História My Sadistic Mother (G!P) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Adam Lambert, Ariana Grande, Ashley Benson, Austin Mahone, Avril Lavigne, Bea Miller (Beatrice Miller), Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, Harry Styles, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Justin Timberlake, One Direction, Scarlett Johansson, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, The Vamps, Troy Ogletree, Zach Roerig, Zayn Malik
Personagens Adam Lambert, Ally Brooke, Anastasia Steele, Ariana Grande, Ashley Benson, Austin Mahone, Avril Lavigne, Bea Miller, Bradley Simpson, Camila Cabello, Christian Grey, Connor Ball, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Ian Somerhalder, James McVey, Jason Taylor, Justin Bieber, Justin Timberlake, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Scarlet Johanson, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, Tristan Evans, Troy Ogletree, Zach Roerig, Zayn Malik
Tags Allycat, Camila G!p, Camren, Camz, Daughter, Fifth Harmony, Fifty Shades Of Grey, Larry Stylinson, Lolo, Mama, Manibear, Norminah
Visualizações 1.692
Palavras 9.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iae? Como vocês estão?

Sei que demorei muito tempo para atualizar, mas é por causa que não estou mais de férias... Mas, estou aqui novamente, para não deixar vocês sem!
Mas aqui está!
Antes da leitura, recomendo que vocês peguem várias calcinhas e cuecas, para se preparar para os hots desse capítulo!
Perdoem-me qualquer errinho aí! Rs

Boa leitura para vocês, amores e amoras!

😉💋

Capítulo 3 - Red dress


Fanfic / Fanfiction My Sadistic Mother (G!P) - Capítulo 3 - Red dress


Arrastei-a pela escada, e levei-a para o meu quarto. Decidi, que já estava na hora de levar ela, para dentro do meu quarto, que é onde eu guardo todas as coisas que preciso, para dominar. Meu pai, tem um quarto desse, na casa dele. Eu tenho aqui, porque essa casa, era dele, antes dele conhecer minha mãe, que foi na Grey House, por sua colega de quarto, que estava gripada.

– Você vai vir comigo, lá para dentro! – apontei para a porta do quartinho secreto.

– Lólen tem medo!

– Você vai entrar, querendo ou não querendo!

– Lólen obedece!

– Tira sua roupa! – gritei, e ela rapidamente tirou.

– A partir de agora, você será a minha submissa! – chupei e mordi o lóbulo da orelha dela, me aproximando do criado mudo, e pegando várias camisinhas. – E seu dever, será me obedecer, e fazer o que eu quiser!

– Lólen que brincar!

– E você vai! Não imagina o quanto! – tirei minhas roupas.

Aproximei-me da porta do meu quartinho, peguei a chave, e destranquei. Simplesmente, o que guardo lá dentro, são algumas coisas, e as principais são: algemas, cordas, mordaças, chicotes, chibatas, coleiras de couro preto, guias… e outras coisas. Umas, podem até ser assustadoras, outras, podem ser mais do que assustadoras.

Peguei-a pelo braço, e levei-a para dentro do quartinho. Depois, tranquei a porta.

– Mama… – me olhou assustada.

– Eu vou ser um pouco boazinha com você! – sussurrei em seu ouvido, colocando um dedo dentro da buceta dela, fazendo-a gemer. – Você não vai nem sentir nada!

– Lólen vai brincar! – ajoelhou-se, para chupar o meu pau.

– Não, não! – levantei-a. – Primeiro, vou fazer algumas coisas com você!

– O que mama vai fazer com Lólen?

– Mama, vai fazer o que ela quiser fazer! – joguei-a na cama, que fica dentro do quartinho.

Peguei uma coleira de couro preto, peguei uma venda preta, peguei uma algema, peguei um Gag (mordaça), e fui para perto da cama. Prendi as mãos dela com as algemas, na cabeceira da cama, coloquei a coleira de couro, no pescoço dela, não apertando muito, coloquei a venda em seus olhos. Depois, coloquei o Gag, em sua boca. Dei um tapa estalado em sua coxa, que deixou uma marca vermelha da minha mão, fazendo-a se contorcer, mas ela estava impedida de gritar ou falar, como eu gosto. Dei oito tapas estalados no mesmo lugar, até que ficasse vermelho e ardendo, fazendo-a gritar. Então, tirei o Gag de sua boca, e peguei um cubo de gelo.

Aproximei-me da cama, e comecei a passar o gelo com a boca, no meio de seus seios, fazendo-a soltar alguns grunhidos baixinhos, se contorcendo. Fui descendo o gelo com a boca, para sua barriga. Ela se contorceu, e soltou alguns gemidos baixinhos. Não demorei muito, para me excitar com os gemidos dela. Passei o gelo em toda a barriga dela. Depois, coloquei o gelo na boca dela, e chupamos o gelo juntas, até que ele derretesse. Depois, coloquei uma camisinha em mim, aproximei minha boca do ouvido dela, e disse:

– Isso vai doer!

Ela se apavorou. Tentou soltar suas mãos, mas elas estavam algemadas na cama. Peguei seu lábio inferior com os dentes, e puxei, deixando um filete de sangue. Então, coloquei uma de suas pernas em cima do meu ombro, e deixei-a bem aberta para mim. Estoquei de uma vez, fazendo-a a gritar. Comecei a estocar, enquanto ela gritava de dor, por ser sua primeira vez. Comecei a estocar forte e rápido, fazendo o corpo dela mover-se, conforme eu estocava. Seus gritos de dor, transformaram-se em gemidos de prazer.

– Ohhhh ohhhh ohhhh ooohhh! – ela gemeu com a boca aberta num perfeito formato de um “O”. – Ohhhh, Lólen gosta! Mama, mais forte!

Os gemidos dela, estavam me deixando louca. Estoquei mais forte, e minhas bolas tocaram a polpa da bunda dela. Para me dar mais prazer, comecei a olhar para meu pau entrando e saindo da buceta dela, que já estava vermelha. Tirei meu pau de dentro dela, e tirei a camisinha, depois, coloquei novamente, uma de suas pernas em cima do meu ombro. Peguei meu pau, e coloquei somente a cabeça dele, dentro de sua buceta para abrir. Depois, empurrei meu quadril para frente, fazendo entrar tudo, e eu vi sua buceta engolir o meu pau gulosamente. Levei meu quadril para frente, e estoquei no fundo dela, fazendo minhas bolas ficarem espremidas contra a poupa de sua bunda, depois levei para trás, tirando todo o meu pau de dentro dela, e depois, levei para a frente. Comecei a fazer isso rápido. O barulho dos nossos corpos chocando-se, misturou-se com os nossos gemidos.

– Ohhhh! – joguei a cabeça para trás e gemi. – Goza no pau da mama! Você é apertada! – senti seu interior apertar meu pau. – Ohhhh, Lauren!

– Mama! – gemeu ela. – Lólen vai… fazer pipi! Ooohhh! – soltou um gemido manhoso.

Após cinco estocadas, senti um líquido quente no meu pau. Continuei estocando, até que eu senti que estava para gozar. Tirei meu pau de dentro dela, e comecei a masturbar o mesmo, fazendo um sobe e desce bem rápido. Eu trazia minha mão para baixo, e depois para cima, bem rápido. Senti minha barriga se revirar, e um aperto nas bolas, e logo, soltei seis jatos de porra seguidos, que foram na coxa dela. Deixei-a algemada na cama, e fui dar uma mijada no banheiro. É sempre bom dar uma boa mijada, após o coito interrompido.

Voltei para o quarto, e ela estava algemada na cama, com a venda nos olhos. Ela estava com as pernas abertas, me permitindo ver sua buceta melada, vermelha, e arrombada pela primeira vez, por mim, mãe dela. Me aproximei da cama, e tirei as algemas, por fim, tirei a venda. Ela ficava tão sexy, com a coleira, os cabelos molhados pelo suor.

– Levanta da cama! – ordenei e assim fez ela. – Que bom que você é uma boa menina! – coloquei-a contra a parede, e ela me olhou dando um sorriso, que nem eu sabia que ela podia dar.

Ataquei os lábios dela. Pedi passagem com a minha língua, e coloquei-a em cada canto da boca dela. Grudei o meu corpo no dela, e nossos seios ficaram espremidos um contra o outro. Meu pau, ficou no meio de suas pernas. Cravei minhas unhas nas costas dela, e comecei a arranhar, deixando marcas vermelhas, e abafando seus gemidos de dor, com a minha boca. Assim que a língua dela acabou pedindo passagem na minha boca, pela primeira vez na vida, permiti. A língua dela, foi em cada canto da minha boca. Para finalizar, peguei a língua dela com meus dentes, e chupei.

– Olha – sussurrei em seu ouvido –, como a mama está dura por você! Olha, como a mama quer entrar em você outra vez! – lambi seus lábios, e escutei um gemido. – Fica de quatro para sua mama!

Ela subiu na cama, ficou de quatro. Me aproximei dela, peguei sua mão, e disse:

– Agora, você vai fazer uma coisa bem gostosa! – mordi meu lábio inferior, e enfiei três dedos dela, em sua buceta. – Faz isso bem gostoso, que a mama, gosta! – comecei a fazer um vai e vem com a mão dela. – Consegue fazer sozinha? – ela assentiu com a cabeça, e continuou o vai e vem.

Fiz ela se masturbar de quatro. Fiquei atrás dela, vendo ela empurrar seus dedos para dentro da sua buceta, e tirar para fora, fazendo isso bem rápido. Dei um tapa estalado em uma nádega, deixando-a vermelha. Aproximei minha boca de seu ouvido, e sussurrei:

– Isso! Faz isso para a mama! Você me pertence, você me obedece, só eu posso te tocar!

– Ohhhh mama! – ela empurrou e tirou seus dedos, mais rápido.

– Você vai ficar fazendo isso, até eu mandar você parar!

Eu já estava louca com aquilo. Meu pau já estava pulsando e encostando no meu umbigo. É gostoso ver uma mulher se masturbando para você, mas é mais gostoso ainda, quando se é a própria filha, que faz o que você quiser sem reclamar. Não há nada melhor do que ver uma submissa totalmente dominada, ainda mais, se é a própria filha. É aquela pessoa, que possui sua inocência, que é um convite provocante para tirar. Eu mando, e o dever dela, é obedecer. Como uma boa filha, ela deve me obedecer, e como uma boa mãe, eu devo ensinar tudo o que ela não sabe. E dá mais vontade de dominá-la, quando se sabe que ela nunca havia sido tocada por ninguém.

– Ohhhh ooohhhh! – comecei a gemer, começando a bater uma, trazendo minha mão para baixo, e depois para cima, até a cabeça do meu pau, fazendo bem rápido. – Vai, Lauren! Faz gostoso para a mama! Ohhh, vai cachorra safada da mama! – ela acelerou seus dedos em sua buceta, fazendo um barulho baixo de algo melado, devido à ela estar molhada pela lubrificação. Ela empurrava os dedos para dentro de sua buceta melada, e depois tirava bem rápido. – Ohhhhh oooohhh, vai! Mete seus dedos na sua bucetinha!

– Ohhhh mama! – soltou um gemido rouco e manhoso. – Ohhhh ohhhh ohhhh ooooohhh!

– Põe só mais um dedinho! – sorrio maliciosamente.

Fiz ela se masturbar com quatro dedos. Permaneci atrás dela, olhando seus dedos entrando e saindo de sua buceta vermelha. Voltei a bater uma, olhando ela se masturbando. Ela estava gemendo alto. Eu senti que eu ia gozar, e saí de trás dela. Coloquei meu pau dentro da boca dela, fazendo-a parar de gemer, e comecei a foder com a mesma, enquanto ela se masturbava. Meu pau ficou entrando e saindo da boca dela, conforme eu movimentava meu quadril. Segurei a cabeça dela, e estoquei, fazendo a cabeça do meu pau tocar sua garganta. Depois de ficar fodendo com a boca dela, senti que soltei quatro jatos de porra na mesma. Retirei o meu pau mole, de dentro da boca dela. Ela tirou seus dedos de dentro de sua buceta, e engoliu toda a minha porra. Nos cantos da boca dela, ainda tinha um pouco de porra. Lambi os cantos da boca dela, e engoli minha porra.

– Agora, você vai fazer carinho no brinquedo da mama! – coloquei a mão dela no meu pau.

– Lólen sabe, Lólen gosta, Lólen faz!

Ela fechou sua mão em meu pau, e levou ela para baixo, e depois levou para cima, bem rapidinho como eu gosto, deixando o meu pau duro outra vez.

– Ohhhh! – gemi, jogando minha cabeça para trás. – Isso ohhhh! Que delícia de mão!

Ela acelerou mais sua mão, e isso me enlouqueceu. Fiquei de joelhos, e ela permaneceu sentada na cama. Ela começou a acelerar sua mão, o mais rápido possível. Ela continuou batendo uma para mim, e colocou a cabeça do meu pau em sua boca. Ela começou a chupar com força, fazendo um barulho de sucção. Depois, ela começou a passar a língua, bem na entrada do meu pau, fazendo um movimento de baixo para cima. Depois, ela voltou a chupar. Após isso, ela começou a fazer um vai e vem com a boca, chupando até onde conseguia. A parte que estava para fora, ela ficou masturbando. Depois, ela chupou tudo. Começou a fazer um vai e vem com a boca, encostando a cabeça do meu pau em sua garganta. Quando ela chegava na cabeça dele, ela dava uma chupada forte, que fazia barulho de sucção. Cheguei ao meu limite, e soltei dois jatos de porra na garganta dela. Ela se engasgou um pouco, e engoliu tudo.

– Agora, você vai fazer uma coisa bem gostosa! – lambi e chupei o lóbulo da orelha dela. – Você vai quicar no pau da mama! – sussurrei no ouvido dela. – Você vai quicar bem gostoso, e se você não fazer isso, o castigo de chibata, está à sua espera!

– Lólen faz!

– E o que você tem que fazer é: pega o pirulito da mama, esfrega aqui – passei meu dedo no clitóris dela, fazendo-a soltar um gemido rouco –, e pega ele, e coloca aqui – coloquei a pontinha do meu dedo indicador, dentro da buceta dela, e movimentei –, e aí, você começa a descer e subir! – dei um tapa na buceta dela, fazendo-a gemer. – Depois, você vai ter uma recompensa, bem gostosa dentro da sua bunda, apenas uma sobremesa!

– Lólen obedecer mama Camz! – ela assentiu com a cabeça.

– Vai doer um pouquinho, porque você é bem apertadinha para o meu pau grosso e grande! Mas eu vou te deixar bem larga!

Comecei a encarar aqueles seios pálidos, enormes e perfeitamente redondos, com os bicos rosados perfeitamente endurecidos. Eles fizeram minha boca salivar, mas o que me excitava, era o fato de que ela ia quicar no meu pau.

Me deitei na cama, e o meu pau já estava implorando pelo calor daquela buceta. Não haverá problema de gozar dentro dela, porque simplesmente conversei com o médico da nossa família, uns tempos atrás, e ela vem tomando anticoncepcional. Eu sempre me preparei, para o dia em que eu fosse foder com ela, porque não é de hoje, que eu fico dura, vendo o corpo dela.

Ela veio para cima de mim, colocou uma perna de cada lado do meu corpo, e pegou meu pau. Ela pincelou a cabeça do meu pau, em seu clitóris, jogou sua cabeça para trás, e soltou um gemido. Fiquei observando ela esfregando a cabeça rosada avermelhada do meu pau, em seu clitóris duro e inchado. Meu pré gozo, estava melando seu clitóris. Eu podia sentir a pequena elevação, roçando em minha glande. Meu pau, começou a pulsar, e ficou bem duro, e as veias estavam saltadas. Ela parou de esfregar a cabeça do meu pau em seu clitóris, e colocou somente a cabeça dentro da mesma, e segurou. Soltei um gemido alto, sentindo aquela buceta engolindo a cabeça do meu pau. Então, ela sentou com tudo, e eu vi sua buceta descer no meu pau. Ela segurou, e começou a se movimentar, como se estivesse em cima de um cavalo, para se acostumar com o tamanho. Depois, ela apoiou suas mãos em minha barriga, e começou a quicar devagar. Ela aumentou a velocidade, e começou a quicar rápido fazendo o barulho de nossos corpos chocando-se, e os seus seios começaram a pular. Eu olhei para sua buceta subindo e descendo, e o meu pau entre seus lábios menores. Cravei minhas unhas em suas nádegas, e segurei firme. Ela continuou quicando mais forte, fazendo o meu pau chegar fundo, e a poupa de sua bunda espremer minhas bolas, fazendo o barulho dos nossos corpos chocando-se ficar mais alto, e os seus seios pulavam com mais intensidade. Ela jogou sua cabeça para trás e começou a gemer gostoso. Eu comecei a gemer alto, enquanto ela subia e descia com a buceta no meu pau. Ela subiu, e sua buceta já estava vermelha, pelo jeito, ardendo, e segurou. Depois, desceu, segurou, e voltou a quicar rápido e forte, fazendo seus seios pularem, o barulho alto dos nossos corpos chocando-se, e minhas bolas ficarem esmagadas pela polpa de sua bunda. A respiração dela, estava ofegante, e ela já estava bastante suada. Sua buceta começou a apertar meu pau, e eu soube que ela estava chegando ao ápice.

– Ohhh ohhhh ooooohhh ooohhhh! – gemi. – Vai, goza no pau da mama, minha filha putinha!

– Ohhhh ooooohhhhh! – ela gemeu com a cabeça jogada para trás, de olhos fechados, e com a boca aberta no formato de um “O”. – Lólen vai fazer pipi!

Então, automaticamente, ela começou a quicar mais forte, e bem mais rápido, se rasgando no meu pau, fazendo seus seios pularem bastante, e fazendo um barulho bem alto dos nossos corpos chocando-se, misturado aos seus gemidos altos e roucos, e aos meus gemidos altos. Sua buceta começou a subir e descer com mais velocidade no meu pau, e eu só podia gemer e olhar a cena. Ela chegou ao seu limite, e eu senti um líquido quente melar meu pau dentro dela. Ela continuou quicando rápido, com seus seios pulando, com o barulho dos nossos corpos. Senti todo o meu corpo entrar em frenesi, e um peso nas bolas. Deixei a marca das minhas unhas nas nádegas dela. A buceta dela, começou a apertar meu pau outra vez. Ela começou a subir e descer com a buceta melada, ainda bem rápido, enquanto eu olhava a cena, prestes a gozar. Não demorou muito, e eu cheguei ao meu limite, e soltei cinco jatos de porra, dentro dela, e nessa mesma hora, ela gozou no meu pau.

Ela saiu de cima de mim, e sua buceta expeliu minha porra branquinha. A minha porra, escorria entre seus lábios menores. Fiz ela passar o dedo indicador dela no meio de seus lábios menores, e em sua entrada, recolher minha porra, e colocar na boca para engolir. Ela estava cansada e abatida. Então, o cu, ficará para depois. Resolvi finalizar com chibatadas nas nádegas dela.

– Fica de quatro! – ordenei, e assim fez ela, me dando a visão de suas dobras bem juntas, e mais para baixo, eu podia ver sua buceta, e seu grelo estava bastante visível.

Peguei uma chibata que estava pendurada na parede, e me aproximei da cama, ficando em pé. Fiz um movimento circular com a chibata em uma das nádegas dela, e dei uma chibatada forte e estalada, deixando uma marca vermelha, e ela começou a gemer de prazer. Dei mais oito chibatadas estaladas na mesma nádega, e depois fiz a mesma coisa com a outra. Então, ela levantou-se da cama, e eu tirei a coleira dela.

– Cansada? – pergunto e ela assente com a cabeça. – Deite em minha cama, que vou arrumar a bagunça! – destranquei a porta, e ela foi direto para a minha cama.

Então, arrumei toda a bagunça, recolhi nossas roupas do chão, e coloquei no cesto de roupas sujas. Tranquei a porta do quartinho, e deitei em minha cama.

– Você foi uma boa menina hoje! – digo e ela abre um enorme sorriso. – Me obedeceu direitinho, e você me recebeu bem, dentro de você!

– Lólen gosta de brincar com mama! – ela falou bocejando.

– Agora dorme, para você ficar bem descansada, para podermos brincar mais, amanhã!

Ela deitou em meu peito, e apagou. Deixei ela assim, e logo em seguida, apaguei.

[…]

Às 10:00 da manhã, acordei com uns gemidos roucos, e um peso na minha bunda. Eu estava deitada de bruços, e Lauren, estava esfregando sua buceta molhada em uma das minhas nádegas. Ela já havia gozado na minha nádega, e estava esfregando sua buceta melada.

– Ohhhh ooohhhh ohhhh! – ela gemeu, enquanto estava cavalgando na minha nádega.

Aquilo estava tão gostoso, que resolvi deixar ela continuar. Ela começou a esfregar sua buceta, mais forte e rápido, cavalgando gostoso na minha nádega. Comecei a gemer abafado, por causa do travesseiro. Senti meu pau endurecer rapidamente, e começou a pedir atenção. Ela segurou minha cintura, e começou a se esfregar na outra nádega. Ela começou a cavalgar, e sua buceta estava deixando minha nádega molhada. Depois de se esfregar bastante, senti um líquido quente molhar minha nádega, e escorreu para o meio das minhas dobras. Meu pau, ainda estava pedindo atenção, mas logo soltei três jatos de porra no lençol. Gozei com minha filha, gemendo e se esfregando na minha bunda. Um bom jeito de se acordar de manhã!

Fiquei sentada na cama, e ela começou a me encarar. Parecia que ela queria foder, mas não sei de onde veio tanta vontade assim.

– Estava gostoso? – ela assentiu com a cabeça.

– Lólen que brincar! – fez bico. – Lólen sentiu uma coisa aqui – apontou para sua buceta –, quando viu o pirulito da mama, que estava levantado, e Lólen começou a brincar com o bumbum da mama, porque é gostoso, mas Lólen ainda sente uma coisa aqui! – apontou outra vez para sua buceta.

– Você ficou excitada! – gargalhei. – Mas eu vou te ensinar uma coisa que pode aliviar um pouco! – deitei-a na cama, e abri as pernas dela. – Pega três dedinhos – peguei a mão dela, e coloquei três dedos dela, dentro de sua buceta –, e faz assim! – comecei a empurrar os dedos dela, para dentro de sua buceta, e depois, levei para fora, para empurrar para dentro.

Soltei a mão dela, e ela começou a fazer sozinha. Ela empurrou seus três dedos para dentro de sua buceta melada, e depois tirou devagar. Ela começou a empurrar forte, e depois tirou rápido. Ela começou a empurrar e tirar seus dedos, bem rápido. Fechei a mão no meu pau, para começar a bater uma punheta, vendo ela se masturbando de pernas abertas para mim. Levei minha mão para baixo, e depois para cima, bem rapidinho, enquanto olhava seus dedos entrando e saindo de sua buceta. Ela me olhou batendo punheta, e começou a arquear suas costas, e gemer bem alto, colocando e tirando os dedos de dentro da buceta. Não demorou, até que meu pau soltou oito jatos de porra de uma só vez, e ela gozou, após um gemido alto.

– Lólen aliviou um pouco! – ela respirou ofegante.

– E você pode fazer isso sempre para a mama, e quando você sentir uma coisa aqui! – apontei para sua buceta, e sorri maliciosamente. – Agora, vamos tomar um banho bem gostoso!

– Lólen só vai, se mama ir com Lólen! – fez bico.

– Mama vai! – peguei duas toalhas brancas e limpas, e caminhei com ela até o banheiro.

Liguei o chuveiro, coloquei ela embaixo dele, e pendurei as toalhas na parede. Depois, entrei no box, para tomar banho com ela. Ela abaixou seu olhar para meu pau. Então, coloquei-a contra o box, e perguntei sussurrando em seu ouvido:

– Você gostou da brincadeira, não é? – ela assentiu com a cabeça. – Safada!

– Lólen gosta de brincar, Lólen gostou de brincar!

– Então, toma rola na buceta! – ela somente sorriu.

Peguei ela no colo, peguei meu pau com minha mão, e encaixei a cabeça dele, em sua entrada. Então, eu comecei a pular com ela no meu colo, fazendo sua buceta descer e subir no meu pau. Ela estava arranhando minhas costas e gemendo no meu ouvido. Continuei pulando com ela no meu colo, até sentir sua buceta apertar meu pau. Depois de ficar um bom tempo pulando com ela no meu colo, comigo estando em pé, senti um líquido quente melar o meu pau. Após isso, soltei três jatos de porra dentro dela. Coloquei ela no chão, e ela parecia estar satisfeita.

– Pronto? – ela assentiu com a cabeça. – Agora, só vamos brincar mais tarde!

Coloquei sabonete líquido em minha mão, e comecei a passar no corpo dela. Dei uma apertada nos seios dela, e uns tapas na bunda dela. Depois, passei sabonete no meu corpo. Nos enxaguamos, e saímos de dentro do box. Enrolei ela na toalha, depois me enrolei em uma toalha. Levei ela para o quarto dela. Coloquei um sutiã vermelho nela, top cropped preto nela, uma calcinha fio dental vermelha, e depois, um shortinho bem curto, para eu ficar olhando a polpa da bunda dela. Então, fui para o meu quarto, me vestir. Coloquei um sutiã azul, vesti um top verde musgo, tipo o uniforme do exército, coloquei uma cueca azul escura, bem folgada, e vesti uma calça adidas preta. Peguei o secador, e sequei o meu cabelo. Então, fui para o quarto dela, e ela estava sentada na cama dela, brincando com algumas bonecas. Me sentei do lado dela, e comecei a fazer um cafuné nela.

– Está com fome? – ela assentiu com a cabeça. – O que você quer comer?

– Lólen que dedera!

– Então, vamos para a cozinha! – peguei a mão dela, e levei-a ​para a cozinha.

Na cozinha, deixei uma colher cair de propósito no chão, só para ela se abaixar, para eu poder olhar para a bunda dela.

– Lauren, pega para a mama? – ela se levantou da cadeira, e deixou sua bunda empinada na minha frente. Olhei para baixo, e vi um volume em minha calça.

– Lólen pegou! – me entregou a colher, e abaixou seu olhar para o volume em minha calça.

– Boa menina! – olhei para as pernas dela, e lambi meus beiços.

Preparei uma mamadeira para ela, e dei para ela beber. Preparei uma caipirinha para mim, e bebi. Lavei a louça suja, e fomos para a sala. Ela ficou sentada no primeiro degrau ​da escada, pintando alguns desenhos, e eu me sentei no sofá, para assistir um filme. Me deitei no sofá, com um pouquinho de sono. Alguns minutos depois, passou duas mulheres se pegando e se chupando, em uma cena do filme. Vi um volume em minha calça. Coloquei minha mão dentro da calça, e comecei a apertar meu pau. Lauren, largou os lápis de cor na escada, com as folhas, e veio para o sofá. Me sentei no sofá, com o meu volume no meio das pernas, que foi para onde ela olhou.

– Você quer brincar, não é? – sorrio maliciosamente. – Mas agora, não… – me interrompi quando ela apertou meu pau por cima da calça.

– Lólen que!

– Hum… deixa eu pensar! – peguei em meu queixo. – Só um pouquinho, e nem mais, e nem menos! Você sabe que alguém pode ver! Só vou fazer isso, porque você foi uma boa menina! – ela sorriu.

Abaixei minha calça, juntamente com a cueca, fazendo meu pau duro, pular para fora. Ele estava encostando no meu umbigo, pulsando, com as veias saltadas. Ela se levantou do sofá, e eu abaixei o shortinho dela, vendo sua calcinha vermelha, molhada. Abaixei a calcinha dela até seus tornozelos, e sua buceta já estava pingando, de tão molhada que estava.

– Vem brincar com a mama, vem! – sorrio maliciosamente.

Permaneci sentada, com o meu pau apontando para cima, e ela veio para o meu colo. Ela pegou meu pau, e direcionou para sua entrada molhada, colocou a cabeça dele, dentro de sua buceta. Apertei os lados da cintura dela, e fiz sua buceta descer no meu pau, que ficou melado. Dei uma mordida na clavícula dela, e dei uma lambida, soltando um gemido baixo na orelha dela. Então, ela começou a quicar no meu colo. Ela estava tão molhada e excitada, que estava quicando rápido e forte. Olhei para baixo, e vi sua buceta subindo e descendo no meu pau. Ela jogou a cabeça para trás, e começou a gemer alto, revirando os olhos, com o barulho do choque de nossos corpos um no outro. Arranquei o top cropped do corpo dela, e arranquei o sutiã dela, para ver seus seios pulando, conforme ela quicava no meu pau, num sobre e desce com a buceta, bem rápido. Ela segurou em meus ombros, e começou a quicar bem rápido, fazendo seus seios pularem.

– Hummm ohhhhhhh ohhhhhhh! – ela gemeu, jogando a cabeça para trás. – Ohhhhh mama!

Ela continuou quicando. A polpa da bunda dela, esmagava minhas bolas, quando ela descia. Joguei a cabeça para trás, e comecei a gemer alto, junto com ela, e o barulho dos nossos corpos. Ela subiu, e desceu bem rápido. Essa é a brincadeira preferida dela. Ela continuou a quicar com seus seios pulando, com a cabeça jogada para trás, soltando vários gemidos. A buceta dela, começou a apertar o meu pau, mas ela desceu e subiu, rápido e forte, abrindo espaço e rasgando ela. Ela cravou suas unhas em minha clavícula, soltou um gemido rouco e manhoso, e senti um líquido quente melar o meu pau dentro dela, e escorreu para as minhas coxas. Ela continuou quicando rápido e forte, e eu continuei olhando para a buceta vermelhinha dela, de tanto quicar no meu pau, subindo descendo no mesmo. Senti minha barriga se revirar, um peso nas bolas, soltei um gemido alto, e senti meu pau encher a buceta dela, com sete jatos de porra.

Ela saiu de cima de mim, e minha porra estava saindo da entrada da buceta dela. Passei meu dedo indicador no meio dos lábios menores dela, e chupei. Coloquei ela, sentada de pernas abertas para mim, coloquei minha boca na entrada dela, e suguei, para sugar minha porra que saía de dentro dela. Agora sim, ela parecia estar saciada do seu desejo.

– Agora, volta a pintar seus desenhos! – levantei minha calça, com o pau relaxado. Sempre que eu quiser aliviar meu pau duro, tenho alguém aos meus pés… minha filha!

Coloquei as roupas de volta no corpo dela, e ela voltou a fazer o que estava fazendo. Eu me deitei no sofá, e voltei a assistir o filme. Fechei meus olhos, mas logo a campainha tocou. Lauren, levantou-se da escada, e foi atender. Começou uma falação, quando a porta abriu. E quem era? As meninas!

– Hey Camila! – gritou Dinah, espalhafatosa. – Quanto tempo, né?

– Não faz tanto tempo assim! – sorrio sarcástica. – Na verdade, são somente algumas horas, Dinah!

– Baby, que animação hein, Camila! – disse Normani. – Como você consegue ficar dentro de casa, sem fazer porra alguma?

– Cara – disse Ally, gargalhando –, não sei se vocês perceberam, mas a Lauren, está andando estranho! Tipo, de pernas abertas!

– Nossa! – disse Normani. – Verdade, Ally!

– E-ela d-dormiu de mal jeito! – menti.

– Já que quem é vivo sempre aparece, resolvemos vir encher o seu saco! – disse Dinah.

– É, e você veio para assaltar minha geladeira, não é, dona Dinah? – digo.

– Vamos fazer alguma coisa… sei lá! – disse Normani. – Vamos dançar! – Dinah olhou para ela, e mordeu seu lábio inferior.

– A Normani, quer mesmo é dançar nos seus dedos, Dinah! – gargalhei, fazendo as duas olharem sem graça, para mim.

– Eu estava pensando em fazer algumas compras no shopping, mais tarde! – disse Ally.

– E eu não sei se vou poder ir! – digo.

– Tá! – gritou Normani. – Você é um tédio total, Camila! – ela ligou meu Xbox, para dançar no Kinect.

– E aí, Lolo, como você está? – Ally, sentou-se com Lauren no sofá.

– Lólen está bem, tia Ally! Só que Lólen está com dor nas pernas!

– Ai, meu amorzinho! Você deve ter dormido de mal jeito, e como! – eu gargalhei ao ouvir isso. Ela está com dor nas pernas, é lógico, por causa de mim. – Que foi, Camila? – ela me olhou gargalhando.

– Ora, não é nada, Ally! – gargalhei outra vez. – Não posso nem dar mais risada?

– Vai, dança, Mani! – Dinah, olhou para a bunda de Normani, e lambeu os beiços.

Normani, colocou uma música, e começou a dançar. Eu olhei para Dinah, e ela estava babando, olhando para a Normani, rebolando a raba, e descendo até o chão.

– Aff! – retrucou Normani. – Vocês estão mais paradas do que um poste! – ela mudou a música, e colocou I Kissed a Girl, Katy Perry.

Até que me empolguei um pouco. Então, comecei a cantar o refrão da música:

– I kissed a girl, and I liked it!

– Eu também fiz isso, e gostei pra caralho! – Dinah gargalhou.

– Ah, e você acha que eu não fiz? – sorrio. – Você está do lado de uma profissa!

– Que modéstia a sua, Camila! – Ally gargalhou. – Mas aqui vos fala, quem já fez isso, no jogo da garrafa! Ai, ai! Troy, sabe que eu sou bi, e não liga para Isso! – gargalhou. – Ele quer é fazer um ménage!

Normani, chamou Lauren, para dançar com ela. Lauren, foi dançando com a bunda quase esfregando na minha cara. Normani, estava ensinando ela descer até o chão, mas estava um tanto difícil, devido à ela estar com as pernas doendo. Eu estava ficando de pau duro, vendo aquele rabo de shortinho curto. Peguei minha mão, e escondi o volume, mas vi que era tarde demais, quando Ally, estava me olhando de boca aberta, e olhos arregalados.

– Puta que pariu! – disse ela. – O que… é… isso?

– Acontece às vezes! – gargalhei, para tentar descontrair a situação.

– Qual é o tamanho disso? – perguntou com os olhos arregalados. – E qual é a grossura disso? Meu Deus! O do Troy, não chega nem perto disso!

– A Dinah, fala que tem 20 centímetros, quando na verdade, tem 26… Eu não sabia que ela conseguia medir com os olhos! É péssima em matemática! – gargalhei. – É mais grosso do que uma latinha de Red Bull!

– Porra! Eu tenho dó das garotas! – gargalhou.

Eu não estava aguentando ver Lauren, dançando. Ela não sabia, mas estava me provocando. Então, corri para a cozinha, e bebi um pouco de uísque, e me sentei à mesa. Coloquei a mão dentro da minha cueca, e toquei na cabeça do meu pau. Ela estava completamente molhada, pelo pré gozo. Retornei para a sala, e o espetáculo de Lauren, já havia acabado. Me sentei do lado de Ally, enquanto Dinah, estava sentada no braço do sofá, e Lauren e Normani, estavam em pé.

– Bom, se você não se importar​, Camila, eu chamei uns dois amigos meus, para cá! – disse Ally. – Mas relaxa! Eles são legais!

– Bom, tudo bem! – digo. – Como eles se chamam?

– Harry e Zayn! – respondeu ela. – O Harry, tem um cabelinho grande, é gay, e o Zayn, tem um biquinho fofo! Você saberá quem é quem, quando ver os dois!

– Ok!

Dinah, deixou a música ligada, no último volume. Minutos depois, a campainha tocou. Dinah, foi ver quem era. Os amigos de Ally, já haviam chegado. Consegui distinguir quem era quem. O de cabelinho grande, era o Harry, e só de olhar, vi que ele era gay. Bom, Zayn, tinha um biquinho realmente fofo, mas fofo, para as outras mulheres, porque para mim, é apenas um simples biquinho.

– Olá, Harry Potter! – apertei a mão de Harry, e ele gargalhou.

– Sabe que eu já gostei de você? – disse Harry.

– Olá, Zayngado! – apertei a mão de Zayn, e ele gargalhou.

– Harry, é um ótimo contador de piadas! – disse Ally.

– Ah é? – arqueei uma sobrancelha, para desafiar. – Então, conta uma aí, Harry!

– Ok! – ele mandou um beijinho no ombro, e gargalhou. – Por que a terra é virgem?

– Hum… – Normani, começou a pensar. – Porque não tem buraco?

– Eu lá vou saber! – disse Dinah, franzindo o cenho, e erguendo os ombros.

– Por causa da minhoca, uai! – gargalhei.

– É quase isso, Camila! – disse Harry.

– Gzuis! – disse Ally, gargalhando.

– Bom, já que ninguém acertou, a resposta é essa: porque a minhoca é mole! – disse Harry.

– Nem todas, né? – gargalhei, e vi Lauren, subir as escadas.

Fiquei um tempo, conversando com os dois, e as meninas. Minutos depois, eles tiveram que ir, por causa de um compromisso muito importante, marcado para tarde. Depois, as meninas ficaram jogando GTA 5, no meu Xbox, e eu subi as escadas para ir atrás de Lauren. Olhei no quarto dela, e não a vi. Nem no banheiro, ela estava. Quando me aproximei do meu quarto, escutei alguns gemidos e grunhidos roucos e baixinhos. Me deparei, com Lauren, deitada de pernas abertas na minha cama, se masturbando. A buceta dela, já estava bem molhada, e sua lubrificação, estava escorrendo de sua entrada. Não demorou nem um segundo, e o meu pau ficou duro. Fechei a porta, me sentei na cama, e fiquei assistindo. Ela empurrou três dedos para dentro de sua buceta, e depois tirou, para empurrar de novo, bem rapidinho num vai e vem. Sua buceta, implorava por algo mais grande e grosso. Ela me olhou nos ​meus olhos… Castanho no verde, verde no castanho. Ela ficou me olhando, gemendo de boca aberta no formato de um “O”, enquanto empurrava e tirava seus dedos de dentro de sua buceta. Ela fechou os olhos, e começou a arquear as costas, gemendo alto.

– Geme baixo, porra! – coloquei minha mão na boca dela, abafando os gemidos. – Elas vão escutar!

Ela abriu bem suas pernas, e colocou quatro dedos dentro de sua buceta, em busca de mais prazer. Ela começou a empurrar e tirar seus dedos de dentro de sua entrada, num vai e vem bem rapidinho e forte, fazendo um barulho um pouco alto de algo melado, por sua buceta estar encharcada por sua lubrificação que não parava de escorrer de sua entrada. Ela tirou e colocou seus dedos de dentro de sua entrada, dessa vez, mais rápido. Eu estava com o pau, quase atravessando minha calça, de tão duro que estava, vendo minha filha, gemendo gostoso e se masturbando de pernas abertas deitada em minha cama, com quatro dedos. Logo, ela chegou ao ápice, e gozou em seus próprios dedos.

– Mama… – ela respirou ofegante. – Lólen não consegue parar de fazer isso, quando olha para o pirulito da mama!

– Isso é normal, filha! – sorrio maliciosamente. – Isso significa que você gosta muito de brincar com a mama!

– Mama, por que Lólen pensa em você, quando Lólen faz isso?

Ela se masturba pensando em mim, goza pensando em mim… Ela se tornou uma deliciosa ninfeta, e acima de tudo, minha submissa. Já não a vejo como filha, e vejo como algo mais. Mas é mais excitante, eu chamá-la de filha, e ela me chamar de mama, porque assim, lembramos que somos mãe e filha, e que de algum jeito, isso deixa tudo mais gostoso. Ela criou uma fome insaciável por sexo, que para ela, é apenas uma brincadeira. É a submissa mais sadomasoquista, que eu já dominei em toda a minha vida.

– É porque você gosta muito da mama! – respondi a pergunta dela. – A mama, também faz isso pensando em você, porque gosta muito de você!

– Você também usa dedinhos?

– Não! – gargalhei. – É aquele carinho que você faz no amiguinho da mama, e aí a mama faz nela mesma!

– Assim? –ela puxou minha calça junto com a cueca, fechou sua mão em meu pau, desceu, e depois subiu, batendo uma punheta bem devagar.

– Ohhhh! – soltei um gemido baixo. – Isso! Assim… oohhhh! Ohhh Lauren!

Ela começou a subir e descer sua mão, no meu pau, bem rapidinho. Fazer isso, foi o suficiente para o meu pau soltar quatro jatos de porra, que deixaram a mão dela, melada.

– Mais tarde, mama vai brincar com Lólen?

– Vamos, sim! – sorrio maliciosamente, olhando para a cara de pidona, dela. – Já sei… você quer mais um pouco, não é?

– Lólen que! – ela se aproximou de mim.

– Só um pouquinho, porque as meninas, podem escutar, se notarem a nossa demora, e virem aqui para cima! – comecei a trazer as alças​ do sutiã dela, para​ baixo. Quando cheguei aqui no quarto, ela estava somente com o sutiã no corpo.

Me encostei na cabeceira da cama, e fiquei sentada, com minhas pernas esticadas na cama. Meu pau, estava duro como pedra, apontando para cima, encostando no meu umbigo, pulsando com as veias saltadas.

– Vem brincar! – ela veio para o meu colo, colocou uma perna de cada lado do meu corpo, e sentou sem aviso. Eu vi sua buceta descer no meu pau, e a polpa de sua bunda, espremeu minhas bolas. – Mama promete, que ​vai gozar gostoso, dentro da sua bucetinha! – sussurrei no ouvido dela. – Mas você tem que prometer para mim, que você vai gozar gostoso no pau da mama! – ela assentiu com a cabeça.

Inesperadamente, ela puxou minha cabeça, e encostou nossos lábios. Ela cravou suas unhas em minha nuca, e começou a enfiar a língua, dentro da minha boca. Aquilo estava tão bom, que resolvi deixar ela fazer. Sua língua, encostou na minha, pedindo passagem. Eu cedi, e a língua dela, foi para cada canto da minha boca. Minha língua, encostou na dela, pedindo passagem, e ela deixou. Senti cada canto da boca dela, com minha língua. Quando a língua dela encostou na minha, outra vez, peguei a mesma com meus dentes, puxei, e chupei. Passei minha língua nos lábios dela, dando uma lambida. Ela pegou meu lábio inferior com os dentes, puxou, e mordeu ferozmente. Ela estava com fome, e eu, era o que matava a fome dela. Então, ela começou a quicar com vontade. Sua buceta, começou a subir e descer no meu pau. Ela estava com tanta fome por sexo, que começou a quicar bem forte e rápido, fazendo o barulho do choque dos nossos corpos um no outro, e fazendo seus seios pularem.

– Mama ooohhhhh oohhhh ohhh! – ela jogou sua cabeça para trás, e gemeu alto.

– Ohhh, isso! – gemi alto. – Vem, sua safada, senta na mama! Oohh filha!

Comecei a apertar os lados da cintura dela, sentindo que ela estava completamente excitada. Ela começou a quicar freneticamente rápido e forte, fazendo seus seios pularem mais, nossos gemidos ficarem mais altos, assim como o barulho do choque de nossos corpos. Ela subiu, e eu vi somente a cabeça do meu pau, dentro de sua buceta. Nem de lubrificante precisava, porque ela estava tão molhada, que meu pau entrava com facilidade. Forcei o corpo dela para baixo, e eu vi sua buceta engolir meu pau gulosamente. Ela voltou a quicar, e eu cravei minhas unhas nas costas dela, gemendo sem controle. Perdi meu controle, e coloquei-a deitada na cama, de pernas abertas para mim, me dando a visão de seu grelo bastante inchado e duro, dos seus lábios menores carnudos, e de sua entrada aberta e vermelha, de onde escorria sua lubrificação. Me posicionei no meio das pernas dela, peguei meu pau, e pincelei-o em seu clitóris, e fiquei um tempo esfregando minha glande molhada de pré gozo, escutando os gemidos manhosos, e ela estava se contorcendo. Parei de esfregar a cabeça do meu pau no clitóris dela, peguei o mesmo, me posicionei no meio das pernas dela, e coloquei somente a cabeça, dentro da buceta dela.

– Ohhhh, mama! – ela soltou um gemido alto. Se as meninas, estão nos ouvindo, estamos fodidas… Mas, que se foda! – Brinca com Lólen!

– Me diga, o que você quer? – mordi meu lábio inferior, e dei um tapa estalado em uma das coxas dela, deixando a marca vermelha da minha mão. – Repita o que você quer!

– Lólen que brincar com mama!

– Não é assim que se fala! – dei um tapa estalado em outra coxa, deixando a marca vermelha da minha mão. – O que ​você quer? – continuei segurando a cabeça do meu pau, dentro da buceta dela. – Você deve falar: “Eu quero ser fodida por você, mama! Eu quero que você me coma, e foda a minha buceta!”. Agora, repita! O que você quer?

– Eu quero ser fodida por você, mama! Eu quero que você me coma, e foda a minha buceta!

Levei meu quadril para frente, e eu vi todo o meu pau entrar dentro da buceta dela. Comecei a colocar e tirar meu pau, de dentro da entrada dela. Levei meu quadril para trás, tirando todo o meu pau de dentro dela, e depois levei para frente, fazendo o meu pau ir fundo. Ela começou a gemer, e eu, a perder o controle. Comecei a estocar forte e rápido, fazendo o barulho do choque dos nossos corpos um no outro, fazendo a cama chocar-se contra a parede, e o corpo dela, ir para trás e para frente, e seus seios estavam acompanhando o movimento, indo para trás e para frente também. Olhei para o meu pau, entrando e saindo da entrada dela. Os pés da cama, começaram a arrastar no chão, devido a cama estar indo para trás e para frente, com os​ meus movimentos, e começaram a fazer barulho. Levei meu quadril para trás, e depois levei para frente, estocando forte, encostando minhas bolas, na polpa da bunda dela. Comecei a estocar mais forte ainda, maltratando a buceta dela. Olhei outra vez, meu pau entrando e saindo de dentro da sua entrada, entre os lábios menores, que eu sentia encostando no mesmo. Subi mais um pouco, apoiei minhas mãos no colchão, deixando o meu tronco levantado, e continuei colocando e tirando meu pau de dentro dela. O bico dos meus seios, começaram a roçar no bico dos​ seios​ dela. Ela começou a se contorcer, sentindo meu pau rasgando a buceta dela, em cada estocada. Nunca ninguém, me deixou tão louca assim.

Ela me deixa louca, pelo fato de ser minha filha? Sim! Ela me deixa louca, pelo fato de ser uma mulher que age como criança? Sim! Sua inocência me deixa de pau duro? Sim! O que me deixa mais louca ainda? É que ela tem um cuzinho virgem, mas não será assim por muito tempo! Hoje à noite, isso irá mudar!

– Ohhhh mama! – ela gemeu alto, agarrando o lençol. – Ohhhh mama! Vai…

– Hummmmm! – grunhi, ficando mais animada, ao sentir a buceta dela, apertar meu pau. – Ohhhh! Que delícia de buceta! Ohhh!

Levei meu quadril para trás, e depois, levei violentamente para a frente, fazendo um barulho alto, dos nossos corpos, do grito de prazer que ela deu, e da cama batendo com força, na parede, e os pés fazendo um barulho no chão. Sua buceta, apertou ainda mais o meu pau, me fazendo trazer o quadril para trás e para frente, bem forte, para o meu pau poder entrar e sair tranquilamente. Após olhar meu pau entrando e saindo da buceta dela, ela gritou de prazer, soltou gemidos altos e roucos, com a boca aberta no formato de um “O”, arqueou suas costas, começou a se contorcer, revirou os olhos...

– Ohhhh ohhhh mama! – ela gemeu bem alto, e sua buceta estava totalmente apertada. – Lólen vai… fazer pipi!

Após isso, ela gozou três vezes seguidas no meu pau, tendo três orgasmos seguidos. Senti o líquido quente, melar todo o meu pau, e vi que ela molhou todo o lençol branco da minha cama. Levei meu quadril para trás, e depois para frente, sentindo meu corpo entrar em frenesi, e as minhas bolas pesarem. Fui tirando e colocando o meu pau, de dentro da buceta melada dela, até sentir que cheguei ao ápice.

– Ohhhh! – gemi alto, sentindo meu pau, encher a buceta dela, com nove jatos de porra seguidos. Eu nunca havia gozado tanto na minha vida.

Retirei meu pau de dentro da buceta dela, e a mesma, começou a expelir minha porra, que estava escorrendo de sua entrada, que eu arrombei, deixando bem aberta e vermelha. Gozei no fundo dela, então, a metade continua dentro dela. Ela passou o dedo indicador em sua entrada, recolheu minha porra, e chupou.

– Agora, vamos descer, que elas já devem estar estranhando nossa demora, e talvez toda a barulheira que ouviram! – passei o meu polegar na cabeça do meu pau, recolhi o resto de porra que havia, e coloquei na boca dela, para ela chupar. – Vista a sua roupa, e desça! – coloquei minha roupa, e saí do meu quarto.



Point of View Lauren



Mama, deixou Lólen no quarto. Lólen, gosta muito da mama, e Lólen, não sabe explicar como. Lólen gosta, de brincar com a mama, e do jeito que a mama brinca com Lólen. Lólen, não consegue parar de querer brincar com a mama, porque é gostoso, e Lólen, que sempre brincar, porque sente no meio das pernas, que que brincar com a mama. Lólen, não que mais saber de outra brincadeira, além da brincadeira que a mama, brinca com Lólen. Lólen gosta, e Lólen não consegue parar de pensar na mama, fazendo carinho no amiguinho dela, quando Lólen brinca com os dedinhos na frente dela. Lólen, também gosta disso. Mama, sempre ensina coisas novas para Lólen, sempre quando brincamos, e Lólen gosta! Lólen, que que a mama, ensina mais coisas, e Lólen que brincar muito com a mama.



Point of View Camila



Dei uma passadinha no banheiro, e arrumei meus cabelos desgrenhados, para não parecer que eu estava fodendo com Lauren. Joguei um pouco de água no rosto, e desci as escadas, torcendo para elas não terem escutado nada. Assim que cheguei na sala, Dinah e Normani, estavam se pegando no meu sofá. Ally, estava na cozinha, porque eu estava ouvindo os barulhos. Me aproximei de Norminah, e as duas, nem perceberam a minha presença, e continuaram colocando a língua, uma na boca da outra. Normani, estava no colo de Dinah, beijando a mesma, e apertando os seios da mesma. Dinah, estava recebendo a língua de Normani, em sua boca e estava apertando a bunda da mesma. Dizem que nessa vida, o que é bom, dura pouco… Pois é!

– Eu estou aqui! – gritei, dando um susto nas duas. Normani imediatamente, saiu do colo de Dinah. – O meu sofá não é cama!

– Aff! – Dinah retrucou, revirando os olhos. – Estava tão bom, mas você chegou!

– Falando nisso – disse Normani –, o que você foi fazer lá em cima, que demorou bastante?

– Eu estava ajudando Lauren, com um negócio! – menti. Mas em partes, isso é verdade. Eu estava ajudando ela, a gozar. – Olha, existe cama, viu? – gargalhei.

– Novidade! – Normani sorriu, e revirou os olhos.

Fui para a cozinha, e Ally, estava bebendo uma Marguerita gelada.

– Você que fez? – perguntei, pegando um pouco da Marguerita.

– Foi eu… e sei lá eu se ficou bom! – gargalhou. – Para mim, acho que está bom…

– Vou provar! – dei uma bebericada na Marguerita. – Uau! Isso está… muito bom!

Então, fomos para a sala. Norminah, já havia sossegado o facho, e estava jogando Resident Evil. Ally e eu, nos sentamos no sofá. Depois, vejo Lauren, descendo as escadas, e sentou-se no braço do sofá, do meu lado. As meninas, estavam tão distraídas com o jogo, que fiquei alisando uma perna de Lauren, e ela estava gostando, e estava me mostrando isso, com mordidinhas em minha clavícula. Meu celular, começou a tocar em cima da mesa de centro. Me levantei do sofá, peguei meu celular, e fui até a cozinha, para atender.



Ligação On



– Alô? Quem gostaria? – digo.

– Oi, filha! Sou eu! – disse minha mãe.

– Ah, boa tarde, mãe! Precisa de alguma coisa?

– Você poderia vir para a Grey House, agora?

– Bom… sim! Mas por que agora?

– Tenho um comunicado importante, para você!

– Está bem! Você está na Grey House?

– Estou sim, filha!

– Está bem! Já já, eu estou aí!



Ligação Off



Subi as escadas, e fui para o meu quarto. Peguei um terno cinza, como os do meu pai, e vesti. Aliás, o cinza, é o símbolo da família Grey! Me sentei na cama, para procurar a chave da minha Ferrari, na gaveta do criado mudo, mas acho que não estava ali. Passei a mão pela cama, e ainda estava molhada. Estava molhada, pelo gozo de Lauren. Dou um sorriso malicioso, e levo minha mão, até o meu nariz, para sentir o cheiro dela. Escutei alguém subir as escadas, e se aproximou do meu quarto. Lauren, adentrou meu quarto.

– Mama vai para onde? – perguntou ela.

– Vai ver a vovó! – sorrio.

– Lólen vai ficar sozinha?

– Não! A tia Ally, a tia Dinah, e a tia Normani, vão ficar com você!

– Mama vai demorar?

– Não sei, mas vou tentar não demorar!

– Mama vai brincar com Lólen, mais tarde?

– Vai! Oh, se vai! – sorrio maliciosamente.

– Elas são malucas! Principalmente a tia Dinah e a tia Normani!

– Eu sei! – me aproximei dela, dei um selinho e desci as escadas. Lauren, desceu atrás de mim.

A chave da minha Ferrari, estava do lado da TV. Peguei-a, e disse para as meninas:

– Eu vou ter que dar uma saída, e preciso que vocês fiquem com Lauren!

– Pode deixar! – disse Ally. – Nós vamos ao shopping, e se você não tiver chegado até lá, Lauren, vai com a gente!

– Está bem! – Lauren, me acompanhou até a porta.

Ela me olhou com olhos pidões.

– Achou que eu me esqueceria disso? – ataquei os lábios dela, e enfiei minha língua, nos cantos da boca dela. Para finalizar, chupei a língua dela.

[…]

Estacionei minha Ferrari, e entrei, para ver o que minha mãe quer dizer. Antes de ir para o vigésimo andar, fui tomar um copo de água.

– Srta. Grey! – disse Austin, o advogado da família. – Boa tarde! – bebericou um pouco de café.

– Boa tarde, Sr. Mahone! – bebi um pouco de água, e caminhei até o elevador.

Peguei o elevador, mas uma mão, impediu que a porta se fechasse. Uma mulher, adentrou o elevador. Parecia ser nova por aqui, e parecia estar perdida.

– Com licença – digo –, como a senhorita se chama?

– Alexa, me chamo Alexa Ferrer!

– É nova por aqui, Srta. Ferrer?

– Sim! Hoje é o meu primeiro dia aqui, e vou substituir Kaya Scodelario! – ela ajeitou sua bolsa. – Ah, e você é a filha do Christian Grey, não é?

– Sim!

Ela desceu no décimo quinto andar. Cheguei no vigésimo andar, e fui para a sala do meu pai, que é onde minha mãe, deve estar.

– Chegou rápido! – disse ela.

– Qual é o comunicado que você tem para mim?

– Olha, seu pai, organizou uma festa para amanhã, para amigos e família, para celebrar o crescimento dos negócios! É de extrema importância que você vá!

– Bom, está certo! E que horas?

– Início às 18:00PM, e término, às 00:00AM!

– Ok, é viável!



Point of View Normani



Camila, não havia chegado. Ally, Dinah e eu, levamos Lauren, para o shopping com a gente. Deixei um bilhete em cima da mesa de centro, avisando isso, caso ela chegar primeiro que nós.

Passamos nas praças de alimentação, e comemos um pouco. Todas nós, olhamos para Lauren, e tivemos uma ideia. Vamos fazer uma coisinha com ela!



Point of View Camila



Quando entrei em casa, as luzes estavam apagadas, e estava um silêncio. Fechei a porta, e pendurei a chave da minha Ferrari, na parede. Encontrei na mesa, um bilhete de Normani, que dizia:



Nós levamos Lauren, com a gente para o shopping. Ass: Mani.



Subi as escadas, e fui para o meu quarto. Coloquei uma camiseta qualquer, e vesti uma calça moletom azul. Fui para a cozinha, e bebi um copo de suco de maracujá natural. Fui para a sala, me sentei no sofá, e comecei a assistir True Blood… mas mudei para Supernatural, e fiquei assistindo. Logo, a campainha tocou, e eu me levantei para atender. Abri a porta, e vi as meninas, olhando com uns “sorrisinhos” sonsos para mim. Mas logo entendi o porque, quando elas mandaram Lauren, aparecer. Ela estava vestida com um vestido vermelho, bem colado no corpo, estilo costas nua, que ficava três mãos acima dos joelhos. Eu podia ver seus enormes seios, quase saltando para fora do vestido. Ela estava com um par de saltos altos pretos, e um batom vermelho sangue, que mexeu comigo. Aquilo, era a perfeita visão de uma mulher. Meu pau, começou a dar umas pontadas, e ficou duro. Escondi meu volume, com minhas mãos.

 

– Já que Lauren, está entregue, já estamos indo! – disseram elas. – Tchau, Camila!

Fechei a porta, e finalmente Lauren e eu, ficamos à sós. Agarrei Lauren, por trás, meu pau duro, tocou sua bunda, coloquei minha boca perto do ouvido dela, e sussurrei baixinho:

– Vestido vermelho, é a minha perdição! E você, é um labirinto, porque eu entro, e não consigo sair!

– Ohhhh! – ela soltou um gemidinho baixinho e rouco, sentindo meu pau encostar em sua bunda. – Lólen que brincar!

– E esse batom… eu vou borrar todinho, e vou arrancar esse vestido vermelho do seu corpo! – coloquei-a contra a parede.

Agachei-me diante dela, e puxei sua calcinha para baixo. Fiquei com a calcinha dela, em minha boca, me levantei, e ela olhou com olhos que imploravam por uma transa daquelas. Esse, era o meu maior desejo, e ela ia realizá-lo.

– Eu gosto assim! – sussurrei no ouvido dela. – Uma safada, usando um vestido, sem calcinha por baixo! – passei a mão, na buceta molhada dela, e lambi.

– Ohhhh! – ela gemeu com a minha mão, passando em sua buceta. – Vamos brincar, mama! Lólen que brincar!

– Me diga, o que você quer? – dei um tapa estalado e ardido, em uma das coxas dela.

– Lólen que brincar com mama!

– Me diga, o que você quer? – gritei, dando um tapa estalado e ardido, na outra coxa.

– Lólen…

– Você deve repetir isso: “Mama, eu quero dar o meu cu para você!”. Vamos lá, repita isso! Me diga, o que você quer?

– Mama, eu quero dar o meu cu para você!

– Fala mais alto, que eu não escutei!

– Mama, eu quero dar o meu cu para você! – ela falou alto.

– Muito bem… agora, eu vou te comer, de uma maneira que você nunca imaginou! Então, vamos brincar! Que a festa comece!


Notas Finais


Espero que tenham goza... Gostado!
Capítulo grandinho, né?
Bom, aguentem firme aí, que logo virá mais... mais e mais hots!!!

Muitos beijinhos nas bochechinhas de vocês, e até a próxima, babies!

Qualquer dúvida ou pergunta, é só comentar!

Até a próxima, hasta la vista...
💋😉


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