História My Toxic Relationship (Imagine BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 38
Palavras 1.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, peço desculpas pela demora mas uns imprevistos aconteceram. Muito obrigada pelo apoio no cap passado. Espero que continuem aí que eu amei os vossos comentários e quero ver vocês e mais umas leitoras novas aí em baixo nos comentários. Obrigada pelos favoritos também. Nunca pensei tão bom retorno com um único capítulo. Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 2 - First Day


Fanfic / Fanfiction My Toxic Relationship (Imagine BTS) - Capítulo 2 - First Day

Cheguei na escola nada pronta para o primeiro dia de aulas. Eu tinha entrado agora para o primeiro ano e tudo era diferente. Pessoas, escola, aulas, professores… Nada era igual aos outros anos. Entrei pelo portão principal e procurei pelo meu cacifo. Depois de andar por diversos corredores encontrei uma fileira enorme de cacifos azuis claros e deduzi que um deles era meu. Peguei na chave e vi o número. Procurei por ele no meio dos outros e assim que o encontrei tentei abri-lo, mas ele fazia menção do contrário. Bufei, frustrada, desistindo mas, do nada, um garoto de cabelo loiro abre o cacifo com um bater de mão e se afasta.

– Agradece mais tarde, princesa. – Piscou e saiu. Os meus olhos se fixaram nele até o perder de vista. Eu fiquei em transe até que uma garota esbarra em mim e os meus livros caem todos no chão. Ela continua o seu caminho e me ignora por completo. Respiro fundo e suspiro apanhando os meus livros. Guardei os meus livros e decidi que ia decorar o meu cacifo assim que tivesse um tempo. O sinal tocou e eu procurei pela minha sala. Como não a estava encontrando, decidi perguntar a um garoto que estava andando há minha frente.

– Ei! Garoto. – Ele virou para mim e me encarou. Tinha os olhos grandes e lábios grossos. O seu cabelo era preto e a franja caí-lhe pela testa. Ele usava com um moletom preto com o capuz sobre a cabeça e as mãos nos bolsos de uma calça jeans rasgada no joelho. O garoto olhava-me, curioso e eu perguntei por aquilo que estava procurando. – Você sabe onde é a minha sala? Eu sou do primeiro ano e vou ter agora aula de filosofia.

– Desculpe, mas eu não sei também onde é a minha sala, que deduzo ser a mesma da sua porque sou do primeiro ano e vou ter a mesma aula que você. – Sorriu de lado.

– Então posso ir com você à procura da sala? – Ele sorriu e assentiu. Os seus olhos, antes grandes, ficaram bem pequenos formando uma linha reta. Fui ao seu encontro e procurámos juntamente pela nossa sala. Subimos as escadas e a procurámos no segundo andar. Andámos mais um pouco até que, ao fim do corredor, encontrámos, finalmente, a sala. Bati na porta e a professora deu-nos permissão para entrar. – Desculpe o atraso.

Ela assentiu e eu me sentei num dos lugares vagos por ali havia. Sempre fui uma boa aluna, pois eu queria entrar para uma faculdade boa e isso queria dizer, boas notas. A aula foi bem secante porque eu odiava filosofia. Assim que o sinal tocou, saí da sala. Eu não conhecia ninguém naquela escola. Apenas aquele garoto que procurou a sala comigo, mas não sabia o nome dele. Fui para o jardim da escola e me sentei no chão ficando apenas a observar.

Na rua havia mesas de madeira com bancos igualmente de madeira e vários alunos estavam lá sentados. Eles riam felizes e tinham uma coluna que dava uma música bem mexida. A um canto estava um grupo que estava dançando. Alguns alunos faziam uma roda à volta deles e batiam palmas enquanto gritavam em forma de apoio.

No centro do jardim estavam as líderes de torcida juntamente dos seus namorados populares. Eles as abraçavam por trás enquanto elas, literalmente, os ignoravam falando umas com as outras. Uma vez por entre outra, elas os beijavam e eles ficavam satisfeitos. O garoto loiro estava lá, mas não estava agarrado a nenhuma líder de torcida. Deduzi então, que ele estava solteiro. Não que eu quisesse alguma coisa com ele porque, aliás, as chances de isso acontecer eram baixas.

– Posso me sentar? – A voz do garoto moreno me tirou dos meus pensamentos. Olhei para cima e ele estava esperando uma resposta. Assenti e ele se sentou ao meu lado. – Eu não conheço ninguém aqui. – Ele me confessou coçando a nuca, envergonhado.

– Eu também não. – Admiti direcionando o olhar para ele.

– Sou o Jimin. – Estendeu a mão e eu a apertei levemente.

– (S/n). – Eu disse sorrindo. O garoto que me abriu o armário hoje de manhã, passou na nossa frente e piscou para mim. Sorri envergonhada e senti as minhas bochechas esquentarem.

– Acho que alguém está apaixonada. – Jimin diz, divertido. Bato no seu braço de leve e ele ri. – Você o conhece de onde?

– Ele abriu o meu armário hoje de manhã. – Suspirei, me lembrando da cena.

– Ele apenas te abriu o armário e você já se apaixonou. – Jimin disse rindo até que o sinal tocou e o interrompeu. – Vamos para a aula? – Ele se levantou e estendeu a sua mão para mim. Peguei nela e ele me ajudou a levantar. Seguimos para a aula de química e ficámos esperando a professora chegar. Já disse como as aulas de química conseguem ser secantes. Porque se não, elas são mesmo.

Ao fim do dia, fui para o portão e fiquei esperando o meu pai chegar e me levar para casa. Jimin já tinha ido para casa, pois ele vivia perto da escola. O meu celular apita com uma mensagem e vejo que é do meu pai. A mensagem dizia que ele não me poderia vir buscar e que eu teria de ir a pé para casa. Eu não acredito! A minha casa fica longe como tudo. Bufei e comecei a caminhar.

Não passou muito tempo que estava andando, quando ouço um carro se aproximar e parar ao meu lado. Olho para lá e vejo o garoto loiro. Sorrio involuntariamente e ele desce o vidro do carro.

– Vai uma carona? – Pergunta. Não sabia o que responder, pois eu não sabia em quem confiar. – Vai aceitar ou não? – Assinto e entro no carro. Coloco o cinto e ele saiu cantando pneu. Indiquei as direções da minha casa e ele seguiu para lá.

– Obrigada. – Agradeci, envergonhada e quando estava prestes a sair do carro, ele agarra o meu pulso. Viro-me para ele e volto a me sentar.

– Qual o seu nome? Dei carona a uma garota tão bonita e nem sei o nome dela. Acha que eu mereço? – Ri, nervosa e as minhas bochechas esquentaram. Com alguma dificuldade, disse o meu nome. – Bonito nome. – Sorriu. – Yoongi ou Suga, se preferir. – Sorri de lado e deixei um beijo na sua bochecha. Saí do carro e tirei a chave da minha mala entrando em casa. Chamei pelos meus pais e nenhum sinal dele.

Dei de ombros e subi para o meu quarto. No ano passado, os meus amigos mudaram de escola ou cidade, o que me entristeceu, porque fui a única que restou aqui. Felizmente, hoje conheci Jimin. Ele parecia ser um bom garoto. Mas, será que eu estava mesmo apaixonada por Yoongi como Jimin dizia?

Yoongi era bem bonito. Tinha os cabelos loiros e a sua franja quase tapava os seus pequenos olhos. Os seus lábios eram finos e rosados e vários brincos estavam nas suas orelhas. Nos dedos permaneciam alguns anéis prateados se destacando contra a sua pele branca. O sorriso que tinha no rosto, era matreiro e, com certeza, tinhas as garotas todas as seus pés. Mas as probabilidades dele me notar como eu o notei eram de 99% porque há sempre uma luz no fundo do túnel.

Me deitei na cama e peguei no celular mandando mensagem para os meus pais avisando que já estava em casa. Já tinha anoitecido e a casa estava escura. O celular vibrou e vi a resposta do meus pais. “Hoje, eu e a mamãe fomos jantar para celebrar o nosso aniversário de casados. Chegamos tarde. Há comida na geladeira. Beijos e se cuide.” Boa, vou ficar sozinha até tarde. Como ainda não tinha fome, decidi ir ver televisão. Liguei num canal de filmes e fui pegar pipoca para comer. Me deitei no sofá e fiquei assistir

Sinto algo se aconchegar na minha perna e vejo Kika, a minha pequena cadela. Esqueci de falar sobre ela. Os meus pais ofereceram-me a cadela no meu aniversário no ano passado. Ela era uma husky e era bem pequenina, ainda. Ela tinha os olhos azuis penetrantes e o pelo branco e cinzento era bem fofo e peludo. Eu que costumava tratar dela mas hoje com tanto acontecimento, eu me esqueci por completo.

Puxei ela para os meus braços e fiz carinho na cabeça dela. Abracei-a e os meus olhos foram se fechando e quando dei por mim estava dormindo e sonhando com algo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e comentem o que estão a achar. Os primeiros capítulos da história nem sempre são interessantes mas prometo fazer os possíveis para tornar esta fanfic cade vez mais interessante.
Beijos
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