História My Sweet Coffee Boy - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Monsta X, Super Junior
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Choi Siwon, D.O, Hyung Won, I'M, Joo Heon, Kai, Ki Hyun, Lee Donghae, Lu Han, Min Hyuk, Sehun, Show Nu, Won Ho
Tags Baekyeol, Chanbaek, Changhyun, Changkyun, Fluffy, Hunhan, Hyunghyuk, Imhyun, Kaisoo, Kihyun, Kpop, Minwon, Monstax
Exibições 48
Palavras 3.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE??????????????????????????? Olha quem brotou!!!! shaihsnkjansjam

Sim, eu mesma Maru Doidinha da Silva de Souza. (Nome bonito, não? kkkk)

Bom, não vou enrolar vcs!

Beijão purpurinado a todos e bora ler:

Capítulo 2 - Primeiro dia: Vencido.


Acordei com o barulho do despertador indicando as cinco da manhã daquela terça-feira ensolarada. Levantei da cama, fui até o banheiro e tomei um banho relaxante, voltando ao quarto para vestir a roupa social. Me senti muito engraçado vestido daquele modo, como se estivesse indo para um casamento ou para alguma grande empresa de negócios. Coloquei o blazer, mas pensei duas vezes e o retirei por conta do calor. Não estava acreditando que sairia de casa assim, mas para a minha sorte, os pais também estavam indo trabalhar e poderiam me deixar em frente à cafeteria todos os dias.

—Olhe só como você está bem arrumado. Agora sim, não parece mais com aquele moleque que saía correndo de casa para chegar atrasado no colégio. Está se tornando um homem! –Meu pai me recebeu com um grande sorriso, assim que apareci na porta da cozinha.

—Obrigado, eu acho. –Retribuí, logo me sentando à mesa e me servindo com uma boa quantidade de café e pondo algumas torradas no prato.

Novamente estava eu naquela rua movimentada da grande cidade que morava. Olhei em volta, ainda me sentindo estranho com a roupa que usava, caminhei até a fachada conhecida, observando que a loja ainda estava fechada e que MinHyuk e BaekHyun já estavam na porta esperando provavelmente alguém com a chave.

—Bom dia. –Os cumprimentei meio sem graça.

—Pelo menos é pontual, né?! Lembra-se que DongHae era o último a chegar? –BaekHyun comentou com o amigo, rindo do que havia falado. –Bom dia.

—Demorei, mas cheguei. –Virei-me para ver de quem era aquela voz familiar, dando de cara com HyungWon. –Bom dia para todo mundo.

—Sempre atrasado... –MinHyuk revirava os olhos dramaticamente, no entanto não parecia estar realmente julgando o mais alto, que apenas o olhou e sorriu de canto antes de levantar a porta de ferro que cobria a entrada da loja.

Nós, os quatro primeiros a chegar, entramos no local e ajeitamos alguns detalhes enquanto os restantes se juntavam a nós. Dalí a dez minutos, todos já haviam chegado e pudemos virar a plaquinha com a palavra “open” para o lado de fora. Seis e meia da manhã e o movimento começava a ficar maior na estrada, bem como o fluxo de carros e a quantidade de pessoas passando. Algumas meninas com roupa escolar entravam no local, já escolhendo os rapazes com quem desejavam passar um tempo conversando naquela manhã. Algumas mulheres mais velhas também chegavam apenas para comprar bebidas quentes e seguirem bebendo em seu trajeto, bem como alguns homens.

—Preste atenção agora, ChangKyun. Alguns clientes chegam e já sentam em alguma mesa, esperando que um de nós chegue até eles para atendê-los. Geralmente quem faz isso são os que nunca vieram aqui antes e nós devemos ir até a pessoa e nos apresentar, no entanto alguns clientes antigos gostam de sentar e tomar café sem necessariamente conversar conosco. Por exemplo, alguns casais fazem isso de vir sempre aqui, mas apenas pelo aconchego do ambiente. Quem vem mais para conversar conosco são geralmente as garotas de escolas da redondeza. De qualquer forma, quando você for atender alguém sempre diga “Seja bem-vinda princesa. O que deseja?”.  Fácil? –MinHyuk  me instruía atrás do balcão, enquanto eu o ajudava a decorar pratos de café da manhã. –Faz esse café com leite pra mim? Não se esquece de vaporizar o leite, senão não dá certo. –Virou as costas, saindo com dois pratos e duas xícaras em uma bandeja, confiando em mim para terminar seus pedidos. Fiz tudo exatamente como me lembrava do ensinado no dia anterior e do que o vi fazendo segundos antes.

Confesso que me enrolei um pouco ao me sentir sendo observado, logo quando precisava colocar o leite no café. Olhei para lado, vendo SeHun de braços cruzados encostado na bancada. Recebi um sorriso e um aviso de que não precisava me incomodar com a presença dele ali. É complicado não ficar nervoso quando se tem pessoas te observando em tudo o que faz, mas ainda assim eu consegui completar aquela tarefa dada por MinHyuk antes que o mesmo retornasse para busca-lo.  O loiro me agradeceu, logo saindo correndo de volta para a mesa que estava atendendo.

—Não vai atender ninguém hoje ainda? –JongIn me perguntou, assim que passou por nós para preparar um chocolate quente.

—Acho que não. Me disseram que era melhor apenas ajudar os outros, mas quem sabe lá pro final do dia eu já não possa atender alguém?

—Ah sim... –KyungSoo também se aproximou, mas parece que ele apenas estava ali para atrapalhar o que o amigo fazia. –Não! –Reclamou JongIn, quando o mais baixo desmanchou o ursinho que ele fazia com espuma de leite, o forçando a começar tudo de novo. –Não tem mais o que fazer, não?

—Não. ‘To atoa mesmo, não está vendo? –O mais velho respondeu, fazendo SeHun rir da situação, e saiu de trás da bancada indo se sentar em alguma mesa vazia. Logo os outros dois saíram também, me deixando sozinho por alguns minutos até que decidi ajudar JooHeon na recepção.

Me juntei a ele perguntando se podia ajuda-lo ali, recebendo a resposta positiva do ruivo. Recebíamos as meninas de um jeito simpático e descontraído, e descobrimos que nos dávamos bem. Vi nele alguém que poderia ser meu maior colega de todos os outros.  Quando não chegava ninguém, conversávamos sobre o que gostaríamos de fazer da vida –já que ele também não havia iniciado a vida acadêmica, como eu- e o que gostamos de fazer em nosso tempo livre. Descobrimos coisas em comum, como por exemplo, o gosto por alguns jogos e por sair com amigos às vezes, embora eu não estivesse mais fazendo tanto isso pelo fato de ter me afastado da maioria dos colegas da época escolar. Enquanto meu interesse era estudar história, o dele era fazer algo na área da saúde, e para isso ele economizava metade de seu salário todo mês a fim de conseguir fundos para se manter na faculdade que escolhesse. Conversamos também sobre os outros meninos da cafeteria, já que eu não sabia muito sobre eles.

—KyungSoo e JongIn são bons amigos? –Perguntei por conta do ocorrido um pouco mais cedo.

—São... –A expressão que ele fez pareceu querer dizer algo a mais, principalmente pelo pequeno sorriso de lado que deu. Não perguntei nada, apenas o olhei como quem queria mais informações sobre o que significava aquele sorriso. –Não é nada do que você está pensando. É só que eles são um pouco chegados de mais e a gente costuma zoar os dois. Mas não tem nada. Com o tempo você vai poder zoar com eles também e vai ver só como KyungSoo fica bravo. –JooHeon acabou se desfocando da conversa ao ver HyungWon chamar MinHyuk até a sala atrás da bancada.

—E eles dois?

—Ah, são amigos bem próximos. Faziam faculdade no mesmo lugar, mas HyungWon já se formou.

—E BaekHYun?

—Bem, sobre ele é verdade que é gay. Isso é tão certo quanto a minha existência, mas ele tem namorado e não vai dar em cima de você, relaxa. Mesmo se ele não tivesse, não daria. Não é desse tipo.

—E aquele forte ali? –Apontei para o rapaz que haviam me apresentado como “o tipo frio”, o qual não lembrava o nome.

—HyunWoo. Ele é legal. Só tem um pouco de dificuldade pra se expressar com relação ao que sente, mas depois de um tempo próximo dele você consegue decifrá-lo. Hoseok por exemplo, sempre sabe quando está tudo bem ou não, só de olhar pra ele.

—E SeHun não é muito falante, não é?!

—Não. Você quase não vai ouvi-lo falando muito. Ele conversa, mas pouco.

—Virando amigos? –MinHyuk saiu da sala, sozinho, e aproveitou para falar conosco.

—Sim, acho que nos damos bem. –JooHeon sorriu. –Ele só está me ajudando um pouco aqui.

—Não, tudo bem. Eu só queria saber se você não gostaria atender as próximas que entrarem, junto comigo? –Fiz que sim com a cabeça, em resposta. –Legal. Se lembra do que precisa dizer quando for atender alguém?

—“Seja bem-vinda, princesa. Em que posso lhe ser útil?” –Dei até uma piscada no final da frase, seguida de um sorriso convidativo tentando ser engraçado. Os dois se entreolharam e começaram a rir.

—Você quer afastar nossas clientes?

—Na verdade, acho que ele quer é que isso aqui vire um show de comédia. Não é a proposta, ChangKyun. –MinHyuk comentou, mas logo ficamos sérios quando duas meninas chegaram juntas e vieram em nossa direção. –Olha, é só não fazer a mesma coisa na hora, seja natural. –Brincou. Concordei com ele, me preparando para ser simpático com as meninas que se aproximavam.

Demos bom dia a elas e esperamos que escolhessem o local onde se sentariam, e então nós nos aproximamos, já que eu havia sido indicado a elas por ele. Durante todo o processo, tudo que falei ou fiz, meu colega ficou supervisionando como se me julgasse apto a fazer aquele serviço. De qualquer forma, mesmo sob pressão, consegui fazer tudo direito –inclusive as latte art- e ainda fui simpático, fofo e engraçado. Acho que elas gostaram de mim.

Depois de mais alguns minutos ajudando um e outro, os rapazes me explicaram como funcionava o horário de almoço. Cada um tinha trinta minutos para comer e não saíam do local de trabalho, pois havia um restaurante ali perto que levava comida para todos, então era só ligar fazendo o pedido e esperar que as comidas chegassem. Me juntei a eles e pedi um dos pratos do cardápio, descobrindo também que quem pagava nossa comida era SiWon, e  acertava todo mês com o dono do restaurante o valor total de despesas que dávamos. Pelo que entendi, os dois eram amigos.

Assim que terminei de almoçar e escovar os dentes, fui até a mesa onde BaekHyun estava sentado com mais algumas meninas apenas pela curiosidade de saber como elas se comportavam com ele. Lógico que eu não disse isso a ninguém, afinal era meu primeiro dia ali e não era como se eu estivesse com algum preconceito em relação a isso, é só que fiquei curioso e quis ver de perto. Minha primeira impressão de BaekHyun não foi uma das melhores, pelo motivo de ele parecer um pouco pretensioso, mas depois de passar um tempo o ajudando percebi que ele é gente boa.

—Você estuda, BaekHYun? –Uma das meninas que conversava com ele perguntou.

—Sim, eu faço faculdade.

—Qual curso?

—Design de interiores.

—Nossa, tem tudo a ver com você, Baekkie! –Outra menina comentou, animada de mais. Todas pareciam gostar muito dele.

—Mas e vocês? Já sabem o que pretendem fazer quando se formarem? –As três meninas estavam com uniformes de colégio, o que o levou a saber que ainda eram do colegial.

—Eu quero ser advogada. –Respondeu a loira.

—Ah, muito bem. Gosto assim, decidida! Mas você está certa disso? É o que você realmente quer ou alguém que quer por você?

—Eu mesma quero. Me interesso muito por essa profissão.

—Lá em casa todo mundo quer que eu faça Engenharia, mas eu quero mesmo é Moda. –Comentou a menina que havia o perguntado se estudava.

—Faz Moda então. Você tem que pensar que vai precisar gostar de trabalhar com o que você fizer. Se não seu trabalho pode ser o que mais vai te dar dinheiro no mundo, mas você vai cansar dele e não vai se sentir realizada profissionalmente.  –Era incrível o modo como BaekHyun conversava com as garotas e as conquistava com seu jeito descontraído. Era como se ele pudesse falar sobre qualquer assunto com elas.

Passei bastante tempo observando todos os meus colegas de trabalho, descobrindo um pouco mais sobre cada um. O mais difícil de decifrar era HyunWoo, que de fato quase não transparecia o que pensava ou sentia. Durante o tempo em que me sentei com ele, pude notar que as meninas falavam bem mais –o que quase não acontecia com BaekHyun ou MinHyuk –e que ele era bem mais de ações do que de palavras. HyunWoo gostava de fazer as coisas para as meninas, sentava do lado delas ao invés de sentar a frente, puxava as cadeiras para se sentarem, dava poucos sorrisos, mas nenhuma nunca saía da cafeteria sem receber ao menos um. Era como se ele fosse aquele tipo de namorado mais fechado, que se preocupa com a menina, tem atos carinhosos e tudo mais, mas não é de falar muito. Não consigo pensar em uma palavra para definir uma pessoa assim, mas pretendo descobrir um dia.

Estava de bobeira na cozinha quando SeHun me viu e decidiu que me ensinaria a preparar um doce chamado petit gateau. É um bolinho com recheio cremoso por dentro, já havia ouvido falar mas, nunca tinha comido ou visto alguém comer. Descobri que aquela calda que escorria por dentro dele não era um recheio colocado no bolo depois de pronto, mas na verdade a própria massa que não assou enquanto ficou no forno, pelo seu curto tempo de cozimento. Nunca me imaginaria em uma cozinha aprendendo a fazer doces... quem diria, não é mesmo?! Enquanto ajudava SeHun com a massa, MinHyuk veio até nós com um olhar totalmente animado e parecia estar feliz por me encontrar.

—Tenho uma tarefa para você! Um cliente. –Disse, sorrindo e tirando de minha mão o fuê que estava usando para bater os ovos. –SeHun, continue isso. Preciso dele.

—Tanto faz. –SeHun respondeu a ele com um olhar reprovador.

—ChangKyun, não sei se já te falei isso, mas as vezes nós temos alguns clientes homens que vem aqui, mas não estão interessados em conversar conosco. No entanto, sempre devemos trata-los com a mesma cordialidade que tratamos as meninas. Um em especial sempre vem aqui neste mesmo horário e ele nunca designa ninguém pra atende-lo, por isso hoje vai ser sua vez! Você saberá como fazer, e não se esqueça do que deve dizer. –Antes que eu pudesse fazer qualquer pergunta, MinHyuk já me empurrava para cima do rapaz, que estava sentado sozinho em uma das últimas mesas do salão.

'Tá, repara na minha situação. Eu tinha que atender um homem, mas a abordagem que aprendi era para mulheres. Como eu ia falar algo para ele sem parecer oferecido e sem perder a proposta do local? Meu, não vou nem comentar mais nada.

—Boa tarde, seja bem-vindo... –Não ia chamar ele de príncipe, né?! Meu Deus, o que eu estava fazendo? Eu nem sabia direito o que dizer, mal me lembrava qual era a próxima coisa a ser dita. Me deu um branco e eu comecei a ficar um pouco nervoso. –O que eu tenho que dizer... –Disse mais para mim que pra ele, no entanto foi nítido que ele ouviu. Mas por que eu estava assim?

—Acho que é algo como “Em que posso ser útil?” –O rapaz disse, com o tom de quem tentava parecer uma voz em minha cabeça.

—Isso! Obrigado. – Respondi automaticamente, sem perceber que na verdade não era nem para ele ter me falado aquilo. Eu devo ter feito uma expressão engraçada, porque ele riu.

—Tudo bem, não precisa dizer nada daquelas coisas. –Ficou sério novamente. –Eu só quero um café com essência de amêndoas e um pedaço de bolo de laranja para acompanhar. –Fez seu pedido sem nem encostar no cardápio. Como MinHyuk disse que ele é um cliente frequente, imaginei que já devia saber tudo o que tínhamos disponível ali. Anotei tudo, logo depois de me dar conta que ele estava, de fato, fazendo um pedido.

—Ok, e como se chama? –Perguntei mais para cumprir protocolo, já que escrevemos os nomes das meninas, mas talvez eu não precisasse fazer isso com o rapaz.

—KiHyun. –Respondeu, pegando um livro em sua bolsa e o abrindo para iniciar a leitura.

Fui até a cozinha e encontrei SeHun ainda lá, encostado em uma bancada observando o forno.

—Como eu faço um bolo de laranja? –Aproveitei sua presença para perguntar.

—Tem a massa pronta ali no armário, só mistura os ingredientes molhados e coloca no forno por alguns minutos. Tá tudo escrito na embalagem... –Respirou fundo, vencido, ao ver minha cara de pânico. –Anda, pega lá que eu te ajudo.

Juntos, misturamos tudo, colocamos na forma e SeHun me deixou sozinho, pois seus petit gateau estavam prontos, para esperar o bolo assar. Depois de alguns minutos no forno alto, parti para a montagem do prato. Novamente me vieram as dúvidas: Escrevo o nome dele ou não? Com calda de quê, se eu nem sei do que ele gosta? Precisei parar para pensar nas coisas que combinam com laranja. Ah, tudo combina com laranja, não?! Na dúvida, peguei o mel e escrevi o nome dele no prato. Claro que eu não enfeitei muito, mas escrevi de um jeito bonito. Saí e fui em direção a máquina de café. O pior já havia passado. Enquanto preparava o café, MinHyuk passou atrás de mim, indo em diração a cozinha.

—Não é educado deixar o cliente esperando. –“Me deixa!”, pensei, finalizando o pedido e indo até o rapaz.


—Aqui está. Espero que esteja bom. –Levei tudo em uma bandeja até a mesa de KiHyun, colocando os pedidos cuidadosamente sobre a mesma e me sentando a sua frente logo em seguida.

—Obrigado. –Assim que me acomodei na cadeira, ele ficou me olhando. Será que eu esqueci alguma coisa? –Você vai ficar aí? –Perguntou como se fosse óbvio que eu devia tê-lo deixado sozinho. Devo ter ficado mais vermelho que uma maça.

—Desculpe! –Respondi, sorrindo sem graça e me levantando. KiHyun riu de mim, fazendo-me sentir um idiota.

—Se quiser ficar, tudo bem... Não me importo. –No entanto, era óbvio que ele preferia que eu saísse.

—Não. Não vou atrapalhar sua leitura. Mas se precisar, só me chamar. Sou ChangKyun. –Curvei-me e saí, encontrando com BaekHyun no balcão.

—Ele é tão bonito, não é?! –BaekHyun perguntou, olhando para KiHyun. –Fui o primeiro a atendê-lo, na primeira vez que veio aqui. Acho que é por isso que ele não gosta muito que a gente o faça companhia. Deve pensar que vão todos dar em cima dele. –Pausou e me olhou sério. –Não que eu tenha feito isso.  –Não sabia se ria ou se saía correndo pra não rir na cara dele. –Para! Eu sei que você ‘ta pensando que eu fiz.

—Eu? Não. Não disse nada.

—Hm. –Respondeu, deixando-se rir. –Tá, eu fiz um pouquinho. –Agradeci mentalmente por ter me permitido rir também. –Só que ele não me curtiu, mas parece ter curtido você. –É como diz aquele ditado, né?! Quem ri por último, ri melhor. E foi isso que BaekHyun fez. Riu do que disse e saiu vitorioso de nossa pequena conversa.

 

Mas eu hein, que papo é esse?!

 

Assim que KiHyun acabou seu lanche, fui até ele para levar a conta e direcioná-lo à saída do café.

—Muito obrigado por vir hoje. Até que volte, tchau. –Fui respondido com um pequeno sorriso e uma reverência.

—Sabe que você não precisava ter trazido ele até a porta, né?! –MinHyuk apareceu para me perturbar.

—Você não trabalha não, cara? Eu hein. –Ri, para não parecer muito abusado. Por sorte, ele estava apenas implicando comigo também.

—Hm... Não sabia de suas preferências, ChangKyun. Me desculpe, prometo que não contarei a ninguém.

—Haha, muito engraçado.

 

Depois de mais algumas horas de trabalho, fechamos o estabelecimento e pudemos ir embora.

 

O que dizer sobre meu primeiro dia de trabalho? É um local interessante para se trabalhar, com colegas legais e uma proposta um tanto constrangedora, mas com essa parte eu me acostumo. Andei tanto de um lado para o outro que estava me sentindo esgotado, imagina quando eu começar a faculdade. Algo me diz que vou trabalhar o dia todo e dormir nas aulas, mas vamos viver cada dia com seus próprios problemas. Até lá eu já me acostumei. Assim espero. 


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro que tenha passado despercebido e foi isso!

AIN GENT O KIHYUN APARECEU!! AIN MEU DEUS EU TO MORRENNYYYYYY SHAUHSAUSHASUUASHUSAHSJASHUA

ATÉ O PRÓXIMO,

TCHAU!


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