História My Teacher and his Nephew - Capítulo 2


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Exibições 17
Palavras 651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse capítulo me empolgou demais veii. ♡

Capítulo 2 - She goes Unnoticed, She Knows no Limits


Fanfic / Fanfiction My Teacher and his Nephew - Capítulo 2 - She goes Unnoticed, She Knows no Limits

Depois desse pronunciamento da diretora ela se retirou da sala, o professor deixou suas coisas na mesa, e o menino, Rafael, sentou-se perto de mim. N-Ã-O, não é o que você está pensando, ele não sentou perto de mim porque me achou fofa, ou foi amor à primeira vista e sim porque era o único lugar disponível na sala. Não sabia por quem babar primeiro. Nessas horas que eu penso, genética abençoada é abençoada e ponto. Marco tinha os cabelos negros, os olhos azuis que me lembravam o oceano e um corpo tão definido que dava para perceber através de suas roupas. O rapaz tinha cabelos castanhos claros, olhos verdes e um sorriso lindo. Sempre fui muito tímida e quieta dentro das aulas. Nunca chamei muita atenção. Isso não mudou com a presença do novo professor.

- Então, olá pessoal – Falou após deixar suas coisas em cima da mesa. – Bom dia, meu nome é Marco, vim de São Paulo juntamente com meu sobrinho Rafael.

- Genética boa, né? – Alguém que não identifiquei, engasgou ao pronunciar. Todos dentro da sala riram. Principalmente o professor e Rafael.

- Para começar, não quero entediá-los e quero conhece-los melhor, então pensei em uma dinâmica. Juntem-se com quem está ao seu lado e vocês irão fazer perguntas um sobre a vida do outro, depois eu perguntarei sobre a vida do seu parceiro.

Olhei para o lado e vi o novato dando um sorriso sem mostrar os dentes, como um convite. Retribui com um sorriso espelhado ao dele e juntamos as cadeiras. Senti um papel batendo em mim e olhei para trás vendo a Nanda quase gritar:

- Caramba, olha com quem você saiu.

O menino sentado ao meu lado me olhou meio envergonhado depois do grito da minha amiga. Soltei um, vamos fingir que isso não aconteceu.

- Então... Qual seu nome? Ele perguntou.

- Ava, eu sei não zoa, todo mundo fica me zoando com o “avaaaaa”. Soltei um riso meio fraco.

- Relaxa, eu prometo que nunca vou te zoar com seu nome. Sorriu. – Meu nome é Rafael como você já sabe, vim de São Paulo com meu tio o professor e você?

- Assim é jogo baixo. Já sabia de tudo isso. Mas ok. Bom, eu nasci aqui em Santa Catarina, moro com meu pai. Agora você.

- Vamos ver... Eu jogo tênis, toco violão e costumo de rir de piadas ruins.

- Huum... Interessante, vamos ver, eu toco piano, gosto de escrever, gosto de dançar e sempre conto as piores piadas. Os dois caíram na gargalhada.

O professor fez como tinha falado, fez algumas piadinhas na minha vez, pelo fato de ter saído com seu parente, mas deu tudo certo no final. Marcou um trabalho para sua próxima aula. Ele disse que estaríamos estudando dramas e comédias essa etapa, então queria uma pequena encenação das duplas de hoje com algum pedaço de uma peça teatral. Marquei com Rafael, afinal precisaríamos ensaiar para tal coisa. O combinado seria ficar aqui na biblioteca, depois do final da aula para ensaiar. Afinal, a próxima aula de seu tio era amanhã.

As aulas passaram voando e quando percebi já estava em direção à biblioteca. Cheguei lá e encontrei o rapaz sentado lendo um ato de Romeu e Julieta.

- Bom eu acho que essa é perfeita. Sempre gostei muito dessa história. Ele disse.

- Por mim tudo bem.

Começamos a ensaiar, algumas risadas depois, acabamos.

- Sabe, para o meu primeiro dia, dei muita sorte. Ele soltou.

- Eu também dei sorte, você é uma gracinha de pessoa.

- Posso tentar uma coisa? Ele disse se aproximando de mim, fui andando para trás e quando percebi uma parede tinha me parado. Eu tinha vontade de beijá-lo, claro que aquela era sua intenção, mas seria estranho. Eu queria ficar com ele, afinal ele não era de se jogar fora, voltando para a situação, maldito bloco de concreto.

 



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