História My Sex Toy (Incesto) - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hot, Incesto, Irmãos, Romance, Sexo, Violencia
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Palavras 1.817
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiiii, aqui estou eu <3 Não tenho muito o que falar, então... Espero que gostem! ^u^

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction My Sex Toy (Incesto) - Capítulo 17 - Capítulo 17

Mayra

Vou parar de pensar na mamãe, tenho coisas mais importantes pra fazer, como por exemplo passar o tempo mimando meu irmãozinho. Ele merece um pouco mais de carinho e atenção da sua querida irmã, e por que? Porque ele se afastou de todos os seus brinquedinhos e isso significa que ele é inteiramente meu... Caralho, isso soou muito psicopata.

É, mas como ele disse uma vez: “Apenas sexo, nada de amor”. Amor pode não ser da parte dele, mas da minha é. Não consigo esconder que amo ele... Eu só queria que ele sentisse a mesma coisa, com a mesma intensidade.

Ah, chega.

Eu não vou mais pensar nisso, vou perguntar. Perguntar se ele sente o mesmo por mim, tenho quase certeza de que a resposta é não, mas não custa nada arriscar.

Já escutei coisas piores saírem da boca dele, como ele me chamar de vadia porque tinha de escolher o Nathan ou ele. Não vai doer se ele disser que não sente nada, né? Espero que não porque estou em frente a porta do nosso quarto, pronta para bater.

- Mayra? - antes que eu pudesse fazer um movimento, ouço a voz da Evangelina, saindo do quarto do papai. - Ainda bem que você está aí, querida.

- Oi? - ela me puxou para o primeiro andar, até o lado de fora da casa. - Por que estamos aqui?

- Vamos comprar coisas pro bebê. - diz animada. Mas já? Essa mulher tem mesmo que me levar pra todo lugar que ela vai?

- Evangelina, você nem sabe se é menina ou menino. - cruzo os braços e fecho a cara. Ela me olhou desajeitada e suspirou.

- Eu sinto na pele que é um menino. - disse, me segurando pelo braço e me colocando dentro do táxi. - Próxima parada: Shopping.

Ótimo. E eu nem conversei com o Henry, a vida adora brincar comigo. Nem chegamos no shopping ainda e eu já quero sair daqui, já quero voltar pra casa e me jogar nos braços do meu irmão.

Por favor, tempo passe rápido.

***

- ALELUIA! - grito, lançando as compras no sofá e sentando no mesmo. - Alô, habitantes da casa!

Demoramos 7 horas em lojas de roupas, procurando um pijama pro bebê. Me diz se isso não é coisa de louca? A criança nem veio ao mundo e já está sendo bancada pela mãe, imagina quando nascer? Tomara que eu não seja chamada nas suas próximas aventuras, não quero rodar o mundo inteiro atrás de roupas.

- Aí está a mulher que eu tanto amo! - Marcos recebeu Eva com um abraço apertado seguido de um beijo.

- E eu? - questiono, emburrada.

- Você é a minha garotinha. - beijou minha testa. - Ah, seu irmão pediu pra você ajudar ele.

E desde quando o Henry precisa de mim pra algo?

- Em que?

- Disse que quer aprender a tocar violão. - respondeu e me despachou na hora.

Acho que meu pai quer ter seu momento com a Eva e o pequeno deles. Marcos fica tanto tempo naquele escritório abafado, que eu nem o vejo direito, e imagino que a Evangelina também não. Bom, vou atender o desejo dele e sair para o meu quarto.

Do mesmo jeito que Marcos quer ficar com a Eva, eu quero ficar com o Henry, só não entendi a desculpa dele pra falar comigo. Aprender a tocar violão? Isso é brincadeira, duvido muito que meu irmão queira isso... E só pra tirar a dúvida:

- Que violão é esse? - abri a porta e o vi lá, deitado, mexendo no celular. Com certeza ele está tentando aprender. - Você não sabe criar desculpas convincentes, hein.

Ele largou o celular e veio até mim, fechando e trancando a porta. Logo me encarou de forma apaixonada, mordendo os lábios e aproximando seu rosto do meu lentamente. Detesto quando ele faz isso, por que não vai ao ponto de uma vez? Toda essa enrolação me deixa arrepiada antes da hora.

Seus dedos tocaram meu cabelo, colocando parte dele para trás enquanto cola nossos corpos. Sua boca estava tão próxima da minha e eu achei que dessa vez seria a hora de nos beijarmos, mas não. Pareço uma adolescente fútil, despreparada para o primeiro beijo, céus.

- Tenho que te contar uma coisa. - sussurrou no meu ouvido.

- Di...

Finalmente, senti seus lábios. Ele nunca me beijou assim; Tão lento, tão calmo, tão apaixonado. Ah, Mayra! Não, isso é coisa da sua cabeça! Não fique criando expectativas por causa de um beijo... Quantas vezes o Henry já te beijou? Um monte, e depois desses beijos aconteceu algo do tipo seu irmão te pedindo em namoro? Não.

- Mas, tô com medo. - murmurou me empurrando até a cama e tirando sua camisa. - Eu perco o fôlego perto de você.

Sua boca tocou meu pescoço, beijando e chupando carinhosamente. Acariciei suas costas e beijei seu ombro em seguida mordendo-o fraquinho. Estou gostando tanto disso, mas quero chegar na parte em que ele me diz o que tem pra dizer porque aquele não parece ser o fim da fala. Henry colocou sua mão dentro da minha blusa e a subiu até meu seio, massageando-o cuidadosamente.

- Você foi a melhor pessoa que eu já conheci na vida. - ele apertou meu seio com força e me impediu de gemer me beijando novamente. - Shh, gatinha.

Cada toque dele é uma energia nova percorrendo meu corpo. Agora entendi porque o amo. Ele sabe como me provocar e faz isso melhor do que ninguém. Acordei de meus pensamentos ao ver que minhas roupas estavam no chão e a única coisa que me restava era a calcinha.

- Hum, molhadinha! - Henry massageou minha intimidade, por debaixo da calcinha. - Assim que eu gosto. - afastou minha calcinha para o lado sem que eu percebesse, e sem aviso prévio introduziu dois dedos dentro de mim. - Você me faz tão bem, mesmo me xingando por alguma coisa que eu fiz ou não lembro. - disse rindo.

Eu gostaria de rir também, mas os movimentos de seus dedos dentro de mim estão tão rápidos que a única coisa que posso fazer é gemer. Ele adora me torturar e não pararia por aí. Sua boca agora estava no meu seio esquerdo, chupando e mordiscando meu bico fortemente. Eu me contorcia de prazer a cada chupada, suas torturas são as melhores, mas eu não gosto quando ele dá mais atenção aos meus seios do que o principal.

- Quer que eu acabe de uma vez, né? - perguntou, pressionando seus dedos no meu sexo. Gemi baixo e assenti. - Ok. - retirou seus dedos e os chupou, dando um beijo e uma leve lambida na minha intimidade.

- Você não conseguiu muito com isso tudo, né? - sorrio sarcástica.

- Não, mas vou conseguir, agora. - e se livrou de suas roupas... - Eu ainda não terminei minha declaração.

Eu ia opinar sobre sua tentativa falha de se declarar, porém fui surpreendida. Henry enfiou seu membro na minha boca sem eu ter permitido.

- Faz o que você sabe fazer de melhor. - gemeu fraco quando eu o provoquei lambendo sua glande devagarzinho. - M-Mayra...

Segurei levemente seu pau que estava tão duro quanto pedra e comecei a masturbá-lo enquanto deslizava minha boca pelo restante de seu membro. Eu sugava e chupava, sempre parando para olhar meu irmão revirando os olhos de prazer e murmurando várias vezes meu nome. Eu poderia ser um pouco malvada e mordê-lo como da última vez... Não, não quero ser violentada de novo.

- Aaahh... May...

Desci minha boca e fui beijando-o, deixando-o ainda mais excitado. Repeti o processo até vê-lo implorar para que eu chupasse novamente, e assim eu fiz. Abocanhei seu pau e em poucos segundos senti o gosto do pré-gozo, acabei por ignorar e logo senti o líquido invadir minha boca.

Engoli e sorri amavelmente para o meu irmão. Ele sorriu de volta, acariciou minha bochecha e, inesperadamente, me deu um tapa, não forte, leve. Caralho, e eu achando que os tapas estavam dispensados. Henry pegou uma camisinha que estava no bolso de sua calça e colocou no seu membro.

- Como eu estava dizendo... - interrompeu a frase, retirando minha calcinha e se posicionando entre minhas pernas. Henry roçou a cabeça de seu membro na entrada da minha intimidade várias vezes até que eu implorasse para senti-lo dentro de mim. - Eu estou perdidamente apaixonado por você.

Em seguida, ele finalmente me penetrou fundo, forte e rápido.

- Eu mudei por sua causa. - disse me estocando, com seu queixo sobre meu peito, me fitando. - N-nunca achei que encontraria a garota perfeita.

Fez-se um silêncio enorme. Estávamos nos encarando, ambos sorrindo. Henry aproximou seus lábios lentamente e me beijou, enquanto se preparava para recuperar seus movimentos. Eu estava tão distraída e envolvida com seu beijo que me assustei ao sentir aquela dor de novo. Soltei um gemido abafado e mordi seus lábios quando seus movimentos aumentaram.

Henry gemeu comigo e eu sem perder mais tempo cravei minhas unhas em suas costas, arranhando-as com força. Assim que ele percebeu a dor, aumentou o ritmo das estocadas deixando-as mais fortes além do possível. Meus seios se chocavam contra seu peitoral definido e eu pedia incansavelmente por uma pausa.

- H-Henry.. M-maninho... Awnn... - tentei pedir para ele parar, mas era impossível.

- O-o que eu q-quero di-dizer é... - fez uma longa pausa, me deixando mais curiosa. - E-eu te amo.

E assim que ele terminou a frase, nós dois gozamos, juntos.

Henry caiu do meu lado e eu me abracei com ele, como de costume. Há quanto tempo não fazemos isso, huh? Já estava ficando com saudades.

- Eu também te amo, muito. - corei e beijei sua bochecha.

- Sério? - se levantou e foi até o banheiro. - Então, gostou mesmo da declaração que vou fazer pra Yasmin?

- O QUE?

Meus olhos se arregalaram e eu fiquei boquiaberta com a besteira que ele disse. Eu não estou acreditando! Ele está brincando comigo, não é? Diga que é brincadeira.

- Isso mesmo, maninha. Eu testei com você porque se você gostasse, a Yasmin também iria gostar.

E ele diz isso tão eufórico.

- Você é um BABACA. - grito e tapo meu rosto com um travesseiro.

- Tô brincando, boba! - gritou do banheiro. - Eu jamais faria isso cont... MAYRA!

- Que? - retiro o travesseiro e o lanço na parede, irritada. - Que foi? - olho diretamente pro banheiro. Ele está parado olhando pra camisinha, sem reação.

- May...

Fui até ele e o olhei várias vezes, sem entender o que ele queria transmitir. Esse garoto é idiota, não sei por que ainda gosto dele.

- Que que houve? - pergunto mais uma vez.

- Mayra... Essa camisinha... T-tá furada.



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