História My secrets box - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Meredy, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Virgo
Tags Caixa, Casamento Arranjado, Fairy Tail, Fuga, Gale, Hentai, Jerza, Lucy, Ménage, Mochileiro, Nalu, Novela, Rogue, Segredos, Sting, Yuri
Exibições 85
Palavras 3.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha quem resolveu postar tudo de uma vez! :)
Lebrando : As chaves são o desenvolvimento de Nalu.
O que vem por ai??

Capítulo 5 - 2 Chave - Touro


Após a declaração de Rogue, um tanto quanto tentadora à Lucy, a loira não conseguiu mais pronunciar qualquer palavra, tudo o quer que fosse que saísse de sua boca, seria besteira. E mais do que nunca sua cabeça girava para tudo que viesse dele, estava uma confusão geral; deu graças aos céus quando o Cheney mais velho os interrompeu, no meio daquela conversa constrangedora, querendo falar com o filho e seu sócio; entretanto o sorriso que ele carregava e mostrava sempre para Lucy, era no mínimo estranho. Ficaram algum tempo a mais, porém Lucy e Rogue não tiveram nenhum momento a sós novamente, estando sempre acompanhados, e isso impediu que Lucy se revelasse mais a ele. Rogue notou isso: Quando estavam a sós ela parecia mais leve, disposta a conversar, exibir um pouco mais de si; entretanto quando os “adultos” resolveram se juntarem ela voltou a se fechar, olhando sempre para baixo, erguendo poucas vezes o nariz arrebitado, e os doces olhos sempre opacos.

Rogue não estava suportando aquele clima pesado, não era ele, disso tinha a mais absoluta certeza, algo a travava, e supôs ser o próprio pai, mesmo assim ele preferiu não adentrar esse assunto. Pouco tempo depois de tomarem um chá, servido pela empregada estranha de cabelos curtos róseos pediu licença e se direcionou para a saída da mansão, carregando com ele Skiadrum.

-Foi um prazer recebê-los em minha residência – Jude sorria por baixo do bigode grosso. Rogue não havia gostado de como ele lhe passava falsidade, insegurança. – Não é Lucy?

Os olhos castanhos dele eram duros sobre ela, forçava-a responder; a moça apática apenas maneou a cabeça positivamente. Os olhos do Cheney passearam ao redor, as empregadas olhavam com pena para a jovem,e seu próprio pai era condescendente com a atitude do homem a sua frente; aquilo o estava realmente irritando. Se martirizou ao ter pensado errado da moça antes de vê-la; ela estava odiando isso mais do que ele.

-Lucy – Ele chamou calmo. A loira ergueu os olhos, brilhantes por lágrimas contidas. Rogue pegou a mão branca dela, delicada, beijou-lhe rapidamente, cordialmente – Todos os seus desejos.

Com apenas mais um aceno se despediu e virou-se simplesmente, indo até o carro, seu pai o seguia abobalhado; estava provavelmente feliz por ter certeza de que o casamento aconteceria.

-Você fez bem meu filho! – Skiadrum sorria abertamente, mostrando todos os dentes – Muito bem!

-Que droga! – Rogue o encarou furioso – Você não percebe a situação? – seu pai diminuiu o sorriso e rolou os olhos. – Estão obrigando a moça, não percebe o quanto ela é apática a tudo?

-Isso não é de nosso interesse Rogue.

-Claro que é! Se querem tanto esse casamento entre nós, ela é de nosso interesse. E não digo comercialmente. – Rogue voltou a se recostar no banco – Ela tem sentimentos, sonhos, vontades; estamos simplesmente arrancando tudo dela!

-Se apaixonou a primeira vista, Rogue? Isso não é típico de você! – o mais velho riu anasalado.

-Ah! Por favor! Isso não tem relação com amor, é humanidade! Estamos no século XXI e vocês ainda pensando em casamentos arranjados...

-Puramente negócios! – Skiadrum falou firme – Ouça agora Rogue; Sei como Jude é, como ele age e o quanto ele vale. – O homem esfregou os dedos, simbolizando o dinheiro que emanava dos Hearthfilias – Se você se importa com a moça e com os sentimentos dela – Skiadrum voltou a rolar os olhos – Tire-a dali. Acha que não entendi o que quis dizer a ela quando se despediu? Não nasci ontem Rogue – Ele riu com escárnio – Sei que não sou comparação para ninguém, mas Jude não é o mesmo desde que Layla morreu, e ele desconta na filha, pois é a cópia perfeita da mulher morta, mas apenas em aparência. Eu não sei o que exatamente tem nele de diferente, foi tão impercepitivel a mudança que quando reparamos já era tarde.

“Uma noite, estávamos Jude, eu e  Weisslogia em um jantar de negócios, e o Hearthfilia simplesmente decidiu que a filha se casaria com alguém da escolha dele, para que a fortuna não caísse em mãos erradas e fosse preservada a todo custo. Ambos ficamos estupefatos com a declaração, você e Sting eram adolescentes, perto da maioridade, provavelmente a moça tinha apenas onze ou doze anos. E por anos tentamos convencer Jude do contrário e foi totalmente inútil, então comecei a barganhar com ele, pois eu te conhecia, sabia que seria contra, que acharia um absurdo toda essa história de casamento arranjado. Quando pedi que desse uma chance a ela era justamente para que percebesse o quanto ela sofre. – Skiadrum respirou fundo, bateu com a palma no volante enquanto a outra rodeava firme o couro. Rogue apenas observava – Esse casamento não é só para permitir uma união comercial, é para preservar a própria Lucy de Jude. Antes você – O Cheney mais velho olhou para ele – Do que outro. Você não faria nada para machucá-la, mas pode garantir que outro teria a mesma conduta gentil?

-Eu entendi. – Rogue estava mexido, não iria negar, não demonstraria suas emoções, mas não se privaria delas. Pegou o celular e procurou entre os contatos Gajeel.

-Fala. – Do outro lado o Redfox estava com uma voz cansada, Rogue não queria entender o motivo.

-Quero por uma musica no nosso repertório para o fim de semana.

- O que?! – Gajeel  gritou no telefone – Em cima? Cacete Rogue!

-Para de reclamar, é importante. Preciso só de você e Gray. Eu mesmo vou cantar, só nós três vai ser mais fácil de arranjar.

-Você cantar? Caralho! O mundo vai cair – O Redfox riu alto. Rogue revirou os olhos – Espero que seja uma fácil e que consigamos deixar ela ao menos apresentável. Temos apenas três dias.

-Sei disso. Estou indo para ai.

 

---

Lucy estava deitada, olhando para cima, de repente tudo voltou a ficar sem cor. Por dois dias ficou pensando em Rogue, em como ele lhe foi complacente. Pareceu ser um bom rapaz, educado e apesar da aparência misteriosa, amável. Entretanto, Natsu ainda lhe rondava os pensamentos; não o viu mais, foi nos dois dias a Fairy Tail, sentava na mesma mesa, pegava o mesmo livro, e esperava pelo mesmo tempo sempre; mas ele não voltou a aparecer. Hoje começava o festival, e sinceramente, esperançosamente, gostaria de vê-lo.

-Bom dia pirralha. – Aquarius entrou no quarto com uma bandeja, com o café da manhã – Aproveite que hoje estou de bom humor, veja: até lhe trouxe o desjejum na cama. – A empregada de longos cabelos azuis sorria.

-Isso sim é uma coisa rara – Lucy brincou, sentando-se sobre o colchão macio – Obrigado.

-Não por isso. – Aquarius sorria, e isso estava assustando Lucy.

-Diga logo. – A loira sorriu delicada, sorvendo do liquido quente e doce.

-Quero saber por que esta mais corada. É aquele cara estranho de cabelos rosa, não é?

-Claro que não – Lucy acabou engasgando com a pergunta, tossindo forte. A empregada apenas olhava com um sorriso de canto, uma das sobrancelhas arqueadas. Desacreditada como sempre – Tá. Sim e não.

-Explique.

-Bem – Lucy colocou a xícara sob a bandeja , enrolou os pés e olhou para baixo – Ele se chama Natsu, é um viajante. O conheci por acaso a uns quatro dias, em Fairy Tail. Mirajene trocou nossas xícaras propositalmente, e ele puxou conversa. – Aquarius se sentou apreciando realmente a história – Ele praticamente me intimou para aparecer ali no dia seguinte.

-E você foi. – Aquarius rolou os olhos quando Lucy concordou maneando a cabeça.

-Eu estava curiosa, sobre tudo. Passamos a tarde e a noite juntos; apenas passeando pela cidade, conversando trivialidades.

-E quando os Cheney vieram aqui...

-Eu fiquei em primeira instância receosa; me senti como um porco ao abate. Era tudo negócio, dinheiro, evitar a falência e blá blá blá – Lucy girou a mão esquerda no ar, desdenhando – Ele disse que era contra toda essa história arcaica, mas que ficou realmente interessado em me conhecer; disse que se eu permitisse, realizaria meus desejos.

-Direto. Gostei do Cheney. – Aquarius riu maliciosa – Minha opinião? – Lucy assentiu – Você vai casar com o Cheney, isso é certo. Se Rogue está disposto a te conhecer, de uma chance a ele, permita que ele entre em sua vida. Você pode amá-lo ou não, deixe o tempo dizer. – Aquarius levantou e caminhou até a porta, mas antes de sair se virou novamente - Esse Natsu, é um viajante, assim que o festival acabar, ou antes disso, ele vai embora Lucy. Não permita que ele te use.

A loira ainda ficou parada, olhando para a comida em sua bandeja. Aquarius não costumava dar conselhos, mas ela era ótima nisso, muito melhor do que Virgo; e ao pensar em ser usada pelo Dragneel um arrepio lhe subiu a espinha, um frio na barriga. E ao pensar em Rogue sentia um conforto. Droga de confusão.

Olhou para o vestido estendido na poltrona, perto da penteadeira, um modelo em cetim estampado; a base rosa clara com amores-perfeitos, a sandália  também rosa clara. Deveria estar perfeita ao menos na aparência para a abertura que seria logo após o almoço. Uma grande comitiva de pessoas “importantes” para Magnólia, falando sobre a primavera, recitando poemas e dando como iniciada as comemorações; variando sempre na quantidade de dias que durava o festival, era bem provável que naquele ano apenas três dias fossem reservados para a comemoração, estava tudo muito diferente para ser um tempo maior, e normalmente Jude decidia o tempo exato, e sua mente estava apenas no casamento comercial.

Lucy estava agora devidamente vestida, o vestido caindo-lhe perfeitamente, uma maquiagem simples e delicada, os fios dourados erguidos em um coque trançado e frouxo,  uma flor de renda presa ao penteado, adornando não só o cabelo como seu rosto. Pronta seguiu para o hall de entrada, Jude a esperava em silêncio e impaciente; sem ao menos olhá-la caminhou para fora, entrando no carro para que seguissem até a praça central. Todo o caminho, um silêncio mórbido dentro do carro, enquanto as pessoas passavam pela rua, alegres, festivas; todos apreciando o momento, menos ela. Seu pai era péssimo com qualquer interação, não fazia a menor questão disso. Na praça central já havia uma multidão reunida, famílias sob as árvores, estendidos, sorrindo enquanto transferiam seus almoços para aquele local. O palanque para o comício armado, com muitos puxa-sacos engravatados os aguardando. Essa era a parte que ela mais odiava. Sorrir até sua bochecha doer, escutar cantadas ridículas e sorrir; apertar a mão de velhos asquerosos e sorrir; concordar e sorrir com asneiras políticas, sexistas e separatistas. Se ela tivesse uma escolha na vida seria: não ser uma Hearthfilia.

Durante todo o falatório ficou em pé, ao lado de Jude, com as mãos cruzadas, um sorriso falso e singelo estampado; olhando as pessoas a sua frente sorrindo, batendo palmas e a cortejando, comemorando. Durante todo o Blá-blá-blá Lucy buscou entre a multidão Natsu, e mesmo ele sendo inconfundível não pode o ver. Nem Rogue. Achou que por Skiadrum estar ali ele também estaria, e sinceramente seria um alivio, mas ele não estava. Em determinado momento desistiu, olhava para o além divagando, pensando naquele livro em Fairy Tail. A protagonista estava em uma aventura nas montanhas, explorando vales e conhecendo uma delicada vila de pescadores; aquele livro era muito mais, cem vezes mais interessante. Quando finalmente falaram tudo o que queriam, pode ter o prazer de sentar em um dos bancos; seus pés a estavam matando.

-Com sua licença, My Lady.

Os olhos castanhos brilharam em excitação. Natsu estava curvado diante dela, com um sorriso de canto, lindo. Os cabelos revoltos, uma blusa preta de apenas uma manga longa cobrindo o braço esquerdo, uma calça branca um pouco folgada e sandália nos pés, a contradição vinha sempre do cachecol enrolado no pescoço.

-Natsu! – Ela levantou-se, um pouco exasperada. Estava contente demais em vê-lo, e toda a etiqueta foi para os altos.

-Permita-me dizer que está belíssima hoje Luce. – Ele se ergueu, pegando uma das mãos dela e beijando-lhe o topo da mão. – Mas isso você é todos os dias. Sei que estava me buscando, e peço desculpas pelo meu sumiço.

-Não seja tão convencido. – Ela rolou os olhos. Haviam desenvolvido uma intimidade em poucos dias.

-Seja menos displicente, Blondie – Ele se aproximou do ouvido dela, sussurrando – Seu pai esta nos observando cuidadosamente. Haja o que houver, concorde comigo. – Ele lhe beijou a bochecha demoradamente, fazendo-a corar.

Quando Natsu se afastou e cruzou os braços atrás das costas, Jude apareceu perto de Lucy. O encarando, duramente, ambos na mesma posição se enfrentando silenciosamente.

-É um prazer finalmente conhecê-lo, senhor Hearthfilia. – Natsu se curvou para ele, com um sorriso pretencioso nos lábios. – Meu pai falou muito do senhor.

Lucy estava perdida na conversa. Estava apavorada do provável  rumo da conversa.

-Nos conhecemos? – Jude falou ríspido, arqueando uma das sobrancelhas.

-Oh, petulância a minha. Me chamo Natsu Dragneel. Meu pai, Igneel, é um importante artesão das terras do leste. Ele mesmo me pediu para que viesse para Magnólia, ver como podemos expandir nossos negócios para essa região também. – Natsu falava como um verdadeiro burocrata, e isso espantou Lucy – Contudo, devo dizer que sua filha me chamou mais atenção do que qualquer expansão comercial.

-Deve ter um desvio terrível de atenção. Movido pelo sentimento,  que um mero rabo de saia possa lhe proporcionar, jovem Draneel. – Como diabos seu pai podia ser daquela forma?

-Sinto em discordar. – Natsu franziu o cenho, entendendo agora perfeitamente a forma que aquele homem pensava – Vejo muito além. Uma união de interesses – Vestiu novamente a faceta – Se me permite, cheguei recentemente e gostaria que sua filha me mostrasse a cidade. Não se preocupe, a levarei até sua residência mais tarde.

Jude ainda o olhou desconfiado, mas apenas concordou. Antes de liberar Lucy a segurou pelo braço e disse ao seu ouvido: Descubra o quanto ele vale.

Ele era simplesmente asqueroso para ela. Natsu estendeu a mão para ela que segurou, deram as costas e sumiram por entre as árvores.

-Obrigado. – Lucy sussurrou quando já estavam quase no fim da praça.

-Agora eu sei sobre você Lucy. – Ele falou um pouco sério. A olhou de canto – E agora você vai viver. Comigo!

Ele sorriu, de uma forma tão reconfortante para ela, aqueceu tanto seu coração, que Lucy, sempre tão apática, tão inerte, sentiu pela primeira vez em tantos anos como era sentir-se amada. Os olhos verdes dele compenetravam a alma dela. O sol já estava se pondo, em silencio absoluto, tendo apenas o som ambiente caminharam, para fora do parque, em direção a área residencial de Magnólia.

-Eu descobri um lugar nesses dias. – Natsu quebrou o silencio após longos minutos – Tire esses sapatos Blondie. Pode ser o que quiser comigo, e sua caminhada lenta e desengonçada por conta desses saltos me torra a paciência. – ele riu divertido. Lucy correspondeu com um sorriso fraco. Estava realmente cansada daqueles saltos, então tirou-os; o rosado apenas pegou o par e enroscou nos próprios dedos, carregando-os para ela.

-E que lugar seria esse, Dragneel?

Ele apenas sorriu, a guiando ainda pelas ruas, onde as casas foram diminuindo, o terrenos se tornando maiores, mais espaçosos; no fim de uma rua de ladrilhos um caminho estreito, rodeado por cerejeiras, Ipês e glicineas. O Sol tingia agora os céus de laranja e vermelho, sumindo pelo mar. Lucy apesar de conhecer a cidade, nunca havia estado naquela parte ainda, e era linda. Natsu a guiou por entre as árvores floridas, vendo o quanto ela se encantava com o local, quase no fim da trilha, uma cerejeira enorme despontava , rodeada por outras menores; eles podiam ver o mar, a trilha e um bosque próximo, mas a área residencial e a cidade, eram imperceptíveis.

-Me disseram que essa é a mais antiga cerejeira de Magnólia. – Natsu a encaminhou para baixo da frondosa árvore – A aquela senhora da pensão custou em me contar como chegar aqui.

-Eu achei que não havia estado aqui antes, mas agora me lembro. – Lucy sentiu os olhos marejarem – Minha mãe me trazia aqui quando eu era pequena, lia para mim histórias.

Uma pequena lágrima rolou do olho direito de Lucy; a emoção era confusa para ela, nostalgia, amor, felicidade, saudade, carinho... Tantas emoções se misturavam que ela ficou incapaz de eleger uma. Natsu ficou de frente para ela, com uma mão a segurou na cintura, circulando perfeitamente com a palma a curva da moça; a outra encaixou no rosto dela que estava quente, com o polegar secou a lágrima que havia escorrido, e delicadamente beijou a trilha que havia feito na pele da moça. Os lábios dele tocaram demoradamente a carne macia dela, depois mais abaixo beijou novamente, chegando ao canto da boca dela. Ele queria beijá-la, sentia essa necessidade, mas se conteve. Separou os rostos, olhando para ela, os olhos castanhos pouco arregalados, cintilantes; Timidamente as mãos pequenas de Lucy foram até o peito dele, encarou um pouco o colo dele, sentindo a respiração dele logo acima de si, e calmamente levantou o olhar até a boca dele, entreaberta. Nas pontas dos pés Lucy alcançou os lábios dele com os seus. De inicio apenas encostados, e aos poucos tomando desejo, lascívia. Natsu segurava agora possessamente a cintura da Loira, sentia seu libido aumentar; as línguas dançavam no começo timidamente, mas depois ele queria mais e mais dela. As suas mãos escorriam pelo corpo dela, subindo e apertando sobre o tecido do vestido. Lucy parou o beijo pela falta de ar, forçando os pulmões a puxarem o ar.

-Natsu, eu... – A voz dela saiu arrastada, as bochechas levemente coradas.

-Desculpe, eu... eu... me empolguei – Ele se afastou um pouco, passando as mãos sobre o rosto, espantando os pensamentos pervertidos. Soltou a mulher e sentou numa das raízes da cerejeira, olhando o mar. Ele queria mais, queria tê-la. O que diabos estava fazendo e pensando nela, daquela forma, tão indecente.

-Na verdade – Lucy não havia se movido um centímetro. Levou uma dos  dedos ate a boca, mordiscando os dedos – Eu nunca fui além.

-Lucy, me desculpe. Eu não queria ser assim, apenas...

-Eu quero. – Ela o cortou, não o encarando ainda, mexendo os pés e as mãos nervosamente. – Por favor, me beije.

Natsu atônito tentava entender o que ela realmente queria. Levantou e foi até ela, segurando as mãos dela com uma das suas, entrelaçando os dedos; com a outra ergueu o rosto dela para si, a encarando nos olhos, com o verde intenso e derretido – Não tem volta.

-Sei disso – ela sussurrou, deu um passo para mais perto dele – Por favor, me salve.

Natsu a tomou nos braços, erguendo-a minimamente do chão enquanto a beijou, ainda tentando controlar sua ânsia em tê-la. Precisava se conter. Com ela apoiada em si caminhou para mais próximo da arvore. Lucy estava perdida, estava se entregando, sendo conduzida por ele. O rosado separou seus lábios apenas para poder beijar o pescoço dela, fazendo-a arrepiar; seus corpos pesaram e acabaram ajoelhados diante um ao outro. Lucy mantinha os olhos fechados, respirando com dificuldade enquanto Natsu a olhava, desejoso; as suas mãos foram da nuca dela até o zíper do vestido, enquanto abaixava, o tecido caía lentamente, mostrando aos poucos a pele clara, e a cada pedaço exposto ele beijava, inalando o perfume dela. A parte de cima do vestido dela caiu completamente, revelando os fartos seios dela; excitados. O olhar felino dele correu rapidamente para os olhos dela, tão derretidos pelo desejo explicito; carinhosamente ele capturou o esquerdo com a boca, brincando com a aureúla rosada, sentindo-a arfar e estremecer, era extasiante para ele.

Parou por instantes a analisando, Lucy abriu os olhos para acompanhar o que ele faria; Aos poucos Natsu desabotoou a blusa, retirando-a, revelando a ela o físico invejável dele, com os músculos definidos. A jaqueta foi colocada no chão, delicadamente ele a puxou, deitando-a sobre o tecido, tirou seu cachecol e dobrou, colocando-o debaixo da cabeça dela, no fim deu um pequeno beijo na testa dela; ficando por cima,ele voltou a beijá-la na boca, a mão direita o ajudava a se apoiar no chão, a esquerda massageava os seios. Quando Natsu a beijou no pescoço sua mão esquerda subiu pela saia do vestido, erguendo o tecido até a cintura dela, indo de encontro a feminilidade dela. Lucy arfava, sentia o corpo quente como nunca; agia apenas por instinto, estava envergonhada então apenas se deixava levar, não sabia o que fazer com as mãos; quando ele voltou a capturar seu seio levou a própria mão ao cabelo dele; puxando os fios sedosos para si. Natsu não aguentava mais; precisava senti-la, precisava estar com ela. Mas não podia ignorar o que ela queria; Ergueu sua cabeça para ela novamente, os olhares se encontrando, ambos ofegantes, desejosos – Lucy – Ele pronunciou rouco, tremendo em excitação. A loira apenas maneou a cabeça, aprovando que ele a fizesse mulher. Natsu beijou-a novamente, deixou parte do seu peso cair sobre ela, encostando suas peles, tempo o suficiente para que ele desabotoasse a calça. O rosado soltou dos lábios dela por segundos, se concentrando em puxar a calcinha dela um pouco para o lado, colocando-se dentro dela de apenas uma vez; a loira soltou um pequeno grito pela dor momentânea que sentiu, suas unhas cravaram no braço dele. O Dragneel parou por um instante, com o dorso da mão apoiado  ao lado da cabeça dela, enquanto os dedos faziam carinho no cabelo dela; Lucy mordia o lábio inferior, apertando os olhos com mais força; aos poucos ele começou a se movimentar dentro dela, aos poucos o incomodo dava lugar totalmente ao prazer. A Hearthfilia sentia seu corpo eletrificado, suas pernas moles e a mente nublada; ouvindo apenas os sons que eles produziam, baixo. O Sol estava quase que completamente sumido, algumas estrelas brilhavam mais forte, testemunhando ali seu momento. Uma onda consumiu a ambos, Natsu abriu os olhos, derretidos querendo ver apenas o rosto dela, corado, em tons róseos; os olhos castanhos fechados e a boca entreaberta, soltando pequenos gemidos; linda, perfeita. Antes de gozar ele puxou os lábios dela, mordiscando e em seguida beijando-a.

 Estavam entregues, um para o outro, para o momento; estavam sozinhos, ninguém os perturbaria ali; sob a cerejeira, no começo da primavera. Os pensamentos deles eram voltados apenas para aquele momento, para as sensações novas, para o novo que estava em suas mãos.

 

 

 

 

 


Notas Finais


UUUUUHHHHHHH! HENTAI NALU :P
alguém esperava? acho que não hahauha
Confesso, esse Hentai foi dificil pakas pra mim! Espero que tenham gostado, estou envergonhada até agora huahuaha

Look Lucy: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/e1/3a/4c/e13a4ce32f4aa2923366b43c932d4e06.jpg


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