História My Sweet Dom - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin
Tags Kyuhyun, Kyumin, Sungmin, Super Junior
Exibições 75
Palavras 1.448
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei mas trouxe a continuação seria maldade deixa vcs depois do outro capitulo kkkkkk
Gente tem mais dois capítulos e o epílogo e acaba a fic ;-; siiiim vamos nos despedindo ok?
Pra quem é fã kyumin vai demora um pouquinho pra vir outra. A próxima se não me engano será na saga dos irmãos Lee de Body Language caso algum leitor acompanhe essa saga ok?

Capítulo 15 - Marcus


Vincent trabalhou meu pau como uma stripper trabalha um pole-dance. Eu não podia acreditar o quão rápido ele me trazia à beira de perder o controle. A nossa primeira vez na minha sala de jogos, eu me convenci de que era apenas uma fantasia adolescente, que ele realmente não possuía esse poder sobre mim. E então ele me tocou e eu quase me envergonhei. Havia apenas algo sobre ele; sempre houve. E agora, finalmente, eu podia fazê-lo meu.
Olhando fixamente para baixo, eu vi como a boca cheia tomou meu pau, sua saliva me revestindo, sua língua traçando a veia que corria ao longo do comprimento. Ele estava sexy para caralho ao fazer isso, mas eu queria mais.
Eu apertei seus braços e puxei-o para cima. Ele estava confuso e desorientado quando eu joguei-o sobre o colchão esperando.
— Agora é a minha vez.
Quando rastejei em direção a ele, Vincent começou a empurrar a cueca para baixo de seus quadris até que eu o parei.
—Não me diga que você está ressuscitando sua velha regra sobre a cueca ficar. - ele bufou.
Eu dei um sorriso.
— Em homenagem aos velhos tempos. Me divirta, pumpkin.
Ele faz beicinho e estava prestes a protestar quando eu rasguei um buraco no centro da cueca, expondo sua entrada, brilhando lindamente com sua umidade. Era uma vista bonita.
— O que você está fazendo? - ele se levantou sobre os cotovelos para olhar para mim e sua roupa de baixo, agora em ruínas com um buraco no centro.
— Algo que eu deveria ter feito há muito tempo atrás. - era a verdade. Eu deveria ter feito amor com ele todos esses anos atrás e ele seria meu.
Inclinando-me sobre ele na cama, eu trouxe meu nariz para sua entrada e inalei. Vincent se contorceu.
— Você cheira bem pra caralho. - meu pau inchou ainda mais. Então eu tomei seu membro em minha boca e suguei.
Ele amaldiçoou e empurrou suas mãos no meu cabelo, seus quadris se levantaram para coincidir com o movimento da minha língua.
Arrastando minha língua para cima e para baixo em seu centro molhado, eu encontrei um ritmo que o fez gritar. Eu sabia que ele não iria durar muito tempo, e isso era bom para mim, porque meu pau doía tanto, ele estava chorando. Os ofegos de Vincent estavam de volta. Seus gritos estavam ficando mais desesperados, e eu queria empurrá-lo ao orgasmo. Colocando um dedo dentro dele, eu enrolei-o para cima e presionei no local que eu sabia que iria deixá-lo louco.
Suas unhas contra o meu couro cabeludo, e eu dei-lhe uma pequena mordida na virilha com meus dentes.
Ele gozou com força, moendo-se contra o meu rosto sem vergonha sujando seu abdômen. Eu amei como ele tomou seu prazer tão assumidamente. Um monte de pessoas queriam ser delicadas e bem-educadas sobre isso, mas Vincent era alto. Ele amaldiçoou e puxou meu cabelo, e eu amei isso sobre ele.
Observá-lo perder o controle era a minha nova coisa favorita. Eu precisava fazê-lo fazer isso uma e outra vez. Mas não agora, porque se eu não estivesse dentro dele no minuto seguinte, eu poderia explodir.
Ele estava deitada de costas, com o corpo derramado sobre meus lençóis, seu peito subindo e descendo a cada respiração afiada. E sua branca cueca estava rasgada no ponto perfeito. Se eu não tivesse com medo de chegar perto dele, era aqui que eu o teria trazido na primeira noite. Para minha cama, onde poderíamos enrolar juntos e depois dormir.
Eu me ajoelhei entre os joelhos que se separaram. Bastava saber que eu estava a ponto de senti-lo pela primeira vez sem uma barreira de proteção entre nós, era indescritível. Meu coração estava tão exposto. Isso ia mudar tudo, e do jeito que ele estava olhando para mim com aqueles olhos deslumbrantes dele, eu sabia que ele podia sentir isso também. A eletricidade no ar à nossa volta estava cheia de expectativa, desejo e amor.
Eu plantei uma mão em seu quadril, e a outra em suaves círculos na parte interna da coxa. Suas pernas caíram abertas, expondo-o a mim.
Parte de mim queria tomar meu tempo e saborear isso, a outra parte de mim estava gritando para eu estar dentro dele o mais rápido possível.
Inclinando-me mais perto, eu toquei a cabeça do meu pau em sua abertura, e Vincent recuou. Sua reação foi inesperada.
— Basta tentar e respirar para mim, ok?
— Será que vai caber? - perguntou ele, sua voz suave.
— Ele vai se encaixar. - eu prometi a ele.
Ele puxou o lábio inferior entre os dentes, franzindo a testa antes de dizer: — Eu nunca estive com alguém tão grande como você antes.
Suas palavras deviam preencher-me com orgulho masculino, mas ele parecia genuinamente preocupado.
Minhas sobrancelhas subiram, e eu estava cheio de preocupação.
— Tenha calma está bem?
Ele deu um aceno rápido.
Isso parecia um pouco estranho, examiná-lo dessa maneira, mas eu queria que ele estivesse pronto para isso, e não apreensivo. Trazendo dois dedos para sua abertura, eu lentamente empurrei-os dentro. Minhas mãos eram grandes, mas meu pau ia ser muito mais espesso. Sua entrada era apertada em torno de meus dedos, mas ele se estendeu para mim.
— Como se sente?
Ele gemeu, e sua expressão mudou de preocupação para o prazer.
Eu trabalhei meus dedos dentro e fora até que eu o senti à beira de um orgasmo.
— Baby, se eu não chegar dentro de você em breve... - eu apertei a base do meu pau. Os olhos de Vincent caíram sobre o movimento e ele gemeu.
— Sim por favor. Dentro de mim. Eu estou pronto. - ele gemeu.
Agarrei meu eixo, eu trouxe a cabeça do meu pau para sua abertura. Vincent me olhou com os olhos arregalados. E foda, eu não podia tirar meus olhos dele também.
Eu considerei remover os restos rasgados de sua cueca, mas algo em mim gostava da nostalgia. Além disso, era muito foda ver que o furo rasgado em sua cueca me permitia apenas espaço suficiente para caber a cabeça do meu pau contra ele.
Com cada impulso, prossigui apenas um pouco mais profundo.
Ele gemeu e agarrou minhas coxas, seus dedos lutando por algo para segurar. Eu não podia imaginar como isso parecia para ele, mas para mim, era incrível. Ele se encaixava em torno de mim tão apertado como uma luva.
— Respire. - eu disse. — Só um pouco mais.
Colocando minhas mãos debaixo de sua bunda, eu espalhei-o. Ele estava esticado ao seu limite, mas ele se encaixou. Eu moí contra ele, enterrando-me até as bolas, e Vincent gemeu.
— Diga-me se ele começar a ser demais, ok?
Ele balançou a cabeça, os olhos se fechando.
— Olhe para mim.
Quando ele abriu-os, dois lagos negros profundos trancaram os meus.
— Apenas fique comigo, ok?
Ele balançou a cabeça novamente, desta vez observando meus movimentos enquanto eu empurrava meu pênis dentro e fora dele. Agora ele estava todo molhado, e eu entrava e saía com facilidade.
Sem mais ser gentil, eu bati de novo e de novo, sabendo que se eu não tomasse cuidado, iria transar com ele sem dó.
Eu precisava mostrar alguma contenção, mas todo o meu controle perfeito se foi. Vincent se contorceu debaixo de mim, combinando minhas estocadas com sua pélvis em minha direção para tomar tanto de mim tanto quanto ele podia.
Era melhor do que eu jamais poderia ter imaginado. A pressão era incrível. A sensação era como, um abraço quente e úmido. Quando eu trouxe a minha mão para seu membro e massageei-o novamente, seus músculos internos apertaram em torno de mim. Era isso. Vincent mordeu o lábio e fechou os olhos.
— De jeito nenhum. - eu disse a ele. — Abra-os. Deixe-me ver você gozar.
Com outra profunda estocada lenta, dentro dele, eu senti Vincent se contrair e tremer indicando que começou a gozar. Seu corpo tremeu, e ele gritou quando o prazer o levou.
Sua entrada apertou-me , me sugando e eu não poderia me afastar agora mesmo, se minha vida dependesse disso. Sua liberação acionou a minha própria. Ele me ordenhou, meu gozo chegando em longos jorros dentro dele.
Eu nunca gozei dentro de alguém, antes sem preservativo, e era de longe a coisa mais erótica que eu já fiz.
Eu amava ter compartilhado isso com Vincent. Inclinando-me para baixo, eu beijei-o e o abracei com o corpo perto do meu.
— Eu te amo. - eu sussurrei.
Sua respiração parou por um instante, como se ele estivesse surpreso, e então ele levou uma respiração e sussurrou: — Eu também te amo.



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