História My Sweet Cat (Imagine hot - Suga & J-hope) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Aniversário, Bts, Fluffy, Gato, Hentai, Híbrido, Hobi, Hoseok, Hot, Hybrid, Imagine, J-hope, Suga, Threesome, Você, Xbaby, Yoongi
Visualizações 3.202
Palavras 1.266
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello hello baby's
Como vocês estão????

Depois de muuuuito tempo, finalmente estou aqui com o novo capítulo.
Sei que demorei para postar e peço mil desculpas por isso!!!

Bom, como vocês devem ter visto, (ou não) eu escolhi o Hope para participar dessa fic e espero que não tenham ficado chatiadas com a minha escolha!! Muitas pessoas pediram o Jimin para ser o personagem, porém, eu já estava em mente de fazer uma shortfic com ele nesse mesmo estilo, que aliás, será postada em breve.

Então sem enrolação, vamos ao capítulo.
Boa leitura!!

Capítulo 4 - Entre cão e gato


Fanfic / Fanfiction My Sweet Cat (Imagine hot - Suga & J-hope) - Capítulo 4 - Entre cão e gato

— Vai logo, Suga. Eu não tenho todo o tempo do mundo. — eu pronunciava com rispidez, enquanto balançava o corpo do moreno para que levantasse da cama.

— Me deixe dormir. — suas palavras eram abafadas pelo travesseiro, fazendo com que eu não as escutasse com clareza, mas tinha certeza de que ele estaria me xingando.

— Vou te dar 5 minutos para levantar dessa cama, caso contrário, vou fazer greve de sexo. — o ameacei de modo que ele seria obrigado a me obedecer, já o conheço há tempo suficiente para saber que ele não vive sem sexo.

“Gatinho tarado"

— Você não seria capaz, está blefando. — pronunciou tão rápido que eu quase não pude entendê-las, mas pelo menos isso fez com ele finalmente olhasse em meus olhos.

— Quer mesmo descobrir?

— Você pode ser muito chata quando quer. — soltou um longo suspiro e levantou da cama, seguindo até o banheiro a passos pesados.

Faziam horas desde que eu estava tentando fazer Suga se levantar, ele amava dormir, mas acordar realmente não é seu forte. Desde que ele se transformou em humano, – ou seja lá o que ele for agora – Suga não havia saído de casa e mesmo quando ele era apenas um gato, eu dificilmente o levava para passear, ele é tão preguiçoso que fazê-lo andar por um quarteirão é quase impossível. Mas isso muda agora, ainda mais porque ele precisa de roupas novas, ele está a tanto tempo usando a mesma calça de moletom e camiseta, que daqui a pouco elas vão criar pernas e sair andando como diria a minha mãe.

Não demorou muito para que Suga estivesse pronto, sem esconder sua expressão rabugenta de sempre. Após pegar minha bolsa com tudo que eu precisaria, pudemos sair de casa e aproveitar o dia ensolarado que se instalava. Mas como sempre, o moreno ao meu lado reclamava de tudo, implicando até mesmo com meu modo de andar.

Fomos de loja em loja a procura de roupas para Suga e haviam muitas opções diferentes, mas as únicas peças que o interessavam, eram as pretas.

“Gato gótico é nova para mim”

— Já está bom por hoje, não acha? — sua voz transparecia todo seu tédio. — Vamos voltar para casa?

— Vamos, acho que já fiz você sofrer demais em um único dia — ri baixinho, vendo o moreno revirar os olhos e apressar o passo.

— Ei, me espera. — corri para alcançá-lo, encaixando meu braço ao seu.

Estávamos voltando para casa quando passamos em frente a confeitaria que eu havia comprado meu bolo de aniversário, mas surpreendentemente, aqui não era mais uma confeitaria e sim, um pet shop, com uma fachada ainda mais colorida e luminosa do que a anterior. E foi nesse momento, que a curiosidade falou mais alto do que os resmungos do Suga, me obrigando a entrar ali.

Assim que empurrei a porta, pude ouvir o barulho do sininho anunciar minha chegada. O espaço era maior do que eu me lembrava, haviam várias prateleiras com rações, casinhas, gaiolas e até mesmo, brinquedos para todo tipo de animal. Olhei em volta a procura de alguém, mas a loja aparentava estar completamente vazia, sem nenhum cliente, empregado, nem mesmo um caixista, o que me fez estranhar de imediato.

Notei um pequeno cercadinho no fundo da loja, com uma plaquinha escrita “animais para adoção” e ao me aproximar da mesma, avistei um filhotinho da raça Golden, balançando o rabinho de modo frenético ao me ver. Não me contendo, o peguei em meus braços, recebendo várias lambidas molhadas em minha face, mas ele é tão fofo que eu não consegui ficar zangada, ainda mais com aqueles olhinhos brilhantes me fitando com alegria.

— Hope? — li em voz alta a gravura em sua coleira, recebendo um latido em resposta.

— Achei esse nome perfeito para ele. — me virei rapidamente em direção a voz desconhecida, tão rápido que ouvi meu pescoço estalar.

— Você? — me surpreendi ao ver a mesma mulher que havia me vendido o bolo e as velas, mas ela parecia mais nova desde que a vi pela última vez. Ela deve ser algum tipo de bruxa ou feiticeira porque isso não é possível.

— É um prazer releva, senhorita. — se curvou minimamente e eu a imitei. — Como passou seu aniversário?

— Muito bem. — Suga se intrometeu na conversa, fazendo nossa atenção se voltar a ele. — Mas agora precisamos voltar para casa, não é (S/n)?

— Vejo que as velas funcionaram. — a senhora pronunciou calmamente, abrindo um grande sorriso.

— Espera, você sabia? — Suga e eu perguntamos ao mesmo tempo, fazendo-a gargalhar.

— É claro, fui eu quem fiz a vela. — ela se aproximou de mim e alisou os pelos loiros do cachorrinho em meus braços. — Você fez uma boa escolha, ele será um ótimo companheiro para você.

— O que? Eu não posso levá-lo. — neguei rapidamente, mesmo que minha vontade fosse ficar com ele para mim.

— Mas eu não posso mais mante-lo aqui. Ele está infeliz, olhe só para a carinha dele.

Hope começou a choramingar, enquanto tentava esconder sua cabeça em meu pescoço. Podia jurar que estava sentindo meu coração amolecer com aquela cena, eu não podia simplesmente deixá-lo aqui sem alguém para lhe dar amor ou carinho quando eu mesma poderia fazer isso. Olhei para a mulher que me encorajava a levá-lo com um grande sorriso e para Suga, que parecia estar pronto para me matar caso eu o fizesse.

— Tudo bem, eu fico com o fofinho aqui. — o abracei apertado, ganhando outra lambida na bochecha. Eu talvez me arrependesse dessa decisão, mas como eu teria certeza se não arriscasse?

— Fique aqui, eu irei pegar tudo que precisa para cuidar dele.

A senhora seguiu para o que eu diria ser o estoque, totalmente animada. Eu podia sentir o olhar mortal do Suga sobre mim, mas o ignorei, não queria começar outra discussão com ele tão cedo, ainda mais se essa discussão não acabar na cama, o que é o caso desta vez. Alguns minutos se passaram e a mulher voltou com um pequeno saco de ração e uma guia de coleira, dizendo que era seu modo de agradecer por eu ter o adotado. E após agradecê-la, o moreno praticamente me arrastou pelo braço para fora da loja. Eu o ignorei durante todo o trajeto, mas sabia que, assim que passássemos pela porta de casa, isso não seria mais possível.

— Está feliz, (s/n)? — ele pronunciou ríspido assim que eu tranquei a porta.

— Estou radiante, obrigada por perguntar. — respondi ironicamente, jogando todas as sacolas sobre o sofá, sem soltar Hope.

— Claro que está, assim como esse saco de pulgas no seu colo.

— Isso tudo é ciúmes, Suga?

— Como se eu fosse tem ciúmes de você. — revirou os olhos e se deitou sobre o sofá. — Mas fácil eu sentir ciúmes dessa bola de pelo.

— Ótimo, porque hoje você vai dormir na sala. — eu estava cansada demais para prolongar essa conversa, a única coisa que eu queria era dormir e me livrar dos próximos xingamentos do híbrido. — E se você entrar no quarto, te coloco pra fora de casa. — o ameacei, antes de fechar a porta bruscamente.

Coloquei Hope sobre a cama enquanto me trocava, vestindo o primeiro pijama que achei em meu armário. O filhote me olhava atentamente a cada movimento, me fazendo crer que eu tenho algum tipo de imã para animais pervertidos em minha vida, tanto os domésticos, quanto os humanos idiotas com quem já saí. Me deitei sobre a cama e me cobri com o fino lençol ali presente, vendo Hope se aconchegar ao meu lado e em poucos minutos, eu cedi ao sono.


Notas Finais


AAAAAA
Só de imaginar o Hope como cachorrinho eu já começo a vomitar arco íris, vocês ficaram assim também?
Kkkkkk

Espero que tenham gostado!
Não se esqueçam de dizer aqui nos comentários o que acharam sobre o capítulo!!

Bom, foi só isso por hoje!!
Então próximo capítulo né, já sabem ... 🌚🌚
Não se esqueçam de seguir meu perfil: @xBaby
E até logo
XOXO ❤💋


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