História My sister, my child. - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Eddie Vedder, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Eddie Vedder, Jeff Ament, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Chris Cornell, Eddievedder, Pearljam, Soundgarden
Visualizações 21
Palavras 1.461
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde meninas! Tudo bem?
Hj o capitulo tá voltado pro Eddie e suas D.R Kkkkkk

Tenham uma boa leitura ^^

Capítulo 12 - Uma conselho feminino


Fanfic / Fanfiction My sister, my child. - Capítulo 12 - Uma conselho feminino

‘’Essa não! Enrolei demais pra descer! O Eddie deve estar nervoso!’’ Pensei enquanto eu andava pelos corredores e descia pela escada de emergência. Eu não queria que de repente Eddie me encontrasse no meio do caminho caso ele estivesse me procurando.

Desci duas escadas e abri a porta de emergência devagarzinho e lentamente olhei para os cantos dos corredores. Eddie estava no meio do corredor trocando ideia com Dave e Stone, talvez tivesse encontrado os dois e esquecido de abrir a porta. Essa então foi a chance de eu dar um migué.

Fechei a porta da escada de emergência e desci mais um andar para abaixo. Abri a porta e passei pelos corredores andando em direção ao elevador, e assim, fui para o térreo. Próximo a entrada tinha uma doceria, e com o dinheiro que estava no bolso da minha calça eu comprei chocolate... mas muito chocolate.

Assim que eu entrei no elevador, subi para o andar onde eu estava hospedada e a porta se abriu, ninguém mais estava no corredor, e a porta do quarto onde eu estava hospedada estava aberta, e a voz de Eddie fazia eco pelo hotel.

-A onde está a Katriina? – Perguntou.

Acelerei o passo e corri até a porta, e parei vendo Eddie me procurando na cozinha.

Com a sacola na mão, observei o jeito maluco dele. Aquele era o jeito que se comportava sempre quando me procurava e não me achava.

-Eddie?! – Chamei sua atenção.

Eddie olhou para mim e logo soltou um alivio profundo.

-Ah, você está ai Katriina! Que susto! – Disse ele – A onde você estava?

-Lá embaixo comprando doces pra acabar com o tédio.

-Que horas você saiu que eu não te vi aqui?

-Já faz um tempo, tipo... Uns vinte minutos mais ou menos.

-E ficou vinte minutos pra comprar um doce?

-Tem fliperama lá embaixo, fui jogar um pouco pra sair da rotina aqui em dentro antes de comprar coisa pra comer. Quer M&Ms?

-Não, obrigado.

Dei de ombros e coloquei as sacolas em cima da mesa.

-Pensei que fosse vim mais tarde, o que aconteceu? – Perguntei.

Eddie suspirou meio desanimado.

-Eu e Beth entramos em discussão de novo.

-De novo? Mas por que?

-Vem cá.

Eddie pegou meu pulso esquerdo lentamente e me puxou devagar me acompanhando até o sofá me fazendo me sentar ao seu lado.

-Katriina, eu vou te fazer umas perguntas, mas eu quero que você seja sincera – Cochichou.

-Sim, pode fazer.

-Me diz se é loucura minha ou se é realmente isso que eu acho que está acontecendo. È que... È impressão minha ou você também acha que a Beth anda se comportando de uma maneira muito estranha dês de que falamos de vim pra essa turnê?

-De maneira estranha? Como assim?

-È uma coisa difícil de te explicar por justamente você ser minha irmã mais nova, mas eu preciso de uma opinião feminina e você até então é a única mulher mais próxima de Beth que tenho agora, mas é que... A Beth anda esquisita, ela não está transando comigo como transava antes, ela some do nada no meio de eventos, não está conversando quase nada comigo e sei lá! Ela está querendo fazer tudo sozinha agora, entende? Fazer compras, ir no shopping...

-Bom... Eddie... Você sabe muito bem que eu não sou uma garota muito experiente pra falar de relacionamentos, não é?

-Sim, eu sei, mas é que... Você é mulher e normalmente mulher entende mulher, sabe?

-sim, eu sei Eddie, eu entendo, e eu realmente acho que Beth está estranha sim.

A expressão de Eddie ficou mais preocupada.

-Sério? Você diz... Estranha tipo, estranha ou estranha de estar guardando alguma coisa muito ruim?

-Eu digo de estranha como tipo, um grito de socorro pra quem precisa respirar, entendeu? Não me leve a mal Eddie, mas você é um rapaz muito ciumento, e confesso que as vezes até eu me sinto sufocada com seu excesso de ciúmes. Eu acho que o que a Beth quer é poder sair um pouco sozinha, pensar um pouco na vida, ter um tempo pra ela, entendeu?

-Mas a Beth é muito bonita! E se eu deixar ela sozinha e alguem der em cima dela?

-Eddie, você confia nela?

-Sim, eu confio.

-Então se ela gosta mesmo de você, ela não vai dar mole pra ninguém. Pelo menos é o que eu faria caso eu gostasse mesmo de alguem.

-E que vai demorar muito tempo pra essa pessoa chegar – Comentou Eddie meio enciumado – Mas tudo bem!

-Está vendo Eddie? Eu dei uma opinião minha e você já ficou enciumado. È isso! Excesso de ciúmes! Isso faz mal pro relacionamento.

-Então você acha que eu devo dar um tempo para Beth?

-Pelo menos isso. Deixa ela sair um pouco, ela precisa ter um tempo pra ela.

-E se acontecer alguma coisa e eu não estive por perto?

-Acredite Eddie, a Beth é uma garota esperta, ela vai saber se defender. Mas vocês discutiram por causa disso?

-Bom... Digamos que esse foi um dos motivos.

-Então qual foi a razão da discussão?

Eddie suspirou tentando se recompor. Ele ainda estava com expressão de preocupado.

-Eu vi um chupão no pescoço da Beth.

-Um chupão? – Fiz cara de quem não sabia de nada.

-Sim, um chupão. Ela falou que fui eu que fiz quando eu estava bêbado, mas eu duvido. Eu não sei nem assoviar com os dedos na boca direito, como é que eu vou deixar chupão no pescoço de alguem?

-Mas você se lembra do que você fez quando estava bêbado?

-Eu n... Não lembro... Eu acho...

-Se a Beth disse e você estava bêbado demais pra se lembrar, então porque está acusando sem saber se foi você ou não?

Eddie começou a pensar no assunto. Acho que ele estava refletindo o que eu acabei de pensar.

-Então Eddie, é que nem eu falei, da espaço pra ela. Ela precisa saber o que ela quer da vida.

Eddie suspirou mais uma vez em uma expressão inconformada.

-Eu não consigo imaginar a Beth andando sozinha por ai cheio de homens olhando para ela.

-Se prender é pior... Acredite.

Eu não aguentava ver o olhar triste de meu irmão. Ver a cabeça baixa, o olhar cabisbaixo, a cara de quem estava perdido. Ah, meu irmão era tão fofinho que as vezes eu até me perguntava o porque as vezes a Beth era tão ruim com ele.

Abri meus braços e dei um abraço em meu irmão que logo ele apoiou a cabeça em mim.

-Não fica assim Eddie, vai ficar tudo certo, eu tenho certeza – Disse consolando ele.

Eddie começou a fungar do nada. Grudou seu nariz em minha blusa de frio o que me fez o encarar estranho.

-O que foi? – Perguntei.

Eddie me olhou feio imediatamente.

-Você está cheirando a perfume masculino.

-Ah, eu?! – Disse gelada.

Prendi a respiração travada de medo. Eu não sabia que meu irmão tinha o poder do olfato canino.

O medo tomou conta de mim quando Eddie deu um riso.

-Estava brincando com meus perfumes de novo? – Perguntou.

Soltei o ar aliviada. Eddie sabia que eu tinha mania idiota de ficar esguichando perfume dele atoa pelo ar quando eu via o frasco na minha frente. Salva pelo gongo.

-Sim, eu estava.

Eddie deu um riso e se ajeitou no sofá.

-Você precisa de um psicólogo, sério! Quem mais se diverte esguichando perfume no ar atoa?

-Muita gente, isso eu tenho a certeza.

-Até agora eu só vi você fazendo isso, mas tudo bem. Eu vou tomar um banho agora e descansar – Eddie se levantou do sofá – E não esqueça que amanhã depois do ensaio a gente vai sair. Vou te levar a um restaurante aqui perto e fazer você provar o delicioso Ratatouille, a comida que você tanto sonha em comer.

-Nossa, ratatouille! – Disse com felicidade – Faz tanto tempo que você fala que vai me levar pra comer isso.

-Demorei mas amanhã vai ser dia de cumprir a promessa.

-Ai que maravilha! A Beth vai junto com a gente tambem?

-Não, só eu e você. Já que disse pra eu dar um tempo pra ela, então eu darei esse tempo – Eddie se dirigiu até o quarto – E Katriina...

-Sim?!

-Pare de ficar gastando meus perfumes atoa.

-Okay! Não gasto mais! – Respondi.

Então, sozinha na sala eu peguei o travesseiro que estava do meu lado e abracei sorrindo pelos cantos. Suspirei pensando no que havia acontecido hoje de tarde. O Beijo, o abraço, o tão bom estar ao lado de Jeff sentindo seus braços me envolverem... Mordi meus lábios enquanto eu pensava se aquilo foi só um sonho ou se realmente era verdade.

Olhei para o teto dando um riso de felicidade e então, encerrei minha noite assim... Vendo borboletas a onde não tinha.



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