História My Quarterback - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 2.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem rsrs.

Capítulo 2 - 1 - Muito Gata


Fanfic / Fanfiction My Quarterback - Capítulo 2 - 1 - Muito Gata

POV Cassie Steinfeld

O suspiro forte de Justin me tira dos meus pensamentos me fazendo levantar a cabeça e ver minha mãe e Pattie caminhando até a gente.

O que diabos minha mãe estava fazendo aqui?

— Meu Deus Cassie você está péssima! — minha mãe exclama assim que para na minha frente tirando uma mecha de cabelo sujo de tinta do meu rosto.

— Jura? Pensava que estava maravilhosa. — ironizo me afastando da parede que estava a pouco tempo escorada.

Eles me obrigaram a ficar de pé pra não sujar nenhuma das cadeiras que fica em frente a recepcionista. Falando nela, assim que viu nossas mães — a minha e a de Justin — se levantou rapidamente indo até a sala do diretor.

Minha mãe resmunga sobre minha resposta irônica mas ignoro olhando pra Justin que tinha sua mãe na sua frente olhando seu nariz quebrado, sim eu consegui quebrar o nariz dele. Pattie levanta o olha pra mim e sorri vindo até mim e olhando meu estado.

— Me desculpe pelo que meu filho fez Cassie, eu juro que não criei ele assim. — diz e eu solto uma risada fraca do seu desespero.

— Pattie não precisa se desculpar — digo tentando a acalmar — Nem estou tão brava assim, acho que o soco que dei nele me relaxou um pouco. — olho pelo canto do olho pra Justin o vendo ainda jogado na cadeira mas agora com a mão no nariz.

— Eu preciso sim e ainda como um pedido de desculpas digo que Justin vai te levar e trazer do colégio durante uma semana. — eu fico nervosa e assustada quando ouço o que ela diz e tudo piora quando Justin começa a falar.

— Se eu ter que levar ela mesmo é capaz de eu a jogar quando estiver na highway. — murmura e Pattie olha pra ele com um sorriso no rosto que assusta qualquer um.

— Se você fizer isso eu mesma te jogo na highway e ainda faço questão de estar a 100 km/h. — diz e ele a olha chocado enquanto a mesma só dá um sorrisinho.

— Vai ser bom mesmo essas caronas, já estou cansada de trazer Cassie pois ela fez o favor de quebrar o carro. — Dona Clarisse, vulgo minha mãe, se pronuncia fazendo questão de lembrar que estou sem meu bebê.

— Como se eu quisesse ter quebrado ele. — resmungo e cruzo os braços vendo que em uma parte a tinta seca rachou.

O som de porta se abrindo e uma tosse falsa nos chama atenção fazendo a gente olhar para frente vendo o diretor Humfred parado nos olhando vestindo seu clássico paletó preto. Sr. Humfred era um cara alto — 1.85 de altura se eu não estiver enganada — negro, na casa dos quarenta anos e com um cabelo curto mas não chegava a ser careca. Ele não era gordo e feio, muito pelo contrário Sr. Humfred é muito conservado e bonito para sua idade.

— Boa tarde Senhoritas! — ele cumprimenta nossas mães e ouço um suspiro vindo da minha mãe fazendo eu olhar chocada pra ela.

— Boa tarde Senhor Humfred! — Clarisse faz questão de cumprimentar de volta bem animada.

Por Deus que o que eu estou pensando não seja verdade.

A risada fraca de Justin me faz olhar pra ele e ver que ele notou o momento apaixonada da minha mãe.

— Quando eu soube confusão que o Senhor Bieber e a Senhorita Steinfeld criaram resolvi chama-lás antes. — diz e minha mãe assente toda concentrada — Venham até minha sala que eu vou explicar direito o que aconteceu, com licença crianças. — diz se despedindo da gente e levando as duas pra dentro da sala.

— Me senti ofendida com esse "crianças". — murmuro fazendo Bieber bufar.

— Só fique calada Steinfeld, eu não aguento ouvir sua voz. — reclama e eu o olho sem entender essa raiva, eu que devia estar puta da vida.

— Eu não vou...

— Só cala a porra dessa boca e me deixa tentar ouvir a conversa. — diz me interrompendo, a secretária não estava aqui e isso deixou livre para ir até a porta para escutar a conversa.

— Por que você quer escutar a conversa? — questiono me aproximando da porta também.

— Quero saber o que esse cara vai falar pra minha mãe, se inventar alguma coisa eu vou planejando um discurso pra me safar mais tarde. — diz encostando o ouvido na porta e fechando os olhos para ouvir melhor.

— Como se você fosse de safar dessa brincadeira de mal gosto que fez comigo. — digo cruzando os braços e me encostando na parede ao lado da porta.

— Me agradeça por ter pegado leve, pois a outra ideia era mais pesada. — diz baixo ainda com os olhos fechados e o ouvido encostado na porta.

— O que você ia fazer? — fico olhando pra ele esperando por uma resposta sua.

Um sorriso brincalhão em seu rosto antes de falar.

— Íamos esperar você ter sua aula de educação física pra pegar suas roupas e você iria ter que sair só de toalha, sem contar que toda a escola estaria olhando. — diz dando uma pausa — Mas nem sei por que troquei, seria bom ver seu corpo coberto só por uma toalha. — diz e abre os olhos me encarando com seu sorriso agora malicioso.

Sinto minhas bochechas esquentarem e eu me remexo desconfortável por conta do seu olhar sobre mim.

— Saiba que se tivesse feito isso iria levar mais que um nariz quebrado. — digo sorrindo para mostrar que não fiquei desconfortável.

— Sempre detestei que você fizesse Muay thai, mas não ligaria se levasse mais que um nariz quebrado depois de te ver seminua. — diz destruindo toda minha barreira confiante.

Esse garoto queria mesmo levar outro soco no nariz?

— Você só fala merda. — digo e me afasto dele que solta uma gargalhada e se afasta da porta voltando a se sentar na cadeira onde estava antes.

Não demora muito e a porta da sala é aberta saindo minha mãe e Pattie dando algumas risadas do que o diretor disse. Minha mãe se aproxima de mim com um sorriso no rosto que me faz temer meu castigo.

— A mocinha se safou do castigo, só levou uma advertência e nada mais. — diz e solto a respiração que nem sabia que estava prendendo.

Ela começa andar até a saída e eu a acompanho depois de me despedir de Pattie. Olho pra ela e a observo a partir do scarpin preto de ponta aguda até o óculos de sol que tinha na cabeça, minha mãe sempre foi uma mulher que sempre se vestiu bem e é louca por moda mas não chegava a ser aquelas madames que só fala em roupa, roupa e mais roupa. E a observando eu vejo que me visto muito mal e me pergunto como ela deixa eu me vestir assim, não eu não uso suéter nem nada do tipo mas sempre ando de calça, tênis e uma blusa simples é confortável mas enjoa sabe.

E é com essa observação que eu decido fazer a pior ou melhor escolha da minha vida:

— Mãe, me ajuda a renovar meu guarda roupa? — e foi como se eu tivesse a xingado ou algo do tipo, pois ela parou do nada e eu me toquei segundos depois parando também.

Me viro pra ela e seu rosto está em choque, será que eu falei algo errado?

— Mãe...

Sou interrompida por um gritinho fino seu com pequenos pulinhos, minha mãe parecia muito uma garota de 16 anos que acabou de ser convidada para o baile de primavera.

— Eu só posso estar sonhando! — ela solta outro gritinho procurando às chaves do carro na bolsa — Ligue para Elisa passar lá em casa porque vamos as compras! — diz correndo — não muito rápido por conta do salto — até o carro entrando no mesmo após desligar o alarme.

Eu continuava parada em frente a entrada do estacionamento em choque com sua reação, eu acreditava que ela iria rir de mim e não ter um ataque e mandar eu ligar pra minha amiga.

— Vamos logo Cassie Maria Steinfeld! — ela grita da janela do carro fazendo eu revirar os olhos e caminhar até o carro, odiava quando ela me chama pelo nome completo.

— Ligue para Elisa agora. — manda dando partida no carro depois de eu ter colocado o cinto.

— Ok, né. — murmuro pegando meu celular sujando um pouco a tela mas mesmo assim ligando pra Lisa — Tá livre pela tarde toda? — pergunto assim que ela atende.

[...]

Eu não aguentava mais ver sacola.

Já tínhamos ido a todas as lojas possíveis e estava tentando controlar a minha mãe para não irmos em mais uma loja. Céus a fatura iria vir enorme!

Elisa quando soube do porque da minha pergunta surtou mais que minha mãe e quando eu cheguei em casa ela já estava lá parada em frente a porta. Eu só tive tempo pra tomar um banho rápido tirando o máximo da tinta do meu corpo, secar o cabelo e vestir um roupa já sendo arrastada pro carro.

— Garota para de reclamar e aproveita. — Elisa diz enquanto olhava para a vitrine de outra loja, essa era de vestidos de festa.

— Eu só não quero que a fatura chegue enorme pois quando chegar o mês do baile eu vou querer comprar meu vestido. — digo mudando as sacolas de uma mão pra outra.

Elisa que estava olhando a vitrine olhou pra mim assim que falei sobre o baile dando um sorriso e chamando minha mãe que estava olhando pro celular.

— Ela quer ir ao baile de primavera tia, eu acho que estou sonhando! — diz balançando as mãos.

— Meu Deus, minha filha tá virando uma mocinha. — ok, agora eu fiquei ofendida — Já basta de roupas, vamos para o cabeleireiro precisamos hidratar seu cabelo.

Dessa vez eu não reclamo pois seria bom hidratar, cortar fazer qualquer coisa que melhore ele depois do caso da tinta.

Agora eu estava sentada na cadeira do salão em frente ao espelho olhando a cara espantada do cabeleireiro — que eu descobri que é amigo da minha mãe e cabeleireiro fiel dela — para meu cabelo.

— Meu Cristo, por que tem casca tinta no seu cabelo menina? — ele pergunta fazendo Elisa rir não muito longe já que ela estava do outro lado da sala pintando as unhas.

— É uma longa história. — suspiro em seguida me ajeitando na cadeira.

— Ok, ele não está tão ruim assim. — diz mexendo e olhando as pontas — Ponta dupla, ressecado e sem movimento, nada que um corte e hidratação não resolva.

— Só não corta muito. — peço assim que ele pega a tesoura e o pente.

— Não vou meu amor. — diz e eu sinto uma dor no coração assim que vejo um pouco do meu cabelo cortado caindo no chão.

O tempo passou rápido, o chão ao redor da minha cadeira estava cheio de cabelo e eu juro que estou me sentindo careca. O olhar atento de Clarisse e Elisa me deixavam curiosa pra saber como meu cabelo estava, eu não estava vendo pois George — o cabeleireiro que já me contou quase todos os casos que teve — teve a ideia de me deixar de costas pro espelho.

Já tinha cortado e hidratado, agora só estava secando e logo estaria livre para ver. Durante esse tempo de espera eu parei pra pensar sobre a conversa que tive na diretoria com Justin, então ele tinha interesse de me ver nua? Eu estranho e ao mesmo tempo fico nervosa ao pensar sobre isso.

Eu só quero saber do por que ter eu ter sido a primeira, mas eu iria viver com essa dúvida o resto do ano pois não quero trocar mais nenhuma palavra com Justin. Mas pera, ele vai me levar pro colégio e voltar comigo e obviamente vai rolar uma conversa. Merda.

— Pronto, já pode virar Cass. — George me chama pelo apelido que criou a pouco tempo e que de certa forma eu gostei.

Com presa eu nem viro a cadeira, levanto e viro meu corpo em direção ao espelho de forma rápida e vejo que com esse movimento meu cabelo está se mexendo mais. O movimento que George falou.

Eu estou muito gata.

Mas muito, muito, muito gata mesmo.

E agora me olhando no espelho vejo que essa foi a melhor escolha que eu fiz na vida.


Notas Finais


Eu adorei esse capítulo e espero que tenham gostado também, eu irei esclarecer o porquê de ter começado a reescrever a história no próximo capitulo, vai ser tipo um aviso.

Irei excluir depois.

All the love, Carol.


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