História My sugar Cat - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Mark, Rap Monster, Suga, V
Tags Bebidas, Drama, J-hope Top, Lemon, Vhope, Violencia, Yoongi Bottom, Yoonseok
Visualizações 44
Palavras 1.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite, Nabis ♥
Espero que gostem

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A


Capítulo 4 - Ele voltou


E naquela noite, dormida com um gatinho manhoso sobre mim, percebi o quão mole eu era.

Eu sempre fui uma pessoa para se orgulhar, mas mesmo assim sempre fui fechado à qualquer coisa ou qualquer pessoa. Meu único amigo próxima é o Taehyung e ele que me arrasta para festas com o resto dos seus amigos. Foi em uma dessas festas que eu acabei emprestando o meu carro ao Namjoon...

Mas com aquela criaturinha por cima de mim — tão quieta, imóvel, sua respiração regular, miando em alguns momentos — me fez relaxar. Era tão bom ter finalmente alguém que necessitasse de mim fora da cama, longe do sexo. Ele me queria para protegê-lo.

Posso finalmente dizer que dormi com alguém e não acordei nu no dia seguinte.

Um sentimento de proteção cresceu em mim e isso me fez ficar a noite toda acordado. As vezes cobrindo o gatinho com um cobertor, as vezes fazendo carinho, mas principalmente o observando dormir.

Estava de manhã quando a campainha tocou. O gatinho se assustou e cravou suas unhas nos meus ombros. Péssima forma de acordar.

—Calma, calma, deve ser o Tae...

Comentei o tirando de cima de mim. Respirei fundo e desci as escadas com o pequeno atrás de mim. Olhei para o relógio de parede e nele marcava 7h em ponto. Infelizmente só tinha uma pessoa que gostava de me acordar a essa hora.

Com Yoongi segurando a barra da minha camisa enquanto se escondia atrás de mim, abri a porta e me deu de cara com Jung Mark de terno e dois seguranças em seu encalço. O gatinho se encolheu e eu passei a mão sobre suas orelhas. Meu pai era bem assustador mesmo.

—O que faz aqui a essa hora?

—Não posso visitar meu filho que não vejo a mais de uma semana?

—O que quer exatamente?

Arqueei uma das sobrancelhas dando espaço para que ele entrasse, o que ele o fez com certa agressividade.

Fiquei sabendo que adotou um vira-lata, estou tão orgulhoso...

Ele comentou ironicamente enquanto passava seus olhos pela minha casa a procura de absolutamente nada, ele só gostava de me deixar desconfortável.

—Ah, veio aqui para conhecê-lo? Que lindo pai, finalmente parece que tem algum tipo de sentimento

Sorri e então ele me olhou bravo. Não era todo dia que eu respondia uma de suas provações. Acho que só então percebeu Yoongi atrás de mim. Aquelas unhas novamente afundaram em minha pele.

—O que é isso? Sangue?

Perguntou passando a mão em meu ombro direito.

—Ele é na verdade ela? Esta transando com um filhote fêmea?!

Olhei para ele com um olhar de puro nojo e confusão. O que manchas de sangue no meu ombro o faria pensar tal coisa? Que tipo de homem ele era? Eu ainda tinha que descobrir tanta coisa e eu o conheço à 19 anos.

—Em primeiro lugar, Yoongi é macho e não eu não transo com um filhote! Tenho cara de quem faz esse tipo de coisa? Que absurdo!

Eu estava ofendido, mas Yoongi não pareceu entender a conversa (briga controlada) que estávamos tendo.

—Nem se atreva... Seria uma mancha em nossa família...

—O que? Eu transar com um filhote? Eu já disse que nun...

—Dane-se se você transar com um filhote, uma criança ou até mesmo uma velha, mas que por favor não seja homem...

Ele falou com um naturalidade impressionante. Isso me irritou. Meu pai sempre escondeu sua intolerância, mas sempre quis importante essa crença sobre mim. Homem com mulher era o certo, e ser gay era, para ele, uma doença tratável com eletrochoque. Eu tinha vergonha de ter ele como meu pai, mesmo que esse intolerância fosse conhecida apenas por mim e seus empregados.

—Era isso que você queria? Já pode ir? Ele não dormiu o quanto precisava e eu também não...

—Está me expulsando da casa que eu paguei?

—Na verdade eu estou sim, já pode ir?

Ele arqueou uma sobrancelha e eu suspirei. Me debrucei sobre o gatinho e o peguei no colo ele se escondia em meu pescoço, mas meu pai se aproximou mesmo assim.

—Impressionante... Olhe só esse pelo em seu rabo...

Meu pai tocou o rabinho branco do menor e eu bati em sua mão. Eu estava com ciúmes sim, mas estava apenas protegendo ele do meu pai.

—Sabia que um híbrido vale milhões? Poderia vender seus...

—Cai fora daqui!

Gritei assustando Yoongi e meu pai. Não era possível, ele só pensava em dinheiro, tudo para ele tinha que se tornar dinheiro.

—Você vai ver, eu vou encontrar um bom comprador, filho, você não vai poder recusar...

Sorriu contente e então saiu pela porta. Yoongi ainda me segurava fortemente é somente após ouvir o som do moto do carro pude respirar fundo.

—Hyung?

—Oi, gatinho...

—Vai me vender?

Aquela pergunta me fez despedaçar. Como eu conseguiria vendê-lo?

—Não, claro que não! Meu pai só estava brincando, ele só quis te assustar...

—Ele brinca igual o meu pai?

Perguntou afasta do seu rosto do meu pescoço e me olhando com curiosidade. Seu rosto inchado e seus olhos pesados ainda indicavam que ele estava com sono, então comecei a caminhar até a escada.

—Igual ao seu pai?

Parei de falar e então me lembrei de que Yoongi disse que quem o bateu foi seu pai. Isso me assustou, de que tipo de brincadeira ele quis dizer?

—Seu pai brincava muito com você? Sente falta?

—Não, comigo não... Mamãe nunca deixou...

—Do que ele brincava?

—Eu lembro de ver mamãe ajoelhada com ele segurando seus cabelos... Ela parecia chorar a cada tapa que ele dava nela, mas ela me explicou que tudo não passava de uma brincadeira... Mas não sei o nome que se pode dar...

Engoli em seco e continuei o caminho em silêncio. A família dele era muito conturbada, talvez até pior que a minha.

Entramos no quarto e eu me deitei como pequeno em meu peito. Ele ronronou esfregando seu rosto em mim e então suspirou.

—Sabe Hyung... Eu gostaria que você cuidasse da minha mãe também... Ela é iguala mim, mas não sei onde ela está... Pode acha-la?

Mordi o lábio segurando qualquer palavra, lágrima ou sentimento ruim. Ele não saberia da sua mãe naquele momento. Eu não queria contar, aliás eu poderia estar errado e ela podia estar viva, eu não queria passar a informação errada.

—Eu tento acha-la... Mas...

—Ah! Obrigada! Sinto tanta falta dela

Sorriu para mim e então fechou seus olhos.

{• • •}

Dois anos tinha se passado e o gatinho parecia ter 15 anos, algo com a sua mutação genética o fazia evoluir de maneira impressionante.

Ele começou a frequentar a escola, achei que seria bom ele fazer amizades e eu fiquei cada vez mais atarefado com o trabalho.

Meu pai ainda implicava com o gatinho, mas apenas pelo fato dele odiar gatos, ah! E ele ser macho.

Meu pai se incomodava em dizer que seu filho morava com um garoto de 15 anos. Era impressionante como sua mentalidade era primitiva, mesmo se eu tivesse sentimentos pelo gatinho, ele não teria nada com isso.

A mulher que ele dizia ser sua mãe na verdade era uma outra híbrida ainda mais rara, ela era de loba, mas não sobreviveu a queda do 20° andar. O gatinho ainda não sabia, eu não tive coragem de contar, para ele a mãe só fez um passeio muito longo. Seu pai está foragido, ninguém sabe onde esse cretino foi parar, mas houve um grande aumento de híbridos encontrados mortos. Isso para mim era mais que claro.

Eu estava indo pegar o gatinho na escola quando liguei o rádio para ouvir as notícias do dia.

"A meio ano conseguimos uma filmagem valiosa para este caso, nela vimos um homem acusado anteriormente de matar sua esposa híbrida, espancando uma criança híbrida de gato ou outro felino, não sabemos ao certo."

"Onde foi isso, delegado?"

"Na cidade de Seul, nas periferias. Sugiro que mantenham os híbridos em casa, não é um alerta, mas protegê-los é a nossa missão..."

Desliguei muito preocupado. O pai de Yoongi poderia ter voltado? E se voltou, o motivo seria Yoongi? Eu não poderia falar, Yoongi não entenderia. Meu bebê estava em perigo e eu em pânico.

—Entra no carro agora, Yoon

Pedi parando o carro na sua frente.

—Oh! Hyung, esse é o...

—Min Yoongi, entra no carro agora!

Ele fez biquinho e entrou no carro.

—Poderia ser mais gentil, Hyung... Ele é um amigo muito...

—Vamos embora da cidade por um tempo.

Afirmei e ele arranhou meu braço. Algo que ele fazia quando se zangada comigo.

—O que aconteceu com você?


Notas Finais


Annyeong ^^
Demorei? Talvez, desculpinhas ¥v¥


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