História My Quarterback - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A TITIA CARO VOLTOU COM MAIS UM CAPÍTULO SZ

Capítulo 5 - No meio do nada


Dou um beijo na bochecha de Esther e a entrego para a mãe que sorri gentilmente pra mim e eu retribuo o sorriso. Me viro e vejo Justin se despedindo de outra criança que ia embora com sua mãe.

— A última? — pergunto e ele olha pra mim.

— Sim — ele tira o celular do bolso e olha por um breve momento antes de guardar de volta — Vai querer um carona? Sua mãe só vai chegar mais tarde...

Não penso duas vezes — Aceito! — digo rápido mas vejo o quão constrangedor foi, era como se eu estivesse necessitada mas ora, eu estou.

— Então vamos. — diz dando espaço na porta e com o braço esticado em direção a saida.

Passo por ele e espero fechar a porta com a chave que tinha pego na portaria do bloco. Dou uma risada fraca ao me lembrar de uma cena que aconteceu antes das crianças serem liberadas.

— O que houve? — pergunta andando ao meu lado e rodando as chaves no dedo indicador.

— Eu ainda não acredito que você colocou as crianças para ajudar a arrumar a sala. — digo rindo e sua risada rouca de tanto gritar brincando com as crianças adentra meu ouvido.

— Eles bagunçaram que arrumem. — diz dando de ombros.

— Você ficou rouco mesmo, imagina no sábado de manhã depois do jogo? — digo e ele faz uma careta.

— Vou ficar sem voz, com certeza. — diz e entrega a chave ao porteiro se despedindo em seguida.

— Tchau! Então, voltando a falar da sua rouquidão eu tenho um remédio ótimo. — digo e sua risada do nada faz eu ficar confusa.

— Antes você queria me ver morto e agora me diz que tem um remédio bom para rouquidão, só não me diga que esse remédio vai me matar. — diz e eu caio na risada, ele era um bobão.

— Quem sabe... — digo e ele me olha indignado com a mão no peito me fazendo rir — Mas é sério.

— Sério que vai me matar com um remédio? — pergunta assustado.

— Deixa de ser besta — empurro pelo ombro — É claro que não vou te matar, mesmo que você me irrite bastante.

— Mas um dia já pensou em me matar? —  pergunta, já estávamos no nosso bloco só iriamos pegar nossas bolsas e íamos embora. 

  — Justin, olha o que você está falando! Acha mesmo que eu consigo matar alguém?  —  pergunto e dou risada o fazendo rir.

  —  Mas você já pensou em me matar? —  pergunta depois de cessar a risada.

Penso um pouco e logo me lembro de uma situação que eu queria matar ele. — Ontem, nossa que ódio eu senti, com certeza ontem eu queria te matar quer dizer, eu ainda quero. 

  — Então eu acho melhor recusar o remédio Galinha sem pena.  — ele diz me fazendo olhar pra ele enfurecida. 

  —  Eu já falei pra não me chamar assim!  — digo alto e minha voz ecoa pelos corredores calmos e sem ninguém a não ser nós dois.

  — Calma ai Steinfeld, eu não quero levar outro castigo da diretora.  — ele se afasta de mim e vai até seu armário pra pegar a bolsa. 

Bufo e continuo andando no corredor indo até meu armário que ficava no final dele, coloco os números na sequência e o cadeado se abre, tiro minha bolsa e meu casaco fechando o armário. Olho pro lado e ele já estava vindo na minha direção com a cabeça baixa olhando para o celular, e ele estava com um sorriso... malicioso? Bem estava falando com uma das líderes de torcida. 

  — Vamos que eu vou fazer algo mais tarde.  — diz passando por mim e eu juro que senti nojo do que passou por minha mente. 

Caminho atrás dele calada, não queria conversar com ele estava irritada demais. Ao sair do prédio sinto o vento gelado das cinco e meia bater contra meu corpo, graças a Deus que eu peguei o casaco. O visto e continuo a seguir Justin até o estacionamento onde tinha só a sua Ranger. Dou a volta e abro a porta entrando e colocando o cinto após fecha-lá, ele faz o mesmo mas se inclina na minha direção e joga sua bolsa no banco de trás depois voltando pro banco, deixando seu perfume forte impregnado em minhas narinas. O filho da mãe é cheiroso demais. 

Puxo o capuz do casaco e coloco sobre minha cabeça, fecho os olhos e encosto minha cabeça entre o banco e a janela, como a escola fica um pouco longe de onde moramos ia demorar então vou passar esse tempo dormindo. 

Um solavanco e o barulho de mãos batendo no volante e a voz enfurecida de Justin me acorda. Olho pros lados e vejo que estamos na estrada em direção a nossa casa mas estamos parados... Merda! Olho pra Justin querendo uma resposta mas não obtenho nada e ele sai do carro indo até a traseira dele se agachando. Não me diga que o pneu furou. 

Tiro o cinto e desço do carro, levando comigo meu celular vendo se tinha sinal mas naquele lugar onde estávamos não tinha rede. Porcaria de operadora. 

  — O pneu furou.  —  diz abrindo o porta malas — Merda, ótima hora para não ter um reserva. 

  — Pra piorar não tem sinal aqui.  — digo e ele fecha o porta malas com força fazendo o barulho ser grande — E agora, o que vamos fazer? — digo recuperada do medo que tive com o barulho do porta malas. 

  — Passar a noite aqui.  — diz simplesmente indo até a porta do motorista e tirando seu moletom lá de dentro. 

  — O QUÊ?! Eu não posso passar a noite no meio do nada!  — levanto a mãos apontando ao meu redor, estávamos no meio do nada. 

  — Tem uma ideia melhor Steinfeld?  —  odiava quando ele pronunciava meu sobrenome com desgosto. Abro a boca pra retrucar mas desisto assim que vejo que está certo, o único jeito era passar a noite aqui. — Ótimo! 

Choramingo quando lembro da minha cama quentinha enquanto entrava no carro para me aquecer, lá fora estava muito frio. 

Eu já não sabia mais o que fazer. Tinha passado todas as fases de um joguinho que tinha no meu celular, já li o resto do meu livro e tinha contado estrelas rezando para que não aparecesse uma verruga no meu dedo. Agora aqui estava eu, sentada no capô do carro de Justin enquanto ele andava pela pista. Desde que paramos não vimos nenhum carro passar, todos devem estar passando na nova avenida, péssima hora de terem inaugurado ela. 

  — Vou dormir  — digo meio alto para Justin escutar, ele olha pra mim e assente. Desço do capô e caminho até a porta de trás, abro e me aconchego naquele banco de estofado revestido em couro bege. Pego minha mochila e a faço de travesseiro, era meio duro mas era melhor do que nada. 

Estava quase caindo completamente no sono quando escuto a porta de trás ser aberta, até ia me mexer mas paro assim que sinto um tecido quente nas minhas pernas. Com isso, a porta se fecha e eu durmo tranquilamente e quentinha. 


Notas Finais


Espero que vocês gostem meus bebês sz
Eu estou amando todos os comentários e já vi que algumas já estão shippando os dois kkkk
Quero um nome para o casal nos comentários e eu pego os dois nomes mais comentados e faço uma votação no twitter, vocês votariam?

Xoxo Tia Carol sz


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