História My Punishment - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Frisk, Sans
Tags Daddykink, Echotale, Frans, G!sans, Sanrisk
Exibições 161
Palavras 1.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


DESCULPEM-ME PELO CAPÍTULO HORRÍVEL! ;-; mas espero que gostem pelo menos um pouco :3

Capítulo 2 - Sex Is Love


Frisk acordara sozinha àquela manhã, após o sua punição. Sentia suas costas arderem e suas pernas bambas. Nada mais do que o costume. Murmurou algo e logo levantou-se, vestindo roupas íntimas limpas, vestindo a blusa de Sans e descendo para a cozinha, após sua higiene bucal. Quando estava no local, viu o skeleton de costas, vestindo o de sempre. Ele estava preparando panquecas e waffles? Que inovador. Mas sabia que ele acabaria queimando a comida ou a cozinha. Abraçou-o por trás, fazendo o mesmo sorrir.

— Bom dia, kit-kat. — disse calmo.

— Bom dia, Sans — Frisk teve sua vez de sorrir. — Sabe que acabará queimando a cozinha, não sabe? — perguntou, sentando na mesa da cozinha, recebendo um olhar intimidador de seu dominador, dando risadinha do olhar.

— Super engraçado, Frisk. — disse seco, virando-se para a garota, apoiando o peso de seu corpo esquelético em seus braços que estavam paralelos ao corpo da garota, que sentiu a respiração do esqueleto em seu pescoço, engolindo em seco.

Beijou-lhe o pescoço, dando-lhe chupões por toda a região. A de cabelos acastanhados gemia baixo. O garoto deitou-a na mesa começando a subir a barra da blusa, que logo percebeu que era sua, dando visão a calcinha roxa de renda. Aquela imagem fez com que sua ereção aumentasse. Beijou-lhe as coxas roliças e foi subindo para aquela área, fazendo a garota morder os lábios em ansiedade. O dominador provocou-a passando os dedos por cima do tecido, simulando déda-la. Ouviu um suspiro da submissa, sorrindo. Tirou a peça de roupa dela e deu uma lambida em sua intimidade, fazendo Frisk suspirar alto. Enfiou-lhe três dedos, dando início a uma série de gemidos altos que expressavam prazer. Beijou-a de forma agressiva e… apaixonada? Não, era impossível. A relação deles era apenas de dominação e submissão, apenas sexo. Sans separou-se do beijo para ver as feições de sua submissa. Eram maravilhosas, e se sentia orgulhoso por ser ele quem a fazia ficar assim. Tirou seus dedos da intimidade da garota, começando a tirar suas roupas de baixo, dando a garota a visão de seu grande e grosso pau. A de cabelos acastanhados salivou, ficando sentada, levando suas mãos ao membro do skeleton, começando a masturbá-lo rapidamente. O dominante tombou a cabeça pra trás, deixando seus gemidos saírem livremente.

Sans suspirou, tirando as mãos da humana de seu membro e deitando-a novamente na mesa, posicionando seu pênis na entrada de sua vagina. Entrou rápido, ouvindo o grito de prazer alto de Frisk, que arqueou as costas. A garota levou suas mãos para debaixo da blusa do fumante, arranhando sua costela, ouvindo o gemido alto e rouco do mesmo. O skeleton estocava forte e rápido, ouvindo a humana gemer alto, quase gritando de tanto prazer. A mesa seguia seus movimentos, e às vezes até fazia pequenos barulhos, aparentando que quebraria. O monstro fumante, vez ou outra, dava tapas na coxa branquinha da garota, que agora obtinha uma coloração avermelhada. A garota de cabelos acastanhados chegou ao clímax primeiro e, quando o fumante iria fazê-lo, tirou seu pau de dentro dela e ejaculou na parte descoberta de sua barriga, ofegante. Vestiu-se e colocou a calcinha novamente na garota. Sentiram cheiro de queimado e olharam para o fogão, onde tinham tudo queimado e uma chama um pouco grande já.

Sans olhou assustado e tentou apagar o fogo, fazendo a humana rir. Frisk pegou, com o dedo, um pouco do sêmen de seu dominador que estava em sua barriga, colocando na boca, experimentando-o novamente. Agridoce. Sorriu, pegando o pano e limpando o local sujo. Levantou-se da mesa e ajudando Sans.

— Ah, seus pais e seu irmão vão almoçar aqui. — Disse simples, jogando o queimado fora e limpando os resíduos deixados pelo queimado.

— Por isso estava tentando cozinhar? Estava praticando com o nosso café da manhã? — perguntou indignada.

— O quê? Eu não poderia dar qualquer gororoba pros seus pais, que confiaram você à mim. — Disse sério.

— Era só ter me chamado! — cruzou os braços. — Eu sei cozinhar e, além do mais, também sei a receita da torta da mamãe. — Sorriu orgulhosa.

O fumante apenas suspirou e deixou que a humana fizesse o que teria de ser feito e, de vez enquanto, a provocava. Quando ela finalmente terminou, teve apenas tempo de tomar um ducha e trocar de roupa, colocando o usual. Seus pais chegaram junto de seu irmão, Asriel, que não gostava de forma alguma de Sans, mas o skeleton nem ligava. Tiveram um almoço de risadas, indiretas e tensão. Ao final da refeição, Frisk entregou uma fatia de torta para todos. Quando ela ouvia os elogios sobre a torta, corou forte.

De tarde, quase anoitecendo, os pais e irmão da humana começaram a assistir uma maratona de uma série qualquer, enquanto a garota subiu para seu quarto, mas não conseguiu terminar o percurso, já que o monstro esquelético prensou-a na parede e deu-lhe um beijo desesperado e cheio de luxúria. Sans pegou uma das pernas de Frisk, colocando-a rente ao seu quadril. A garota retribuiu ao beijo, tentando tirar desesperadamente o cinto do monstro, que ajudou-a. Ele tirou o short e as meias calça da garota de cabelos acastanhados, junto com a calcinha preta e vermelha, pedindo para a mesma fazer silêncio enquanto introduziu um dedo em sua buceta, que apertava-o em si. Seu dedo ia e voltava rapidamente, fazendo com que a garota tivesse espasmos. Sans colocou dois dedos na boca de Frisk, para evitar que a mesma gemesse muito alto. Retirou seu dedo do local, ouvindo a humana resmungar abafado. Tirou sua cueca, vendo sua submissa abaixar-se, tocando-o levemente, ouvindo seu dominador suspirar. Colocou apenas a ponta da língua na glande, para provocá-lo.

— Argh, pare de enrola-- Ahn! — gemeu alto, quando Frisk colocou a boca em sua glande, logo colocando o máximo de seu pau na boca e masturbando o que faltava.

A humana começou a encará-lo enquanto fazia movimentos repetitivos, raspando os dentes levemente. Quando viu que o fumante chegaria ao ápice, levantou-se e ele prensou-a na parede novamente, e pegou uma de suas pernas e fez tudo novamente, mas daquela vez, colocou seu pau fortemente na buceta já molhada de tanta excitação. Suas estocadas eram rudes e fortes. Levantou a blusa da garota e tirou seu sutiã com ajuda da garota, que tinha as bochechas coradas e cabelos grudando em seu rosto por conta do suor. Quando finalmente Sans conseguiu tirar o sutiã, abocanhou um dos seios medianos, ouvindo Frisk tentar conter os gemidos, mas falhando miseravelmente. Como jeito de repreensão, bateu na coxa da garota, deixando o local vermelho e com a marca de sua mão óssea.

Quando chegaram ao ápice, o monstro fumante nem fez questão de sair de dentro da humana.

— Eu te amo. — sussurrou Sans, no ouvido de Frisk, fazendo-a arrepiar-se e assustar-se.

— M-mas você disse que n-nosso relacionamento era apenas sexo. — falou vendo o esqueleto olhá-la com um sorriso irônico.

— Mas minha pequena Frisk… — falou, pondo uma mecha dos cabelos dela atrás de sua orelha, falando roucamente. — Sexo é amor.

A garota olhou-o surpresa, beijando-o com paixão e felicidade, tendo seu beijo retribuído pelo outro. Vestiram-se e foram para a sala, vendo a família de Frisk dormindo pesadamente. Deram risadas baixas e deram-se um selinho. Quando foram dormir, fizeram sexo, mas um diferente. Parecia que a garota estava tendo sua primeira vez novamente, mas uma primeira vez perfeita, que não tinha nada a ver com o estilo de transa do fumante. Eles realmente estavam apaixonados.

Mas aquela frase que Sans havia dito para Frisk, não saía de sua cabeça.

“Sexo é amor”.


Notas Finais


Desculpem-me pelo capítulo pequeno... E... FICOU UM ESTILO TOTALMENTE DIFERENTE DA FANFIC, EU SEI! MAS EU PENSEI EM TER UM POUCO MAIS DE FRANS ;-; podem me bater por essa bosta. Se quiserem eu faço outro capítulo e substituo esse.
All the craziness, Harley Q.


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