História My Valentine - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gerard, Incesto, Lolita, Sadomasoquismo, Valentine
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Palavras 3.308
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - O encontro


Fanfic / Fanfiction My Valentine - Capítulo 4 - O encontro

Valentine p.o.v

 

Acordei com meu celular tocando, era o toque normal dele, peguei e vi um número desconhecido.

- alô?

- bom dia, dormiu bem?

- dormir. - bocejei. - quem é?

- Gerard.- ele riu. - acabei de acordar e pensem em te ligar.

- sério? E por que?

- porque eu esqueci de avisa para não comer nada...

- ok

- vou me trocar e em duas horas estou aí.

- o-ok 

- vá bem linda. 

Ele desligou, já disquei o número da Barbie, quando ela atendeu.

- eu preciso de ajuda pra ir a um encontro!
 

- chego em 5 minutos.

 

A campainha tocou, corri até a porta, Barbie entrou segurando sua maleta de maquiagem.

- vamos arrumar você!- disse animada.

Eu a abracei, estava tão preocupada com ela, Barbie retribuiu o abraço.

- eu não devia ter aceitado aquele bebida.

- Val você não sabia.

- você tá bem? - perguntei segurando seus ombros. 

- tô, Frederic cuidou de mim, ain Val ele foi um perfeito cavaleiro, ficou comigo até eu me recuperar, ainda bem que meus pais não estavam em casa.

- sério? Ainda bem.

- vem vou te contar tudo.

- ok.

Fomos para o meu quarto, tomei um banho rápido, secava o cabelo enquanto ela escolhia minha roupa.

- então Frederic disse que você me arrastou até ele, começou a gritar "Barbie dopada, Barbie dopada" ele não pensou em outra coisa a não ser me tirar de lá, ele tentou te tirar mas você não andava, então ele chamou o Gerard.

Desliguei o secador e a olhei, ela pegou um jeans cintura alta, regata preta, suéter claro e meus vans florais.

- Fred me deu água, segurou meu cabelo quando eu vomitei e ficou comigo até eu dormir, mas me encheu de perguntas, mas me conta o Gerard te ajudou?

- ajudou...

- falando nisso vai sair com quem Valentine?- ela pegava alguns acessório.

- com Gerard.

Ela parou. - o que?

- ele ficou aqui comigo, quando acordei ele falou o que aconteceu então me beijou...

- puta que pariu! TÁ DE SACANAGEM!

- sério...

- e aí? Va me dizer que transaram, Val não acredito que perdeu a virgindade primeiro do que eu!

- não! Nos não transamos.

- que susto...

- mas ele tirou a roupa. 

- aí meu Deus!!!- ela sentou na cama me olhando. - me fala, como ele é?

- enorme, digo ele é muito grande.

- também ele é o quarterback. 

Me vesti, Barbie perdeu aquele ar de felicidade. - você contou que aquele arrombado nos dopou?

Parei o que estava fazendo e a olhei. - não, é amigo dele, como vou contar uma coisa dessas?

- te entendo, meu tio sempre conheceu o Kevin.

- mas não vamos deixar barato Bar, vamos dar o troco, do nosso jeito.

- amo quando você é vingativa!

- vou bolar algo. - passei um batom cor de vinho. - como estou?

- perfeita! Se eu fosse o Gerard te agarraria!

- mas se eu for de batom ele não vai querer me beijar...

- bem pensado. Tira isso...

Tirei o batom, me olhei no espelho, peguei a coleira da Lex. - agora é só esperar.

- Val?

- oi...

- me empresta um vestido? Hoje eu vou sair pra jantar com o...

- pode pegar..

- qualquer um?

Eu a olhei. - você tem algum em mente?

- aquele preto...

- que minha avó me deu? - completei seu pedido.

- é...- disse fazendo cara de dengo. - por favor...

- tá.

Peguei meu perfume favorito Amor Amor borrifei, passei desodorante e sentei na cama.

- tô com fome...

- ainda não comeu? - ela saiu do meu closet segurando o vestido e um de sapatos.

- não ele ligou falando pra não comer.

- bom então pensa assim, vai ter comida...

A campainha tocou, Barbie e eu saímos do quarto indo até a porta, abri vendo um imenso buquê de rosas, ele o abaixou e sorriu. Gerard estava lindo pra caralho, jeans escuro com os joelhos rasgados, uma camiseta preta com finas listras vermelhas, tênis de cano alto e vi seu imenso Rolex.

- uau você está linda! - disse me entregando o buquê.

- você também está lindo.

- Barbie. - disse a cumprimentando com beijo no rosto.

- oi Gerard.

- como está? Fred me mandou um video seu vomitando.- disse sorridente

Olhei para ela e ri, sua expressão dizia que essa informação mudou todo seu humor, Gerard começou a imitar sons de vômito e eu não conseguia parar de rir.

- vou matar o Frederic.

- sensacional. - disse ele. - bom cadê a sua cadela? 

- lá em cima.- assobiei e ela veio correndo.

- ótimo, vamos?

- claro, B pegou tudo que precisa? 

- eu posso pegar mais coisas?

Entreguei minha chave. - pode se arrumar aqui, vou avisar o meu pai.

- ok. - disse me abraçando animada. - você é a melhor.

- eu sei, divirta-se!

- vocês também e não façam nada que eu não faria.

Entreguei o buquê a ela, coloquei a coleira em Lex e o segui, Gerard abriu a porta de trás do seu carro, lá tinha um rottweiler enorme.

 - esse é o Joey. 

 - aí meu Deus ele é lindo. 

 - posso? - ele pegou a coleira de Lex e a colocou dentro do carro.

 - hey, você não está planejando nada com a minha cachorra não é?

 - não que eu saiba, só achei que ela iria gostar de conhecê-lo...

Gerard abriu a porta do carro pra mim, até agora não ganhei nenhum beijo nem nada...

 - sobre hoje de madrugada. - disse ele assim que entrou no carro. 

 - que que tem?

 - desculpe ter te agarrado, eu estava um pouco bêbado.

 - ah. - que decepção. - tudo bem.

Ele sorriu. - mas não me arrependo de ter te beijado...- ele suspirou. - de ter tirado a roupa? Com certeza, mas te beijar não.

- eu também não...

O sinal ficou vermelho, ele se aproximou e me beijou, Lex começou a latir, me afastei olhando pra ela.

- o que foi garota? 

Ela latia na janela, foi quando vi meus pais de mãos dada.

- aí meu Deus!

- o que?!- perguntou ele assustado.

Me abaixei no banco e subi meu vidro, Gerard olhou pra rua.

- nossa amor parece a Lex. - era a voz do meu pai. - nossa que casal de rottweiler lindo que você tem.

Ele estava fazendo carinho na Lex, ela parecia animada, o cachorro de Gerard também foi participar da sessão de carinho.

- obrigado.

- nossa preciso tirar uma foto e mandar pra Val. - disse minha mãe.

Meu telefone apitou no mesmo instante, Gerard sorriu. - que coincidência macabra o meu celular apitar no mesmo instante.

- realmente. Tchau camarada.- disse Luke. - cuide bem dessas gracinhas.
- pode deixar.

Depois de um tempo o carro se moveu e eu sentei direito, Gerard começou a rir. - aquele era seu irmão?  

- meu pai...

Sua risada morreu. - tá de sacanagem...

- não, ele engravidou a minha mãe quando os dois estavam no 2° ano.

-  nossa, você não se parece muito com ele.

- eu puxei mais a família da minha mãe.

- mas você também não se parecia com ela, ou aquela não é sua mãe? Aí caralho vai me dizer que acabamos de ver seu pai com a amante dele?!

- não gênio. - dou risada da sua cara. - aquela é minha madrasta Sofia.

- aaaah.- ele coçou a cabeça. - então você mora no Brooklin muito tempo?

- quando era só eu e o meu pai nos morávamos no centro em Soho, mas aí ele casou com a Sofia e comprou essa casa.

- entendi. É bem tranquilo o bairro.

- digamos que sim. Mas e você?

- westchester.

- longe...

- pois é.

- pera você mora no subúrbio ou na parte das mansões?

- das mansões.- ele me olhou. - sim, eu moro numa mansão.

- impressionante.

Ele riu. - sabe agora que parei pra pensar acho que já vi seu pai em algum lugar.

Ele parou em outro sinal, já tínhamos atravessado a ponte do Brooklin estávamos indo sentido a Times Square, tinha um enorme outdoor com uma foto do meu pai de cueca.

- provavelmente...- dou risada. - ele é um rosto bem conhecido...

Gerard me olhou intrigado. - pode ser mais específica?

Ele parou novamente, estávamos na times, olhei para as propagandas e lá estava ele. - olha a propaganda da Calvin Klein.

Ele olhou, seus olhos se arregalaram. - seu pai é modelo!

- sim, ele e minha madrasta.

- cacete...-ele sorriu. - sua família parece ser bem divertida.

- louca seria a definição perfeita.

- pelo menos não é monótona.

- verdade, mas e a 

- meu pai é empresário e minha mãe era modelo, era, a muitooooooo tempo atrás.

- tem irmão?

- meu pai teve 3 filho no primeiro casamento, depois que casaram eles tiveram dois filhos, uma pausa de anos e eu nasci.

- uau você de ser muito mimado...

- sim, e você? Tem irmão né?

- 3, um casal de gêmeos do meu pai e um menino da minha mãe.

- deve ser legal ser a mais velha.

- não. - ri nervosa.

- assunto delicado?

- um pouco. Não que eu não ame meus irmãos mas sinto saudade de ser só eu e meu pai.

- entendo.

Ele ligou o rádio. - você gosta de ouvir o que?

- isso é uma pergunta um pouco perigosa.

- e por que?

- bom, posso?- perguntei mostrando meu celular.

- a vontade.

Conectei a minha playlist, do I wanna know começou a tocar. Alex meu futuro marido começou a cantar e eu junto dele, olhei para lado vendo Gerard me olhar.

- o que? 

Ele negou. - have you got colors in your cheeks'. - ele sabia a letra, claro que sabia. - That makes me think of you somehow

And I play it on repeat

Until I fall asleep

Spilling drinks on my settee...

Senti minhas bochechas corarem começou e ele cantou, Gerard começou a cantar e eu não resisti.

Parecíamos dois loucos cantando, ele dançava e eu também, cantávamos alto e qualquer um que visse nos achariam loucos. O álbum AM tocou por inteiro, até chegarmos ao nosso destino, estava tocando I wanna be yours, Gerard segurou minha mão.

- maybe I just wanna be yours, I wanna be yours...- ele sorriu enquanto cantava, se aproximou e ele beijou. A música acabou e foi quando eu vi ele tirando o celular do suporte.

Ele começou a rir, desliguei o rádio eu olhei, ele tinha nos gravado, olhei pra tela e lá estávamos dançando e cantando, ele avançou um pouco o vídeo e chegou na parte que ele estacionou e começou a cantar I wanna be yours e me beijou.

- jamais vou conseguir ouvir essa música sem pensar nesse beijo.

- para com isso.- tirei meu cinto de segurança. 

Ele me puxou para um beijo mas os cachorros rosnaram.

- tá ok, já entendi vocês estão com fome, vamos comer.

- finalmente.

Saímos do carro, Gerard abriu a porta traseira e os cachorros saíram Joey ficou ao lado dele, já Lex ficava me rodado, tentava a todo custo fazê-la parar.

- precisa de ajuda? 

- não tá tudo sob controle.

- Lex! - disse autoritário. - junto!

Ela parou de rodar e foi para o lado del, ele deu um biscoito pra ela. - boa menina.

Ele pegou a coleira da minha mão e colocou nela. 

- eu não precisava da sua ajuda! - disse pegando a guia dela.

- sei que não, vem Jo. - ele ativou o alarme do carro.

- seu cachorro anda sem a guia?

- sim. - disse ele então segurou minha mão. - Joey é treinado desde filhote.

- uau... então porque estamos no Central Park?

- vamos almoçar ali.

Apontou para um restaurante, era lindo. - mas e os cachorros?

- eles podem entrar. - disse rindo. - nunca veio aqui antes?

- não, geralmente eu e a Barbie ficamos vendo vitrines e depois comemos no mc Donald's ou no BK.

- e seus namorados não levam você em restaurantes?

- a última vez que eu sai com um cara eu estava na 6ª série e ele jogou uma taça de sundae na minha jardineira.

- que idiota. - disse ele abrindo a porta. - a única coisa maura eu quero jogar em você é meu corpo.

- se fizer isso vou morrer. 

- por que?

- porque você é enorme.

- boa tarde Gerard. - cumprimentou um homem muito bem vestido.

- boa tarde Harry, mesa pra dois.

- claro, e os bebês aí?

- eles podem ser levados.

- claro. - ele pegou a coleira da Lex. - vou cuidar deles, por favor podem ir sentar logo alguém vai acendê-los.

Gerard me guiou até o salão onde tinham diversas mesas, escolheu uma afastada per o da janela. 

- você vem muito aqui?

- venho com a minha mãe. Ela é a dona. Ou é sócia não lembro.

- e você costuma trazer meninas pra cá?

Ele riu. - ciúmes Val?

O modo como ele disse meu nome parecia único, engoli em seco. - não só curiosidade.

- você é a primeira que eu trago aqui.

- você diz isso para todas?

- Jesus que desconfiança!

- é só curiosidade...

- eu só trouxe o Erich, o Fred e o Kevin aqui, nunca trouxe nenhuma garota.

- então por que me trouxe?

- porque eu quis...

Engoli em seco. Peguei o menu e comecei a olhar, o restaurante era francês e nada no cardápio chamou minha atenção, mas as sobremesas era todas uma tentação.

- boa tarde senhor Gerard, é um prazer vê-lo novamente.- disse um garçom.

- boa tarde, é ótimo vê-lo novamente Tony.

- vejo que está acompanhado. - abaixo o menu e olho para ele. - e muito bem acompanhado, boa tarde senhorita?
- Valentine. - digo e ele me cumprimenta.

- realmente muito bem acompanhado. Já sabem o que vão pedir.

Gerard falou algo em francês e me olhou. - já sabe o que quer Val?

- aaan... ainda não tem alguma sugestão?

- eu não sei o que gosta de comer?

- carnes, lasanha...

- temos lasanha de 4 queijos.- disse Tony. 

- eu quero uma.

- pra beber?

- uma sprite. Obrigada. 

- você Gerard?

- o mesmo que ela.

- anotado, sua mãe está aqui, quer que eu avise?

- não, depois eu vou lá.

Tony beijou a minha mão e se retirou, Gerard puxou a cadeira sentando mais perto de mim. Meu celular começou a tocar Sweet emotions do Aerosmith, era o meu pai.

Gerard me olhou. - não vai atender?

- vou...- peguei o celular. - alô.

- aonde você está?

- em um encontro...

Ele gargalhou. - tá louca porra?

- é sério.

- quero falar com ele.

- o que?

- EU QUERO FALAR COM ELE.

- em casa a gente conversa seu doente!

Desliguei, olhei para Gerard que mexia no celular distraído. Ele conversava com alguém, ele me olhou e bloqueou o celular.

- era seu pai? 

Assenti, ele sorriu. - o que você acha que aconteceu ontem na festa?

- quer saber se eu vi quem te dopou?

- sim

- não consegui ver quem entregou mas vi você bebendo e compartilhando com a Barbie.

Suspirei. - nem sei como te agradecer Ge..

- eu sei como...

Ele ia me beijar mas o garçom chegou, colocou nossos pratos na mesa, Gerard olhou pra ele que riu.

- comam primeiro antes de namorarem.

- boa ideia. - disse sorrindo malicioso.

- não desse jeito, a senhorita é uma dama. Tenha respeito. - diz ele repreendendo Gerard - tenha uma boa refeição senhorita.

Ele beijou novamente minha mão. - obrigada.

Gerard me olhou. - ele tem razão. Droga...

- como assim droga?

- bom, eu tô tentando ser romântico, te trouxe pra almoçar, arranjei companhia pra sua cachorra e eu só tô dando mancada.

- relaxa tá sendo divertido.

- tem certeza?

- é só pega leve tá? - tirei a tampa do meu prato vendo a minha lasanha. - e pare de me beijar enquanto manda mensagem para a Jacqueline, não sou esse tipo de garota que aceita ser uma coisa casual, se é isso que você quer bom não vamos ter um segundo encontro.

- não pensei nisso, e estava conversando com ela sobre acabar com essa merda de amizade colorida.

Gerard tirou a tampa do seu prato o e vi um enorme filé com batatas fritas, começamos a comer em silêncio, depois de terminar a refeição Gerard pediu petit gateau de sobremesa.

- gostaram da refeição?- perguntou Tony sorridente.

- maravilhosa. - respondi.

- Tony traga os cachorros. - disse Gerard.

- e a minha parte da conta por favor.

- é por conta da casa Val. - disse Gerard.

- por favor Tony traga a minha parte.

Ele olhou para o Gerard. - claro senhorita.

- Val não! É por conta da casa Tony os cachorro.

- a conta! Senão vou chamar o gerente - disse irritada já com isso.

- boa ideia. - disse Gerard. - chame o gerente.

- claro.

Gerard cruzou os braços e me encarou. - por que está sendo tão teimosa?

- não gosto de pegar nada de graça.

- então deixa que eu pago.

- vai da na mesma Gerard. O restaurante é da sua mãe!

- boa tarde, Gerard o que está acontecendo?

Era uma mulher muito bem vestida, cabelos curtos e castanhos claros, olhos azuis, ele olhou para ela e sorriu.

- mãe lembra que eu avisei que traria uma pessoa pra almoçar? Então ela quer pagar a conta.

- lembro, e por que isso? É cortesia da casa. - diz ela.

Claro que a gerente seria a mãe dele. - me desculpe, sou Valentine. - disse me apresentando, levantei cumprimentando ela.

- mãe essa é Valentine, Valentine essa é minha mãe mas pode chamá-la de sogra.

- Gerard o que é isso?- disse ela rindo sem graça. - é um prazer conhecê-la Valentine.

- o prazer é meu senhora Morrison.

- por favor me chame de Mimi.

- claro como preferir, Mimi. Então o que acontece é que Gerard me trouxe mas não me contou que era seu restaurante  e eu fico muito sem graça de comer de graça e sair como se não condições de pagar.

- entendo Valentine, mas meu filho a convidou então você também é minha convidada. Não contenham-se podem pedir o que quiser. 

- eu realmente fico sem graça, ele nem me conhece direito.

- escuta sua sogra.- diz ele se divertindo com isso.

- Gerard! - disse ela repreendendo ele. - que modos são esses filho, vai acabar assustando a Valentine.
- vai nada, tem que ver como ela olha pra mim.

- mas olha a hora, é melhor eu ir. Meus pais devem estar preocupado.

- claro, foi um prazer conhecê-la, leve-a para casa Gerard. - disse ela me abraçando. - ah sua cachorrinha é muito comportada.

- obrigada.

 

Do lado de fora eu pedia um uber, ele me olhou. - Val?

- eu não sei o que você quer, mas não vai conseguir isso assim, eu não sou como a Jacqueline.

- eu sei.

- então não me trate como ela, se quiser realmente que eu chame sua mãe de sogra primeiro acabe com essa amizade colorida ou sei la o que...

ele me beijou. - já acabou, vem vou te levar pra casa.

- eu vou sozinha.

- para de ser teimosa.



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