História My sweet Itachi - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Tags Incesto, Itasasu, Naruto, Sasuita, Seme!sasuke, Uchicest, Uke!itachi
Visualizações 166
Palavras 597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo um


My Sweet Itachi

Capítulo um


   Itachi ignora a pontada em sua têmpora direita e acompanha as palmas que se seguiram ao término do brinde em sua homenagem. Sua aceitação em uma das mais renomadas faculdades de Tokyo era motivo de comemoração em todo clã Uchiha, que fazia questão de esfregar a genialidade de seu primogênito e futuro líder na cara de qualquer um que lhe aparecesse pela frente.

   A festa era algo surpreendente. A enorme mansão, já bela em um dia comum, estava ainda mais linda. Com enfeites simples e de bom gosto, era algo a se apreciar. Mas tudo que Itachi queria era sair do meio de tantas pessoas, fugir dos olhares que o mediam dos pés a cabeça, julgando seu valor a partir de fatos superficiais, só que ele é um Uchiha e Uchihas não fogem. Por isso Itachi se mantinha firme em sua máscara de indiferença e apatia.

   —Ora, ora, se não é meu sobrinho favorito. –a voz de Madara se fez presente perto de seu ouvido.  —Não precisa ficar tão tenso, pirralho. Eu não mordo, a não ser que você peça.

   O rapaz deixa uma risada baixinha escapar por entre os lábios com a brincadeira do tio. Ele ainda não conseguia acreditar que Madara tinha sangue Uchiha nas veias.

   —Olá tio. Como vai Izuna? –pergunta com voz suave sabendo que tocava em um ponto sensível.

   —O que te interessa, garoto? –o mais velho estra os olhos diante da pergunta.

   —Ele também é meu tio, é normal que eu tenha interesse nele. –Itachi declara inocentemente.

   —Pirralho atrevido. –Madara resmunga antes de deixar o mais novo sozinho novamente.

   O garoto deixa as íris negras varrerem o salão em busca de algo ou alguém que exigisse sua presença e como não acha decide que era hora de subir para seu quarto. Amanhã viajaria de madrugada, seria melhor que fosse dormir o mais cedo possível.


***


   Itachi dormia um sono pesado, seu cabelos negros desarrumados faziam um contraste incrível contra o travesseiro branco e o corpo pequeno se encolhia em baixo do grosso edredom, apreciando o quentinho do tecido, quando a sensação de ter sido mergulhado rapidamente em um tanque de água fria o acorda e uma força desconhecida o joga para fora da cama.

   —Seu moleque atrevido! Quem você pensa que é para sair da festa sem a minha permissão?!

   A voz alta de Fugaku espanta qualquer vestígio de sonolência que ainda continha em Itachi e este percebe que o homem havia jogado um balde de água gelada em si.

   —Desculpe-me, pensei que…

   —Você não pensa, só obedece e eu não lembro de ter te dado nenhuma ordem para fosse dormir. –o tom cortante do homem fez com que Itachi se encolhesse ainda mais contra a parede.

   —Pai…

   —Calado! Não lhe dei permissão para falar! –Fugaku aponta o dedo para o filho. —Você queria dormir, né? Seu insolente de merda. Então você vai dormir.

   Dito isso o homem vai ao banheiro, enche o balde que usou para molhar o filho e despeja toda a água em cima da cama do mesmo, fazendo questão de não deixar nada seco.

   —Deite-se. DEITE-SE LOGO, SEU MOLEQUE!!! –ao ver que Itachi não moveria nem um músculo, Fugaku pega o rapaz pelos cabelos e joga sobre o colchão ensopado. —Agora durma, você tem que acordar cedo amanhã. Seu irmão vai ficar feliz em vê-lo.

   E com isso ele enrola bem o edredom frio e molhado sobre Itachi e beija sua testa, saindo do quanto em seguida, mas não antes de ligar o ar condicionado, apagar a luz e desejar boa noite ao filho.



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