou a bomba no carro dela, foi aquele merda do Steffan. - o rapaz pronunciou o nome com raiva.

- O Steffan? - Caitlin perguntou surpresa. - Por que ele faria algo assim, ele dizia ama-la tanto.

- Isso foi apenas um teatro, ele é sobrinho do Marcony e se aproximou da Camille só para me ferrar.

- Meu Deus, que cara covarde! - a jovem disse indignada. - Se o achar, mate-o da forma mais lenta e mais dolorosa o possível.

- Sem dúvidas! - Justin beijou a testa da jovem. - Não deixe ninguém tirar o Arthur daqui, por favor.

- Não se preocupe, não vou deixar. - Caitlin já sabia o porque do pedido de seu amigo, então não precisou perguntar o por quê.

Justin foi para a garagem, acompanhado de Jeffrey, passando pela cozinha para não deixar o Arthur vê-lo, pois se não este iria querer sair com o pai. Já na garagem, Justin escolheu um de seus carros, optou por uma land rover preta para não chamar muita atenção, e entrou ocupando o banco do motorista e o Jeffrey o do carona. A partida foi dada no carro, eles saíram da mansão pegando a estrada e se dirigiram a casa de Camille que ficava do outro lado da cidade.

O trânsito estava bom, Justin agradeceu por isso, pois já estava sem paciência alguma e ter que enfrentar um trânsito ruim só iria piorar o seu humor. 

Dentro daquele carro só estava seu corpo, parecia que estava no automático porque seus pensamentos estavam em Camille. E não eram pensamentos bons. Ele sentia raiva dela, raiva por ela ter se relacionado com outro homem e por este homem só ter usado ela para poder chegar à ele. Raiva por ela ter deixado seu filho dormir debaixo do mesmo teto que o inimigo. Justin só sabia culpa-la e achava " bem feito" ela estar naquela situação porque foi algo que "ela procurou". O único motivo pelo o qual ele estava indo até a casa dela atrás do Anderson, era para fazê-lo falar onde o Marcony estava já que em sua percepção, Anderson trabalhava para seu inimigo.

O carro foi estacionado em frente ao portão dos Whotersons, Justin e Jeffrey engatilharam suas pistolas e saíram do veículo. O rapaz loiro, tocou a campainha e o portão se abriu para que eles entrassem. Ao invés de seguirem em direção a casa, eles seguiram em direção a cabine dos seguranças, Jeffrey bateu na porta da cabine e ela foi aberta por John, um dos seguranças.

- No que posso ajuda-los?

- Cadê o Anderson? - Justin perguntou impaciente.

- Não aparece aqui já faz 4 dias, mas eu posso ajudar em algo?

- Caso ele apareça, me ligue sem ele saber. - Justin passou seu número ao segurança e continuou: - E se o Steffan aparecer por aqui, faça a mesma coisa.

- Pode deixar! Mas é algo com que eu deva me preocupar?

- Não, só faz o que eu pedi. - disse o rapaz de forma que não parecesse arrogante. - Tenha um bom dia!

- O senhor também!

Justin e Jeffrey se dirigiram para a saída. O mais velho sentiu seu bolso vibrar, pegou seu celular e no identificador de chamada estava escrito " Ryan", sem delongas Jeffrey passou o dedo na tela de seu celular atendendo a ligação.

- O que manda, Ryan?

- Cadê o Justin? - o rapaz perguntou do outro lado da linha.

- Tá aqui do meu lado, por que?

- Ele está sem celular?

O homem afastou o celular da orelha e disse ao Justin:

- O Ryan perguntou se está sem celular. 

- Deixei no carro. - Justin respondeu. - Deixa eu falar com esse arrombado.

Jeffrey passou o celular para o Justin, sem deixar de rir de sua fala.

- O que tú quer, Ryan? 

- O Chaz acabou de me ligar e disse que a Camille acordou do coma. Os médicos estão fazendo uns exames nela e a polícia está indo para lá para recolher o depoimento dela para saber o que houve no dia do acidente. - disse o rapaz eufórico.

- Eu vou passar no hospital para conversar com ela. 

- Justin, vai de cabeça fria e conversa com ela numa boa. A garota acabou de sair de um coma e não precisa receber um sermão agora. - Ryan disse cauteloso.

- Fique tranquilo! Até mais tarde, Dude.

POV's Camille Jenner.

Minha cabeça estava latejando, me sentia um pouco tonta e com muita dor de cabeça. Os médicos e enfermeiros transitavam de um lado para o outro dentro do quarto. Um checava minha pressão arterial, outro os meus reflexos. Meu corpo estava pesado, me sentia exausta como se estivesse trabalhando com faxina um mês direto, usando as minhas 24 horas do dia.

- Consegue falar seu nome? - ouvi o médico perguntar.

- Ca... Camille. - minha voz saiu fraca, baixa e rouca

- Tem alguma queixa, srta. Whoterson? 

- Minha cabeça... está latejando. - o respondi com um pouco de dificuldade.

- Ok! Vou te passar um analgésico por via endovenosa para ter efeito imediato, mas não se preocupe porque é normal. - disse o médico.

Vi ele se afastar, preparar a medicação e voltar para aplica-la em mim. 

- Quero ver minha filha! - falei ao doutor enquanto ele aplicava a medicação na minha veia.

- Como sabe que ela está viva? - perguntou sorrindo.

- Eu ouvi durante o coma. Acho que foi isso que me manteve viva, ela e o meu outro filho são os maiores motivos para me fazer não desistir. - minha voz ainda estava fraca, mas já conseguia falar melhor.

- Isso é muito bom, porque eles precisam de você. - ele terminou e colocou um esparadrapo com algodão no local do furo. - Assim que você se recuperar, te levaremos para vê-la.

- Mas eu estou bem... - tentei me levantar, mas a dor na minha região toráxica me fez voltar a posição inicial gemendo de dor.

- Não faça esforço! - me repreendeu. - Você teve duas costelas fraturadas e precisou passar por duas cirurgias, então precisa ficar em repouso até cicatrizar.

- Tudo bem! - gemi de dor, novamente. 

- Olha, os detetives que estão no seu caso estão aí fora e precisam falar com você. Se quiser, eu peço para virem mais tarde.

- Não, tudo bem! 

Aos poucos senti o remédio fazer efeito. Minha cabeça ficou mais leve e a dor na minha região toráxica diminuiu. Os médicos e enfermeiros deixaram o quarto, logo após alguns minutos chegaram 3 homens bem vestidos, socialmente. Um deles levantou sua carteira e me mostrou um distintivo do FBI.

- Boa tarde, senhorita. Meu nome é Kevin Milles, sou o  detetive responsável pelo  seu caso. Poderia responder umas perguntas? - assenti e ele puxou a poltrona para se sentar mais perto de mim. - Poderia nos contar o que se lembra do dia do acidente?

Forcei meu cérebro buscando recordações do que tinha acontecido. Ainda estava um pouco confuso para mim, mas consegui lembrar de algumas coisas.

- Era o aniversário do pai do meu filho, ele foi buscar o Arthur para passar o aniversário com ele... - parei por um instante para lembrar do que aconteceu depois. - O meu amigo me mandou mensagem pedindo para me encontrar com ele no shopping, peguei o meu carro e fui de encontro a ele. Mas... No meio do caminho, eu abri o porta-luvas para verificar se o meu documento estava alí e lá havia uma mini bomba amarrada com uma laço rosa e seu cronômetro restava apenas 17 segundos. Eu me desesperei, puxei o freio de mão do carro e saí correndo fazendo a contagem regressiva na cabeça. Estava, completamente, desesperada com medo de morrer e com medo pela minha filha também. Quando percebi que restavam apenas 3 segundos, só deu tempo de eu me virar de frente para o carro e senti uma pressão empurrar o meu corpo porque eu não tinha tomado muita distância do carro. Senti meu corpo bater no poste, ouvi os meus ossos se quebrando, mas daí não lembro de mais nada. 

- Tem noção de quem possa ter plantado essa bomba no seu carro? - ele perguntou.

- A minha tia, a mesma que tentou matar os meus pais. - não sabia se era ela mesma, mas seria mais uma acusação para aquela imbecíl assim que a achassem.

- Tudo bem, muito obrigado. - ele desligou o gravador que havia usado para pegar o meu depoimento e se levantou. - Faremos de tudo para  pegarmos o culpado.

- Façam isso, por favor! - pedi e eles assentiram se retirando do quarto.

Flashback

"Encontrava-me dirigindo em direção ao shopping, na estação da rádio começou a tocar Timmy Tuner do Desiigner, o que me fez começar a cantar e dançar enquanto dirigia. Estava empolgada com a música, mas me despertei com meu celular tocando.
Abaixei o volume do rádio e atendi a chamada:

- Alô?

- Saí do carro agora! - a voz estava abafada, parecia que havia um pano sobre a parte onde capturava sua voz a deixando irreconhecível.

- O que? Quem é? - perguntei confusa.

- Tem uma bomba no porta-luvas. Saia daí agora!"

Me lembrava, claramente, do que realmente havia acontecido. Mas eu não podia falar.

Suspirei fundo olhando para o teto sabendo que fiz a coisa certa. Eu sei que os policiais podem ajudar, mas eu ouvi o Chaz dizer que o Justin estava procurando quem havia feito aquilo comigo e sei que ele é capaz de achar o culpado de tudo isso. A Amanda eu tenho certeza que não foi, é mais provável que tenha sido o Marcony. Mas e se eles me perguntassem qual o tipo de relação que eu tenho com esse homem? Não podia falar que é o inimigo do pai do meu filho que é o maior gangster da cidade.

Isso iniciaria uma série de questionamentos, eu iria expôr e prejudicar os meus amigos, e isso eu não poderia fazer. Eu sinto raiva do Justin, mas saber que ele está fazendo de tudo para achar quem fez isso comigo, faz minha consideração por ele voltar e me impede de denuncia-lo.

Não podia e nem queria prejudica-lo.

Agora o que estava martelando em minha cabeça, era: Quem era aquela pessoa no telefone? E como sabia da bomba?
 


Notas Finais


Comentem o qee acharam, babys.
Até o próximo.
Ainda estou me ajeitando, então caso demore, já sabem o qee é.
Bjos..


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...