História My reflection - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 18
Palavras 3.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nesse cap vai aparecer a outra amiga dela e mais um personagem <3 . Eu gostei muito dele, nem sabia que ele ia ser tão legal<3. Sério ele é muito amorzinho.

Gente, lembrem do capítulo anterior, ele é bem importante para o próximo, ou o depois do próximo, isso depende. E eu vou citar uma música o nome é "Again" para quem quiser escutar, eu gosto bastante da versão do "Aruvn", mas isso é só se vcs quiserem escutar mesmo.

Bom enfim, não tô muito tagarela hoje, esse capítulo não vai ser escrito todo hoje, eu acho, então se as notas ficarem meio... loucas, ignore.
Eu acabei de notar que não disse o nome da amiga dela, nossa eu sou burra, sorry acho que vou dizer nesse cap.

Boa leitura

Capítulo 3 - Declaração


Depois do jantar eu voltei para meu quarto e terminei os detalhes do desenho, até que não ficou ruim, para falar a verdade o desenho ficou impressionantemente bom. Já que está ficando tarde decidi fazer os exercícios que os professores passaram e fui tentar dormir. Sempre antes de ir deitar tomo um calmante, já que me ajuda a dormir, pois eu tenho insônia por culpa dos pesadelos. Algumas horas se passaram até que finalmente caí no sono.

Quando acordei eram 03:47, esse é o meu recorde de horas de sono, normalmente sempre acordo de duas horas, por aí. Então de certa forma isso é um bom sinal, mesmo assim os meus sonhos continuam sendo ruins... e por quê eu tenho que me lembrar de todos? Seria bem melhor se não fosse assim...

Enquanto não dá a hora de ir para o colégio eu escuto músicas, normalmente umas que me lembram de mim mesma.

"And it's like every day is a figh for my life to get some self control,/And when you've forgotten who I am, it just feels ...I'm nobody at all."

Além de escutar música, eu faço o café da manhã para mim e meu pai, e esquento a água para tomar banho. Não gosto de frio logo que acordo. Na verdade, não gosto de frio sempre.

Então assim que cortei as frutas, e deixei os pães separados na mesa, fui para o banheiro.

—A água quente é algo que realmente alivia o estresse... Mas a água fria... Só me faz pensar em coisas tristes do tipo: eu sou a culpada de tudo, se não fosse por mim minha mãe nunca teria morrido, por minha culpa ela se matou, não deveria ter nascido, eu estraguei a vida dela e a do meu pai...— E sem que eu percebesse já estava começando a chorar— Por que... Por que eu tenho sempre que estragar a vida das pessoas que eu amo? Eu só quero vê-las felizes, mas só o que eu faço é destruí-las... Eu mereço morrer, não mereço...?— Fiquei falando coisas do tipo por mais um tempo, até que deu a hora de ir ao colégio, resolvi então  sair do banho para comer e ir ao colégio.

Me levantei da banheira, enxuguei minhas lágrimas e lavei o rosto, meus olhos permaneciam vermelhos e algumas lágrimas ainda teimavam em caire, decidi que seria melhor esperar um tempo até que eu voltasse ao normal. Depois de alguns minutos já estava bem melhor. Saí do banheiro e me dirigi ao meu quarto. E comecei a me arrumar para ir ao colégio.

Coloquei o uniforme escolar. Que é uma sainha preta com uma camisa branca e o slogan da escola no lado esquerdo. Botei meu casaco por cima, a meia-calça e o sapato. Organizei meu cabelo e fui até a cozinha para comer. Meu pai ainda não tinha descido, provavelmente estava dormindo.

Depois de tomar o café da manhã fui para o colégio, que como ficava em minha rua eu ia andando mesmo. O caminho é bem arborizado, não tem muito trânsito e é apenas uma linha reta, com dois cruzamentos, um no começo e outro no final. Enfim, é só andar um pouco para chegar na escola. 

—Bom dia Fernando!— O bom dia ao porteiro de sempre.

—Bom dia Alice.— Ele retribuiu o bom dia.

Depois de falar com todo mundo decidi voltar para a classe, e não falei hoje com Gabriel, porque eu iria falar, mas achei melhor não atrapalhar ele com sua namorada, se é que me entendem. Entrando na sala eu encontrei Luana, ela acenou para mim e fui até onde estava a mesma.

—Oi Lua.— Lua é o apelido dela, antigamente era Lu, mas quando Luísa, que agora é nossa amiga, veio para o colégio decidimos mudar, o meu apelido é um pouco diferente do meu nome, contudo eu gosto dele.

—Oi Lia, ei, posso te fazer uma pergunta?— O "Lia" é o "li" de Alice, entretanto com o "a" atrás. Nem sei como elas tiveram essa ideia, mas eu gostei.

—O que foi? Pode.

—Como você conseguiu falar com o Rodrigo?— Ela deu uma pausa olhou para o novato e depois voltou a me olhar.— Toda vez que um dos meninos tenta falar com ele não conseguem, mas com você foi diferente, quando vocês começaram a conversar só pararam quando perceberam que eles estavam encarando o Rodrigo.

—Sei lá Lua, eu só falei que ele desenhava bem, só isso.

—Atá. Então deixa.— Ela pareceu meio pensativa, até pensei em falar alguma coisa, mas o professor entrou em sala, e eu fui sentar em meu lugar.

As aulas passaram normalmente, e não aconteceu nada de diferente até a hora de saída. Quando o horário escolar do dia havia acabado, todos os alunos saíram normalmente de sala e se dirigiram para o pátio do colégio, como sempre. O lugar era bem grande, tinha um palco em um canto, a cantina no canto oposto e em todo o seu resto possuía um espaço com bancos, para os alunos descansarem, e passarem o tempo.

Mas quando os alunos chegaram se depararam com um menino sentado no palco, acho que era do primeiro ano, ele era alto, tinha o cabelo ondulado de cor castanha, a cor dos olhos não dava para ver já que o garoto estava longe e tinha uma multidão na frente. Como não gosto de lugares muito apertados preferi ficar atrás. E por algum motivo quando ele me viu se levantou pegou o microfone e começou a falar.

—Ehhh, eu tô meio nervoso sabe? Na verdade, tem um motivo para eu estar aqui...— Enquanto falava ele olhava na minha direção, eu estava bem confusa com tudo aquilo. E para piorar tinham umas meninas me olhando e dando risadinhas, e foi nesse momento que pensei "nossa que droga, como eu queria ler mentes!"°— Bom resumindo... — Voltei a olha-lo— Alice, eu te amo eu sou apaixonado por você desde o sétimo ano, nunca tive coragem de falar porque você sempre foi popular e todo mundo te amava, mas eu precisava dizer isso de algum jeito, você aceita sair comigo?— Eu estava em choque, não era a primeira vez que alguém se declarava para mim ou coisa do tipo, mas ele disse isso na frente da escola toda, e... tava todo mundo me olhando eu não sabia o que fazer.

—Não precisa me dizer agora, depois você me diz, acho que acabei colocando pressão de mais... Desculpa.— O garoto saiu do palco, e eu permanecia imóvel, o que eu diria para ele? Nem o conheço, mas não queria falar um não, eu... eu não sei...

As pessoas continuavam a me olhar esperando que eu reagisse de alguma maneira, provavelmente Luana e Luísa perceberam isso e vieram me ajudar. Foi quando os alunos pararam de prestar atenção em mim e foram fazer o que sempre faziam antes.

—Lia você está bem?— Luísa me perguntou tirando-me de meus devaneios.

—Sim... Eu acho.— Respondo.

—Vou lá buscar uma água para a nossa conquistadora de corações.—Lua piscou para mim e saiu em busca do copo com água. Luísa parecia com raiva dela depois do que ela disse.

—Nossa que menina insensível, nem notou que você está em choque. Mas meu Deus, o que foi aquilo? Não sei nem como você ficou de pé Lia, depois do "eu te amo" eu já estaria desmaiada.— Dei uma risada baixa, enquanto Lu falava.

—LUÍSA!— Ouvimos uma voz e olhamos para trás. Havia uma mulher bem arrumada e bonita na direção em que a voz veio.

—Aí, desculpa Lia é minha mãe, tenho que ir, depois a gente se fala beleza?— Ela disse enquanto acenava e eu retribuía o aceno. Luana estava demorando, onde será que ela foi buscar água?

Enquanto eu esperava Lua, umas meninas do primeiro ano se aproximaram de mim, elas estavam sorrindo, até simpatizei e tal, mas...

—Olha se não é a garota que ilude todos os meninos do colégio.— A menina que estava no meio começou a falar enquanto as outras duas que estavam com ela davam risadas baixas.— Vê só, você pode ficar com qualquer garoto nessa escola menos o Arthur, tá ouvindo?— Arthur?—O quão ridículo pode ser o humano, que é gentil com todo mundo, que é super inteligente, tanto que até está um ano à frente, que mal tem personalidade, que é perfeitinha em tudo.— Nessa hora a garota pausou e continuou.— É melhor você ter muito cuidado comigo.

Eu não tinha o que fazer, ficar de cabeça baixa e esperar elas sairem só ia ser pior então eu resolvi dizer alguma coisa, para tentar não parecer triste, ou qualquer coisa.

—Tá... Desculpa.— Abaixei minha cabeça, depois a levantei de novo olhei para a menina e sorri.

—O que? Você vai ficar nessa?— Ela me empurrou forte, então me desequilibrei e caí. Algumas pessoas começaram a olhar para mim de novo, mas antes que eu pudesse fazer alguma coisa o menino que se declarou para mim veio me ajudar.

—Ei, você está bem?— Ele me disse estendendo a mão. Foi aí que todo mundo olhou mesmo, tinha até umas meninas parecendo meio histéricas, provavelmente por acharem a cena fofa... Na verdade, eu também estava achando. Então decidi aceitar a ajuda.

—Aham... Obrigada.— Falei enquanto sorria, após ter levantado. Ele ficou envergonhado e olhou para o lado, numa tentativa falha de esconder seu rosto corado.

—N-não foi nada...— O menino disse, depois virou sua face para as meninas e perguntou-as.— Sério, o que vocês estão fazendo?

—Ah, deixa para lá. Vamos.— A garota que havia me empurrado disse.

—Desculpa por aquela declaração meio do nada, é que eu queria falar, provavelmente você não lembra de mim, nós estudamos o sétimo ano juntos, mas no oitavo você havia avançado uma série, enfim meu nome é Arthur, prazer.— Ele disse estendendo a mão. Finalmente entendi de onde veio o Arthur que elas falavam.

—Você gosta de se desculpar, né? Prazer, meu nome eu não preciso dizer.— Eu disse comprimentando ele, dando o aperto de mão.

—Desculpa.— Ele começou a rir comigo depois de se desculpar mais uma vez.— Nossa, acho que eu gosto mesmo dessa palavra.— Depois daquilo ficou um silêncio super constrangedor. Até que eu vi Luana me olhando com o copo de água na mão, como quem diz "EU SHIPPO". Ele também se virou, provavelmente para ver o que eu estava vendo.— Parece que a sua amiga quer falar com você. Melhor eu ir embora, tchau.— Ele acenou, retribui o aceno.

Assim que Arthur saiu da vista Luana se dirigiu à minha direção.

—Alice o que foi aquilo? Essa briga, aí depois o cara vem e te salva, tá parecendo filme. E ainda teve a declaração. Eu estou shippando viu???— Ela disse me entregando o copo de água.

—Vai me entregar o copo agora? Se você não tivesse demorado tanto eu não teria passado por aquilo.— Falei depois tomei  a água.

—Que bom que demorei, hehe.— Ela respondeu. E apereceu uma mensagem no celular dela.— É o meu pai, tenho que ir.— E então Lua foi embora.

—Tá, até amanhã.

—Até.

Fui andando em direção à portaria, dei tchau ao porteiro, que retribuiu. Enquanto caminhava olhando para o chão acabei esbarrando em alguém, eu realmente tenho que parar com essa mania de sempre andar olhando para baixo. Leivantei a cabeça para ver quem era, e me surpreendi por ser uma pessoa que eu já conhecia.

—Desculpa Rodrigo, é que eu tenho uma mania estranha de andar olhando para baixo e não te vi.— Me desculpei.

—Ah não tem problema não.— A voz dele estava meio fanha, e seus olhos meio vermelhos, decidi não perguntar o porquê.— Bom... Eu tenho que ir.— em seguida ele se despediu e foi na direção oposta a minha.

Ele estava chorando? Amanhã eu tento falar com ele, parece até comigo...

Chegando em casa meu pai estava todo arrumado, com uma jaqueta de couro preta, uma calça jeans de cor indigo, e uma camisa azul. Até estranhei, ele só se arruma quando tem um casamento de um amigo, uma festa de família, ou algo do tipo.

—Senhor Pedro, aonde vai vossa senhoria vestido assim?—Perguntei ao meu pai, o mesmo sorriu.

—Senhorita Alice, posso ter a honra de acompanhá-la a um restaurante?

—Sério???— Ele fez que sim com a cabeça.— Tá vou me arrumar.

Fui para o banheiro correndo deixei a água esquentando enquanto escolhia uma roupa para ir. Acabei escolhendo um vestidinho que vai até os joelhos branco, com várias flores espalhadas nele, uma sapatilha branca e meu cabelo ia solto mesmo. Tomei um banho bem rápido me troquei e fui até a sala, onde estava o meu pai.

—Já pronta filha? Normalmente as mulheres demoram para sair.— Ele disse com um sorriso tranquilo no rosto.

—Mas eu estou ansiosa, nós quase nunca saímos.— Eu respondi com uma cara de manha, na verdade isso me deixava muito feliz, porém meu pai pareceu ficar triste de repente.

—Certo vamos para o carro!— Meu pai se levantou do sofá e foi em direção à garagem.

—Okay!!!— Eu o segui.

Enquanto nós estávamos no carro ele começou a conversar comigo.

—Filha, na sexta sua avó vai vir aqui ficar com você, faz tempo que ela não te vê, né?

—Sim, também estou com saudade dela. 

—Ah, então tá, espero que vocês possam se divertir juntas.— E em seguida ele sorriu.

—Okay pai!!

A noite foi tranquila, ele me perguntou sobre a escola, minhas amigas, lembrou do passado, falou um pouco sobre a mamãe, coisas que o mesmo havia ficado sem falar sobre faz tempo, a gente ficou conversando um tempão. Meu pai até ficou brincando comigo sobre um menino da mesa ao lado que ficava me olhando, coisas do tipo "Filha, vai lá falar com ele, acho que ele tá afim." , e nós dois ficamos rindo o tempo todo, sem dúvidas, hoje foi definitivamente foi o melhor dia da minha vida!

Voltamos para casa e fomos dormir, quando eu acordei, até me surpreendi com o horário, eram exatamente cinco horas da manhã, e eu não lembrava de nenhum de meus sonhos, chega acordei de bom humor, dessa vez não dava para escutar música, então eu fiz todo o resto do ritual de ontem.

Chegando no colégio, ao invés de conversar com todo mundo fui direto para a sala, queria conversar com o Rodrigo, ele parecia mal ontem, mas ele não estava... Acho que fica para amanhã. Espero que não tenha sido nada muito grave...

No final das aulas decidi que seria melhor falar com o Arthur logo, não ficar deixando ele sem saber o que eu sinto, decidi ser sincera. Fui até onde ficava a sala dele e esperei o mesmo sair. Quando o garoto de cabelos e olhos castanhos me olhou, se assustou um pouco.

—O-oi Alice.

—Oi, eu vim te dar uma resposta, olha desculpa, eu não te conheço direito, a gente nunca se fala e tal, agora eu não aceitarei o seu pedido, mas se talvez a gente se conhecer melhor e eu gostar de você eu vou aceitar, com certeza.— Ele pareceu meio triste, mas sorriu e pediu o meu número, para que pudéssemos conversar mais.

—Então até logo Alice.

—Até.

Depois que falei com ele Gabriel veio falar comigo, sinto certa falta de quando nós conversávamos mais, mas eu entendo ele.

—Alice minha amiga, como vai?— Disse ele com o tom irônico de sempre.

—Ah, eu vou ótima, e você já progrediu em sua relação amorosa até onde queria?— Minha vez de falar com um tom irônico. Ele ficou vermelho. Abriu a boca para falar mas fechou.— Hmmmmmm, parece ser uma história interessante, depois você me conta os detalhes não é Gabriel?— Então eu me virei e saí andando, quando cheguei no final do corredor e estava prestes a virar ouço um grito.

—NÃO É ISSO QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO!— Eu comecei a rir, se não foi isso, foi algo bem próximo disso ou quase deu nisso.

O dia passou como todos os outros, amanhã teria aula de artes, finalmente faríamos os retratos nos quadros, por isso que eu amo artes, sempre é algo novo e legal, algo criativo. Essa noite eu não dormir tão bem quanto a outra, mas ainda foi melhor do que as anteriores. Fiz a mesma rotina de sempre e quando peguei o meu celular tinha uma mensagem do Arthur.

Oi Alice, eu não sei o que falar, sou péssimo em puxar assunto, desculpa

Eu falei desculpa de novo

Tá meio tarde, mas é porque eu estava fazendo tarefa.

—Ah oi, eu só vi agora, estava dormindo

Sei lá, vamos falar sobre como o leite em pó é interessante, porque tipo, é um pó aí você bota na água e vira leite, é mágica

Sou tão ruim em puxar assunto quanto você, mas diz aí sua pasta de dente é bonita??

Kkkkkk, parei. Essas são as únicas coisas que eu sei de como puxar assunto.

Fui para o colégio, e mais uma vez me dirigi para a sala assim que cheguei, ele estava lá, mas achei melhor puxar assunto enquanto nós estivéssemos fazendo os quadros. Então o professor Bruno chegou com um monte de quadros na mão e chamou as duplas de uma em uma para pega-los em cima da mesa. Depois tivemos que colocar nossas carteiras umas de frente para as outras. E começamos a desenhar.

—Rodrigo...— Ele me olhou.— Aconteceu alguma coisa, você parece meio triste.— Ele deu um suspiro e começou a falar.

—Lembra de quando nos esbarramos?— Assenti com a cabeça.— Meu cachorro havia morrido.... Eu estou bem triste ainda, ele era o meu melhor amigo,— A palavra seguinte veio um pouco mais baixa.— o único...— Na mesma hora senti muita vontade de abraçá-lo, é como se eu entendesse ele, como se não sei, pude sentir a dor dele de alguma forma... Não sei...

—Eu nem sei o que dizer, sinto muito por ter feito você falar isso comigo...

—Não, eu estava mesmo precisando desabafar, obrigado.— Ele sorriu, o que me deu um aperto no coração, mas eu não entendi o aperto, foi por pena? Ou por outra coisa?

—Certo, quando precisar pode falar comigo, se quiser eu te dou o meu número.

—Depois da aula você me dá, se não for pedir muito, e acho melhor fazermos esse trabalho logo o professor não parece feliz com a nossa conversa.— Olhei para trás e vi o Bruno, é, com certeza ele não estava nada feliz com a nossa conversa.

—É você tem razão.

No intervalo eu dei um papelzinho com o meu número. Luana ficou me perguntando sobre Rodrigo, afinal, ela estava curiosa do por quê de eu ser a única pessoa da sala que consegue falar com ele. Também não sabia, era natural. Luísa também pareceu muito curiosa sobre o assunto, mas apenas ficou observando, diferentemente de Lua que passou o intervalo todo me perguntando sobre ele.

No termino das aulas eu voltei para casa, meu pai não estava no sofá achei bem estranho, então fui para o quarto dele proucura-lo e...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


°Referências a uma fanfic de uma amiga, link: https://spiritfanfics.com/historia/pessoas-de-vidro-6354407

SOCORRO, EU TAVA AQUI DANÇANDO SABE? NO MEU QUARTO FANTASTIC BABY AÍ QUANDO EU TERMINO E OLHO PRA JANELA, KKKKKKKKKKKKKKKKKK, TINHA UM CARA ME OLHANDO DANÇAR MEU DEUS QUE VERGONHA KKKKKKKK MURRI, SOCORRO É SÉRIO, E O PIOR, KKKKKKK, DEIXA PRA LÁ. VOU OLHAR SE ELE AINDA TÁ OLHANDO PRO MEU QUARTO, KKKKK ELE NÃO TÁ NÃO. IMAGINA SE AGORA ELE VIRA O MEU FAN. MEUS SHOWS DANÇANDO K-POP VÃO FICAR SUPER ENGRAÇADOS, que vergonha, melhor mico do ano, prêmio para mim.

Curiosidades sobre minha pessoa:
-Sou fujoshi. Shipp hetero só comigo mesmo. Também shippo yuri além de YAOI, mas nunca cheguei a assistir um anime ou ler uma fic yuri.
-Meu animal favorito é o tigre de bengala branco, e domésticos prefiro os cachorros, pq cachorros💙 Tbm amo gatos.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E QUE NÃO ESTEJA MUITO CURTO
AMO VCS KISSUS.


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