História My Stranger House - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Hyuken, Leobin, Navi
Exibições 50
Palavras 1.695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem os errinhos.

Boa Leitura =P

Capítulo 5 - Capitulo 5


Não estava a fim de discutir e tinha certeza do que havia acontecido, então apenas me dei por vencido e fui para o meu quarto organizar meus pensamentos até que eles voltassem e pudéssemos conversar. 

❤️❤️❤️❤️  

O dia passou muito rápido enquanto eu estava no meio dos meus livros, relendo os favoritos pela centésima vez. Naquele dia escolhi ficar dentro do meu quarto e meus amigos não me incomodaram, apenas me deram espaço para pensar. E eu nunca agradeci tanto por eles me deixarem sozinho com meu pensamentos. 

- HONGBIN – ouvi gritos vindo do quarto de N hyung, assim como na noite anterior – HONGBIN, VEM AQUI! 

Então levantei num salto correndo novamente para aquele quarto e abrindo a porta, encontrando novamente meus amigos abraçados do outro lado do quarto. Só não era como um dejavu, pois dessa vez eu estava devidamente vestido, para o meu alívio. 

- Ele voltou. - ouvi N falar. 

Como tudo parecia com o que havia acontecido antes, deduzi que havia alguém parado atrás da porta que eu mantinha aberta, então comecei a fechá-la devagar, mas dessa vez eu não sentia medo, sentia ansiedade. Soltei um suspiro de alívio assim que vi que era Ravi parado ali. Se não fosse tão estranho, eu teria o abraçado naquele momento. Eles haviam voltado e eu finalmente provaria que minha conversa com Ravi não foi invenção do meu cérebro fértil. 

- Eles estão na sala – Ravi disse – Precisamos conversar. 

- Então vamos para lá - eu respondi. 

Saímos do quarto e fomos em direção à sala sendo seguidos pelos meus dois amigos que estavam morrendo de medo e não se largavam um minuto. Eu não via motivos para ter medo. Eu estive conectado com o Ravi e, mesmo sem saber explicar como isso aconteceu e, sendo pouco tempo, eu percebi que eles não pretendiam fazer mal algum a nós. Em nenhum momento eles pensaram em nos ferir de alguma forma. O que aconteceu foi apenas um extremo, eles precisavam salvar a vida do amigo e de alguma forma fico feliz em ter feito parte disso e ajudado a salvar aquela vida, mesmo não sabendo o que eu havia feito exatamente. 

Chegamos aonde deveríamos e fui tirado de meus pensamentos pela porta da sala que rangia um pouco ao ser aberta. Ao entrar na sala, conseguia ver Hyuk sentado no sofá segurando um tipo de boneco de pano na mão, mas era só o que eu conseguia identificar da distância que eu estava, e parecia que fazia carinho nele. Leo estava de pé olhando a lareira que estava acesa, mesmo não estando tão frio para isso ainda. Ficamos em silêncio enquanto observamos o Ravi ir em direção aos dois. Ele sussurrou algo no ouvido do Leo fazendo com que ele se virasse em nossa direção. Logo em seguida, Ravi foi em direção ao sofá fazendo uma pequena reverência para Hyuk, mesmo que ele não estivesse olhando, antes de se sentar ao seu lado. 

- Olá, rapazes – Leo disse sério - Gostaríamos de pedir desculpas por ontem. Principalmente por irmos embora sem explicações. 

- Nos desculpem – Hyuk disse fazendo uma reverência mesmo sentado. 

- Não tem problema. Nós entendemos... - comecei e N me interrompeu. 

- Não entendemos não - ele disse – Eles tem muito o que explicar. 

- Iremos explicar então - Leo disse. 

- Hyung, você sabe que não podemos. - Hyuk começou - Eles nunca nos aceitarão se souber da verdade – ele falava choroso – Ficaremos sem ter para onde ir novamente. 

- Tudo vai dar certo Hyuk-ah – Ravi disse e o abraçou e foi a primeira vez que eu o vi ser carinhoso com Hyuk, sem tratá-lo como mestre – Eles precisam de explicações e não temos opção a não ser contar a verdade. 

- Mas e se ficarmos sem uma casa novamente? - Hyuk disse e consegui ver lágrimas caindo de seus olhos. 

- O importante é que ainda estaremos juntos. - Leo disse se ajoelhando em frente a ele – E daremos um jeito nisso. Eu sou o hyung e sempre cuidarei de vocês. 

Não falávamos nada, apenas observávamos a cena que se desenrolava a nossa frente e não sabíamos o que fazer. Olhei para o N e vi que ele tinha os olhos marejados pela imagem emocionante que acontecia a nossa frente. Ken hyung tinha uma lágrima tímida e teimosa que decidiu sair de seus olhos, também marejados, e escorrer por sua bochecha. E eu não sabia o que sentir, mas sabia que também tinha algumas lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Mas assim que vimos que a atenção seria direcionada a nós, fizemos o possível para nos livrarmos das lágrimas e olhos marejados. 

- O que vocês gostariam de saber? - Leo perguntou, já de pé novamente, direcionando seu olhar à nós. 

- Não sei por onde começar. - N respondeu. 

- Então começaremos pelas "apresentações" - Ravi disse fazendo aspas com as mãos e levantando do sofá. - O Leo é um vampiro, mas não se preocupem ou temam pelas suas vidas, pois ele não toma sangue humano. Digamos que ele tem nojo disso. - ele disse apontando para Leo e então apontou para si mesmo – Eu sou um boneco de voodoo e fui dado ao Hyuk antes mesmo dele nascer e minha tarefa é cuidar dele, mesmo que para isso eu tenha que desistir da minha vida para que ele viva. - então ele foi novamente para o lado de Hyuk – E ele é um demônio. - disse simplista. 

- Demônio não. - Hyuk disse de repente – Anjo caído, eu prefiro. 

Nós estávamos em choque depois de ouvir tudo isso. Minha cabeça fervilhava de perguntas. Só que havia uma pergunta que predominava, uma que eu queria fazer desde a primeira vez que conversamos. Já que ninguém falava nada, decidi começar com essa mesma. 

- Por que vocês foram expulsos de casa ou seja lá da onde vocês vem? - perguntei. 

- Meus pais são vampiros muito influentes e donos de um clã muito poderoso. - Leo começou - Quando eu contei a eles que não queria mais tomar sangue humano, pois havia cansado de matar pessoas inocentes para sobreviver, eles decidiram que eu não seria uma boa influência para o nosso clã e me expulsaram, tirando assim meu direito de assumir meu lugar de direito como dono do clã. 

- No meu caso, eu me recusava a fazer maldades – era a vez de Hyuk – Eu sei que é estranho o fato de um demônio não querer fazer maldade, mas podemos dizer que eu puxei mais o lado de minha mãe. - ele parecia triste ao contar isso – Minha mãe era um anjo que se apaixonou pela pessoa errada e meu pai é um demônio que não se importou em condenar a pessoa que ele mais amava a viver no inferno para o resto da eternidade, fazendo com que minha mãe se transformasse em um anjo caído. Quando ela engravidou, ela estava muito frágil e morreu no dia em que eu nasci. Fui criado, apenas pelo meu pai, como um demônio de nascença. Só que eu me recusava a fazer tudo que ele fazia. As maldades, as manipulações. Fazia pessoas se matarem ou matarem outra por pura diversão. - ele secou uma lágrima que caía antes de continuar – Me recusando a aceitar esse destino, eu fui atrás da metade que faltava na minha história, descobrindo assim a verdade sobre minha mãe. Eu disse ao meu pai que queria ser um anjo, assim como ela, então eu fui expulso do inferno podendo levar apenas um único objeto, esse boneco de pano – ele nos mostrou o boneco que segurava. - Só que eu descobri da pior forma que o filho de um demônio nunca seria aceito no Céu - ele soltou um riso debochado ao falar isso – Eu não podia entrar no céu e nem voltar ao inferno, então fui condenado a morar na Terra pelo resto da eternidade. 

- Bom, eu vim de brinde – Ravi disse tirando risadas de todos nós - Como Hyuk disse, quando foi expulso ele só pôde levar o boneco de pano, que no caso era eu. Ele me carregou ali até o dia em que conseguiu finalmente me chamar e assim eu comecei a cuidar dele. - ele continuou enquanto olhava para Hyuk – A mãe dele quem me fez quando descobriu estar grávida. No inferno ela descobriu um encantamento para fazer bonecos de voodoo e transformá-los em guardiões e usou isso para que sempre tivesse alguém para cuidar de seu bebê. Eu me lembro de tudo desde que meu pequeno coração vermelho se acendeu pela primeira vez – ele pegou o boneco que o Hyuk segurava e apontou para o pequeno coração costurado no boneco – E eu cuido dele desde então - finalizou se referindo ao Hyuk. 

- Por que você nunca me contou isso? - Hyuk perguntava ao Ravi, parecia a primeira vez que ele ouvia essa história também. 

- Porque sua mãe me fez prometer não contar até que você estivesse pronto – Ravi respondeu. 

Hyuk olhava para ele e uma mistura de raiva, tristeza e decepção era perceptível em seu olhar. Toda aquela história havia me dado dor de cabeça e eu me sentia cansado, meio tonto, acho que por não ter me alimentado direito hoje, e senti minhas pernas fraquejarem, logo sendo amparado pelos meus amigos. 

- Ele se alimentou hoje? - Leo perguntou, preocupado, e Ken negou com a cabeça - Ele deve estar fraco por causa de ontem, ele precisa comer algo. 

- Nós ainda não terminamos nossa conversa. - N disse. 

- Hyung, aqueles dois tem algo a resolver – eu disse me referindo a Ravi e Hyuk – Podemos terminar essa conversa depois. Vamos deixa-los a sós. 

- Tá. - N respondeu - Então vamos ver algo pra você comer e iremos descansar por hoje. - então se virou para os outros três – Quanto a vocês, terminamos essa conversa amanhã. 

Eles concordaram e saímos da sala deixando-os a sós para resolver qualquer assunto pendente. O Ken e o N me fizeram comer um jantar reforçado e logo depois fomos para nossos respectivos quartos descansar. Teríamos muito o que resolver com aqueles três amanhã. 


Notas Finais


Espero q tenham gostado.

Até o proximo


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