História My Style - Capítulo 3


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jongup, JR, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Youngjae, Yugyeom, Zelo
Tags Bts, Bullying, Got7, Rivalidade, Yaoi
Exibições 47
Palavras 2.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei (era só isso mesmo)

Capítulo 3 - One Friend


Fanfic / Fanfiction My Style - Capítulo 3 - One Friend

Estava esperando o carro que meu pai mandou me buscar, estará na calçada da escola escorada na parede do local mas após um tempo ali as minhas costas já estavam doendo então me aproximei do meio-fio olhando de um lado para o outro, nenhum sinal de carro algum. Sinto alguém puxar meu braço me segurando pelo pulso, a pessoa parecia apressada, olho bem para a pessoa que corria a minha frente.

- Kim Yugyeom? -Pergunto para confirmar, ele apenas corre até um beco sem saída uma rua após a da escola, oque era um pouco longe mas nem tanto. Ele vai até o final do beco e o acompanho, se senta no chão atrás de um carro prata.

- Me chama apenas de Yugyeom! -O mesmo me puxa para me sentar ao seu lado.

- Por que me trouxe aqui? -Pergunto confusa com oque estará acontecendo, ele me olha por um tempo até abrir a boca para dizer algo.

- Jin Young não pode te encontrar -Ele diz em um sussurro, vejo-no se ajoelhar e logo olha para a rua, provavelmente vendo se aquele garoto passará por ali. - Ou quer que ele te machuque de novo? -Encaro o chão.

- Não, mas... -Olhei para ele justo na hora em que ele me encara. Seus olhos me penetravam como se estivesse lendo meus segredos e descobrindo coisas sobre mim que nem eu sabia, sua coloração castanho claro combinavam com seus cabelos descoloridos. - Por que está fazendo isso por mim? Nós... Nem nos conhecemos -Ele se senta novamente mas dessa vez mais próximo de mim e aproxima seu rosto do meu.

- Eu sei oque ele faz com pessoas tipo você e não gosto. E se continuar falando alto eu vou ser obrigado a te machucar -Ele diz em um tom ameaçador me fazendo abaixar a cabeça e ficar quieta, logo ele se afasta olhando novamente a rua. - Ele está ali. -Ele diz muito baixo mas consegui entender, assenti sentindo ele se aproximando de mim pela segunda vez.

Durante aquele tempo ele segurou meu braço e observou as marcas roxas ali. Ele se afasta olhando novamente a rua mas agora ele levantou-se. O loiro estendeu a mão na minha direção, apenas peguei em sua mão sem pensar duas vezes. Ele me ajudou a levantar novamente, encaro seus olhos e percebo sua preocupação enquanto olhava as marcas roxas que estavam em minha perna. Arrumei meu uniforme e ele fez o mesmo com o seu.

- Vem... Você vai vir para minha casa! -Ele diz pegando no meu braço e me puxando para fora do beco. Ele estava ficando louco, não podia ir para sua casa. Solto meu braço usando uma certa força.

- Não! -Digo firme e ele me encara sério me assustando um pouco. Ele é fofo porém seu olhar era tão ameaçador que aquela fofura por um tempo sumiu por completo deixando apenas uma expressão assustadora.

- Eu quero te ajudar! -Ele diz fofo para me convencer. Ele é bipolar?

- Podemos conversar sobre isso amanhã? Tenho que ir para casa. -Digo calma, ele parecia ser uma pessoa legal mas não podia ir para a casa dele assim, o conheci hoje.

- Pode ser. Chega um pouco mais cedo amanhã e me encontra atrás da escola, ninguém vai lá então tem mais chances de Jin Young não nos ver. Tchau Eun Byul -Ele me puxa para um abraço fiquei imóvel e corei um pouco com sua ação repentina. Sinto seus lábios em minha testa onde ele deposita um beijo demorado me fazendo ficar mais vermelha.

- T-tchau Yugyeom -Me curvo me despedindo rapidamente do mesmo. Eu tinha que gaguejar? Acho que foi muito idiota.

Saímos do beco como se nada tivesse acontecido. Vou para o lado esquerdo e ele para o direito, vejo um carro branco de luxo parado na frente da escola e vou até ele, pergunto quem veio buscar e assim que ouço o motorista dizer meu nome eu entro no carro após falar o nome do meu pai para ele poder confirmar quem havia o mandado. Vou o caminho inteiro quieta, cheguei em casa peguei minha mochila, subi as escadas e me troquei, tudo bem rápido. Soltei meu cabelo o deixando livre para respirar, coloquei meu rayban preto e uma maquiagem que cuida da pele enquanto você dorme (N/A: Não é assepsia). Usava uma calça jeans preta rasgada no joelho e uma blusa preta com um casaco esportivo preto maravilhoso do meu grupo favorito, EXO, com o nome do Byun Baekhyun na parte de trás. Estava com tédio então decido pegar meu celular, vou até minha mochila para pegar o mesmo, não o achei, havia um papel ali dentro no lugar.

" Olá Eun Byul, desculpa pegar seu celular. Sabia que seria necessário, venha a minha casa que eu te devolvo
..."

No papel contia o endereço de onde ele morava no final do bilhete, rasguei deixando o endereço separado. Um ódio daquele garoto subiu pelo meu corpo e apenas desci as escadas correndo na esperança do motorista ainda estar lá. O encontrei comendo algo que acho ser um sorvete, entreguei para ele o endereço pedindo para que me levasse até o local, ele disse para que eu entrasse no carro, fiz e ele estrou em seguida dirigindo até o local.
O bairro era bem calmo e as casas eram bem humildes. Me sentia meio mal por ter uma casa grande e espaçosa atoa enquanto tem pessoas que precisam mais que eu. O carro para em frente a um portão de ferro baixo na qual seria bem fácil pular, as vezes tenho esse tipo de pensamento. Peço para que o motorista me esperace um pouco afastado dali. Aperto a campainha no muro ao lado do portão. Depois de pouco tempo vi Yugyeom andando em minha direção com o meu celular em mão, percebi que ele já estava com outra roupa, acho que não demorei tanto, demorei?
Ele estava... Como posso dizer? Lindo. Simplesmente lindo. Seus cabelos estavam levemente molhados, seus fios estavam meio bagunçados e estavam caídos em frente aos seus olhos. Ele usava uma camisa preta com as mangas brancas até acima do cotovelo, sua calça era de couro provavelmente muito apertada mas valeu apena poder vê-lo daquela maneira, ele estava com um tênis branco e uma corrente branca onde no lugar do pingente há dois anéis pratas. Para alguém que está em casa ele está muito arrumado.

- Me devolve meu celular Yugyeom! -Digo séria estará fervendo de raiva dele, ele é tão estúpido, a vários jeitos melhores para me trazer a sua casa, sem precisar roubar meu celular.

- Só se você me ouvir! -Ele sorriu bobo e apenas cruzei os braços, nem o conhecia e já estava o odiando mas nem posso porque ele me ajudou hoje.

- E eu estou fazendo o que? -Levanto uma sombrancelha e ele ri baixo. Ele abre o portão e se aproxima de um pouco de mim me fazendo dar um passo para trás.

- Mas você vai ter que entrar -Diz animado e revirei os olhos.

- Eu quero te bater -Fechei o punho e coloquei na frente de seu rosto, ele abaixa meu braço lentamente e vai se aproximando de mim de maneira provocante. Vou dando passos para trás até sentir a parede em minhas costas avisando que não tinha mais caminho.

- Nem pensar! -Ele sorri fofo segurando meu punho. Me senti como se tivesse lavado um tiro com o seu sorriso, que foi muito lindo e provocante. Me sinto um pouco incomaloda me arrepiei e meu coração acelerou. - Você sempre fica linda assim quando está dentro de casa? -Passa a mão em meus fios castanhos.

- Fala logo o que você quer -Estava sendo arrogante para ele se afastar e parar de me fazer dar esses ataques cardíacos como se eu fosse uma fangirl dele.

Eu não sei porque mas quando eu estava com meus cabelos em tranças e meus óculos fundo de garrafa eu tinha uma personalidade, tímida, fofa, carente, inocente, reservada e essas coisas, e quando eu estava de cabelos soltos e rayban minha personalidade era: extrovertida, muito animada, engraçada mas ainda meio tímida. Como isso seria possível?

- Quero que fique assim -Ele aponta para mim e logo leva sua mão direita ao meu cabelo novamente acariciando o mesmo. - Fique linda na escola que ele irá parar de pegar no seu pé. Assim não se machucará novamente. -Ele encosta no meu machucado na testa que já tinha esquecido que existia.

- Mas eu não quero! -Digo segurando sua mão e a abaixando aos poucos o olhando nos olhos. Aquela troca de olhares me fez arrepiar, era como se ele pudesse ler minha vida inteira em um olhar. Aquele momento parecia nunca acabar e era isso que queria.

- Vou deixar você pensar no assunto se não aceitar eu vou fazer você ficar bonita a força -Ele sorri e desviei o olhar acabando com aquele clima estranho mas tão bom.

- Repetindo: Eu quero te bater! -Ele entrelaça nossos dedos e levanta nossas mãos.

- Não, não quer! -Ele sorri e reviro os olhos irritada. - Calma, se não quiser eu vou tentar ao máximo evitar que você se machuque quando eu não puder mais... -Finalmente ele ficou sério mas tinha que o interromper.

- Não fala essas coisas... -Solto minhas mãos das suas e passo minha mão em seus cabelos loiros. - Eu posso mal te conhecer mas já te considero meu amigo e... -Ele me interrompe.

- Só como amigo? -Faz bico como se estivesse decepcionado.

- Continuando... Não quero que você fale esse tipo de coisas. -O abracei agarrando sua nuca. Ignoro totalmente oque ele havia dito a poucos segundos.

Ele parecia surpreso com minha atitude mas logo correspondeu meu abraço de maneira carinhosa. Ele era tão alto que meu rosto era da altura de seu peitoral, na verdade nem é tão ruim mas ter que ficar na ponta do pé já é meio fodido.

- Pode pegar seu celular de volta, já está com o meu número, quando quiser é só mandar mensagem -Me afastei dele lentamente o olhando nos olhos novamente. - Você tá muito linda mas... Eu até estou sentindo falta das suas tranças. -Ele sorriu entrelaçando seus dedos nos meus da mão esquerda. - Queria muito te beijar agora!

- Por que não beija? -Sorri debochanda e solto nossas mãos me afastando do maior.

- Você é tão fofinha -Sinto suas mãos apertarem minhas bochechas fazendo as mesmas começarem a arder um pouco.

- Tchau Eun Byul -Ele ri entregando meu celular e vai até o portão de sua casa me deixando ali parada confusa.

- Tchau... Eu acho

Ouço a porta de sua casa bater após um "Tchau" alto do loiro meio. Vou até o carro e abro a porta, digo para o motorista me levar para casa novamente. Estava olhando tudo em meu telefone e percebo que recebi uma mensagem do loiro. Revirei os olhos e abri a mensagem dele no Line. Ri ao ver como ele salvou seu contato.

[Yugyeom Delícia 16:25]
Como consegue ser tão fofinha?

[Eun Byul 16:28]
Como sabe minha senha?

[Yugyeom Delícia 16:31]
É fácil descobrir! Quer que eu vá para a escola com você amanhã?

[Eun Byul 16:33]
Mas e o Jin Young?

[Yugyeom Delícia 16:35]
Ele não vai amanhã, os meninos vão se reunir. Coisas de gangsters

[Eun Byul 16:36]
E por quê você não vai junto? Não é do grupinho dele?

[Yugyeom Delícia 16:36]
Sim, mas eu não sou importante! Eu sou aquele que só fica lá trás quieto, eu só sirvo para dar número

[Eun Byul 16:37]
Pelo oque eu percebi você não gosta do Jin Young! Por que ainda anda com ele?

[Yugyeom Delícia 16:37]
Coisa minha

[Eun Byul 16:37]
Tá bom! Pode vir aqui em casa, te passo o endereço mais tarde mas não fica aqui no portão okay fica um pouco longe.

[Yugyeom Delícia 16:38]
Okay. Estarei esperando, Noona


Olhei pela janela do carro, já estavamos na minha garagem, saí do carro e subi para o meu quarto, não estava com fome e não tinha motivos para ficar na sala. Me sentei em frente ao espelho e tirei o curativo que Yugyeom fez em minha testa e mão. Não estava muito feio mas sangrava bastante e eu não sou muito acostumada a ver sangue.

Ouço a porta do quarto abrir e me viro rapidamente, meu pai me encarava. Sempre que ele estava por perto me sentia desconfortável. Ele senta na beira da minha cama e segura minhas mãos.

- O que aconteceu? -Ele diz olhando meu machucado na testa. Tirei minha mão de perto da dele e coloquei em cima do machucado sentindo o sangue em meu dedo indicador.

- Nada, eu caí enquanto andava! Devia ter prestado atenção. -Fui até o banheiro e peguei um band-aid e quando voltei para meu quarto ele não estava lá, respirei fundo aliviada. Odiava quando ele estava perto.

Olho todo o local e assim que tenho certeza que ele não está ali tranco a porta e pego meu celular o mais rápido possível. Não tinha mensagens de Yugyeom. Fico irritada por pensar tanto nele e jogo o celular na cama me jogando logo em seguida, fico olhando o teto com tédio. Ouço meu celular vibrar e o pego com rapidez. Era uma mensagem de Yugyeom assim eu lembrei de enviar o meu endereço para ele. Um sorriso bobo se torna em meus lábios e acho que fiquei com aquela cara bastante tempo. Enviei meu endereço e ele mandou um "Ok" mas esperei um pouco antes de apagar a tela do celular quando apareceu que ele estava digitando.

[Yugyeom Delícia 18:38]
Eun Bi, você está bem?

[Eun Byul 18:40]
Sim, estou pensando em aceitar aquela sua ideia

[Yugyeom Delicia 18:42]
Isso Eun Bi, eu acho que consigo alguém para te ajudar nisso

[Eun Byul 18:42]
Ei, calma ai, eu falei que estou pensando

[Yugyeom Delícia 18:43]
Vamos conversar mais tarde! Acho que Jin Young está na minha porta.

Fico com um pouco de ódio ao ler o nome de Jin Young, aquele garoto um dia vai me pagar.

[Eun Byul 18:43]
Está bem! Yugyeom, tenha cuidado com ele, por favor!

[Yugyeom Delícia 18:44]
Está bem, até mais Fofinha

[Eun Byul 18:44]
Até

Ele visualiza a mensagem e depois mais nada, apenas o silêncio da casa. Amanhã mais um dia no inferno e espero que seja mais um dia que consiga escapar de... Ah, esquece. Não tenho que pensar que eu possa ficar bem, não sabemos o dia de amanhã.


Continua...



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