História My teacher..my perdition (camren) - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Norminah, Trolly
Exibições 264
Palavras 1.535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpem os erros ..

Capítulo 13 - Capitulo 13


POV CAMILA

A noite anterior foi repleta de brincadeiras e várias coisas gostosas pra gente comer, fomos deitar por volta das duas e meia da manhã e isso foi bom porque minhas amigas me distraíram o suficiente, mas, quando eu me deitei divaguei em pensamentos e criei uma ideia um pouco maluca. 

Primeiro eu abriria o jogo com a Dinah e contaria tudo, absolutamente tudo mas, só depois que eu voltasse de viajem.

Segundo, bom... esse é um pouco mais complicado. Porque eu vou ter que fingir pro meu pai que não estou mais magoada pelo tapa e pelas coisas que ele me disse, vou pedir desculpas se eu desrespeitei ele e que não ousaria mais a fazer o que eu fiz. Vou ganhar a confiança dele de volta porque eu preciso saber o que está acontecendo. Preciso saber quem é essa tal de Vero e o por que meu pai está tão mudado. 

Levantei por volta das oito horas da manhã, as meninas continuaram a dormir, peguei minha mochila e coloquei a roupa que eu havia separado. Peguei um papel e uma caneta e deixei um recado pra Dinah.

Cheechee, tive que sair bem cedo e vocês sabem o porquê. Obrigada por tudo, e quando digo tudo é tudo mesmo... você e demais. C. xoxo

Deixei a caneta e o papel em cima da mesa, sai pela porta e avistei meu carro. O dia estava nublado mas ainda não chovia. Entrei no carro e segui pra minha tão amada casa. Assim que cheguei não vi meu pai em canto nenhum então deduzi que ele poderia estar dormindo e eu aproveitei e fui fazer a mesma coisa... 

(...)

Acordei por volta das dez e meia, fiz minha higiene matinal e depois fui procurar meu celular, ai eu me lembrei que não tenho mais um – que burra – falei pra mim mesma. Preciso arrumar um rápido, pois o meu eu nem faço ideia de onde tá ou com quem tá, apenas me lembro que derrubei naquela droga de lugar. 

Desci pra cozinha e resolvi fazer um café pra mim e pro meu pai... peguei ovos, bacon, fiz umas torradas e um suco de laranja pra mim tomar e café pro meu pai. Assim que terminei de colocar a mesa ele apareceu e me olhou surpreso.

-Olha, não achei que a conversa de ontem você teria levado a sério. – ele falou se sentando a mesa. 

-Bom, nos jovens cometemos erros né, pai. – erros que não merecem tapas, pensei. – mas esse é meu pedido de desculpas. – agora sim ele parecia muito, muito surpreso. 

-Você está querendo ficar e não viajar comigo é isso? Porque se for esquece. – já to perdendo a paciência. 

-Não pai, não é isso eu vou com você. Só que eu não quero brigar mais. Só isso. Só tem eu e você, então... – fui sincera.

-Olha Mila, me desculpa ta?! Eu não deveria ter batido em você. Só não gostei de como você falou comigo. Mas eu prometo que tudo vai melhorar. E eu só quero que você vai comigo porque precisamos de um tempo pra nos, mesmo que eu vou atender uma cliente. – dessa vez quem ficou surpresa foi eu. Logo nos abraçamos e fomos comer... 

-Pai, quem é o nome da sua cliente. – perguntei como quem não queria nada. 

-Você sabe que eu não gosto de te envolver nos meus casos filha. – bufei de raiva por dentro, preferi não me envolver no assunto pra não dar muito na cara e mudei de assunto. 

-Você já ligou na escola pra avisar que eu vou viajar. – ele assentiu. 

O resto do domingo fiquei tranquila, aproveitando minha companhia e pensando como eu iria fazer pra seguir adiante com o plano. Meu pai avisou que iriamos sair de manhã já que Seattle não é muito perto.  Não tinha como eu conversar com as meninas pois eu estou sem celular, meu computador não serve pra nada. Fiquei lendo uns livros e depois fui ver televisão. Já chovia muito forte do lado de fora, então nada poderia ser feito. 

Depois que descongelamos a janta e comemos, fui tomar um banho e arrumar a minha mala. Meu pai me disse pra levar roupas de frio, depois de tudo pronto, me joguei na cama mas não conseguia fechar os olhos, na verdade eu não conseguia para de pensar na Lauren e nessa Vero, que pode ou não ser sei lá o que. 

(...)

-Mila, filha? Acorde ta na hora. – ouvi uma voz me chamando, mas parecia estar distante. – Camila, vamos. Acorde.

Abri os olhos lentamente e pude ver que se tratava do meu pai tentando me acordar.

-Hum, que horas são. – perguntei coçando os olhos. 

-Quinze pra seis da manhã. Você precisa se arrumar, Já fiz o café. Depois você come. 

-Ta bom pai. – disse ainda sonolenta.

(...)

Depois de tomar um bom banho, me arrumar e comer, nós estávamos a caminho do aeroporto, e eu ainda estou morrendo de sono.  A chuva ainda continuava, e me dava mais vontade de dormir.

Assim que chegamos no aeroporto e fizemos todo procedimento, entramos no avião, e eu agradeci aos céus porque eu ia poder voltar a dormir e logo depois que me acomodei foi o que eu fiz. 

- Pai, porque ta todo mundo gritando? – perguntei assustada.

-Filha fica calma, foi só uma pane. Tudo vai ficar bem, eu estou aqui. – meu pai me abraçou forte, e eu não estava intendendo nada. 

-PAi – eu gritei- o avião vai cair. Eu vou morrer. – comecei a chorar sem parar.

-Me desculpa. Eu te forcei a vir comigo nessa viajem. – meu pai me abraçou forte. 

-Não... não, eu... eu não. – nenhuma palavra saia. 

Olhei ao redor e todo mundo chorava e se abraçava. Sentei de volta na poltrona e agarrei o corpo gelado do meu pai, e fechei os olhos.

Acordei assustada, respiração descompensada e um pouco confusa. Olhei ao redor e me lembrei de onde estava. Fui me acalmando aos poucos, sempre tive um pouco de medo de andar de avião e ainda pra me ajudar tenho esse tipo de sonho. Tentei relaxar, e voltar a dormir mas foi em vão. 

(...)

Agora sim, já estávamos a caminho do hotel e nesse tempo eu e meu pai não trocamos uma só palavra, até agora. 

-Camila, eu vou te deixar no hotel, vou na casa da minha cliente e depois eu venho pra almoçarmos juntos. – apenas assenti.

Assim que meu pai me deixou aqui ele pegou sua pasta junta com a maleta e saiu, não vou mentir preferia ter ficado em casa, mas fazer o que. Queria ligar pras meninas mas a essa hora elas estão na escola... onde eu deveria estar. Argh... queria ver a Lauren, queria saber se ela ficou irritada porque eu sai sem avisar, tenho que parar de pensar nessa mulher. Pensei em sair pra dar uma volta, mas aqui também chovia e eu não conhecia muito as ruas então a única coisa que eu poderia fazer era aproveitar essa enorme banheira e depois pedir um café da manhã.

 

POV LAUREN

 

Segunda-feira, hoje eu acordei um tanto quanto disposta, vou ver a latina e devolver o celular dela, quer dizer... se ela cooperar. Depois que me arrumei e tomei café da manhã liguei pra Veronica e pedi pra ela ficar de olho em todas as papeladas que ela ia assinar, e me ligar assim que ela estivesse com o Ale. 

Segui meu caminho até a escola, alguns olhares caiam em cima de mim, mas a única coisa a ser feita é ignorar. Peguei meu material na sala dos professores e assim que escutei o sinal fui dar as três primeiras aulas.... 

Na hora do intervalo, segui pra dala dos professores e joguei um pouco de conversa fora, nada demais... na verdade fiquei só concordando com eles a respeito da competição escolar e alguma coisa sobre acampamento pro terceiro ano.  Esperei a ligação da Veronica mas nada, resolvi tentar falar com ela depois. Pois ainda faltavam duas aulas pra mim poder ir embora. As duas últimas seriam pra sala da latina.

(...)

Entrei na sala, coloquei meu matéria em cima da mesa. Comecei a olhar um por um e nada, Camila não estava presente naquela maldita sala. Por dentro eu fiquei furiosa, onde ela se meteu... queria saber, será que estava por ai se pegando com o filha da puta do Sha... balancei a cabeça a fim de afastar esses pensamentos. 

Todos da sala olhavam pra mim, esperando que eu começasse a falar, pedi para juntar em duplas e devolvi aquela atividade que eu tinha dado na outra semana. Pedi pra eles corrigir os que erraram, porque iria ser matéria de prova. Tentei ao máximo me concentrar na matéria e no que eu falava mas a maldita latina não saia dos meu pensamentos.

Depois que a aula terminou, resolvi que deveria ligar pra Veronica. O telefone tocou, tocou, tocou mas ninguém atendeu. Tentei de novo e de novo, mas ela não atendia. Como eu ainda tinha muitas coisas pra fazer, fui pro galpão colocar meu segundo plano em pratica.



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