História My sweet runner - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Allyson Brooke, Amor, Camila Cabello, Camren, Corrida, Dinah Jane, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Sexo
Exibições 73
Palavras 2.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3 - A proposta.


Após Karla ir embora entrei em meu carro e sai em alta velocidade. Ela não aceitou carro, por que? Ela com certeza estava debochando da minha cara. Arg!

Eu segui em direção ao meu esconderijo, não era bem um 'esconderijo'... Era apenas meu canto de refúgio, meu porto seguro, onde eu poderia ficar sozinha e pensar ou até mesmo esfriar a cabeça. Era isso que eu precisava: esfriar a cabeça.

Indignação e auto-insuficiência é isso que eu sinto... Não aceito! Como posso ter perdido para uma simples cubana. Argh! Me sinto patética, como eu pude ser tão burra e idiota? Por que raios eu reduzi a velocidade? Se eu não tivesse reduzido obviamente eu teria 51 vitórias e não 50 vitórias e UMA derrota.

Porque você é idiota monamour.

Subconsciente filho de uma puta.

Eu sou você, então basicamente está xingando sua mãe?

Cale a boca inútil.

Você está se mandando calar a boca, ja mediu suas palavras?

Argh!

Você viu o que está rolando? Lançaram um novo sabor de milk-shake.

Uau, qual?

Não sei ao certo, algo do tipo chocolate misturado com flocos.

Mas isso já não existia?

Sim, como sorvete. Agora tem milk-shake.

Oh. Quero experimentar.

Você ja parou pra pensar? Qual sentido da vida?

Eer...Não

Apesar de que, podemos ver um lado feliz. Ora a vida é bela, olhe o verde das árvores, o canto dos pássaros, a água cristalina... Aí! A vida é mais que bela.

Você realmente faz parte de mim?

Claro, bobinha.

Argh! Estou pirando.

Ei, olhe aquele coelho ali!

Onde?

No espelho...

Mas não tem nenh.. Sou eu.

Exatamente.

Preciso parar de falar sozinha.

Até mais, eu.

Desci do carro e adentrei o local.. Eu estava falando com meu subconsciente... quão louco isso pode ser? Balancei a cabeça afastando esses pensamentos bobos.

Meu refúgio era uma simples casa na árvore em um antigo sítio do meu avô, ninguém se quer adentrava on
local, ou seja.. quando dou minhas fugas ninguém sabe onde me enfiei, e eu particulamente prefiro assim, eu não quero a pena das pessoas e muito menos o olhar de incompreensão..

Vou até a pequena varanda e me jogo em uma das redes que se encontram ali..

Eu deveria estar mal? Afinal é só uma corrida boba, poderia ser pior como por exemplo: ela não me devolver meu carro. Eu fico agradecida realmente, mas eu sinto que no fundo ela estava com pena de mim ou debochando o que me deixa irritada... eu não quero sentir a dó das pessoas sobre mim, eu não preciso disso!

Por mais que eu esteja com raiva, não sei explicar o que estou sentindo... Eu me sinto atraída? Não, bobagem. É apenas desejo reprimido. Não que eu esteja com teia de arranhas nos meus buracos afinal fazem apenas 4 dias que estou sem sexo, é que é como se eu sentisse a necessidade de tê-la e de possuir seu corpo, não dá para controlar é mais forte que eu...

Tento afastar meus pensamentos dessa garota, já que não irei mais vê-la, mas é em vão... Droga! Por que ela tinha que ser tão linda?

Demônia.

Por que ela não pode ser desdentada, com o rosto oleoso e cheio de espinhas, e sem corpo algum? Pelo menos eu não ficaria com um desconforto no meio das pernas toda vez que lembro dela.

Olho em volta e observo as árvores balançando levemente, fazendo correr uma brisa gostosa. O silêncio do campo e o sobro do vento, existe lugar melhor para se pensar e relaxar?

Não.

São quase três da manhã que caralhos estou aqui ainda? Minha mãe deve estar preocupada.

Entro no carro e caço meu celular vendo que o mesmo contém algumas mensagens:

La Rubia: Lauren? Onde está? Não se estresse palmitinho, é apenas uma corrida boba. Você continua sendo quem "comanda".

Velcronica: Laur? Está bem? Venha para casa, está tarde.

Não respondo, apenas dou partida acelerando o carro. Eu só preciso dormir. Eu só quero esquecer todos esses zumbidos.

[...]

Abro meus olhos vagarosamente e quase morro cega, os raios de sol atravessam a janela, atingindo meus pobres olhos. Me viro na cama na intenção de voltar a dormir, mas só a intenção mesmo por que conseguir mesmo, nada.

Me arrasto até o banheiro me despindo, já que eu desperto um pouco, digo um pouco quando tomo banho. Após terminar meu banho e me vestir confortavelmente, desço para o café, encontrando minha mãe, e meus irmãos.

- Bom dia - murmuro seca.

- Bom dia Laur - Taylor me olha com seu bom humor de todos os dias, Deus como ela consegue? É tanto bom humor que chega a dar náuseas. Chris não diz nada, apenas continua sendo o palerma de sempre, bocó.

- Bom dia, querida. - mamãe me da um beijo na testa, fazendo me sorrir fraco. - como está? - é como eu sempre digo, as notícias voam.

- Estou bem, mãe.

- Certeza? - pergunta receosa, respiro fundo tentando me acalmar.

- Certeza, mãe. - dou um sorriso forçado tentando convencê-la. Parece ter funcionado já que a mesma apenas assentiu. Ou não, vai ver está estampado na minha cara que não quero conversar sobre isso, talvez seja isso.

- O que vai fazer hj Laur?

- Nada Taylor, por que? - olho pra ela com os olhos semicerrados, como se falasse "não ouse me chamar para sair."

- Err... Nada.

- Ótimo - Termino meu café e subo para meu quarto para tentar dormir, já que quando estou dormindo nao fico 'pertubada'.

[...]

Termino de amarrar meus coturnos, e me encaro no espelho. Meus cabelos em um coque frouxo, calça jeans rasgada, uma blusa qualquer e minha jaqueta de couro preta. Passo um batom vermelho nos lábios e me olho uma última vez, jogando um beijinho para meu reflexo.

Eu passei toda a tarde pensando e dormindo, principalmente dormindo...Enfim estou com a cabeça esfriada e calma. Finalmente aceitei o fato de ter sido derrotada, e para falar a verdade não está me afetando, afinal o que é uma derrota comparada a 50 vitórias? Iria ficar marcado? Sim, mas o fato em si é irrelevante. Então, tanto faz, uma hora iria acontecer isso.

Hoje é mais um dia de corrida, só irei competir se for uma proposta alta, afinal já que é pra jogar que jogue direito. Ou simplesmente não jogue - não comigo.

Após alguns minutos chego a rua, como sempre lotada com a música alta ecoando por todo canto, pessoas já bêbadas ou drogadas, garotas semi nuas (por mais que eu seja lésbica, essas garotas me dão certo nojo.) se esfregando em caras que já estão fora de si há tempos.

Corro meus olhos pelo lugar e por pura ironia do destino, vejo quem eu não gostaria de ter visto. Austin Mahone. O ódio que tenho por esse homem é maior que a bunda da Karla *moon face*, enfim, eu odeio Austin Mahone, por mim esse filho da puta estaria morto. Não é como se eu não já tivesse tentado mata-ló, por que, acredite se quiser eu já fiz de tudo com esse ser repugnante.

Mas Lauren por que tanto ódio?

Ora é simples, Mahone nunca teve uma fama boa, vivia em Londres então eu nunca havia ficado cara a cara com ele. Boatos diziam que ele estava sempre roubando por ali e por lá. Houve um tempo que ele veio aqui para Miami, alegando querer correr comigo - mas eu não aceitei, óbvio - naquela noite Yara - era uma nova corredora por ali, totalmente adorável. Era uma de minhas amigas. - aceitou correr com o mesmo. Bom, ao fim da corrida ela ganhou. E Austin como um filho da puta que não sabe perder, ficou irritado e "foi embora". Na verdade, ele apenas se escondeu, um pouco mais tarde Yara se despediu alegando que estava indo para casa, Mahone seguiu ela até sua casa e entrou em seu apartamento - já que a mesma morrava sozinha - e tentou estupra-la, mas como iniciante de Muay Thai, Yara tentou se defender e fugir, mas Austin como um bom desgraçado que se preze, começou a bater nela. Ele bateu tanto, mas tanto nela que ela acabou com a bacia quebrada, uma costela fraturada gravemente, o pulso deslocado e um olho extremamente roxo. Não satisfeito com o sofrimento causado, ele abusou dela, com violência até faze-lá sangrar. Depois disso o filho da puta arredou o pé e ninguém fazia ideia de onde ele andava, por semanas os boatos foram sobre ele, até descobri que Yara não havia sido a única, ela e junto de 13 mulheres foram abusadas por ele, entre elas 4 mães de famílias, casadas, mortas.

Depois dele ter saído, Yara me ligou com o restou de força que lhe sobrava. Eu corri pra casa dela, chegando lá ela estava ensanguentada e totalmente nua, encolhida em um canto chorando e gemendo de dor. Eu me abaixei ao seu lado e a abracei não me importando com sua nudez ou sangue, ela chorou muito, chorou como um bebê, chorou tudo o que podia chorar e eu chorei junto por não aguentar ver seu sofrimento, por não ter impedido e por não poder ajuda-lá.

Eu liguei para a ambulância e em minutos eles chegaram, eu fui junto a ambulância. Os paramédicos me alegaram que seu caso era grave e a cirurgia arriscada e não saberiam se ela aguentaria. Eu orei para Deus e todos os santos que existiam, eu derramei mil e uma lágrimas pedindo aos Céus que Yara ficasse bem, que Yara não me deixasse.

Após 8 horas de nervoso sentada numa cadeira dura de plástico, o médico chamou pelos conhecidos de Yara Peterson. Meu coração acelerou e minhas mãos começaram a tremer, mas logo relaxei quando ele me avisou que minha amiga era um milagre, e que a cirurgia havia sido concluída com sucesso.

Yara se recuperou em menos de 3 meses, e logo ela nós avisou que estava partindo e que voltaria para Austrália, depois que ela foi embora perdemos o contato e desde então não nós falamos mais.

Voltando ao presente, me pergunto como ele ainda havia tido coragem de aparecer na minha frente? Filho da puta do caralho!

- Você poderia mata-ló - uma voz masculina soou atrás de mim. Me virei encarando o homem com traços fortes e marcantes, usava uma roupa despojada, all star e seus cabelos grisalhos bagunçados.

- Você, quem é? - cruzei os braços abaixo dos seios.

- Simon Cowell, é um prazer Lauren Jauregui. - me estendeu a mão que logo apertei.

- Enfim Simon, ja tentei matar o Mahone mas parece que nunca foi o suficiente.

- Eu tenho uma proposta para você. - assenti com a cabeça indicando que poderia continuar. - Você é a melhor corredora de Miami, certo? - assenti com a cabeça novamente. - Trabalho em uma transportadora, de um cartel. Estou atrás de um dispositivo, e para consegui-lo é preciso ser ágil com carros. Vim aqui para Miami, nessa intenção que você consiga esse dispositivo para mim.

Encarei o homem a minha frente, como se ele fosse um louco. O que lhe faz pensar que eu aceitaria? Solto uma gargalhada falsa jogando a cabeça para trás.

- Simon, não é? - Ele concordou. - O que te faz pensar que eu aceitaria sua proposta?

O homem sorriu de canto como quem dissesse "eu tenho um plano".

- Ainda não terminei. - deu uma pausa. - eu sou um homem poderoso Lauren, tenho mulheres magníficas, mansões que esbanjam dinheiro, uma conta bilionária e o melhor; tenho meus homens, homens treinados para matar e ao mesmo tempo para me obedecer. Eu tenho o poder nas minhas mãos e tudo o que eu lhes pedir, eu terei. Suponhamos, você consegue o dispositivo pra mim e em troca você tem todos os meus homens ao seu comando, para fazer o que quiser, ou melhor, fazer o que tanto deseja: matar Austin Mahone.

Minha mente começou a processar as informações, sem dúvidas tudo o que eu queria era matar aquele desgraçado. E por um lado o que custa conseguir um dispositivo?

- Eu aceito com uma condição. - Simon assentiu com a cabeça me dando permissão para continuar. - Levarei duas garotas comigo.

- Você não estará sozinha nessa missão, ja fui atrás da outra parte e assim como você ela exigiu suas companheiras. Como permiti a ela, permitirei a você também. - Assenti com a cabeça, satisfeita e me pus a falar.

- Então temos um acordo, Sr Cowell.

- Você embarca amanhã as uma hora da tarde, para Los Angeles. Quando chegar ao aeroporto encontrará meus homens, eles te levarão até meu galpão. La terá todo tipo de equipamento que vocês irão utilizar, sem mais detalhes, lhe explicarei o resto amanhã. Tenha uma boa noite, Sra Jauregui. - Fez uma referência com a cabeça e recuou um passo, começando a se retirar.

- Sr Cowell? - Chamei o homem que ja estava de costas para mim. O mesmo parou de caminhar e me olhou por cima do ombro. - Quem irá me acompanhar nessa "missão"?

Um sorriso diabólico se abriu no rosto do homem a minh frente.

- Camila Cabello. - Falou saindo logo em seguida.

Ok, eu nunca vi e muito menos ouvi falar dessa tal Camila.

Mas algo me diz, que eu fiz uma boa escolha aceitando essa proposta.

Você não perde por esperar Austin Mahone. Seus dias estão contados...


Notas Finais


Bæs como estamos?
Perdoem a minha demora e não desistam de mim.
Espero que estejam gostando, eu realmente estou me esforçando para agrada-los.

Pessoas, estou sempre moscando então se estiverem moscando podem me chamar na DM. Adoro uma conversa furada. 🌚

Até o próximos, petits.

All the love.

C.C


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...