História My Sweet Vampire - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Tisdale, Darren Criss, Lea Michele
Personagens Ashley Tisdale, Darren Criss, Lea Michele, Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira fanfic, separada do universo de Glee. Espero que gostem. Muitas pessoas gostam do tema que envolve criaturas sobrenaturais. Mas espero que eu consiga prender vocês nesse mundo. E que a minha escrita fique tão boa quanto as minhas outras fanfics. Boa leitura!

Obs.: Terá um leve teor de terror e suspense na primeira fase da fic, principalmente nas cenas em que envolvam os ataques dos vampiros. Hentai ficará apenas na segunda fase da fic, onde a Giullia já estará namorando o Darren, no caso, depois que ela se tornar uma vampira também.
Se você não curte ou se ofende com os temas citados, não leia essa fic.

Capítulo 1 - Novo Ano, Nova Vida


POV Giullia.

Parece um novo ano? Não. Não parece. É um ano novo. As aulas recomeçaram. Sei que é um inferno, voltar para a escola. Sei que é um inferno ficar enfurnada dentro daquela sala de aula. Mas, quem se importa. Ah, meu nome é Giullia Kenway, tenho 17 anos. Mas pra quem me vê, eu tenho apenas 15 anos.

Meu cabelo é castanho, claro, bem claro. Até a cintura. Meus olhos são cinza, como nuvens, desse inverno rigoroso. Eu adoro usar roupas pretas, principalmente os vestidos tomara que caia.

Mas agora eu não estou usando um vestido tomara que caia preto. Estou só com um vestido preto normal. E pronta pra ir para a escola. Saio de casa no horário certo, vou ate a escola, abro meu armário para pegar alguns materiais, encontro a minha amiga Ashley.

Conversamos por um longo tempo, ate dar de cara com um garoto lindo. Muito lindo mesmo. Não sabia de onde ele vinha, mas sabia que pelo jeito, ele era um calouro. Ele simplesmente retribuiu meu olhar com uma leve cara séria, mas se retirou rapidamente dali. Ashley notou que eu não parava de olhar na direção de onde ele foi, apenas para olhar para onde ele foi por mais tempo.

- Gih! Você tava de olho no Darren? – Ela perguntou de supetão.

- Como assim? Não, não estava não. E você o conhece de onde? – Eu perguntei.

- Eu vi que você não tirava os olhos dele, amiga. Você gosta dele. Mas ele parece tão fechado, tão na dele. – Ela disse.

- Ele é algum calouro? – Eu perguntei. Estava a fim de conhecer melhor o Darren, se esse era o nome dele.

- Ele é o novato. Mas ele anda mais com gente do mesmo grupo que ele. – Ashley disse enquanto andávamos juntas pela escola e o vimos.

Porra, o Darren Criss é fabuloso. Mas não podia me aproximar. Ele meio que não queria que eu fizesse isso. Preferia que eu ficasse numa distancia segura. Ok. Vou fazer o que ele quer. Não vou me aproximar muito. Mas... Bem que eu queria, mas por segurança, vou manter a distancia.

Caraca, eu estou mesmo gostando do Darren. Mas não quero me aproximar tanto assim. Eu sei sobre criaturas sobrenaturais, não, ele não poderia ser um vampiro ou um lobo, ah, isso ficou muito levado para o lado da saga Crepúsculo. Eu não sou a Bella Swan, eu sou a Giullia Kenway apenas. Sou humana e não acredito tanto em historias assim que pudessem ser reais.

Mas na semana seguinte, ouvi falar de um suposto ataque na floresta. Diziam que era um ataque de algum animal, mas era muito suspeito, havia uma marca de mordida no pescoço daquele homem, alem daqueles pedaços do corpo que fora esquartejado sem piedade alguma. Eu comecei a suspeitar, pesquisei cada vez mais, olhei na internet, livros e qualquer coisa que pudesse ser relacionada com criaturas sobrenaturais. E descobri a verdade, era o ataque de um vampiro estripador. Mas como isso era possível? Eu não podia acreditar.

POV Darren

Droga, porque ele fez isso? Porque ele atacou sem nenhuma piedade? Não acredito no que o meu irmão, Chuck foi capaz de fazer.

- Você tem alguma noção do que você fez? – Pergunto a ele, levemente alterado.

- Eu tenho essa noção. Eu perdi o controle. – Ele me confessou novamente.

- Por ordem da Mia você fez isso! Aquela vadia! – Sim, Mia era uma vampira psicopata, uma vadia, pra falar a verdade, e alem de tudo, era a minha namorada. Tinha que ser não é?

Diferente dela, eu também sou um vampiro, mas não saio matando ninguém por diversão. Eu só mato quando é realmente uma necessidade. Mas na realidade, eu odeio matar as pessoas. Prefiro me alimentar e transformar as mesmas, do que matá-las. Isso não é o que um vampiro com consciência do que faz pode tentar.

Naquela mesma noite, saio para uma caça. Encontro uma garota que estava sem rumo, à mesma estava em lágrimas, e prestes a pular daquela ponte. Pobrezinha, mas se matar não aliviaria o seu sofrimento.

Hey, Darren, você não ajuda, você precisa acabar com o sofrimento dela. E se ela quer mesmo morrer, você pode dar esse destino de uma forma bem mais acolhedora.

(Narradora: Dêem play na musica – Mutatis da novela Os Mutantes, o mesmo tema da mutante Samira).

- Quem é você? – A garota me pergunta.

- Eu sou quem vai acabar com o seu sofrimento. Venha até aqui. – Falo com a voz hipnótica, a hipnotizando.

A garota desceu da grade da ponte, num salto, veio na minha direção, eu ouvi sua pulsação numa distancia segura, senti seu sangue correndo por suas veias, num ritmo doce. Senti minhas pupilas mudarem de cor, as mesmas ficarem vermelhas, no tom de sangue, minhas presas crescendo, e falo com calma, ainda no tom hipnótico:

- Isso não vai doer. Só relaxa, princesa. Não grite.

Retiro os cabelos dela da linha de seu pescoço, onde se encontrava a sua jugular, me aproximo, abrindo a minha boca, e em um único impulso, cravo as minhas presas ali. A garota ainda agarrada em mim, eu a segurando com força, para que a mesma não escapasse.

 Começo a drenar cada gota daquele liquido vermelho, tão vivo, forte o suficiente para retirar a minha sede. Vou me abaixando, me ajoelhando no chão a cada minuto em que a garota vai perdendo suas forças. Logo que a mesma estava sem vida, eu retiro minha boca daquela ferida.

Acendo um isqueiro e jogo no corpo. Apagando qualquer evidencia de que pudessem encontrar ela, com aquele fogo, ficaria difícil para saberem quem realmente a matou. Desapareço em questão de um segundo de lá, com minha super velocidade. Ninguém me encontraria, não naquela noite. Onde não teria historia alguma para contar. 



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