História My sister, my child. - Capítulo 16


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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Eddie Vedder, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Eddie Vedder, Jeff Ament, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Chris Cornell, Eddievedder, Pearljam, Soundgarden
Visualizações 27
Palavras 1.799
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já nem vou desejar boa noite pra vocês porque esse é o terceiro capitulo que eu posto hoje Kkk

Eu nem ia postar, mas como hj eu to pra lá de inspirada, eu vou quebrar essa. Então divirtam-se pq esse capitulo tá... Sem explicação Kkkk

Tenham uma boa leitura... Novamente Kkkkk

Capítulo 16 - No Ônibus, em Hamburgo.


Fanfic / Fanfiction My sister, my child. - Capítulo 16 - No Ônibus, em Hamburgo.

E assim, foi. Agora com Beth e Mike para me cobrir com Jeff, o impossível era só questão de opinião. Após do grande escândalo ocorrido no hotel e um acordo de paz, tudo voltou ao normal, e por sorte não houve expulsões ou multas vinda do hotel. Conversei com Jeff antes do show e depois do show e expliquei tudo o que aconteceu, e mais uma vez, trocamos carinhos e beijos.

E as coisas foram ficando realmente como o planejado, vendo o Jeff sempre que fosse possível e dividindo meu tempo com minha família para não trazer desconfiança para meu irmão, e assim, fomos viajando de um lugar para o outro com o Pearl Jam. Da França fomos pra Noruega, depois pra Finlândia, Suécia e enfim, chegamos para a Alemanha.  Nesse intervalo todo já se passaram um mês, e eu e Jeff estávamos em um estado onde poderia dizer que realmente estava sério. Nos comportávamos como namorados, sentíamos ciúmes como namorados, nos apaixonamos como namorados e andávamos juntos como namorados, e tudo isso escondendo da vista de meu irmão. Eu e Jeff estávamos de um jeito que estava sendo difícil de desgrudarmos um do outro, e não nos importávamos mais em ter que ficar abraçados na frente de nossos cumplices, dês de que Eddie não estivesse no meio da roda, mas tenho que dizer a vocês que pra ter esse tempo todo para a gente era muito suor, começando pelo fato de que vocês sabem que Eddie gosta de ficar no meu pé empatando qualquer situação que eu esteja. Isso é fato e vocês estão careca de saber sobre isso, mas o pior era que as vezes é difícil do pessoal segurar o Eddie pra ele não ir atrás de mim, o que em algumas vezes eu e Jeff seriamos obrigados a abortar a missão de ficarmos juntinhos pelo resto do dia.

Até que então, na cidade de Hamburgo - Alemanha, algo aconteceu.

 

...

 

-Katriina – Chamou Stone – A barra está limpa.

-Perfeito! – Cochichei – Obrigada Stone!

Virei as costas fugindo devagar em direção ao ônibus que estava estacionado em um local deserto no meio do estacionamento, e logo mordi meu lábio com um olhar perverso. Eu tinha algo pra confessar para Jeff, algo que manti guardado para mim durante esse mês juntos e que até então eu não tive coragem de confessar por medo de rejeição ou por vergonha, pois era algo muito mais alem do que eu estava sentindo por ele e que eu estava morrendo de vontade de pedir, mas eu não sabia como.

Subi as escadas do ônibus, e ele estava lá, me chamando no ultimo banco. Corri em sua direção e não pensei duas vezes antes de chegar até ele e lhe dar um grande abraço e um grande beijo. Depois de quase um dia inteiro sem poder toca-lo por causa do Eddie, finalmente, sossego para nós.

Jeff se sentou no banco e eu fiquei em pé beijando seus lábios, até que me sentei ao seu lado.

-Pensei que seu irmão nunca mais sairia do seu pé – Disse Jeff entre beijos.

-Uma hora ele tem que dar descanso, não é? – Respondi entre risos.

Jeff riu junto me enchendo de beijo novamente.

-Eu senti tanto a sua falta – Disse ele passando o nariz em meu pescoço me deixando arrepiada – Desse seu perfume, dessa sua pele, desse seu pescoço – Jeff começou a dar uns beijos lentos que vinha do pescoço até a orelha me fazendo soltar um leve gemido – dos seus beijos...

-Jeff... Você sabe como eu fico quando você faz isso, não é?

Jeff parou e olhou para mim sorrindo e me deu um beijo em minha boca.

-Desculpa.

-Não, não precisa pedir desculpas Jeff, você... Pode continuar se quiser...

-Eu não posso Katriina, se eu continuar, você já sabe né? E já conversamos sobre isso.

-Sim, eu sei, mas... Jeff, eu posso te fazer uma pergunta?

-Sim minha gatinha, diga.

-Por que não?

Jeff ficou quieto. Ele fez uma expressão fofa e envergonhada, mas suspirou.

-Porque eu não quero que você pense que eu sou daquele tipo de cara que se aproveita das garotas entendeu? Eu não quero que a sua primeira vez seja por exemplo, em um ônibus. Eu quero que seja especial, e quero que você me entenda acima de tudo que eu não estou aqui para brincadeiras Triina, pois eu estou cada dia mais apaixonado por você.

Dei um sorriso olhando nos olhos de Jeff, e não disse nada. Ele me deu um beijo doce e carinhoso.

-Estou disposto a enfrentar seu irmão pra ficar contigo de vez.

-Ahn?! Sério?! – Disse eu para ele surpresa dando risada logo depois.

-Claro! Eu amo você, você me ama... A única coisa ruim nisso tudo é seu irmão, mas ai podemos dar um jeito.

-Meu irmão não vai aceitar você pois você é dez anos mais velho que eu.

-Se ele não aceitar, que se dane! Eu ficarei com você do mesmo jeito. Por tanto, eu não quero ser apenas um ficante, eu quero ser seu namorado Katriina.

-Meu namorado?! – Perguntei gaguejando.

Jeff sorriu laçando meus dedos nos seus.

-Sim! Afinal, o único que não sabe da gente é seu irmão mesmo, então tirando isso, não temos mais nada a esconder um do outro, mas eu vou entender se você não quiser.

Abri um sorriso olhando em seus olhos e beijei seus lábios alegremente.

-È claro que eu quero.

Ele deu mais um de seus enormes sorrisos e colocou sua testa na minha, e beijou a parte de tras da minha mão, e sem dizer nada, ele me deu um beijo romântico, lento e incrivel, e desgrudou olhando meus olhos ainda com expressão alegre.

-Vou te fazer feliz.

-Mais do que me faz?

-Claro! Eu quero ser mais do que eu sou pra você Triina, sempre mais! Cada dia te dando amor, carinho... – Disse entre beijos – Te deixando radiante de alegria...

-Ai Jeff, no pescoço não! – Disse entre risos enquanto ele beijava meu pescoço.

-Desculpa mais uma vez, esqueci que você fica louca quando eu beijo seu pescoço – Respondeu olhando pro meu rosto.

-Você gosta de provocar, não é? Quer fazer cerimonia pra transar comigo, mas vive me fazendo esse tipo de coisa. Depois não reclama no dia em que acontecer de verdade.

-È que eu adoro provocar, e você sabe né?

-Sei... Me provoca dês de que começamos a sair juntos – Dei um beijo nele e sorri – E alias... Eu queria conversar com você já que a gente está falando sobre isso. Bom, não digo conversar, mas eu digo pedir.

Jeff me deu um selinho sem tirar seus olhos de mim.

-Então diga minha gatinha, o que você quer.

-È complicado de dizer Jeff, eu não sei bem como falar essas coisas com você mas... Já que estamos agora em um relacionamento sério então... Nada é melhor do que ser sincera com você, não é verdade?

-Sim, claro.

-Então, er... o que eu queria pedir pra você é... – Mordi o dedão da minha mão timidamente e suspirei. Eu precisava abrir o jogo de uma vez por todas – Jeff, já que você está inseguro sobre tirar minha virgindade, que tal a gente...

Aproximei meus lábios de seu ouvido e disse:

-Brincar um pouco até lá?

Separei meus lábios dos ouvidos de Jeff e logo nossos olhares se encontraram. Jeff não respondeu minha pergunta, mas tambem não precisava, o brilho em seus olhos já dizia tudo. Então, sem mais nenhuma palavra, Jeff e eu nos beijamos intensamente, e ele logo me deitou nos bancos deslizando sua mão em meu corpo pra debaixo de minha camisa, guiando até em meus seios. Me subiu imediatamente um prazer enorme que me fez arranhar suas costas, e abraçar seu corpo com minhas pernas esfregando meus pés por de trás de suas coxas enquanto ele beijava meu pescoço. Logo Jeff desceu seus lábios e com suas mãos, acabou levantando eu sutiã, abocanhando meus mamilos enquanto sua mão direita descia em meu corpo em direção a minha parte intima me fazendo soltar um gemido. Jeff abriu o zíper da minha calça com uma mão só até que conseguisse espaço para chegar lá embaixo e começasse a massagear. Meus primeiros gemidos foram ouvido em seus ouvidos. Ele subia seus lábios de volta em meus pescoço até chegar próximo de meus lábios observando meus olhos revirarem de prazer. Eu não conseguia mais falar, as mãos de Jeff provavelmente estavam encharcados com o tanto de prazer que eu estava sentindo naquela hora, meu corpo se contorcia de tesão, era algo que eu nunca havia sentido antes na vida.

Foi então que Jeff tirou suas mãos e esfregando meu corpo todo, ele foi descendo devagar beijando meu pescoço, meu peito, meu corpo, até que finalmente chegasse ao lugar desejado. Ele tirou minhas calças com muita vontade, e não demorou muito até que finalmente eu sentisse sua língua lá embaixo. Meus gemidos estavam mais alto agora, o tesão aumentara naquele instante e eu não pude aguentar, eu estava louca e só aquilo pra mim não seria o suficiente. Eu queria mais, meu corpo implorava por mais.

-Jeff... – Disse entre gemidos – Vem... Por favor...

Jeff voltou beijando meu corpo todo vindo pra cima de mim. Eu pude sentir seu membro rígido entre minhas pernas. Ah, como eu desejava aquilo.

-Katriina... Não... – Disse ele entre beijos.

-Só um pouco Jeff, por favor... Eu não aguento mais...

Mordi o lábio de Jeff e ele então não se segurou. Abriu o zíper de sua calça imediatamente meio desesperado, e tirou a parte de baixo, e então, me dando um beijo maravilhoso, eu pude sentir entrando lentamente em mim. Jeff foi devagar e eu fui sentindo a dor. Ele observou minha expressão de dor, e logo me olhou um pouco preocupado.

-Dói? – Perguntou.

-Um pouco – Respondi entre dor e gemido.

Jeff foi então lentamente, e logo a dor se tornava em um prazer, até que chegou uma hora que estava ficando tão bom, que eu comecei a apertar as costas de Jeff.

-Mais rápido Jeff, por favor... – Disse eu para ele.

Jeff obedeceu acelerando o passo. Meus gemidos baixos agora aumentavam de volume. Na hora eu não estava pensando nos problemas, mas eu dei sorte pelo ônibus ser no meio do nada, e justo antes da turnê começar porque olha... Eu estava gemendo tão alto quanto uma gata na hora do sexo. Jeff ia tão feroz, dando mordida em meu pescoço e indo tão fundo que chegou uma hora em que eu cheguei ao orgasmo, e eu e Jeff gozamos juntos.

Jeff e eu olhamos um para o outro e logo demos um sorriso.

Suados e satisfeitos, colamos nossa testa um no outro.

-Eu te amo Triina.

-Eu tambem te amo Jeff.

E então, selamos nossos lábios com um beijo exausto e romântico.

 


Notas Finais


Falo nada, eu só espero o comentario de vcs Kkkkkk


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