História My sweet submissive - Capítulo 15


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Categorias 50 Tons de Cinza, Barbara Palvin, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Ian Somerhalder, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Personagens Originais
Visualizações 75
Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 15 - Problemas com roupas


Fanfic / Fanfiction My sweet submissive - Capítulo 15 - Problemas com roupas

Marinette  Cheng-



— Meu  dia  não  podia  ficar  pior! — afirmei  depois  de  ter  revirado  toda  a  pilha  de  roupa  e  não  ter encontrado  o  vestido  tubinho verde  morto.

Eu  tinha  certeza  que  tinha  deixado  tudo  separado  e  organizado  encima  da  cama, mas  como  macumba  da  Cinderela  o  meu  vestido simplesmente tinha  desaparecido e  eu  não  podia, em  hipótese  alguma, aparecer  na empresa  vestida  do  jeito que  eu  estava  acostumada  me  vestir  no  dia-a-dia.

— Marinette  para  de  escândalo, tenho  certeza  que  se  você  chegar  mais  cedo  e  não  sair  de trás  da  mesa  seu  chefe  nem  perceberá — Alya  disse  se  recostando  no batente da  porta. Ela  falava  como  se  fosse  a  coisa  mais simples  do  mundo.

— Alya  não  é  bem  assim que  funciona  no  escritório, mas  como  não  tenho  nenhuma  opção  melhor  que  está... — não  terminei  minha  frase  e  a  ruiva  já  estava  com um  sorriso  vitorioso no  rosto. Revirei os  olhos.

Peguei  um  vestido  rodado  amarelo  pastel  com  estampas  de  cerejas, coloquei  sapatilhas  de  lacinhos  e  tirinhas  vermelhas.  Alya  insistia  em  falar  que  eu  parecia  uma  boneca  humana  ou  uma  daquelas  garotas  que  se  fantasiam de  pequenas  "Lolitas". Ignorei  seus  olhinhos  brilhando  quando  coloquei  uma  coroa  de  pequenas  rosas  no  cabelo, deixei  minha franja  cair  um  pouco  por  cima  dos  olhos  e  me  limitei  a  passar  um  gloss  de  morango. Pronto, estou  perfeitamente  bonitinha.

— Ai  Marinette! Vou  te encolher  e  colocar  numa  garrafa  só  pra  mim — ela  apertou  com  um  pouco  de  força  minhas  bochechas. Odeio  quando  ela  faz  isso!

— Isso  doi! Agora  deixa  eu  ir  ou  meu  plano  vai  por  água  abaixo — peguei  minha  bolsa  de  mão  pronta  para  sair  do  quarto  quando  fui  barrada  por  Aly.

— Seu? — perguntou  com  uma  sobrancelha  arqueada.

— O  plano  da  minha  best  Friend linda, maravilhoso, deliciosa e  muito  inteligente.

— Agora  sim  pode  ir, tchau  minha  bonequinha  linda — levantei  o  dedo  do  meio  antes  de  sair  correndo  de  casa. Eu  ainda  tinha  que  deixar  o  café  do  senhor  Somerhalder  pronto  antes  dele  chegar.

Achei  um  táxi  rapidinho, o  que  particularmente  foi  maravilhoso,  era  quase  que  impossível  achar  um  táxi  naquele  horário  e  naquele  lugar. O  carro  amarelo  parou  na  frente  de  uma  cafeteria  que  ficava  a  uma  esquina  da  empresa, por  enquanto  o  plano  estava  dando certo. Eu  estava meia  hora  adiantada  e  o  café  de  Ian  estava  quase  pronto. 

— Aqui  está — a  mulher  alta  e  ruiva deslizou  o  copo  de  café  pelo  balcão  de  vidro. O  peguei  e  caminhei  tranquilamente  até aquele  enorme   prédio.

Quando  pisei  na  recepção  atrai  o  olhar  de  quase  todo  mundo, minhas  bochechas  esquentaram. Eu  odiava  ser  o  centro das  atenções. Quase  corri  até  minha  sala, mas  quase  esbarrei  em  alguém.

— Me  desculpe — sussurrei  reconhecendo  aquela  pessoa.

— Tudo  bem  Marinette... — me  encarou —  Você  tem  uma  carinha  de  pura inocência — ela  disse  ainda  me  olhando. Seus  olhos  ficaram  escuros  como se  uma  nuvem  tivesse  cobrido  o  brilho  deles.

— Eh.. Eu  acho  que  obrigado, agora  sem  querer  ser  chata  eu  preciso  ir  ou  Ian  vai  me jogar  pela  janela  do  último  andar  desse  prédio — brinquei. Ela  abriu  um  enorme sorriso, não  o  que  eu  esperava mas  sorriu. De  um  jeito  sinistro.

— Ele  não  vai, Ian  ama  anjinhos  como  você — disse  antes  de  se  retirar  da  minha  vista. Mas  que  droga  foi  essa?

Caminhei com  passos  lentos ainda  pensando  nas  palavras  de  Bárbara, ela  parecia  tão  estranha  e  tinha  tanta  firmeza  no  que  falava  que  um  calafrio  percorreu  por  minha  espinha.   Entrei  na  sala  completamente  em  silêncio, deixei  o  copo  de  café  encima  da mesa  e  um  bilhetinho  escrito  "Bom dia ". Eu  sempre  fazia  isso.

Fui  até  minha  mesa  e  tratei  rapidamente  de  me  oucupar  com  a  maleta  de  papeis, conferi  toda  á   agenda do  sr. Somerhalder, hoje  teríamos  que  ir  à  duas  reuniões o  que  me  fez  entrar  em  pânico.

Droga, droga, droga.

Eu  sábia  que  esse  plano  não  ia  dar  certo, agora  eu  tô  ferrada.  Vou  ter  que  sequestrar  o uniforme  de  alguém  muito  baixinha. O  que  eu não  vou  achar    já  que  todas  as  outras  mulheres  que  trabalham aqui  parecem modelos. São  magras, altas  e  lindas.

— Bom  dia  senhorita  Cheng —  Ian  sussurrou  atrás  de  mim. Quase  cai  da  cadeira  com  o  susto.

— B-b-b-o-o-om  d-d-dia — tentei  responder  ainda  me recuperando  do  susto. Eu  parecia  um  cd  ralado.

—  Por que hoje  eu  acordei  e  você  não  estava  lá? — meu  coração  disparou  com  sua  pergunta. Eu  não  estava  esperando  que  ele  fosse  tocar  no  assunto.

—  Atrasos  odeia  o  senhor... Não! Espera, não  foi  isso  que  eu  quis  dizer. O  senhor  odeia  atrasos, lembra? — a  esse  ponto  eu  já  queria  me  esconder  debaixo  da  mesa  e  não  sair  de  lá  nunca  mais.

Ian  me  encarou  por  alguns  segundos  antes  de  dar  um  sorriso  de  lado, seus  olhos  ainda  estavam  formes  nos  meus  me  deixando  tonta.  Oh!

— Lembro, lembro  muito  bem — ele  sussurrou  chegando  um  pouco  mais  perto  seu  rosto  do  meu. Perdi  o  fôlego.

Me  levantei  da  cadeira  e  me afastei  um  pouco  dele, seus  olhos  cairam  por meu  corpo e   eu  me  amaldiçoei mentalmente  por  ter  levantado. Eu  sou  muito  burra!

O  moreno  manteve  seus  olhos  firmes  em  mim, ele  balançou  a  cabeça  negativamente  me  preparando  para  a  bomba  que  estava  pronta  pra  explodir. Esperei  o  estouro, mas  ele  não  disse  absolutamente  nada.  Em  vez  disso  ele  caminhou  até  mim  e  me  prendeu  contra a  parede, arfei  não  conseguindo conter  o  quase  gemido por  sua  aproximação  repentina.

— Espero  que  não  venha  com  essas  roupas amanhã se  não  quiser  que  eu  perca  minha  cabeça —  sua  voz  rouca  raspou  nos  meus  ouvidos  fazendo  um  arrepio  gostoso  dominar  minha  nuca.

— Por  que? O  que  você  iria  fazer  comigo  se  eu  vinhesse  com essas  roupas  amanhã ? —  perguntei sendo  dominada  pela  curiosidade.

— Eu  lhe  daria  umas  palmadas  por  me  não desobedecer, por  esse  motivo  acho  bom  que  não  tente  me  desafiar — pisquei  duas  vezes  atônita, não  esperava  por  essa  resposta que  estranhamente  me  deixou  excitada.

— Você  não  é  meu daddy  para mandar  em mim, eu  venho  como  quiser — cala  a  boca  Marinette. Sua  idiota.

Ian  sorriu, se  aproximou  de  mim  e  prendeu minhas  mãos  acima  da  cabeça. Como  se  respira  mesmo?... Seus  lábios  deslizaram  pelo  meu  maxilar com  beijos  molhados, apenas  tombei  a  cabeça  para  o  lado  não  conseguindo  relutar  contra  ele. Na  verdade  eu  nem  estava  tentando.

Sua  boca  chegou  bem  perto  da  minha, seus  olhos  azuis  firmes  nos  meus  fazendo  minhas  pernas  esquecerem  de  como se  mantinham  firmes.

— Não  sou  seu  Daddy Cheng... Mas  adoraria  que  fosse  minha  Baby.


Notas Finais


Noss por que essa peste bubônica tá postando só essa história? Bom... eu vou escrever pra elas também. Já comecei a escrever os caps das outras.

Voltando a história... Marinette, Marinette, a cada dia ela tá mais na do Ian. E sim galera, vai ter aquele fetiche de Daddy e babygirl. A tia amaaaa.


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