História My Star, My Exception - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alecto Carrow, Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Amycus Carrow, Andromeda Tonks, Argo Filch, Ariana Dumbledore, Avery (Marauder-era), Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Evan Rosier, Franco Longbottom, Gellert Grindelwald, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Merope Gaunt, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Nymphadora Tonks, Órion Black, Personagens Originais, Petunia Dursley, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Rabastan Lestrange, Regulus Black, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Walburga Black
Tags Sirius Black
Visualizações 47
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - I - A Maldição de Mérope Riddle


Ano de 1925, Little Hangleton


Mérope odiava usar magia para fazer qualquer coisa. Deixou os frascos com a poção do Amortentia para aproximadamente um mês e os escondeu


Se deitou na cama e ficou olhando para o teto até ouvir o choro da criança


Nina Katherine Gaunt


Mérope optou por não colocar o sobrenome Riddle na criança, já que seu marido não tinha conhecimento sobre a gravidez dela. Não, Nina não tinha origem de Mérope com outro bruxo ou um trouxa, era filha de Tom Riddle


A questão é: Mérope achou que se ele quisesse ter uma criança, seria bem melhor um menino. Usando feitiços de ocultação e alegando que tinha achado um ótimo emprego em uma cidade vizinha ela fugiu para lá e teve sua filha


Mérope parou em frente ao berço e olhou para a criança que poucas vezes chorava, às vezes parecia até estar morta. Cabelos pretos brilhosos, olhos verdes-escuros que a encaravam com curiosidade


Mérope pegou uma pena e um pergaminho e começou a escrever uma carta já que não iria criar a criança, devia escrever pelo menos o motivo. Mérope pegou a varinha pronta para usar a mágica que tanto repugnava, apontou para o caixão de cristal e as letras em preto ficaram gravadas no caixão:


Nina Katherine Gaunt

23 de junho de 19252

27 de junho de 1925


Mérope apontou a varinha para a criança, pronta para usar a maldição da morte. As mãos de Mérope tremeram, seu batimento ficou acelerado. A varinha caiu de sua mão


A mulher caiu no chão chorando, ela nunca seria capaz de matar aquela criança que dera à luz. Mérope levantou já com a varinha em mãos e mudou as palavras no caixão


“Nina Katherine Gaunt

23 de junho de 1925 || 2:42 AM”


– Sinto muito, filha – Mérope murmurou e voltou a apontar a varinha para a criança, uma luz roxa saiu da varinha da mulher direto para a criança


Ano de 1943, Verão


Tom havia matado todos eles. Mary, Thomas e o Sr. Riddle


Tom havia ganhado um corte fundo no braço direito, se continuasse a sangrar daquele jeito ele nem teria tempo para fazer sua segunda Horcrux. Se apoiou em uma parede enquanto conjurava o necessário para fazer aquele sangramento parar. Assim que seu sangue entrou em contato com a parede, seu corpo foi sugado para uma espécie de portal


Ele não estava mais na casa dos Riddle, ele estava em uma sala branca mal iluminada. Na sala havia apenas três objetos: Uma caixa, um armário e um pequeno caixão


O garoto deu passos rápidos até o caixão, movido pela curiosidade tirou o pano que tapava o caixão. Arregalou os olhos ao ver que se tratava de uma criança, os cabelos da criança aparentemente recém-nascida batiam na altura dos ombros, ela parecia estar em um longo cochilo. Tom tentou ignorar a criança e analisou o caixão, ao ler o que estava escrito ali deu vários passos para trás, assustado


[...]


– Estou esperando a mais de meia-hora, diga-me o que ela tem! – Gritou Tom Riddle, observando a medibruxa que estava sob efeito da maldição imperdoável Imperius ali


– É u-uma m-maldição usada antigamente por bruxas para deixar uma pessoa em um s-sono profundo p-por anos… – Disse a medibruxa nervosa


– Quantos anos? – Perguntou impaciente


– Depende muito da capacidade de quem o lançou – Disse a mulher – Qual era a capacidade?


– Média


– Dou, no máximo uns trinta e cinco anos para ela acordar


23 de junho de 1960


Tom Riddle visitava aquela sala fechada de sua casa há dezenove anos. No primeiro mês, visitava a criança quase todos os dias, mas agora ele estava a caminho de se tornar o maior bruxo das trevas que já existiu, certamente tinha muita coisa para fazer. Já era cerca de 2:40 da manhã e ele ainda fazia o plano de ataque para uma pequena cidade onde alguns trouxas e alguns bruxos viviam. Depois de mais ou menos três minutos ele ouviu um choro


Ele colocou os pergaminhos na mesa com cuidado e foi seguindo a direção do choro. Ele pegou a varinha e fez um pequeno corte em um pedaço de sua mão. Despejou o sangue na parede, logo o sangue foi absorvido e uma porta apareceu. Assim que ele entrou no local o choro parou


Tom deu alguns passos na direção do caixão. A menina de olhos verdes-escuros e cabelos grandes até demais para uma recém-nascida o encarava curiosa. Ele abriu a carta que se encontrava no caixão e seus olhos foram direto para o final do pergaminho, onde lia-se:


“De sua mãe, Mérope Riddle”


Ele pegou o bebê no colo e saiu com a criança daquela sala. Sua elfa, Ivy o encarou surpresa ao ver ele aparecer com Nina na sala de estar


– Ivy – Tom chamou. A elfa fez uma reverência exagerada – Cuide de Nina enquanto eu preparo o quarto dela


Apesar de não confiar nem um pouco em elfos domésticos, ela era a única que nunca contaria nada para ninguém


Ano de 1965


Ivy cuidava de Nina quase o dia inteiro, era muito difícil cuidar da menina, já que ela tinha uma personalidade forte. Para isso o número de elfos da casa aumentou para três


– NÃO! – Gritou Nina se agarrando a cama – EU NÃO QUERO COMER! SAIA DO MEU QUARTO!


A elfa saiu assustada do quarto. Nina afundou a cabeça no travesseiro tentando se acalmar. Ela ouviu um barulho de aparatação


– EU JÁ NÃO FALEI PARA VOCÊ SAIR? – Gritou ainda com a cabeça no travesseiro


– Nina? – Ela ouviu a voz e se levantou em um pulo para abraçar o irmão, que retribuiu o abraço na mesma intensidade – Precisa comer para poder sair de casa algum dia – Disse ele ficando a altura dela – Estamos entendidos? – Perguntou e Nina assentiu


– Você vai ficar? – Seus olhos que antes estavam com um brilho parou assim que ouviu a resposta:


– Não. Estou precisando resolver algumas coisas… – Nina foi irritada para a janela


– Quando vou poder sair de novo? Por que eu nunca posso sair? – Perguntou enquanto olhava o jardim pela janela


– Talvez no seu aniversário… – Ele disse – Existem pessoas que te fariam mal só para me ver mal, Nina – Tom deu um beijo na testa da irmã e saiu do quarto



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