História My Salvation - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Chloë Grace Moretz, Liana Liberato, One Direction, Zayn Malik
Personagens Chloë Grace Moretz, Harry Styles, Liam Payne, Liana Liberato, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Chloe, Chloe Grace Moretz, Chloe Moretz, Harry, Harry Styles, Liam, Liam Payne, Liana, Liana Liberato, Liberato, Louis, Louis Tomlinson, Malik, Moretz, Niall, Niall Horan, One Direction, Zayn, Zayn Malik
Exibições 15
Palavras 1.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bem? Estou passando aqui pra informar 1° que eu só irei postar o próximo capítulo na segunda feira, pois eu vou entrar em período de provas, e preciso estudar. Eu pretendo postar um dia sim, um dia não, e já que eu estou postando hoje, eu deveria atualizar sábado, mas dias de sábado tenho reuniões de escotismo, então não dá para escrever/postar.
E 2° queria pedir desculpas, os capítulos estão saindo pequenos, não era essa a intenção, queria que saísse com 2, 3 mil palavras, mas eu confesso que não consigo kkk mas pelo menos tem um lado bom nisso, talvez posso deixar vocês mais curiosos :)
Então, é só isso msm. Bjs e boa leituraaaaa

Capítulo 3 - Disastrous Night


Eu adoraria saber o que diabos eu estava fazendo ali?! Inclinei minha cabeça e encontrei minha mãe jogada numa poltrona no canto do quarto, roncando. Ri internamente com a cena, e senti uma pontada fina e muito forte na cabeça. Gemi de dor, e por mais que eu não quisesse, tive que chamar minha mãe.

- Oi filha, como se sente? - ela perguntou esfregando os olhos para melhorar a visão, provavelmente embaçada.

- Estou morrendo de dor de cabeça - informei. Ela apenas assentiu e saiu do quarto, provavelmente indo procurar alguém.

Tentei esvaziar minha mente para que a dor de cabeça não aumentasse, mas de nada adiantou. Ouvi o ranger da porta e vi mamãe e a minha médica, doutora Velasco, entrarem no quarto.

- Oi minha princesa - ela sorriu gentilmente e eu tentei esboçar um sorriso de volta, mas foi falho.

- O que houve? Por que estou aqui? - disparei.

- Bom, um rapaz veio lhe trazer aqui, segundo ele, você desmaiou no meio da calçada, em frente à uma boate - ela disse e imediatamente mamãe olhou para mim. Seus olhos pegavam fogo, eu sabia que viria bronca.

- Pode me informar o nome desse rapaz? 

- Ele não disse o nome dele, só lhe deixou aqui e foi embora... - ela disse cabisbaixa. Murmurei um "ah" baixinho e sorri para ela.

- Quando vou poder ir embora? - perguntei ansiosa.

 - Bom, já é meio-dia, por volta das 17:00H mais ou menos você vai receber alta. Então vou adicionar um calmante no seu soro, espero que aproveite o sono - ela disse, fazendo o processo. As duas saíram do quarto para me deixarem descansar. Virei meu corpo para o lado e fechei os olhos, me entregando a inconsciência. 

"Arco-íris, sol brilhando, brisa leve e gostosa de sentir na pele, o cheiro das rosas isalando era mágico, parece que eu estava no paraíso. Era assim que eu queria me encontrar, para sempre. Deitei-me na grama macia, e permiti-me sonhar acordada por um longo período. E de repente senti alguém deitar ao meu lado. Abri meus olhos lentamente e virei minha cabeça na direção da pessoa que estava ao meu lado. Era um garoto, ele aparentava ter no máximo 20 anos, era moreno, tinha os olhos cor-de-mel, cabelos escuros e uma boca rosada provocante. Ele começou a fazer carinho no meu cabelo, mas sem tirar os olhos dos meus. Então ele foi se aproximando, se aproximando, e foi quando senti seus lábios em cima dos meus..."

Acordei em pulo, eu suava feito um porco. Minha respiração estava ofegante, acelerada. Rolei os olhos pelo quarto e encontrei um relógio de parede, marcava 16:58H. Levantei-me em um pulo e notei que na poltrona onde mamãe estava sentada horas antes, haviam roupas. Caminhei até a poltrona, peguei a peça e a ergui, analisando. Era um vestido amarelo com alguns detalhes em branco. Havia também uma jaqueta jeans de lavagem clara. E o que não podia faltar, peças intimas e uma toalha. Fui para o banheiro, e tomei uma rápida ducha. Depois de terminar o banho, enxuguei meu corpo com a toalha e me vesti. Saí do banheiro e deparei-me com mamãe, que estava com uma sacola pendurada no ombro. Ao lado dela estava a doutora Velasco.

- Pronta? - mamãe perguntou, sorrindo. 

- Sim - suspirei. 

Despedi-me da médica, e segui em direção ao carro acomoanhada de Rosely. Embarcamos e mamãe começou o sermão.

- Eu te dou toda a liberdade do mundo, mas você não sabe usar. Porra Melina, quantas vezes eu já te disse, "sai, mas avisa"? Parece que você se faz de surda.  

- Eu tenho 18 anos, mãe... - tentei me defender, mas fui interrompida bruscamente.

- Foda-se, você mora debaixo do meu teto e quem paga suas contas sou eu. Agora me diga, por que fugiu pra uma balada e não me falou nada?

Fiquei calada, olhando para o tempo.

- Me diga, vamos.

- Talvez por que eu quisesse curtir o tempo de vida que eu tenho, caramba! - exclamei alto com lágrimas nos olhos. Saí do carro e segui andando pelas calçadas, enquanto mamãe buzinava e gritava para eu voltar para o carro. Não ousei olhar para trás, continuei andando apassos duros e largos.

Senti que mamãe havia dado meia volta e ido embora. Foi aí que soube que ela me conhece realmente. Sabe que eu não voltaria atrás e não entraria naquele carro. 

Caminhei cerca de 1km, e pus meus pensamentos no lugar durante o percurso. Parei na frente de uma loja de bebidas, fiquei a olhando e pensando se deveria entrar lá. Não compraria nada demais, somente um Redbull, então resolvi entrar. 

Quando entrei na loja, vi que não havia ninguém na fila, apenas umas 5 pessoas pegando ou procurando bebidas. Fui em direção ao freezer que havia os energéticos, retirei dois de lá, e quando olhei para o lado, vi um garoto parado pegando alguns maços de cigarro. Ele era alto, moreno, tinha cabelos pretos... Exatamente como o garoto que eu sonhei a tarde no hospital. Fui até o caixa, e coloquei os energéticos em cima da esteira. 

- Já foi liberada? - uma voz me despertou do transe em que eu estava, e quando virei, era o mesmo garoto que pegava cigarros. Ele era exatamente como o garoto, sem tirar nem por nada. Boca rosada, olhos cor-de-mel hipnotizantes.

- Liberada de quê? Quem é você? - perguntei franzindo o cenho e o encarando, dando dinheiro oara o moço que estava atrás do caixa.

- Suponho que não se lembre mais de mim - ele me fitou com seus olhos penetrantes e eu senti um calor no ventre. Esperei que ele pagasse e seguimos para fora do local.

- Ahh - foi tudo que eu consegui dizer. Ou gemer, por que aquilo foi quase um gemido. 

Forcei minha mente a tentar lembrar de algo relacionado àquele garoto. E então foi que me lembrei de tudo da noite passada. Um cara me pagou um drink e sua intenção era ficar comigo. Eu rejeitei, ele me assediou e o garoto... me salvou.

- Você quem me salvou ontem à noite? - perguntei, mesmo sabendo da resposta.

- O que acha? - paramos de andar e ele acendeu um cigarro, soltando a fumaça de forma sexy. Meu Deus, aquilo era crime. Ser tão gostoso assim... Inexplicável! 

Ele percebeu que eu fiquei sem reação, então ele riu baixinho e saiu andando com seu cigarro na boca. Saí do transe novamente e corri atrás dele.

- Espera... Ahh, obrigada - senti minhas bochechas pegarem fogo. 

- Não há de quê - ele sorriu com a língua entre os dentes. 

- Como sabia que eu estava sendo... Assediada, digamos assim?! - perguntei.

- Conheço aquele cara, ele tem fama de comedor, e quando não consegue cantar uma garota, a força para ir para a cama com ele - ele informou - já vi ele agarrando uma naquele mesmo beco, mas não fiz nada, só fiz quando vi você jogada naquele chão - ele parou de andar e me olhou sério.

- Por que? Por que escolheu me salvar? - perguntei curiosa - não que eu esteja reclamando, mas eu tenho essa dúvida.

- Por que eu sentia que tinha a obrigação de salvar você - ele me olhou de cima a baixo discretamente e tragou seu cigarro. Ele caminhou até um Cadillac e eu quase babei - posso saber pelo menos seu nome?

- Melina Blanc - eu disse, sorrindo amarelo - e o seu?

- Sou Zayn... Zayn Malik.


(...)


Durante todo o percurso de volta para casa, eu não parei um minuto se quer de pensar em Zayn Malik. Ele era incrivelmente cheiroso, sedutor e lindo demais. Aqueles olhos deixam qualquer um num transe imperceptível. Aquela boca rosada... Nunca admitiria isso, nem em pensamentos, mas dá uma vontade de devorar ela e fazer com que ela seja somente minha. Mas o que eu estou imaginando? Eu jamais teria algo com ele, um garoto lindo daquele vai querer uma cancerígena como eu? Coitada, que dó de você Melina. 

Cheguei em casa e fiz de tudo para não fazer barulho. Subi as escadas lentamente e entrei no meu quarto. Deparei-me com minha irmã menor, Clarisse, de 12 anos, deitada na minha cama, agarrada com o urso que Daniel (meu pai) havia me dado quando menor eu tinha a idade da garota, quando eu fui identificada com câncer...

- Clary, o que aconteceu? - sentei-me na cama e acariciei seus cabelos ao perceber que ela estava chorando.

- Quando ele vai voltar? Ele me abandonou, abandonou a mana, abandonou mamãe e abandonou você, a que mais precisava dele - ela disse quase gritando, e aquilo foi de partir o coração.

- Olha, as coisas não estão fáceis por aqui, mas vai melhorar - sorri - ele vai voltar, eu te prometo - eu prometi, mas tentava convencer a mim mesma de que ele voltaria.


(...)


Acordei com a coluna doída por dormir de mau jeito em uma cama de solteiro junto com a pequena Clarisse. Ela dormia tranquilamente agarrada com o Tim - o urso. Levantei da cama lentamente e torci para que Clary não acordasse. Fui para o banheiro, me despi e tomei um demorado banho. Assim que terminei, enrolei-me na toalha e fui para o quarto, pegando uma roupa qualquer no armário. Penteei meus cabelos e calcei meus chinelos. Beijei minha irmã na testa e sussurrei um "vai ficar tudo bem", e desci. 

Cheguei à cozinha e mamãe e Patricia, uma amiga dela da faculdade - estavam fazendo um festival de panquecas, enquanto riam animadamente quando tentavam vira-las igual àqueles chefes de programas de TV. Encostei-me na parede e fiquei observando aquela cena. Mamãe finalmente me avistou e fechou a cara, provavelmente estava chateada comigo por ei ter andado quase 2 km sozinha. 

- Bem, nos precisamos conversar - ela anunciou. 

- Eu vou indo - Patricia sorriu e mamãe a parou.

- Acorde as garotas e as leve para passear, por favor - ela disse e Patricia concordou, passando por mim e me beliscando na barriga, logo após subindo as escadas.

- Comece logo o seu sermão - eu disse entediada.

- Não é sermão. Melina... É sobre seu pai.


Notas Finais


E aí pessoinhas, gostaram? Bom, nunca pedi nada a vcs (sqn) então favoritem para receberem as notificações, comentem o que gostaram, o que não e o que devo melhorar, e compartilhem com os(a) amigos(a), assim irão me ajudar MUITOOOO! Beijos e obrigada por ler, até o próximo capítulo!


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