História My second love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Jikook
Exibições 71
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lindus cap novo!! Espero que gostem ^^
Eu vou começar a postar alguns capítulos neste horário, de madrugada. Mas se não for de madrugada será as 18h.
Bom, já dei o aviso então.. Boa leita!❤

Capítulo 2 - Chapter 2


Fanfic / Fanfiction My second love - Capítulo 2 - Chapter 2

- Quem foi o desgraçado?! - Tudo o que eu não queria era fazer mal a alguma pessoa hoje, mas parece que o universo não esta há favor sobre isso muito bem.


- Oh, me desculpe. - O mesmo me estende a mão. Era Jungkook. - Me desculpe mesmo, não tive a intenção. - Não estou com paciência para este tipo de coisa, recuso ser ajudado pelo mesmo. Talvez meu orgulho falasse mais alto. Não quero que isso se repita, ninguém praticamente encosta em mim por medo, então me  levanto e dou dois passos á frente até ficar cara a cara com o mesmo, lançando um olhar ameaçador.


- Que isso não se repita. - O mesmo engoliu em seco. Tem tanto medo assim? - Está com medo? .. - Um sorriso de lado um tanto malicioso surge em meu rosto, quero ver até onde ele aguenta.


- Me disseram para não mexer com você.. Manter o máximo de distância possível. - Dá uma olhada para trás.


- E por que não seguiu as devidas regras? - Ele récua, por que tanto medo? Quem estava me encarando desde o começo do dia era ele, não eu. Ou será os dois? Mais uma olhada pra trás.


- Já disse desculpa, estava apressado e não vi por onde andava ou quem estava aqui. - Por que não para de olhar pra trás? Ele não está com medo de mim e sim de outra coisa. Mas isso não me importa.


- Que isso não se repita. - Digo novamente. Assim que ele assentiu e saiu correndo pude perceber meu coração disparado, nunca tinha acontecido tal coisa antes.


Balanço a cabeça para tirar esses pensamentos e vou em direção a saída vendo meu motorista me esperando, adentro o carro preto que começa a se mover assim que fecho a porta.

Quando finalmente chego em casa jogo a mochila ao lado da porta de entrada, algum empregado a tiraria de lá de qualquer forma. Vou a cozinha onde meu pai almoçava concentrado em alguns contratos sob a mesa, sento e trazem minha comida. Espaguete de almôndegas. Meu preferido.


- Oi pai. - O mesmo me olha, mas volta seu olhar para a papelada ao seu lado. Mais uma vez ignorado. E então tento comer o mais rápido possível para sair do local, não consigo ficar neste tipo de clima por muito tempo. Ao terminar subo as escadas em direção ao quarto, a porta estava trancada como sempre. Só eu tenho a chave. Gosto de ter algo só meu onde ninguém irá me pertubar, fico tempo o suficiente no quarto para ser considerado um adolescente depressivo. Talvez eu fosse. Talvez eu seja. Mas nada irá mudar tal coisa, ficar em meu mundo o quanto eu quiser é algo tentador.

Mas como sempre algo estraga minha paz do dia, meu telefone começa a tocar.


- Alô. - Não olhei quem era, apenas atendi.


- Jimin, estamos marcando de ir em alguma boate. - Reconheço a voz, era Tayler falando. - Topa ir? - Não quero.


- Claro, vai ser divertido. - Tento fingir que estou animado e parece que deu certo pela risada baixa que pude escutar do outro lado da linha.


- Tudo bem, vai ser hoje a noite. Oito horas. Não se atrase. - E então ele desliga.


Não estou com animo para qualquer coisa hoje a noite. Só gostaria de ficar em casa, uma coisa que não será possível já que o pai de Tayler é um dos nossos contratos mais bem feitos que geram resultados excelentes, qualquer erro meu e sofrerei as consequências. Olho para o relógio que marcava quatro horas. 
Como não teria nada para fazer com que o tempo passasse mais rápido resolvo dormir, antes coloco meu celular para despertar em um horário adequado com que eu consiga me arrumar.



Estou sonhando. É difícil com que isso aconteça, não é com muito frequência que sonho. Muito raro.
Estava em algum tipo de bosque, flores rodeavam o local. Música. Era possível se ouvir uma música calma e relaxante. Havia um banco. E nele estava uma mulher que não reconheço de imediato. Mas quando a mesma se vira posso ver quem realmente é. Minha mãe.

Minha mãe morreu a dois anos em um acidente, mesmo ano em que eu mais precisei de sua ajuda. Meu primeiro amor. Meu primeiro beijo.
Eu era muito medroso para qualquer tipo de coisa, meu pai vivia me fazendo passar por coisas um tanto desconfortáveis para me tornar o "homem" adequado que ele queria. Mas a mesma sempre tentava dar um jeito de me ajudar. Mas tudo isso se foi. Não importa mais.


Ela estava com o sorriso confortante de sempre, seu cabelo castanho estava solto (uma coisa que antes raramente acontecia). Um vestido simples branco com pequenos detalhes. Completamente perfeita.


- Como cresceu. - Diz, logo em seguida me abraçando. Oh, esse abraço. O abraço que desejei por anos. Mas isso não é real, é apenas um sonho. Mas por que as sensações parecem tão verdadeiras?


- Por que você teve que ir? - Minha voz saiu fina, sentia que o choro estava próximo.


- Oh meu querido, não se preocupe. Eu sempre estive com você. - Alguns dizem que puxei ao sorriso dela. Poderia estar sendo o pior dia de todos, mas quando ela abria seu sorriso era como se nada tivesse acontecido. Tudo se alegrava.


- Querido me ouça bem. - Assinto concordando. - Sempre siga..


Tudo se tornou preto. Pulei assustado da cama, o alarme já tocava num som irritante. Me levanto e sigo para o banheiro, retiro minhas roupas e adentro o box. Resolvo tomar um banho quente, o vapor já era visível. "Sempre siga.." sempre siga o que? Por que não pude ficar até a mesma terminar a frase? Muitas coisas para se pensar.

Ao terminar saio com a toalha na cintura, passo meu perfume e desodorante. Visto uma calça de couro um pouco justas, uma regata preta com alguns escritos junto com uma jaqueta, uso meus All Star de sempre. Olho o relógio novamente que marcava 19:47. Como odeio chegar atrasado já resolvo ir. Aviso meu motorista e logo estou no carro. Era uma boate que vamos em alguns finais de semana, um ótimo lugar para se esquecer um pouco da realidade ridícula que nos encontramos. Quando estamos chegando, aos poucos já era possível se ouvir a música e ver as luzes que saíam cada vez que a porta era aberta. Quando o carro é estacionando abro a porta e saio.


- Boa noite senhor Park. - Dizem ao abrir a porta para mim, sou um sócio bastante importante aqui.


Já que nenhum deles havia chegado ainda resolvo me sentar em um dos sofás de couro. 

Álcool e sexo. Era o cheiro presente. Adolescentes bêbados, garotas de programa, e muita musica. Uma mistura perfeita.


- Chegou primeiro que nós. Parabéns. - Stefany diz ao se sentar do meu lado, seguido pelos outros. - Viu quem eu trouxe? - Todos olham para o convidado que estava meio desconfortável por ter recebido toda a atenção.


- O que ele está fazendo aqui? - Estou confuso. A última coisa que estava esperando era ele ter vindo.


- Pergunte a ele, quero beber alguma coisa. Vamos Tayler. - E assim só se restavam eu e ele.. Jungkook.


Ele ficou apenas parado em pé me encarando, já estava farto disso. - Não vai sentar? - Pergunto. Ele se senta. - Agora me explique, o que está fazendo aqui? Lembra das regras?


CONTINUA..


Notas Finais


Espero que tenham gostado Lindus.
(Como já falei lá em cima o horário que vou começar a postar sera de madrugada ou as 18h.)


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