História My Vampire - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Miley Cyrus
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Miley Cyrus, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Miley Cyrus, Vampiros, Violet Reynolds
Exibições 152
Palavras 2.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje Justin irá dar uma volta no passado... Bjs 😂❤
COMENTEM DEPOIS! 😘

Capítulo 11 - What are you?


Fanfic / Fanfiction My Vampire - Capítulo 11 - What are you?

" Deixeis tomar vossa decisão e deixeis cair em tentação. " ~ MV

       Justin Bieber POV

- Você prometeu! - Pattie gritou assim que entrei em casa.

- Prometi o quê? - Perguntei.

- Que não iria se aproximar de Violet. - Respondeu.

- Não foi exatamente uma promessa... - Pattie cortou-me:

- Claro que não. Foi uma ordem! -

- Não importa. - Disse sínico. - Foi uma promessa feita da boca para fora, e também, eu sou um demônio não cumpro promessas. -

- Justin... - Foi tudo o que Pattie conseguio pronunciar.

Tudo bem, eu sei. Fiz uma promessa, mas sabe quando eu as sigo? Nunca.

Eu só estou afim de fazer umas coisas, nada demais, só quero ter certeza de que uma simples humana não pode me fazer sentir algo.

Quero prová-la de todas as formas possíveis, preciso fazer isso.

Imagino seu sangue extremamente vermelho jorrando em meus lábios, seus gritos de socorro enquanto eu me aproveito disso.

Imagino sua voz dizendo meu nome repetidas vezes, pedindo para parar e embora eu saiba que devo, não consiga e muito menos queira.

Deixá-la a beira da morte, observando apenas quem seria o seu eterno assassino.

Eu olharia fundo em seus olhos vendo ele ficar cada vez mais longe, se afastando completamente.

E por fim, eu a deixaria viva, quase morrendo, mas ela não teria mais vida.

Eu tiraria todos os seus sonhos eu a deixaria sozinha, seria dolorido demais? Talvez.

Mas é isso, eu tambem me senti assim.

E eu quero que ela se sinta também.

- Você não pode fazer isso. - Disse Pattie com certo receio.

- Fazer o quê? - Perguntei.

Nem lembrava que ela ainda estava ali.

- Isso. - Ela apontou para mim e depois continuou - Eu vi seus pensamentos. -

Droga.

- Você tem que parar com isso, dona Pattie. Eu não fico vasculhando sua cabeça. -

Proferi imaginando como seria invadir a mente dela.

- Justin, você está pior do que nunca. - Ela disse passando a mão em meu rosto - Você é apenas um vampiro, não precisa se vingar dos descendentes de pessoas que te fizeram mal. -

Ri.

Pattie acha que é isso? Sério?

- Eu só quero que ela se sinta da mesma forma que eu me senti: rejeitado. - Entreguei os pontos finalmente.

- Sabe, isso só prova que o que você sentia por Belinda não era amor. - Suspirou pesadamente, como se precisasse dos pulmões realmente.

- Nunca foi, e é por isso que eu vou descontar tudo na netinha dela. - Sorri - Eu passei vários anos pensando que era amor e você sabe, só temos um na vida. Achei de verdade que fosse ela. -

- Por que não tenta com outra garota? Quem sabe uma vampira dessa vez... - Coloquei o dedo nos lábios de Pattie a calando.

- O amor não existe. Não para mim. - Respondi indo para meu quarto.

•••

Eu não iria fazê-la sofrer tanto assim, só precisava prová-la da mesma forma que provei outras e depois a descartaria.

A verdade é que será difícil fazer isso, até olhar para ela dói, não dessa forma, mas quando aqueles olhos azuis me encaram parecem procurar por algo e eu mostrarei a ela, eu darei a verdade e a deixarei com medo.

Não vou matá-la. Vou prová-la. É diferente.

Eu quero ver seu medo transbordando, eu quero sentir ela sofrendo mesmo sem eu fazer nada á ela.

Eu sou assim e nada poderá me mudar.

Eu deveria fazer uma viagem no tempo, eu devo descobrir algumas coisas.

•••

Peguei meu carro, um Porsche 911 preto, eu quase não o uso, prefiro motos mas agora é importante.

Dei partida fazendo o pneu cantar alto e pela cidade pequena dirigi á toda velocidade.

•••

Parei meu carro na calçada de um prédio antigo que vende feitiçarias, foi aqui que conheci Belinda.

A bruxa que vende seus apetrechos, feitiços e digamos poções é membro falso da família de Violet.

Bruxas também são imortais. Portanto não há como serem parentes reais.

Apenas um tipo de bruxa não é imortal, as chamadas clarividentes.

- Olá " tia Lydia " . - Falei com irônia, ao entrar na loja.

É engraçado como ela fica quando a chamo assim.

Lidya só tem olhos para sua protegida e claro que ela como guardiã não está fazendo um bom trabalho.

- Olá, princípe Justin. Já esperava por você, só não consegui visualizar o que queria. Ah propósito, o que deseja alteza? -

Perguntou me saudando.

- Eu quero uma viagem no tempo, quero recordar uma coisa, quero lembrar de algo que meus pais esconderam de minhas lembranças com aquela porcaria de poção. - Respondi apressado.

Lydia assentiu e começou a vasculhar uma estante cheia de enormes espadas e facas.

- Eu tenho uma adaga que te faz viajar realmente e ir ao encontro de certas lembranças. - Dizia ainda procurando.

- Mas, você terá que cortar seu pulso com a adaga e jogar o líquido verde que há em seu cabo em seu ferimento antes dele fechar. - Assenti.

Lydia virou-se para mim e me entregou a adaga que não era muito grande.

Ela me guiou até uma sala no final da loja, me deixou ali e saiu trancando a porta.

Sentei-me na poltrona, fiz o corte e rapidamente joguei o líquido

Sentia meu sangue correr por minhas veias e queimar, era realmente dolorido.

Fechei meus olhos e comecei a sentir tudo a meu redor mudar, eu estava me sentindo mal, nunca havia me sentido assim.

Abri meus olhos eu queria fugir, voltar atrás, mas já estava onde queria.

A cidade era toda iluminada ainda tinha um ar de antiga, mas no tempo em que eu estava naquele momento estava muito diferente da cidade do " futuro ".

Era dia, um sol escaldante e uma senhora estava passeando com um carrinho de bebê.

O cheiro dele e dela ou delas combinavam e deixavam-me com fome. MUITA FOME.

Eu parecia já ter sentido aquele cheiro em algum lugar...

Observei a senhora parar o carrinho e sentar em um banco deixando o bebê contra o sol.

Era uma garotinha, ela sorria muito para mim e dava alguns pequenos gritinhos, seus olhos eram cheios de vida e tão... Tão familiares...

Olhei para a senhora e não tive dúvidas de quem eram.

Belinda e Violet.

Belinda estava na meia idade mais ou menos, mas ainda assim parecia nova demais para a idade que tinha.

Violet fixou seu olhar em mim, parecia até me conhecer.

Mas, não. Estamos no passado eu lembro, vim para cá não tinha nem dois dias, estava correndo pelo mundo quando decidi voltar.

Fui até o carrinho de Violet, Belinda estava ocupada com algo e nem notou minha presença.

Não me importei. Belinda não era o amor que eu tanto procurei. Eu já tinha me convencido disso há muito tempo.

Peguei a bebê no colo e depositei um beijo em seu rosto, roçei meus lábios pelo pescoço da criança.

Eu já havia feito isso com Violet uma vez, repeti no futuro, então.

Eu assistia a tudo, estava em meu corpo e agia sem pensar, era como se eu fosse um ator.

As ações eram do passado, tudo aconteceu, só que agora estou podendo lembrar e entender.

Não sou o eu do futuro ali, sou o eu do passado agindo com a cena. Nada mais do que deveria ser.

Olhei em volta e todos estavam ocupados demais para ver o que eu iria fazer.

Iria morder seu pescoço quando ela começou a chorar e Belinda me viu.

- Largue a minha neta! - Gritou - Você prometeu! - 

Sorri e coloquei Violet em seu lugar.

- Acontece que eu sou cruel, e minhas promessas são como papel, um simples rasgo e acabou-se tudo. - Ri.

Então eu já havia quebrado minha promessa...

Não precisava mais ficar pedindo desculpas, tentando explicar ou coisa assim, eu já a quebrei fazia muito tempo.

- Eu não quero você perto dela novamente. - Sussurrou puxando o carrinho para si.

Violet era só uma bebê, mas observava tudo com muita atenção.

- Eu quero. - Respondi sínicamente.

Joguei um beijo no ar para Violet e me retirei dali sem olhar para Belinda.

Ela não merecia minha bondade, mas Violet sim. Era só uma bebê.

Fechei os olhos com muita força e os abri. De volta ao presente.

Levantei da poltrona e abri a porta da sala, sainda da mesma.

- Eu quase matei um bebê. - Constatei rindo para Lydia.

Guardei a adaga em meu bolso.

- Quase matou minha protegida, não é? - Perguntou irônica.

- Talvez se você a estivesse protegendo nada teria acontecido. - Zombei.

- Teria sim, eu vejo e por isso não me importo tanto. - Sorriu fraco.

- Quanto você precisa para dar um jeito nessa espelunca? - Perguntei.

- Nada, esse prédio vai cair daqui á cinco meses, mesmo... Então prefiro que me arranje outro. - 

Assenti e disse dando uma piscadela:

- Me procure e você terá o seu prédio novo. -

Lydia riu alto.

- A última vez que te procurei, acabei fodendo com você selvagemente e embora eu goste dessa merda com vampiros, você está fora da minha lista. Quase me matou. - Ri também.

Eu não sou capaz de me controlar nesses momentos, os vampiros normais são fracos, só fodem, mas comigo é diferente.

Foda prazerosa é quando acaba em morte.

Lydia foi a única que aguentou, um verdadeiro milagre.

Ela é a única bruxa que trabalha somente para mim e minha família. Além de ser experiente, é forte e sabe quase todos os feitiços.

- Ok. Mas estou falando sério, sem foda, apenas me procure e te darei o dinheiro ou melhor me ligue. - Ela assentiu.

Sai da loja e já estava escuro, muito escuro.

Quanto tempo fiquei ali?

     Violet Reynolds POV

Vovô foi viajar, voltará daqui á um mês apenas, ele foi visitar seus parentes em Los Angeles.

Mamãe e papai sairam, irão jantar em algum lugar por aí.

E eu? Estou aqui numa lanchonete qualquer tomando um refrigerante.

Já escureceu mas como estou com preguiça, ainda não sai daqui.

•••

- Moça. Já vamos fechar. - Disse o garçom.

Assenti e me levantei.

Peguei pelo refrigerante e sai da lanchonete.

Estava um pouco frio, mas como minha casa fica longe da lanchonete até eu chegar já estarei com calor.

Olhei para os dois lados da rua e cruzei-a.

Neste horário não há muito movimento.

Comecei a chutar as latas pelo chão, estava entediada. Completamente.

- Ô garota! -

Alguém chamou-me, não dei importância.

- Olha para cá, gatinha! - 

Chamou um outro.

Apertei o passo, eu não queria ser estuprada, agredida ou coisa assim.

Senti meu braço ser puxado. Me debati no intuito de me soltar, não sabia o que fazer.

- É marrenta... Essas são as melhores! - Assim que disse isso, o cara de meia idade riu.

- Socorro! - Gritei - Soc... - O outro homem de mais ou menos trinta anos colocou a mão sobre minha boca.

- Fique quietinha... Isso assim... Logo você vai poder gritar e muito, mas não ainda! - Ordenou.

Meus olhos estavam marejados, eu sentia o medo me corroer, mas não era um medo extremo.

O vento soprou sobre nós, era estranho.

Eu estava sendo carregada para um beco e não tinha chance alguma de fugir.

O vento novamente soprou sobre nós.

Não era um vento normal. Nem mesmo parecia ser vento.

- Dois homens contra uma garota indefesa? - Sua voz ecôou pelo beco. Justin?

- O que é isso? - Um dos homens perguntou.

- Eu não sei... - O homem que me segurava respondeu.

Eu não conseguia me mecher de tão nervosa, apenas respirava.

- Na-na-na-na-não... - Sua voz ecôou novamente - Vocês não irão soltá-la? - Perguntou.

Justin parou na frente do homem de meia idade que possuía uma arma.

- Quem é você? - Perguntou atirando em Justin, bem no meio de seu peito, a queima roupa.

Um sorriso largo se abriu no rosto de Justin colocando o dedo dentro do furo em seu peito e retirando a bala de seu corpo.

Logo depois ele colocou a bala na boca e a lambeu respondendo:

- A pergunta certa seria " o que eu sou? " -

Esbanjando um sorriso largo, ergueu sua mão até a boca do cara e o fez engolir a bala, pegando a arma do mesmo e atirando no chão.

Em fração de segundos, o cara estava com o pescoço quebrado, caindo lentamente no chão.

Justin olhou para mim, seguindo para o homem que ainda me segurava e disse:

- Sua vez... - Foi rápido demais, não ouvi, nem vi nada.

Olhei para os lados, nem ele nem o homem que me segurava estavam ali.

Suspirei e meus olhos encheram de lágrimas.

O que eu havia acabado de ver? Um massacre especialmente para mim.

E agora entendo, porque ninguém nem mesmo ele quer que eu me aproxime.

 Porque Justin Bieber é um assassino.

Me ajeitei e sai correndo, não me importava com nada, só queria chegar em casa a salvo, tomar um banho e ir dormir.

•••

Corri, corri e corri.

Estava muito cansada, minhas bochechas ardiam e eu sabia que estavam vermelhas.

Comprimi os lábios, como se fosse tirar meu cansaço e continuei correndo.

Avistei minha casa e diminui um pouco o ritmo, mas não muito, apenas o bastante para respirar normalmente.

Entrei em casa, mamãe e papai ainda não chegaram. Ainda bem, porque do contrário estaria perdida.

Segui rapidamente para meu quarto, despi-me e entrei no banho.

Eu lavava e esfregava como louca meu corpo, mas ainda assim me sentia suja e com muito nojo de mim mesma.

Saí do banheiro e sequei-me, vesti uma lingerie branca, aliás a maioria de minhas lingeries são brancas, eu prefiro.

Revirei o guarda-roupa até achar uma camisola longa, a coloquei e deitei em minha cama.

Eu estava assustada com tudo aquilo, como alguém consegue matar outra pessoa tão rápido e tão friamente?

E se Justin resolvesse me matar também?

Minha cabeça estava lotada de pensamentos sobre isso, eu acho que vou enlouquecer!

Fechei meus olhos e os apertei tentando de qualquer forma afastar aquelas imagens de minha memória.

Abri meus olhos e vi Justin em minha frente.

Fechei meus olhos novamente e quando os abri nada não havia passado de uma miragem.

Eu preciso ficar longe de Justin, o mais longe possível, ele é um matador cruel, sem sentimentos.

Embora eu esteja feliz e agradecida por ele ter me salvado, amanhã posso ser eu morta por ele.

E eu não quero morrer assim. Não mesmo.

Realmente, eu só sei de uma coisa, minha única certeza: Justin Drew Bieber é um monstro.

             ...Continua...


Notas Finais


Enfim, é isso! COMENTEM! E deixem seu Fav! Obrigada, de nada 😂❤


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