História My Psychologist - Capítulo 49


Escrita por: ~

Exibições 500
Palavras 3.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Desça"

boa leitura

NOTAS FINAIS
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NOTAS FINAIS

Capítulo 49 - Come down


Fanfic / Fanfiction My Psychologist - Capítulo 49 - Come down

POV JUSTIN BIEBER

Eu não podia chegar e simplesmente dizer para a Ema que a Selena estava grávida. Não era tão simples assim.

Eu não conseguia pensar em nenhuma maneira de dizer isso sem que ela ficasse triste, irritada e nosso relacionamento acabasse de vez. Dizer que engravidou outra mulher de um jeito legal é a mesma coisa que terminar o relacionamento de um jeito legal, ou seja: não tem como.

A Ema tinha ficado abalada com a gravidez de sua melhor amiga, imagina quando eu disser que minha ex está esperando um filho meu.

A Ema poderia dizer milhões de vezes, fazer um abaixo assinado, um comercial de TV, uma tatuagem ou escrever na testa que não queria ter um filho, mas, no fundo eu sei que ela sente vontade de ter um

Ela com certeza ficou abalada com a gravidez de Lindsey porque sentiu vontade de ter um. Porque lembrou da felicidade de estar grávida e quis, nem que por um momento, ter um também.

Ela ficaria arrasada quando eu lhe contasse que outra mulher realizaria meu sonho de ter um herdeiro.

Os seguranças estacionaram o carro na garagem e mesmo assim eu continuei parado no mesmo lugar, eles acharam estranho então um deles perguntou:

-O senhor irá querer ir para outro lugar? –Steve perguntou

-Não –disse –Podem sair, depois eu saio

Eles concordaram e abriam a porta e saíram do carro. Coloquei minha mão na cabeça e a apoiei na perna, fiquei um tempo naquela posição me recompondo para entrar naquela casa e fingir que nada aconteceu, pelo menos, até achar um jeito de contar a verdade.

Cinco minutos se passaram e eu abri a porta do carro e sai do mesmo. Sai da garagem e fui para o jardim, falar com algum segurança. Avistei Mikey e de longe fiz sinal para que ele viesse até a mim, e o mesmo veio na mesma hora

-Espalhe para os funcionários que não é para Ema ficar sabendo que a Selena esteve aqui –falei –Se ela ficar, o responsável estará demitido

-Tudo bem, patrão –ele disse

Me virei e entrei no hall de entrada e logo depois na sala. Nenhum dos meninos estavam ali, não tinha nenhum barulho naquela enorme casa.

Fui para cozinha e não tinha nem sinal de alguém, fui para parte de trás e dei uma olhada e não tinha ninguém. Voltei para dentro de casa e subi as escadas, e não tinha ninguém nem no segundo e nem no terceiro andar.

Desistir de procurar e desci para sala, me joguei no sofá e acabei pegando no sono

POV EMA HALE

Eu liguei milhões de vezes para o celular do Justin e caia direto na caixa postal, eu deduzi que ele estava preso na reunião e não podia atender a ligação, então acabei ficando na minha casa com Lindsey e Nolan mesmo

Os meninos me mandaram mensagem dizendo que iriam dar uma volta no parque e conhecer garotas e iriam arrastar o Christian, Lindsey não gostou nem um pouco da ideia, então me arrastou junto com eles

Nolan não quis ir, ele disse que dormiria a tarde toda e depois iria ao shopping, comprar roupas para o bebê e me ganhar na disputa –que ele inventou–

Estávamos todos no enorme parque, aonde todos pareciam felizes e flertavam uns com os outros, as crianças corriam por todos os lados e Lindsey e Christian as ridiculamente as admiravam

-Essa sapatilha está apertando o meu pé –reclamei –Me levem no colo

-Se eu te levar e seu namorado ver alguma foto, eles nos mata –Ryan disse –Então, não conte comigo

-Chaz –falei fazendo manha –Me leva

-Ah não, Ema –ele disse –Vamos até a lanchonete comer e você aproveita e tira a sapatilha

-Chaz, a lanchonete está longe –reclamei –Por favor

-Porra –reclamou também –Eu devo ter feito a cabeça de Judas para negar Jesus pra merecer você

Todos gargalhamos e Chaz se abaixou um pouco na minha frente, eu pulei igual uma pata em cima de suas costas e ele se levantou com a mão em minha coxa.

-Mano, eu estou com mó fome –Christian comentou –Vamos logo comer

-São que horas? –perguntei

-Se eu tirar a mão da sua perna pra ver a hora você cai –Chaz falou –E me enforca

Rimos e Lindsey pegou seu celular para ver a hora. Era 12:20, a hora do almoço

Fomos caminhando –não eu, pois estava nas costas de Chaz– até a lanchonete mais próxima, e quando chegamos Chaz me colocou no chão.

-No Brasil nós comemos comida nessa hora –disse enquanto todos nós sentávamos na mesa –E não um lanche

-Vocês são estranhos –Ryan disse e Chaz concordou

-Não somos estranhos –disse me defendendo –Somos saudáveis

-Você não falou inglês –Chris disse –Estranha

Todos da mesa riram pois me confundi nas línguas.

Ter duas línguas muito fortes na sua cabeça é completamente ruim. As línguas se confundem e você acaba falando uma pensando falar a outra

Tem dias que acordo e tenho que ter cinco minutos para organiza-las em meu cérebro para conseguir falar apenas uma frase. Meu cérebro é confuso.

-Como se fala gay em português? –Chaz perguntou enquanto um garçom vinha

-Gay não tem tradução –disse –Gay é gay no Brasil

Chaz fez cara de decepcionado e todos riam –incluindo o garçom– pelo tamanho desapontamento que Chaz teve.

Cada um pediu o lanche que queria e o garçom anotou tudo. Ficamos conversando sobre coisas do Brasil que é completamente diferente aqui. Eu ensinei algumas palavras –mais xingamentos– em português para eles, pois eles pediram até que o nosso lanche chegasse

Os lanches chegaram e cada um devorou o seu. Comemos e depois pedimos sorvetes. Ficamos cerca de uma hora na lanchonete e depois pagamos a conta e saímos da mesma

Estamos caminhando até o carro e passamos na frente de um veterinário que vendia animais, e eu fiquei apaixonada por cada um deles

-Eu quero um animal –disse olhando um cachorrinho –São tão fofos

-Você já tem o Justin –Chaz disse me puxando –Vamos em bora

Todos gargalharam e fomos em direção ao carro com Chaz me arrasando pelo braço.

Eu entrei no carro do Chaz, pois o mesmo me levaria para casa do Justin, enquanto os outros iriam para suas devidas casas. Menos o Chris, aquele ali praticamente vivia na casa da Lindsey, assim como eu na casa do Justin.

Fomos o caminho todo rindo e gritando as musicas que tocava na rádio. Nós não estávamos cantando, nós estávamos berrando as musicas.

Chegamos na casa do Justin e Chaz estacionou o carro, eu lhe dei um beijo no rosto e desci do carro, logo depois fui até o portão e o mesmo foi aberto pelos seguranças.

Entrei e fui caminhando até chegar na sala de casa. Justin estava jogado de bruços no sofá e dormia feito pedra.

Eu ri e fui até ele, me agachei em sua frente e lhe dei beijos pelo seu rosto inteiro. Justin sorriu sem abri os olhos e depois esfregou os mesmos e os abriu

-Estava aonde? –ele perguntou me olhando

-Eu e Lindsey fomos nos despedir de Ryder –disse me sentando no chão –Depois os meninos nos levaram para passear no parque e lanchar

-Se divertiu? –perguntou

-Sim –disse dando ombros –Eles viraram meus amigos também

-Eu sei –ele disse colocando suas mãos debaixo da cabeça –Eu tenho ciúmes da amizade de vocês

-O que? –gargalhei

-A única pessoa que eu não sinto ciúmes quando você fica de amorzinho é o Nolan –ele disse rindo –Por que ele é gay

Eu gargalhei e me deitei no chão rindo. A pessoa que ele mais deveria ter ciúmes, ele não tinha.

Tipo, todos nós falamos que o Nolan é gay, só que o Nolan é bi. Nolan faz coisas que nenhum amigo faz, pois temos intimidade. Ele me vê nua, compra roupa íntima comigo, eu rebolo de calcinha em sua frente, e, foi com ele que perdi minha virgindade

Então, se ele tivesse que ter ciúmes de alguém, era para ter de nós dois juntos

-O que é que foi? –ele perguntou rindo porque eu ria –Ta rindo de quê, maluca?

-Você é tão bobinho –disse me levantando do chão

-Vai me falar que ele não é gay –Justin disse se sentando –Tá de zoeira né?

-Nolan pega quem ele acha atraente –disse

-Ah, Ema –Justin reclamou –Vai se foder, vai

Eu gargalhei e me sentei no sofá

-Tenho duas coisas para te pedir –disse o olhando

-Peça –ele disse passando a língua na boca

-Não faz isso –disse me jogando em cima dele

O abracei e ele acabou deitando no sofá, pois eu me joguei em cima dele e ele não conseguiu ficar sentado

-O que eu fiz? –perguntou rindo e me abraçando

-Passou a língua na boca –disse

Justin colocou a mão na minha cabeça e nos virou, nos fazendo cair no chão. Ele deu um beijo no meu pescoço e me fez arrepiar por completo, logo depois subiu sua boca até a minha e me beijou

Separei o beijo depois de um tempo em busca de ar e em busca de conseguir me manter sã. Não podíamos transar ali na sala, pois a casa dele toda hora chegava gente e não seria nada legal chegarem e nos verem transando na sala.

Empurrei o Justin e me levantei rindo, me sentei no sofá e Justin respirou fundo e se levantou para sentar do meu lado

-Peça logo –Justin disse se sentando –Antes que eu tire sua roupa

-Faça um vídeo para a namorada do Ryder –disse –Ela é sua fã e queria uma foto, mas você não foi lá se despedir dela

-Ok, me dê o seu celular –ele disse esticando sua mão

-Cadê o seu? –perguntei

-Eu joguei ele na parede –ele disse simples

Franzi a testa e decidi deixar para lá, não queria nem perguntar o motivo para não ter mais certeza ainda que meu namorado era totalmente estranho.

Peguei meu celular e o desbloqueei, logo depois o dei para o Justin

Justin colocou na câmera e arrumou seu cabelo, me fazendo rir pela sua ridícula vaidade.

-O nome dela é Alice Martin –disse

-Eu sei né –Justin disse –Eu não sou tão esquecido

Dei de ombros e me deitei no sofá

-Oi, eu sou o Justin Bieber e estou aqui para mandar um grande beijo a Alice Martin –Justin começou o vídeo –Eu não pude ir me despedir de você, mas espero que tenha chegado bem em Seattle. Você é uma menina maravilhosamente meiga e feliz, espero que me perdoe por ter explanado seu namoro para nossa sogra –Justin disse rindo –Nos veremos em breve, um beijo grande

Justin sorriu para a câmera e finalizou o vídeo

-Você falou ‘nossa sogra’–disse me sentando –Ela irá publicar o vídeo, Justin

-Eu não ligo –ele disse vindo para mais perto –Você liga?

-Não –disse baixo –Pensei que você ligasse

-Isso foi antes –ele disse botando sua mão em meu rosto –De eu saber que você não liga para a mídia

Eu sorri e Justin me deu um beijo calmo. Um beijo cheio de paixão, um beijo que transmitia toda a paz, toda a alegria, todo o amor que sentíamos um pelo o outro.

Separamos o beijo e ele me deu dois selinhos rápidos para em fim cortássemos o beijo

-Qual era a outra coisa? –perguntou

-Vamos adotar um cachorro –pedi animada –Por favor

-Como assim? –perguntou rindo

-Eu quero tanto um animalzinho –falei –Não dava para ter lá na minha casa, mas aqui é enorme

-Tudo bem –ele disse se levantando –Vamos lá

-Sério? –perguntei não acreditando –Pensei que seria mais difícil te convencer

-Eu gosto de cachorros –ele disse dando ombros

Me levantei e abracei Justin e ele riu. Coloquei novamente minha sapatilha e Justin me deu a mão. Fomos de mãos dadas até o carro de uns dos seguranças e pedimos para nos levar a lugares que doavam cachorros, pois eu não apoiava a compra de cachorros.

Os seguranças nos levaram até um lugar que doava cachorros e eu e o Justin logo descemos do carro e entramos na loja para olhar os cachorros.

-Olha esse que fofinho –Justin apontou para um que dormia do outro lado do vidro

O cachorro era realmente fofo, mas não tive uma conexão com eles. Vimos e mexemos com todos os cachorros da loja, desde os mais velhos aos mais novos, os que estavam a venda e os de adoção, porém, nenhum mexeu comigo.

Saímos daquela loja e fomos para outra e depois para outra, e nenhum cachorro chamou nossa atenção.

Eu já estava triste e cansada, era frustrante achar os cachorrinhos fofos mas ter a certeza que não era aquele que você queria. Tínhamos que ter uma conexão, o cachorro tinha que verdadeiramente nos escolher, tinha que ser amor à primeira vista.

-Já são cinco horas e eu não comi nada –Justin disse –Amanhã vamos na Ellen e depois nós procuramos mais, ok?

-Mas eu quero um hoje –eu disse entrando no carro

-Você já está visivelmente cansada de procurar cachorros –Justin disse entrando e fechando a porta –Com esse humor, você não irá gostar de nenhum

-Frustrante –disse suspirando

Justin veio para mais perto e me abraçou, eu encostei minha cabeça em seu peito e ficamos assim até chegarmos em casa.

Chegamos em casa e Justin foi direto para cozinha procurar algo para comer e eu me sentei no sofá. Olhei para minhas unhas e vi que precisava fazê-las, eu conseguia pintá-las, mas, tirar cutícula e lixa-las perfeitamente eu não conseguia. Então eu teria que ir a uma manicure

-Justin –entrei na cozinha o gritando

-Engoliu um mega fone? –perguntou comendo um biscoito

Um segurança tinha acabado de entregar o novo celular do Justin, e agora estava indo de volta lá para fora

-Vamos na manicure comigo –pedi –Preciso fazer minhas unhas

-Deus já as fez –ele disse –Está aí desde quando você nasceu

-Eu vou arrancar as suas com os dentes –disse de cara fechada –Vamos logo

-Ah Ema, eu não quero ir –ele disse –Chama a Lindsey

-Eu vou ter que ir na Ellen amanhã com você –disse –Então você tem que ir na manicure comigo

-Chantagem não –ele disse –Não rola

-Ok –disse simples e me virei

Sai da cozinha e fui indo para fora de casa, e como o esperado, Justin veio atrás de mim.

Eu já sabia como o Justin funcionava, ele sempre vai recusar ir a algum lugar que eu quero muito ir, e quando eu aceito sem fazer birra ele acaba achando que eu estou tramando alguma coisa, e vem atrás.

-Ema –ele me chamou –O que você está aprontando?

-Não estou aprontando nada –disse entrando na garagem –Só não quero mais que você vá

-Então eu vou –ele disse

Eu ri por saber que eu realmente sabia como ele funcionava e parei na frente da parede onde as chaves dos carros ficavam.

Olhei bem as chaves e Justin ficou parado do meu lado, com os braços cruzados e batendo seu pé no chão

Escolhi a chave do carro mais simples, pois o carro também seria o mais simples e não chamaria tanta a atenção. Apertei a chave do carro enquanto olhava para todos, para ver qual destravaria.

O último carro destravou e eu fui andando até ele. Era uma Range Rover preta.

Entrei dentro do carro e o liguei, logo em seguido Justin entrou e colocou o cinto, antes mesmo de eu sair com o carro da garagem.

-Eu não sou uma péssima motorista –disse saindo da garagem –Não precisa desse desespero em colocar o cinto

-Eu confio em você –ele disse

-Então tira o cinto –disse saindo do condomínio

-O que? –perguntou confuso

-Se confia em mim, tire o cinto –disse simples

Justin olhou pra mim, revirou os olhos respirando fundo e logo depois tirou seu cinto.

Era horrível ter sempre alguém pensando que você dirige mal só porque é uma mulher. É ridículo, pois muitas de nós –como eu– não dirigirmos mal.

Olhei para o Justin rindo pois ele fez o que eu pedi e no momento que olhei para frente, estava a ponto de bater em um carro que parou já que o semáforo fechou.

Em um ato totalmente automático, estiquei meu braço para tentar fazer com que Justin não fosse de cara com o painel do carro enquanto eu freava

Freei quase em cima do carro e o barulho do pneu sendo arrastado no chão foi extremamente alto e chamou a atenção de todas as pessoas que caminhavam na rua.

-Aí meu Deus –disse soltando o ar que eu não sabia que prendia

-Não sei o que é pior, perder minha masculinidade por você ter agido como minha mãe –Justin disse tirando meu braço que o prendia –Ou ter quase sofrido um acidente

Gargalhei e lhe dei um tapa por não ter me agradecido por ter tentado não fazer com que ele fosse contra o painel. Justin riu também e puxou o meu cinto, ele passou o cinto por mim e o fechou, logo depois fez o mesmo com o seu, e quase cronometrado assim que ele acabou de prender o seu cinto, o semáforo abriu.

Continuei fazendo o caminho que sempre fazia até a manicure que sempre ia. Depois de cinco minutos chegamos no local. Eu estacionei o carro na vaga mais próxima e descemos do carro, eu o travei e caminhamos até o salão.

Entrei no salão e ele estava vazio, apenas as funcionárias estavam ali e conversavam para passar o tempo

-Olá –disse entrando –Tem tempo?

-Pra você? –Mia perguntou vindo me abraçar –Claro que sim!

Mia era a mulher que eu sempre vinha fazer minha unha. Ela também é brasileira e me conhece desde quando eu nasci.

Ela e minha mãe eram muito amigas, mas se afastaram um pouco pois Mia veio para Los Angeles cuidar da filha mais velha e ficou com um câncer. A filha mais velha dela morreu a um ano, exatamente na época que eu vim morar aqui.

E devido a isso, eu sempre ia visitá-la, e desde que ela montou seu salão eu venho aqui.

Mia cumprimentou o Justin e eu me sentei na cadeira. Mia se sentou na minha frente para fazer minha unha e Justin se sentou na poltrona para esperar.

-Ele é bem bonito –Mia me disse em português –Parabéns

-É mesmo, pena que não podemos elogia-lo tanto –disse em português –Ele fica insuportavelmente confiante e metido

Mia riu e começamos a conversar em português sobre meu relacionamento com o Justin. Ninguém além de nós duas entendíamos português, então todos do salão –inclusive Justin– ficaram a maioria do tempo nos olhando sem entender nada

Justin pegou seu celular e começou a mexer e no mesmo momento meu celular vibrou no meu bolso. Eu o peguei e rir, pois era uma mensagem dele

“Para de falar essa língua de louco! Eu não entendo nada”

“Essa é exatamente a intenção” –respondi em português

“Você escreveu em português” –ele mandou outra mensagem

“Não irei traduzir, se quiser saber o que escrevi entre no Google tradutor” –respondi em inglês

Justin me olhou e travou seu maxilar enquanto eu o olhava com uma sobrancelha levantada e mantida minha postura.

Justin balançou sua cabeça e sorriu, logo depois voltou a mexer no seu celular.

Eu tirei uma foto dele mexendo em seu celular enquanto Mia fazia minha unha e postei no snap.

Demorou um tempo até que ela terminasse de fazer minha unha. Assim que ela terminou eu paguei e eu e Justin nos despedimos dela.

Entramos no carro e eu dei partida direto para casa. Justin ligou o rádio e estava tocando uma música do Drake, então ele deixou e começamos a cantar.

Eu tirei minha mão do volante por dois segundos para fazer uma dancinha, e assim que voltei a segurar o volante eu sem querer bati com uma das minhas unhas nele, e a borrei.

-Droga –disse soltando o volante para tentar endireitar o esmalte –Eu não acredito

Em questão de milésimos de segundos o carro saiu da pista e ficamos na contra-mão, alguns carros buzinaram. Justin levou sua mão até o volante e o girou, fazendo-nos voltar novamente a ficar na pista normal.

-Qual é o seu problema? –ele gritou ainda com a mão no volante –Você é louca!

-Eu borrei minha unha –me defendi voltando a colocar as mãos no volante

-Foda-se a sua unha –ele gritou –Nós poderíamos ter morrido! Você é uma péssima motorista, não sei por que estou aqui!

O fuzilei com o olhar e parei o carro no acostamento, Justin me olhou sem entender nada

-Desce do carro –disse destravando as portas –Desce do carro e vá com o seus seguranças


Notas Finais


Oi, oi, oi. Estou mega feliz por comentarem no capítulo anterior peço que continuem dando a opinião de vcs e demonstrando o quanto gostam. Muito obrigada amores <3
Confesso que não revisei o capítulo antes de postar, então deve esta cheio de erros, mas queria postar cedo para dar tempo de vcs lerem ainda hoje. Porém, tentarei editar e concertar o erro amanhã ou depois, então quem não ler hoje não achará erro.
não deixem de comentar

desculpe-me por qualquer erro.


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