História My sweet - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Esquadrão Suicida
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Personagens Originais
Tags Arlequina, Batman, Esquadrão Suicida
Exibições 105
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii galerraaaa.
Tudo Beleza?
Desculpem a demora, semana de prova, mamis doente, monte de coisa, porém estou de volta com um capítulo fodástico.
Boa Leitura ^^

Capítulo 17 - O Esquadrão


Fanfic / Fanfiction My sweet - Capítulo 17 - O Esquadrão

Em questão de segundos, eu entrava como um touro pelo escritório de meu pai, que se encontrava sentado em sua cadeira, sorrindo se levantou ao me ver.

-Não achei que viria tão rápido!

-Sem papo furado! – Cortei-o e joguei a ficha do policial em sua mesa. – Estão machucando ela.

O sorriso, rapidamente desapareceu de seu , e ele socou a mesa em sua frente, com tanta força, que acho que a madeira ameaçou romper.

-Quem é, esse desgraçado?

Ele perguntou e então agarrou a ficha do homem, vermelho de raiva.

-Aparentemente, o novo chefe da guarda de Belle Reve! – Eu já andava de um lado para o outro, para tentar me acalmar. – E como pode imaginar, não posso fazer nada, estragaria meu disfarce. – Eu parei em sua frente. – Mas, você pode! – Dei-lhe um sorriso, que qualquer um ao ver, teria certeza, de que eu era sim sua filha.

Ele andou, até o bar, que havia em seu escritório e começou a preparar uma dose de whisky para si.

-Pode ter certeza, que eu vou dar um jeito nesse desgraçado, ele vai sofrer tanto que...

-Mais eu não quero que ele sofra!

Minhas palavras, pareceram ter lhe causado, algum tipo de choque, pois o copo, rapidamente veio em minha direção. Eu me abaixei, a tempo de que ele não atingisse minha testa, e ele atingiu a parede.

-Você ficou maluca? – Ele berrou.

-Preciso responder mesmo a essa pergunta, papi? – Cruzei os braços, afinal aquela pergunta era obvia, eu era filha dele ué.

-Acho que sim, afinal você veio a mim, para que salvássemos sua mãe, e agora, não quer que eu faça quem está a machucando, sofrer? – Ele começou a bagunçar os cabelos, enquanto falava comigo.

-Só por que, ele pode ser nossa chance, de salvar a mamãe!

Eu comecei a andar, em direção ao bar, agora quem precisava beber, era eu, estava cansada dos whiskies baratos, que eu tinha bebido ate ali. Pelo menos papai tinha bom gosto para bebidas. Eu podia sentir ele me observando, esperando que eu continuasse, e pensando, com certeza, se ainda valia a pena me manter viva. Coloquei calmamente meu copo de bebida, fechei a garrafa e comecei a beber, enquanto me virava para ele.

-Ele é o único guarda, que tem acesso a ela sem as câmeras, e o que mais se aproxima, portanto, podemos usa-lo como marionete. – Dei um gole em minha bebida.

-E como faremos, com que ele nos ajude a tira-la de lá? – Disse ele mais calmo de braços cruzados.

-Eles estão montando, uma espécie de esquadrão, com os presos de Belle Reve, para contra atacar, algo sinistro que apareceu na cidade. – Terminei minha bebida e coloquei o copo em cima do bar. –Devo admitir, você é bom em escolher bebidas! – Sorri pra ele e limpei os lábios úmidos, com meu indicador.

-E você é boa em virar copos, agora continue!

-Estraga prazeres! – Dei de ombros pra ele. – Bom, aparentemente Midway City é o destino do tal esquadrão, e pelo que sei, pretendem partir na manhã seguinte, então se quer me ajudar, ache esse cara, ainda hoje e faça ele fazer, tudo o que quiser.

-Fácil, mas o que faremos depois disso? – Ele levantou suas sobrancelhas.

-Relaxa, eu tenho um plano.

-Você realmente não nega o sangue que tem, garota maluca! – Ele começou a gargalhar. – Rocco, prepare o carro, vamos dar um passeio. – Ele gritou para Rocco e saiu.

Agora, tudo daria certo. Estou indo te salvar, mamãe.

*Em um bar qualquer da cidade

-Ei galera, eu sei que to devendo dinheiro, mas não pra tanto.

O guarda tremia nas bases, também não era pra menos, os maiores gangster da cidade, estavam ali em volta dele, apenas o observando, enquanto um deles amaciava uma carne atrás.

-Ei, será que dá pra pedir pro seu amiguinho, parar com o barulho? Eu não quero confusão.

Naquele momento, Rocco entrou no recinto, com uma mala de dinheiro.

-Então você tá com sorte, o chefe tá de bom humor! – Ele dispensou os gangsters, entregando-lhes o dinheiro e ficou apenas com alguns de seus guardas ali.

-Mas o que o seu chefe quer, e quem é ele? – Disse ele mais alterado. – Olha você não sabe quem eu sou.

-Ora, ora, ora, o que temos aqui?

Ele sentiu uma pegada forte em seus ombros, o forçando a sentar-se na cadeira novamente. Quando ele percebeu, que era papai, acho que a alma dele saiu dali e só deixou o corpo, eu estava de longe, só observando a cena. Ele ficou frente a frente ao guarda, que tremia e disse a simples frase, que sempre me fez tremer, ao longo dos anos.

-Não vejo a hora, de te mostrar meus brinquedinhos!

Depois de algumas torturas, ameaças a família, foi fácil convencer ele a entregar o celular para mamãe e ficar quietinho, e ainda conseguimos informações sobre um certo dispositivo, que seria inserido neles, para explodir, caso tentassem fugir.

-E agora, qual o próximo passo? - Meu pai disse, lavando as mãos ainda com sangue do guarda.

-Agora é a minha vez de entrar em cena. – Disse saindo. – Obrigada por tudo, pai. – Pela primeira vez, dei-lhe um sorriso sincero e sai.

Agora era minha vez, eu conhecia a empresa responsável pelos dispositivos, e conhecia muito bem, e eu iria tirar satisfações, com as empresas Wayne.

Fui para casa, precisava passar lá, para buscar alguns documentos.

Ao chegar ao meu prédio, a porta de meu apartamento, estava aberta. Meu pai, sabia que não precisava disso, então não era obra dele. Rapidamente, peguei minha arma e silenciosamente adentrei o apartamento.

Tudo estava acesso, porém quieto demais, até que eu ouvir passos no andar de cima. Subi a escada, sem fazer ruídos e vi uma sombra de uma silhueta, dentro do meu quarto.

Ele não havia me visto, estava de costas, mas estava muito escuro, não conseguia reconhecer, apenas sabia que era um homem. Bom, como minha vida de gangster ensinou, bata primeiro, pergunte depois. Entrei no quarto correndo, e com uma rasteira, um golpe na coluna e uma coronhada no pescoço, joguei o sujeito em cima da minha cama, de bruços e apontava a arma pra nuca dele, quando ele num golpe, agarrou minhas pernas com as suas, imobilizou meus braços e trocou nossas posições.

-Cin, sou eu!

Enquanto tentava me soltar, consegui reconhecer a voz de tal pessoa, aquela voz que por noites e dias escutei, como eu pude não reconhecer sua silhueta. Não pude acreditar que era ele, até que a luz da lua, iluminou o quarto e pude ver, seus lindos olhos refletidos nela.

-Ben!


Notas Finais


E ai galeraaaaa
Curtiram o cap? Espero vocês nos comentários.
Bom, por hoje é só galera, Kissus de Pudim ^^


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