História My Sweet Insanity - Capítulo 28


Escrita por: ~

Visualizações 70
Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês, meu amores.

E, por favor, quem passar pela fic não se esqueça de FAVORITAR, porque muitas vezes algumas pessoas se esquecem de deixar o favorito, e os favoritos são muito importantes pra mim! Sério, a fic bateu 40 favoritos e isso me deixou extremamente feliz, tudo graças a vocês. Mas pela fic já ter feito 5 meses, eu ficaria muito feliz que vocês não esquecessem de deixar o favorito de vocês AND comentários também, a menos que não sintam a menor vontade, aí já é com vocês!

LEIAM AS NOTAS FINAIS, PRECISO DIZER ALGUMAS COISAS IMPORTANTES!!

Boa leitura, meus lindos!!❤

Capítulo 28 - Violation


Fanfic / Fanfiction My Sweet Insanity - Capítulo 28 - Violation

Todos os dias estavam sendo exatamente iguais. Sem comida. Sem água. Sem tomar um banho há semanas. Estava á tanto tempo sem comer que e já podia-se notar os ossos do meu corpo aparecendo. Estava magra e fraca, mas porque eu não aceitava quando Jerome quis que eu mealimentasse, ele apenas deixava o prato de comida ao meu lado na intenção que eu fosse comer quando ele saísse. Mas eu preferi passar fome, e por ficar comida no prato á dias, o lugar onde eu estava fedia comida podre. Minha boca sangrava de tão seca que estava, e até o gosto de sanguedela rachada eu podia sentir. Só que mais fraco do que o meu corpo, só minha mente que estava a milhão por não ver Hannah e nem ter notícias dela. Parecia tudo perdido para mim.  

Desde o dia em que Jerome me trancou no quarto escuro e deixou-me  sozinha, ele não veio mais, apenas para trazer-me comida. E apenas passava pela minha cabeça que ele teria me deixado presa e nunca mais voltaria, mas eu ainda escutava vozes ecoando para fora do cômodo onde eu estava, então, Jerome estava apenas esperando para vir até mim.  

A pior parte é que: eu não sabia o queria comigo. Ele devia ter me matado, mas não fez, e era isso o que eu temia, que ele estivesse pensando em algo maior para fazer comigo. Só de pensar que ele poderia ferir Hannah para me atingir, me causava um aperto no coração por acreditar que minha menina poderia se ferir por minha causa. É isso: eu não mereço ser feliz. Nada nunca deu certo para mim, isso é fato. A única coisa boa que me aconteceu em todos esses anos foi Hannah, mas se eu pudesse voltar no tempo, não iria querer ter engravidado de Jerome. Depois de ter ficado grávida, ainda com apenas 16 anos, tudo mudou. Eu não teria terminado tudo com Jerome, e nem corria o risco de ele fazer alguma coisa com alguma criança inocente, como no caso da Hannah. Isso tudo é culpa. Eu poderia ter evitado isso, e ninguém, inclusive eu, ia se machucar. Talvez o melhor era Jerome me matar, pelo menos eu pararia de sofrer, mas... não, isso que estou passando parece não ser o suficiente para Jerome me ver sofrer. 

Meus olhos arderam no momento em que a porta foi aberta e a claridade entrou em contato com meus olhos, que há dias estava escondido na escuridão daquele cômodo. Ainda estava acostumando com a claridade em meus olhos, mas conseguia ver mais ou menos Jerome sorrindo. Ele sentou-se na mesma cadeira na qual estava outro dia e ficou olhando-me.  

Dessa vez eu achei que já não adiantaria mais enfrentar Jerome. Ele parecia estar mais forte e mais frio do que nunca, e eu era a única pessoa perto de enfrentá-lo, mas eu tinha medo. 

— Você está horrível. Precisava se olhar no espelho. – disse me assustando, depois de ter ficado tanto tempo encarando-me sem dizer nada. 

— O cara quem fez isso comigo devia morrer. – disse fria, fazendo ele dar risada.  

— Ainda tá com raiva de mim, não é? 

— Raiva? Não. Pode ter certeza que o que eu sinto por você vai muito além de uma simples raiva. – tentei abrir um pequeno sorriso, só para que ele pensasse que eu não estava tão mal quanto ele pensava. 

— Eu conheço você, Ariana. Acha que tentar bater de frente comigo vai fazer eu me intimidar? Ninguém me intimida. – balançou a cabeça negativamente. 

— Falou o cara que só não me descartou da vida dele porque sabia se não tivesse a mim, não teria ninguém. – fui sarcástica. Percebi que ele não gostou e decidi continuar: — Já parou pra pensar que se não fosse eu pra ajudar você com sua mãe, você não teria feito nada do que fez até hoje? 

— Eu mataria minha mãe com ou sem sua ajuda. Só não queria que a culpa caísse apenas em mim se descobrissem. – murmurou frio. — Eu procurava a primeira vadia idiota que aparecesse. E então meveio você. 

— Isso é mentira. Se sentia sozinho e então recorreu á mim. – rebati no mesmo tom de voz desafiador que eu usava há segundos atrás. 

— Você continua com a ideia na cabeça de que foi importante em algum momento da minha vida? 

— Eu nunca disse isso. Mas você poderia ter me matado quando bem quisesse, Jerome. Mas nunca o fez, porque sabe que se me matar você não mais ter ninguém. Mesmo que pra você eu não tenha  sido nada de mais, mas eu sei que apesar de tudo, é sempre atrás de mim que você vai estar. – ele se mexeu desconfortável. Pareceu ter ficado incomodado com o que eu disse, e era isso que eu queria. 

— Por que você escapou do Arkham e até agora não fez nada contra os outros cidadãos como fazia antes? – deixei a curiosidade falar mais alto.

— Não fiz nada que você ainda não viu.

Pode ter certeza que Gotham está, literalmente, com as ruas pegando fogo. – deu de ombros.

— O que é que você fez, Jerome? – perguntei agora realmente interessada no que ele tinha feito. Contudo que tinha acontecido, eu não deixei de ser uma pessoa má, é claro. Apenas "Tentei" ser pelo menos uma pessoa melhor para o bem-estar da Hannah, mas eu nunca deixei de ser a mesma.

— O que acha que eu fiz? – passou a língua sobre os lábios.

— Não sei, Jerome. Mas conhecendo você tão bem, acredito que algo de muito ruim na visão das outras pessoas que se dizem ser boas. – fui sincera.

Jerome então olhou–me com brilho nos olhos. Parecia estar orgulhoso de eu ainda ser a mesma de antes. E negasse quantas vezes ele quizesse, eu sabia que ele sentia total orgulho de mim, e eu também sentia de mim mesma.

— Você notou as suas palavras? Você não mudou, Ariana. Por quê teve que insistir em querer uma vida ao lado de uma criança chata? – trancou os dentes.

Suspirei, tomando a paciência que eu teria pra falar com ele. Por que Jerome fazia essas perguntas sabendo que nunca ia entender o meu lado?

— Jerome... você sempre soube que eu não chegaria no seu nível de insanidade. Até porque, quem sempre disse que eu fraca, foi você. Então, você não tem porque perguntar essas coisas para mim. – eu dizia calma. — Você diz que não me ama, mas sua vida nunca irá pra frente se continuar sempre vindo atrás de mim... – falei confiante. —Seu merdinha. 

Percebi então que a  respiração de Jerome começou a ficar pesada por conta do seu peito subir e descer rápido. Ele apertava os punhos trêmulos, parecendo querer quebrar a própria mão de tanta raiva que ele sentia. O olhar de Jerome já não estava mais em mim, e sim, pro nada, como sepensasse seriamente em algo. Jerome parecia estar tentando se controlar, como se segurasse para não explodir e, com medo, apenas me arrastei para o canto do quarto e fiquei bem encolhida, com os braços em volta das minhas pernas, as abraçando.  

Ele, então, levantou-se, e saiu do quarto, deixando-me lá na mesma posição com medo do que ele fosse fazer, mas ele apenas saiu e deixou-me sozinha. Tive um alívio momentâneo por ele ter saído, e eu pensei que Jerome ficaria fora por um bom tempo, mas ele voltou com dois baldes na mão. Um ele colocou ao lado da porta e o outro, e ficou segurando o outro e veio em minha direção, inclinou o recipiente em minha direção e despejou tudo em cima de mim, e só depois de alguns segundos eu pude notar que era água com gelo, que no caso, a água estava extremamente fria. E ao sentir a água entrar em contato com a minha pele, dei um grito prolongado e me calei quando Jerome deu tapa e meu rosto, talvez na intenção de que eu devesse parar de gritar. O mesmo me encarou por uma fração de segundos e então pegou em meu cabelo, arrastando-me até o outro balde que pude notar que também havia água, e enfiou minha cabeça lá dentro, deixando por alguns segundos e depois levantando-me e jogou o meu corpo de encontro com a parede, o que fez eu me bater minha cabeça. Coloquei a mão sobre onde eu havia machucado e  quando olhei para a mesma, pude ver sangue. 

Quando voltei a me arrastar no chão para ir até o canto do quarto de novo, Jerome pegou meu cabelo e repetiu a mesma coisa com o balde. De novo, de novo, de novo e mais uma vez. 

Meu corpo já não tinha nem forças para tentar fugir dele, até porque, eu estava acorrentada, então, nunca iria escapar.  

Quando pensei que Jerome não faria mais nada, o mesmo chutou minha barriga e na mesma hora, perdi o ar. Mas ele não parou. Os chutes algumas vezes foram até em meu rosto, o que resultou em eu estar com ele cheio de machucados.  

— Para... Por favor... – minha voz saía falha, por conta de estar totalmente fraca. 

— Quem é o merdinha agora, sua vadia? – ele estava com raiva. 

Não respondi, apenas comecei a chorar sem emitir algum som. 

Então ele andou em minha direção e deu um último chute em meu rosto e pegou os baldes nas mãos. Jerome parou na porta e me olhou, com um leve sorriso. 

— Eu vou sair. Quando voltar, você vai apanhar como nunca apanhou antes. – se virou e saiu do quarto, deixando a porta aberta. 

Mais uma vez, eu chorei, como á tempos não chorava. Parecia que não importasse o quanto Jerome batesse em mim, ele nunca sentiria pena e nunca iria parar. E estava mais do que claro que Jerome não iria parar enquanto eu estivesse trancada naquele lugar. 

Uma figura alta apareceu na porta do quarto, mas não era Jerome como eu pensava, e sim, um dos capangas dele. Ele tinha um físico forte, não de academia, mas um físico forte. Nem gordo, nem magro. E ele era até que bonitinho. 

Eu me lembrei. Que havia contratado ele como capanga, fui. Eu só me lembrava porque uma vez ele tentou dar em cima de mim. 

O mesmo não disse nada, apenas veio caminhando em minha direção com um olhar... malicioso? Sim, era isso. Mas porque ele mantinha aquela expressão sobre mim? 

— O que você quer? – perguntei com raiva, mas ele nem se quer me respondeu.  

Então o mesmo começou a desabotoar o cinto da calça, e nisso, meu corpo começou a ficar trêmulo. Depois de tirar o cinto, ele o segurou firme e bateu em meu rosto com força fazendo-me tombar para o lado. Voltei lentamente meu olhar pro maldito que estava descendo o zíper da sua calça, e isso fez com que o desespero tomasse conta de mim, e eu comecei a gritar por socorro, mas com a voz meio interrompida por conta de eu estar chorando, e muito. O mesmo tirou sua camisa sem nem mesmo tirar os olhos de mim, e eu juro que nunca tive medo de um olhar que não fosse o de Jerome. Ele se aproximou do meu corpo e se abaixou ficando quase a altura em que eu estavasentada no chão, e foi com a mão em direção ao meu sutiã e puxou, tendo a capacidade apenas de abrí-lo, mas não chegou a rasgar, e depois retirou minha calcinha. E nisso, aconteceu algo que eununca achei que aconteceria: eu tive nojo de mim mesma, mesmo sabendo que a culpa daquilo estar acontecendo não era minha. Eu ia me encolher, mas o cara pegou minhas duas pernas, uma em cada mão, e puxou-me na direção dele, abrindo minhas pernas e se sentando em cima de mim, com uma perna de cada lado do meu corpo. Rapidamente, me pus a me debater, mas ele era mais forte, e conseguiu me segurar. O mesmo baixou sua calça juntamente com a cueca, até o joelho, eolhou nos meus olhos antes de colocar-se entre minhas duas pernas. Não tive tempo para pedir por favor pela última vez, que ele já colocou-se dentro de mim, arrancando um gemido meu, mas não de prazer, é claro, e sim, de dor por ele ter me penetrado tão que eu senti ele chegar no meu útero. Nunca pensei que eu passaria por tal coisa, mas eu não gritei mais, até porque, eu sabia que nada adiantaria mais depois de ter acontecido o pior. 

Por vários minutos ele ficou em cima de mim, que já demonstrava mais nenhuma reação, apenas desisti do que já estava feito, mas... não tinha acabado. Se passaram longos minutos, o filho da putaentão saiu de dentro de mim e virou-me de barriga pra baixo e senti suas mãos abrirem minhas nádegas. Eu já sabia o que estava por vir, e ele, dessa vez, penetrou em meus em ânus, e como eu havia dito, não tive mais nenhum tipo de reação, nem mesmo quando ele estava me comendo por trás. É claro, senti uma dor insuportável, algo fora do normal, mas mesmo assim, eu não conseguia ter reação alguma. Nem mesmo gritei. O mesmo continuou me estocando, com força, e eu apenas tremia e chorava sem soluçar. 

Uma das coisas que mais ne assustou, foi ver que minha intimidade sangrava por eu estar machucada por dentro. 

As mãos dele em mim estavam me causa repulsa. Se eu não tivesse tão fraca, ele já estaria morto, e por eu estar tão vulnerável, eu só pude aguentar aquilo quieta. 

Não conseguia olhar para o rosto daquele nojento, ele estava me dando repulsa. Então uma enorme ânsia de vomito começava tomar conta de mim, só de olhar lembrar dos toques dele no meu corpo há alguns segundos. 

Depois de tudo, o maldito levantou-se e começou a vestir suas roupas, sem nem olhar para mim. Depois de ele sair de dentro de mim, apenas virei-me, deitada com a barriga pra cima e senti meu estômago embrulhar e o vômito passar por minha garganta e eu engasgar com o mesmo que não saiu por conta de estar com minha cabeça virada para cima. Comecei a tossir e levantei meu tronco pro lado, deixando que o líquido caísse da minha boca para o chão, e só aí percebi o gosto metálico do sangue. Isso, por ter ficado tantos dias sem comer e ter sentido tanto nojo do que aconteceu, que eu vomitei sangue. Depois de trocado, ele olhou-me com malícia, e então veio até mim e abaixou-se do meu lado. 

— Por quê fez isso comigo? – perguntei desesperada. 

— Você está uma vadia desprezível. E acredite, eu apenas comi você por ser a única opção no momento. – o mesmo disse e acertou um soco em meu olho. Ele se levantou e apagou as luzes depoisfechando a porta, deixando-me novamente no escuro. 

E foi como se o mundo tivesse desabado todinho em cima de mim, deixando-me machucada. Totalmente despedaçada era o que eu estava, não só pelo estupro, mas também porque eu nunca achei que pudesse acontecer algo assim comigo. Foi a gota d'água. Sempre tiveram algumas vezes que Jerome acabava me obrigando a transar com ele, mas no final eu sempre cedia e acabava transando por ter ficado excitada. Só que... dessa vez nem foi Jerome, mas sim um maldito capanga. Ele sabia que não seria consentido e mesmo assim, ele continuou. Ele sabia que eu não pensava na ideia de transar com ele e mesmo assim continuou. Eu fui estuprada. E depois eu me senti suja, um lixo de mulher. Eu não deveria continuar vivendo depois do que aconteceu e nem queria. Sempre que algum cara fosse se a aproximar de mim, eu ia lembrar disso que aconteceu. Isso seria algo para ser sempre lembrado que eu fui violada, sem dó.                                                                                                       Eu não contaria a Jerome o que aconteceu comigo, na verdade, acho que ele nem se importaria de ter sido estuprada por um de seus malditos capangas. Acabei por decidir que estava na hora de desistir de tentar lutar contra algo que nunca vai mudar, mas isso é porque eu á estava cansada demais para continuar. Eu apenas esperaria o momento em que ele se cansasse de mim e finalmente pudesse me matar.                                                                                                       E qual seria o limite pra tudo que aconteceu? Digo, tudo tem um limite. Qual será o limite das coisas nas quais eu estava passando e ainda iria passar?






Notas Finais


Gente, eu escrevi esse capítulo tremendo, de tanto nervosismo que eu estava. Acho que foi de longe o capítulo mais pesado que já escrevi, tanto que eu estava e ainda estou com receio de estar postando, porque também não sei o que vocês acharão dele.
E sobre Jerome: ele foi extremamente frio com q Ariana nesse capítulo, e ele nunca teria feito ela sofrer tanto se ela não tivesse o deixado para ser levado pro Arkham. Mas, é claro, a culpa não foi da Ariana por tê-lo deixado, até porque, Ariana fez isso pro seu próprio bem e de Hannah.
Ariana nunca deixou de amar Jerome, mesmo ele tendo feito tantas coisas ruins para ela, o amor nunca morreu, apenas decidiu que queria mudar o rumo de sua vida. E acho que nunca deixei claro aqui nessa estória que eu sou EXTREMAMENTE contra a violência contra mulher, seja verbal ou física, e mesmo que seja contra um impulso do homem que possar agredir a mulher.
Sobre ainda amar Jerome: eu sei que ninguém decide quem vai amar ou se apaixonar, mas Ariana não deixou de amar Jerome, mas a paixão toda que ela sentia, morrer. Só que isso não significa que ela possa voltar a paixão por ele. E, também, não é porque ela o ama que vai morrer por ele, como era provável que Ariana faria há anos atrás.
Desculpem–me se em algum momento vocês se sentiram encomodados pelo fato de Ariana sofrer, sofrer e ainda assim continuar atrás.

Pelo ter feito 5 meses de My Sweet Insanity, queria dizer agradecer aqui como nunca fic antes... Obrigada por todos que acompanharam deixando seu favorito, seu comentário! E mesmo sendo uma fanfic super pequena comparada a tantas outras que exitem por aí, eu me orgulho 40 favoritos. 40 pessoas que acompanham e gostam do que eu escrevo, que no começo da fic eu não fazia idéia de como escrever de um modo que pudesse agradar a todos. Eu tenho noção que no começo minha escrita estava bem ruim, pelo menos no meu ponto de vista, e hoje, sei que melhorei e pretendo melhorar a cada dias mais para que vocês estejam gostando do que eu escrevo. E admito, pra mim essa fic não teria favoritos, e mesmo com poucos favoritos hoje em dia, continuo feliz pelas poucas pessoas que deixaram seu favorito e comentaram. E, atualmente, escrever é uma das únicas coisas que me faz feliz, porque assim eu posso entrar num mundo totalmente diferente e escrever o que eu quiser e da melhor forma que eu consigo.
No começo, eu escrevia pensando no que eu achava que estava bom, mas hoje em dia, eu escrevo pensando em vocês e no que vai deixar vocês felizes.

Obrigada! É só isso que tenho a dizer❤

Link da minha outra fanfic "A Sadistic Game Of Sex and Death":

https://spiritfanfics.com/historia/my-sweet-insanity-8226522


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