História My Sweet Angel Evil - Imagine Park Jimin - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Bangtan Boys, Bts, Drama, Jimin, Ppk_hoseok
Exibições 163
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Chapter Nine


"Medo....."

9. CHAPTER NINE 

Eu acho que nunca fiquei tão satisfeita na minha vida quanto hoje, sei lá o dia estava favorável, apesar de que Park Jimin- mas conhecido como maldito moreno de lábios fartos - tirar o dia para me atormentar, sério! Nem isso tirava o sorriso dos meus lábios, acho que a satisfação foi um bom remédio para me deixar melhor, já que eu sempre fui uma pessoa de auto-estima baixa - e bote baixa nisso.

Sempre fui a menininha do contra, tanto nas aulas práticas quanto teóricas - E quando eu falo em práticas é nas aulas de Ed. Física, pois muitos dos meus "amiguinho" sempre queriam um jogo e eu como uma boa menina do contra escolhia outro. Por um lado eu queria ser notada, sabe? Eu, lá, sempre excluída sem nenhum amigo ou amiga então eu tinha que me destacar. Por mais que a brincadeira fosse a mais legal eu sempre acabava descordando e consequentemente muitos alunos começaram a me odiar. Nas teóricas eu sempre descordava em alguma coisa e isso vale para agora no ensino médio que requer muitas respostas justificadas.

Com o decorrer dos tempos acho que a mente do ser humano foi ficando tão pequena que muitos acabam pensando em si mesmo, por exemplo: Políticos são aqueles tipos de pessoas que fazem alguma coisa para iludir a população e o resto do dinheiro que ele recebe usa para si mesmo, para o próprio bem estar, só que eles não pensam que esse mandato é uma coisa passageira que com o tempo a população se abusa e acaba tirando eles do mandato. E os mais coitados são a população que acaba caindo na proposta de "melhorar" mais alguma coisas, mas envés disso acaba piorando e fudendo com todo mundo.

Por esses fatos eu sempre descordava nas aulas de história e consequentemente eu acabava sendo também odiada pelo professor da matéria que tem que ser mais apurada e estudar a respeito de mais coisas.

Desde a minha infância eu fui realista, nunca me iludindo - tanto no amor, quando com a realidade - meu pai sempre me mostrou os fatos reais; nunca fui muito ligada na tecnologia e muito menos interessada em sair - como iria se nem amigos eu tinha naquela época; tudo bem! Agora eu tenho o Jack mas não me sinto confortável em sair por ai e explorar melhor Forks ou os estados vizinhos - Sempre fui interessada em livros, nossa livros são as melhores coisas! Desde ficção cientifica a histórias antigas, tirando romance.

E por que tirando romance? Bem.... Como eu disse eu nunca me iludir com nenhum menino durante a minha infância e bem.... eu achava que o amor era uma coisa desnecessária, que eu podia sobreviver muito bem sem ele. Até conhecer Park Jimin; quando ele entrou na sala pela primeira vez meu coração literalmente parou, era como se eu já o tivesse visto ou coisa do tipo, mas eu estabeleci uma ligação com ele que nem eu mesma consegui acreditar.

Eu digo que não é amor e sim uma atração que eu tento enfiar na cabeça que é só isso, apenas isso..... Atração. Mas tem vezes que  eu acabo pensando no maldito moreno, me imagino beijando ele e tudo clichê que possa se existir.

Quando sentir pela primeira vez os lábios do Parker nos meus foi um choque, e ainda mais ele estava no banheiro, me vigiando. Não sei se posso juga-lo como louco ou um perseguidor, posso juntar duas alternativas, a primeira: É que ele estava querendo me beijar e invadiu o banheiro, e a segunda: É que ele errou o banheiro e acabou me vendo e para eu não gritar ele me beijou da forma mais afoita e deliciosa o possível. Acabei por invetar uma terceira opção: Ele era apenas um fruto da minha imaginação.

Dentre essas três eu escolho a quarta - Eu estava com um puta sono e estava vendo alucinações.

Me fitei mais uma vez no espelho e uoooou eu estava me amando. Dei aquela famoso giro de 360° para pegar o casaco e o colocar no braço. Antes de sair fui até o banheiro pegando o frasco de perfume espirando a loção por todo meu corpo - Principalmente nos cantos mais precisos, atrás da orelha e pescoço. E como eu sou uma pessoa lesada acabei esquecendo que eu estava com meias nos pés invés de um par de saltos pufff.

Joguei o cardigan em cima da cama e mais uma vez fui até o guarda-roupa tirando a caixa do único salto que eu tinha -os calcei - me virei para o lado pegando o cardigan o colocando de volta no meu braço e com o outro peguei a barra do vestido que estava arrastando no chão.

Sai do quarto descendo as escadas dando de cara com o meu pai com um lindo smoking preto com uma gravata normal também preta  no fundo uma blusa social azul marinho - Meu pai estava combinando a roupa comigo? 

- Nossa está gatão papai - Disse sorrindo travessa e ele se envergonhou.

- Menos S/n - Disse soltando um risinho fraco - Agora falando de você; está linda! - Abriu os braços e imediatamente eu o abracei.

- Obrigada pai, também gostei do resultado - Disse baixinho mas o suficiente para que o mais velho pudesse escutar.

- E que resultado - Deu ênfase em toda frase e eu fiquei sem graça.

- Menos pai - Sorri sem graça

- Agora vamos! - Falou e eu assenti.

O caminho todo durante o trajeto a tal festa foi em silêncio e, querendo ou não aquilo se tornava desconfortável pois as vezes eu e o meu pai acabávamos sem assuntos coerente e mais uma vez ficávamos em silêncio.

- Teve algum resultado do maniaco do manicômio? - Perguntei quebrando o silêncio.

Umas da alternativas que eu tinha era peguntar a respeito do trabalho e claro! Ele não iria desperdiçar em falar como foi o seu trabalho e contar mais um pouco sobre suas aventuras de ser policial, eu até gostava de lhe escutar, mesmo que fosse sempre a mesma coisa e sempre as mesmas histórias, eu não iria desperdiçar de lhe escutar.

- Infelizmente esse infeliz sabe se esconder muito bem - Disse e o vi aperta o volante com força.

- Com certeza você vai conseguir prende-lo - Disse pousando uma mão no ombro do papai para tentar acalma-lo.

- Ele já foi preso algumas vezes, acho que duas - Suspirou - foi um ano para poder prende-lo

- Nossa então ele é bom em se esconder - Falei em meio a um risinho para confortá-lo.

- O problema não é esse - Ele disse me olhando mais voltando o mesmo para frente.

- E qual foi? - Engoli em seco.

- Eu o vi parado em frente da nossa casa 

CONTINUA?



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