História My Security - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhanlovers_, Kaisoo, Lemon, My Security, Sulay, Yaoi
Exibições 248
Palavras 3.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiieee, sentiram minha falta? Aposto que sim! (Quem disser q não eu vou ficar muito triste 😭)

Depois de receber ameaças de um ser de meio metro ~ hinata_san, cof cof ~ e uma menina( Lisandra >< EU ACHO, disculpa, n sou boa com nomes kk. )de um grupo Chanbaek ai, resolvi postar.

Tenham uma boa leitura e... até la em baixo! ~~~ ❤❤❤ "Pintinho da mamãe " o título >< KKK

Capítulo 6 - Mom's Chick


Fanfic / Fanfiction My Security - Capítulo 6 - Mom's Chick


— Get Get Yah Yah, Get Get Yah Yah! Get out, I'm Very Very Good~ Very Very Good~!!!

Segundos depois.

— PARK CHANYEOL! Desliga essa merda de despertador, antes que ele faça “Very Very Good” na sua bunda!!!

Após isso, tudo que escutou foi a porta sendo fechada com força, tanto que alguns livros de sua estante balançaram.

Ah, acordar daquele jeito era revigorante. Lhe dava ainda mais vontade de viver, viver e atormentar um baixinho estressado, que naquele dia em especial, parecia estar de TPM.

Era Block B, poxa. Existe jeito melhor de acordar?

Lógico que não.

Com um olho meio aberto e outro fechado, como se quisesse voltar ao mundo dos sonhos, tateou o criado mudo ao lado de sua cama a procura de seu celular. Depois de desligar o mesmo, ainda de bruços, virou-se e encarou um bichinho de pelúcia em formato de coruja.

A pelúcia era para ser de seu irmão, mas o mesmo jogou a pobrezinha em sua cara quando Chanyeol disse que a pequena coruja era idêntica ao mais velho.

Desde então pegara a pelúcia para si, dando-a o nome de corujasoo.

Se tivesse que descrever o bichinho com apenas uma palavra, seria fofa. Na ausência de fotos de seu irmão, corujasoo tomava seu lugar, tanto na saudade quando nos desabafos.

— Ele me adora não é? — Perguntou ao seu bichinho, a boca parcialmente prensada contra o travesseiro deixando a fala um tanto embola. Ainda grogue por ter acabado de acordar, continuou — Isso deve ser tudo amor enrustido, afinal, eu sou lindo, gostoso, maravilhoso e tenho uma voz de molhar calcinhas… E cuecas também. — Riu nasalado.

— Está mais para voz de cafetão. — Ouviu uma voz a mais no quarto e olhou, com os olhos arregalados para sua coruja.

— V-você ‘t-t-tá falando?! — Piscou algumas vezes, antes de voltar a falar — E… cruz credo, você tem a mesma voz do Baekhyun. — Apoiou-se em seus cotovelos e colocou um dedo sobre o queixo, dando-lhe um ar pensativo — São parentes?

Baekhyun revirou os olhos, encostado no batente da porta, desacreditando em tamanha burrice — e talvez inocência, só talvez mesmo — do seu segurança.

Além de ter um gosto duvidoso para sapatos, SuHo tinha um péssimo gosto para escolher seus guarda costas, cada tranqueira.

— Fui eu quem falei, seu acéfalo! — Chanyeol deu um pulo da cama, assustado. Olhou para todos os lados até encontrar aquele quem deveria proteger. — E como assim eu sou parente de uma coruja? — Colocou as mãos na cintura. Se fosse para o comparar com um animal, que fosse um gatinho fofo e não uma coruja de olhos esbugalhados.

Chanyeol coçou a nuca, dando um sorriso amarelo ainda sem desviar os olhos do baixinho que ainda estava com o pijama azul claro da noite passada e o rosto com marcas do travesseiro, indicando que tinha acabado de acordar.

Uma gracinha.

— Vocês têm coisas em comum… — Começou.

Byun revirou os olhos.

— Que coisas?

— Os dois me ignoram mais da metade do tempo. — Disse e Baekhyun bufou, batendo o pé no chão algumas vezes e virando o rosto para o lado de braços cruzados — Olha aí, eu não ‘tô falando…

— Quieto! — Apontou o dedo para o segurança — Você só fala merda.

— Desculpe, princesa. — Disse com um sorriso sarcástico e se curvando levemente, mantendo o olhar firme com o do menor.

— Idiota — Revirou mais uma vez os olhos, mas desfez sua pose ao lembrar o porquê de ter voltado ao quarto do avatar esquisitão — Eu tenho três perguntinhas para te fazer, quilômetro parado.

— Faça. — Disse em meio a um bocejo, fechando os olhos.

— ‘Tá, a primeira é a seguinte, Suho te ligou ou mandou alguma mensagem?

Chanyeol arqueou as sobrancelhas e pegou o celular jogado na cômoda, fez sua senha e foi checar suas mensagens.

— É, mandou sim. — Murmurou distraído, enquanto lia o conteúdo.

— Hum, interessante, e o que diz? — Sentou na cama de Chanyeol e cruzou os braços.

Park leu mais uma vez a mensagem e mordeu o lábio inferior, merda.

— Ele nos convidou para um almoço na casa dele, disse que é importante. — Após dizer, encarou o Byun, que agora estava de pernas cruzadas assim como os braços, um sorriso estranho estampado em sua boca. — Que horas são?

— Meio dia, MEIO DIA CHANYEOL! — Se levantou, e ao contrário do dia anterior, foi sua vez de “prender” o maior na parede — JÁ ERA PARA ESTARMOS LÁ!!!... CHANYEOL!! — Gritou mais uma vez.

— QUE?! — Perguntou se assustando, não estava prestando atenção no que o menor falava, e sim em sua parede, que de repente lhe pareceu mais interessante do que o cantor.

— Como você conseguiu dormir até o meio dia, seu inútil?! — Havia abaixado o tom de voz, parando de gritar, porém aquela estava longe de ser sua voz habitual.

— Ei, a culpa não é minha — Ao ver a cara de Baekhyun, rapidamente corrigiu-se — Ok, talvez em partes. A culpa também é sua. — Acusou.

— Minha?

— Sim, sua. A donzela dormiu ontem lá em baixo no meu ombro, e eu tive que te carregar até seu quarto.

— Humm, isso responde a minha segunda pergunta...— Murmurou pensativo.

— Além do mais, você é tão leve quanto uma pedra, isso exigiu muito do meu físico. — Deu um sorrisinho convencido, que logo foi tirado pelo mais velho.

— Físico de lombriga não é?

Chanyeol murchou seu sorriso.

— Eu tenho um corpo escultural. — Defendeu.

— Tão escultural quanto o de um esqueleto, Park.

— Sou um esqueleto gostoso, vai, admite aí — Sorriu de lado, cruzando os braços.

Baekhyun arregalou os olhos, sentiu suas bochechas ficarem quentes e logo presumiu que estava corando.

Mas ele não deixaria barato.

Fugindo da pergunta nada humilde de Chanyeol, perguntou:

— Porque sua cueca tem estampas de pintinhos, Park? —

Olhou para baixo, desviando a atenção dos olhos do segurança para o seu corpo, ele vestia com uma blusa social azul claro, com os três primeiros botões abertos e uma cueca preta, com estampas de pintinhos amarelos em todo o tecido da peça íntima.

Tentou não prestar atenção no volume que tinha naquela área, Chanyeol não parecia estar excitado, mas podia ver que ele não era nada pequeno.

Quase corou novamente com esse pensamento.

— É para combinar com o conteúdo, sabe como é né.

— Como é? — Perguntou, dando alguns passos para trás. — Um homem desse tamanho com uma cueca de pintinhos? — Tentou ignorar o calor de suas bochechas e a revelação de Chanyeol, credo, Park era um pervertido.

— Poxa, foi presente da mamãe. — Fez biquinho.

— Bom — Esfregou uma mão na outra — Isso responde a terceira e última pergunta.

— Me senti em um interrogatório.

Baekhyun riu.

— Você não viu nada, pintinho da mamãe — Chanyeol o encarou envergonhado, belo apelido ele foi arrumar — Agora você tem menos de uma hora para, tomar banho, arrumar essa sua cara de cafetão, arrumar uma roupa, comprar algo para eu beliscar e escovar esses dentes, você está com bafo.

Chanyeol se encostou na parede rindo, aquilo só poderia ser brincadeira.

— E eu não estou brincando, pintinho.

Fechou a cara.

Ninguém lhe zoava pelos presentes da mamãe.

— Algo mais, donzela?

— Sim, um príncipe encantado, de preferência um bem rico. — Mordeu a parte interna da bochecha contendo um sorriso. Tinha melhor passatempo que esse?

— Eu sou um príncipe.

— Mas é pobre.

— Nossa — Pôs a mão sobre o coração, fingindo estar magoado. — Assim você me mágoa, senhor Byun.

— Pois é — Se dirigiu a porta, mas antes de ir, acrescentou mais uma coisa em sua “listinha” — E procure a chave da minha Mercedes preta, enquanto eu tomo um banho de banheira, eu vou dirigir hoje.

— Vish, danou-se.

♡●♡●♡●♡●♡

Em mais uma arrancada bruta e com a característica de uma pessoa sem habilitação, Chanyeol segurou na alça acima da janela da Mercedes. O vento frio que entrava pela pequena abertura da janela, ia direto em seu rosto, junto com alguns pingos de chuva, lhe dando a sensação de que sua pele abandonaria lhe a face.

Estavam em alta velocidade, e Park poderia jurar que a mais ou menos três minutos atrás escutara o barulho de uma sirene.

— Baekhyun… — Chamou o baixinho em um fio de voz, apertava a alça do cinto de segurança entre os dedos, sentindo um frio na barriga.

— Que é? — Perguntou sem tirar os olhos da estrada, concentrado em dirigir.

— Será que nós p-podemos ir mais devagar?

Baek riu.

— Lógico que não, estamos atrasados Park — Desviou sua atenção da estrada para olhar seu segurança que estava pálido e suava frio no banco do passageiro. — Ninguém mandou você dormir até meio dia, aliás, me deixar dormir até meio dia. — Continuava a olhar Chanyeol, ignorando o fato de que estava dirigindo. — Você tem que aprender…

Park parou de escutar Baekhyun e focou a sua visão na rua, melhor, em um caminhão que vinha na direção dos dois. Seu corpo estremeceu e sua espinha gelou.

Empurrou o cantor com o braço esquerdo, para que este voltasse para o seu banco, com a direita puxou o volante, ouvindo alguns gritos do artista, que perguntava o que diabos Chanyeol estava fazendo.

O caminhão deu uma buzinadas longa e alta o suficiente para que Baek escutasse e parasse de falar. Os pneus da Mercedes fizeram barulho contra o asfalto da pista, uma fumaça subiu e cobriu o carro, impossibilitando o menor de enxergar qualquer coisa.

Ambos sentiram o carro rodar, a chuva já havia parado porém a estrada ainda estava molhada, ajudando ainda mais o veículo a derrapar e perder o controle.

Baekhyun não soube quando, nem como, apenas sentiu alguém puxar seu cinto de segurança com força, como se quisesse soltá-lo, não tendo sucesso. Seus olhos estavam bem fechados, assim como seus lábios, queria gritar, mas sabia que isso não adiantaria de nada.

Seu carro ainda rodava em meio a pista molhada quando sentiu seu cinto se soltar, abriu os olhos assustado vendo Chanyeol, também sem seu cinto, segurando em um dos bancos enquanto a outra mão puxava Baekhyun para o seu lado.

O menor passou as mãos por seu pescoço e o segurança apenas jogou o seu corpo para trás quando sentiu o impacto do carro de Baekhyun batendo em algo que ele não conseguiu ver.

Tossindo devido a fumaça dos pneus, Baekhyun fez força em seu tronco e braços para olhar ao redor, sentiu sua cabeça latejar e um peso a mais em cima de seu corpo, não deixando-o se mexer.

— Você… B-Baekhyun… — Tossiu algumas vezes — Você está bem?

E foi só a partir daquele momento que Baekhyun percebeu estar abraçado a Chanyeol no banco de trás, o maior em cima de si, quase cobrindo todo o seu corpo, assim como um escudo.

— E-Estou. — Respondeu, a voz saindo falhada e levemente rouca.

— Ótimo, por que eu não…

Byun olhou o mais novo se apoiar nos antebraços e virar para o lado, colocando para fora todo o seu café da manhã / quase almoço nas costas do banco do passageiro.

— Aí, Chanyeol…

♡●♡●♡●♡●♡

Baek bateu a porta do carro e caminhou devagar até a frente de seu Mercedes onde Chanyeol já estava, olhando com atenção o amassado do lado direito e a lanterna dianteira quebrada. A batida não fora grande, apenas bateram em um hidrante, que milagrosamente continuava intacto.

— Meu carrinho — Baekhyun choramingou, Park o olhou enquanto mantinha os braços cruzados, enquanto esperava por um mecânico.

Sorte ou não, o local da batida fora perto de uma mecânica, e assim que terminou de botar toda a comida de seu estômago para fora, saiu do carro e chamou o moço, que ao que tudo indicava, havia acompanhado o carro derrapar até bater.

— O mecânico disse que já vem, ele foi buscar algumas coisinhas.

Não obteve resposta do menor que estava de cabeça baixa, e passava a mão pelo capô amassado, tomando um certo cuidado para não cortar seus dedos. Estranhou a ação do pequeno, e até achou que este pudesse estar chateado por seu carro, quando abriu a boca para perguntar, o mecânico apareceu.

— Desculpem-me a demora — Ele pediu, recebeu apenas um sorriso pequeno do segurança, Byun continuava a olhar seu carro — A batida foi forte, mas não danificou muito… Isso pode ser consertado rapidamente. — Disse ao analisar a batida.

— Baek, quando tempo temos? — O maior perguntou baixinho para que apenas o ídolo escutasse.

— Uma hora, a casa não está longe, podemos ir andando… — Murmurou e Park sentiu algo de estranho na voz do menor.

Arrastou o mecânico um pouco até estar longe o suficiente do cantor e resolveu com o mesmo sobre o concerto do carro, pegando algumas notas da carteira cheia de Baekhyun, e pagou metade do concerto, a outra metade seria dada à noite, quando viessem buscar.

— Antes das oito ele estará pronto, tenham um bom almoço.

O maior apenas acenou com a cabeça e deu lhe mais um sorriso pequeno, logo virando-se de costas para o mecânico e pondo-se a seguir aquele a quem deveria proteger.

Baek andava olhando para baixo, enquanto chutava uma pedrinha, ora com o pé direito, ora com o esquerdo. Xingando baixinho ao, em um momento de descuido, deixá-la para trás.

Sentiu uma mão quente envolver seu pulso e começar a lhe arrastar, em direção ao que parecia ser uma lanchonete.

— O que está fazendo Chanyeol? — Perguntou, mas o outro não lhe respondeu, apenas sorriu e entregou uma máscara branca para Baekhyun e o seu boné preto, antes de entrar no estabelecimento.

O local era simples e ao mesmo tempo aconchegante, as mesas eram de madeira marrou escura, todas elas cobertas por uma tolha branca e uma rosa em um pequeno vasinho com água no centro da mesma, como uma simples decoração. As paredes eram em tons de branco e rosa bebê, tudo muito limpo e organizadinho.

Parecia coisa de filme.

— Uma água não muito gelada e sem gás, por favor. — Chanyeol pedia a atendente que prontamente atendeu seu pedido, lhe trazendo uma garrafinha de água e um copo de vidro — Obrigado. — Agradeceu e puxou mais uma vez Baekhyun, enquanto segurava o copo vazio com a mão e a garrafa com a boca.

O local não estava tão cheio, então escolheram a mesa mais afastada possível.

O cantor sentou e observou seu guarda costas abrir a garrafinha e despejar seu conteúdo no copo.

— Toma. — Disse com voz suave e o menor apenas obedeceu, sentia sua garganta seca. Abaixou a máscara e tomou o copo todo.

Olhou para Chanyeol que bebia grandes goles de água, quase acabando com a mesma.

— Você quer mais? Por que eu acho que acabei com quase tudo. — Riu de leve, sendo acompanhado pelo baixinho que negou com a cabeça, estava bem. — Está triste por causa do carro? Mais tarde ele vai estar pronto e —

— Não é isso. — Murmurou.

— Então, o que é?

Respirou fundo antes de começar a falar.

— Como você ainda está aqui? — Perguntou e o maior fez uma cara confusa, explicou — Eu quase nos matei agora a pouco! Você deveria ter dado meia volta e ter ido embora, poderia usar como desculpa tentativa de homicídio.

Chanyeol riu.

— Você QUASE nos matou. Estamos inteiros e, creio que para sua infelicidade, eu estou vivinho da Silva. E o melhor, meu rosto de príncipe, com conta bancária de plebeu, continua lindo e intacto. — Fez graça e sorriu largamente ao ver o ídolo rir — Além de que, eu disse que não vou embora tão cedo — Sorriu cínico, cruzando os braços e encostando suas costas na cadeira — Não vou desistir desse emprego, também já te disse isso. Só saio daqui quando o “senhor” resolver me matar mesmo, já que não pode me dispensar, porquê ai Suho arranca sua cabeça.

— Isso é verdade. — Deu um sorriso e logo uma dúvida brotou em sua cabeça — Você nunca me contou o porquê de precisar tanto desse trabalho, para me aguentar e para não se demitir quando eu quase te matei, deve ter um bom motivo, não é? Faculdade? — Chutou.

— Era a ideia de início, mas sim, é um motivo bom.

— E qual seria?

Uma das coisas que ambos ainda não haviam percebido, é que tinham em comum a curiosidade grande.

— Outra hora eu te conto, precisamos ir, se não podem achar que realmente morremos.

Baekhyun assentiu e voltou a colocar máscara e acompanhou o segurança até o caixa para pagar pela água.

Antes de sair do local, Byun segurou o pulso de Chanyeol, fazendo-o parar.

— Quer mais alguma coisa? — Virou um pouco para poder ver o rosto do menor, que tinha um sorriso envergonhado nos lábios rosinhas.

— Na verdade, tenho sim. — Olhou para os lados e logo para os olhos castanhos escuros de Chanyeol, percebendo a intensidade dos mesmos — Obrigado por, de algum jeito, me salvar. Eu poderia estar a caminho de um hospital a essa hora se não fosse por você, obrigado mesmo Chanyeol.

— Eu tenho que te proteger, donzela, esse é o meu trabalho. E também uma obrigação pessoal.

Baek não tentou entender a última frase dita, ou no significado que ela poderia ter, soltou devagar o pulso do segurança, sorrindo. Mostrando suas presinhas, foi na frente do maior, saindo pela porta da lanchonete.

O maior colocou as mãos nos bolsos da calça enquanto sorria e ria nasalado, sentindo um formigamento estranho nas bochechas, mas ele não ligou muito para isso. Prestava atenção apenas no pequeno ser que o esperava do lado de fora, olhando para cima.

Pela porta de vidro via apenas suas costas, mas tinha quase certeza que ele ainda mantinha o sorriso fofinho no rosto.

Chanyeol não precisava pedir, e muito menos Baekhyun precisava respondê-lo. Ambos sentiam como se àquilo significasse, finalmente, um acordo de paz, pelo menos por enquanto.

— Vamos logo, eu estou com fome, já que você quase me fez colocar os órgãos para fora. — Disse ao sair do estabelecimento.

— Eca, Chanyeol!

♡●♡●♡●♡●♡

Olhava a Mercedes em alta velocidade sumir em uma curva, antes disso, chamando a atenção de todos na rua de muitos comércios.

Chupava com gosto seu Bubble Tea pelo canudinho, ao escutar os comentários das pessoas que criticavam o possível motorista do carro preto.

Ele só conhecia uma pessoa que possuía um Mercedes preto com aquela placa e também com aquele jeito de dirigir. Tirou de sua carteira algumas notas e as colocou sobre a mesa em que estava sentado, o dinheiro pagava sua bebida e mais algumas coisinhas que tinha pedido.

Se levantou, olhando para a curva em que o carro passou, mordendo de leve o canudinho.

Baekhyun...


Notas Finais


Hehe 🌚

Quem adivinhar o que vai acontecer no próximo capítulo ganha um especial ( ou uma one-shot, com o couple de sua preferência )

[Pretextos para escrever ,to, cheia de idéias kk]

Agora, desculpa Candy querida por quase matar seu utt okay? ❤

E é isso, beijos e até o próximo !!😘😘

Ps: como se para de escutar July Do Appa Kris? 🌚💜 Fofo


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