História My Werewolfs - Capítulo 20


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Drama, Emmy, Mukami, Romance, Sakamaki, Suspense, Tsukinami
Visualizações 86
Palavras 1.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


SHAZAM COROI!!

Gente...Percebi que os comentários estão a diminuir, por favor, deem suas opiniões! Pois além de me deixar inspirada e alegre, saberei o que estão achando da história...!!

Bom, era apenas isto mesmo, e, talvez eu suma por alguns meses, me desculpem!!

Não desistam de mim!! O próximo capítulo será grande, apenas um avisinho ❤

Capítulo 20 - Nineteen - Descobertas...


Fanfic / Fanfiction My Werewolfs - Capítulo 20 - Nineteen - Descobertas...

Nineteen – Descobertas...

 


Após aquela visita de Subaru, me sentei na cama, analisando meu corpo com tamanha cautela; Pude ver alguns arranhões distribuídos pela cintura. O que seria isto? Ou melhor, quem havia feito isto?
Ah, como sempre, é ela... Aquela garotinha...!!


Voltei a mesmice de sempre, todavia Shin tinha chegado em casa e fora direto em meu quarto, sem dar-me a educação de bater na porta e chegar do nada. Quando este viu meu estado – semi nua para ser mais exata – acabara por fechar a porta rapidamente.


- Shin, o que quer? – Busquei um pouco de clemencia pela parte dele, porém do outro lado da porta ele suspirou arrastado e além de seus suspiros, escutei um tipo de gritinho ansioso. – Quem está aí?


Silêncio. Me levantei de supetão e ne vesti com uma camisola simples, rumei devagarzinho até a porta, e receosa abri a mesma. Me surpreendi de imediato ao ver uma bela jovem, bom, nem tão jovem.


Esta aparentava ter seus vinte anos de idade, seus cabelos eram albinos como os de Carla e seus olhos eram acobreados, lembrando-me de safiras implantadas nos olhos de serpentes, tão hipnotizante...


- Konnichiwa! – Cumprimentou-me, com um sorriso gentil nos lábios esguios cobertos por um gloss nude – Me chamo Aiko! Sou a futura esposa de Shin, seu irmão mais velho, correto?


Pude observar, com o canto dos olhos, ela envolvendo o braço destro no braço de Shin, sua mão corria com calma até alcançar a mão livre de Shin, pegando-a e entrelaçando seus dedos, Shin estava tímido e isso é evidente!


- Correto. – Devolvi ao sorriso da mesma, saindo de meu quarto logo em seguida e fechando a porta de trás de mim. – Muito prazer em conhece-la, Aiko-San!


- Ah, que nada! – Ela deu uma risadinha tímida e nítida, erguendo a mão livre e fazendo movimentos desconexos com a mesma. – O prazer é todo meu! Oh, Shin-Kun não irá se manifestar?


- C-Claro que vou...! – Ele bufou, inflando a bochecha destra em desaprovação, aquilo era muito fofo! – Emmy, não escutei ela, é má influência!


Não contive a risada ao ver Aiko apertar com força a mão de Shin, que gemeu de um jeito quase agudo ao sentir as unhas da albina perfurarem sua pele.


- O que dizia? Querido. – Ela continuava a sorrir, e isso me deu calafrios. – Bom, Emmy, né? Sou uma vampira do clã Víbora, Shin-Kun nos desrespeitou no passado, mas nos reconciliamos e estamos a espera de um filho!
Engasguei com o próprio ar, buscando raciocínio e ideiazinhas plausíveis.


- Emmy? Você está bem? – Shin exalou preocupação em suas palavras, e tocou carinhosamente meu ombro. – Calma, eu deveria ter contado antes...


- Ah, deveria mesmo! – Bradei, já recuperada das tosses e coceiras na garganta. Dei uma olhadela em Aiko, que somente balançou os ombros freneticamente. – Bom, fazer o quê? Não te proíbo de nada, e Aiko-Chan parece ser uma boa mulher...


- E ela é em todos os sentidos. – Shin ousou colocar na sua feição um sorriso lascivo e provocante para Aiko, a albina somente deu de ombros e suspirou, suplicante. – Emmy, vim aqui mais cedo apenas para dar-lhe a noticia, em breve Aiko morara conosco.


- Parabéns! – Sorrio mais para Aiko do que para Shin, que se sentiu excluído.


Todavia, observei ambos se distanciarem de mim, seguindo corredor à frente, com os braços enlaçados e os dedos entrelaçados. Um casal inusitado, porém fofo.
Me encostei na parede, com um sorrisinho babaca nos lábios, olhando para o nada como se aquilo fosse a melhor coisa a se fazer.
Então uma idéia me veio em mente: Irei visitar Subaru, Yuichiro e Shu!

 

•❤•

 

Já me localizava em frente àquela mansão tenebrosa, cuja ninguém ousaria em adentrar na mesma; Suspirei, ajeitando as mangas de meu moletom escuro e grosso, movendo o quadril para os lados a fim de retirar a poeira da saia.


Como sempre, o portão estava fechado, logo quando minha mão iria de encontro as barras circundares, o portão se abriu misteriosamente, mas não me incomodei e segui em frente, enfiando as mãos nos bolsos do moletom, aquecendo-as pois hoje estaria fazendo 20 graus.


Já próxima à entrada, dei umas batidas na enorme porta de madeira rustica.
Nenhum ruído sequer ecoou, exceto as batidas.


Suspirei entediada e tombei o rosto para o lado, retirando a mão do bolso e tomando coragem para abrir aquela porta do jeito tradicional; Sem mordomos, sem o vento ou a brisa para empurra-la, o mundo definitivamente me odeia e me faz trabalhar!


Meu esforço fora em vão, pois a porta se abriu rapidamente e pude ver a noiva de Kanato sair aos prantos.
Optei por ficar calada, pois além de não possuir intimidade com ela, eu não seria de grande ajuda; Dei o primeiro passo para entrar mas levei um belo de um esbarro, ninguém mais, ninguém menos que Sakamaki Kanato!


Arqueei uma sobrancelha ao perceber que ele não estava com seu querido ursinho em mãos, ai então me lembrei que Azusa tinha o jogado no fogo.


- Galerinha estranha... – Murmurei, finalmente adentrando naquela mansão. Algo que me chamou a atenção foi a limpeza, os candelabros brilhavam e tilintavam lindamente, o carpete não fedia a mofo. Tudo estava impecavelmente limpo e organizado, será que Reiji deu uma louca e revirou a mansão?


Falando no Diabo...


Senti de imediato sua presença, com o mesmo semblante sério de sempre e os óculos costumeiros.


- O que procura por aqui? – Perguntou num tom calmo, com um pitadinha de cinismo.


- Não é da sua conta... – Sussurrei, e logo quando iria rumar na direção da escadaria, ele puxou-me pelo pulso, erguendo-o. – Me larga!


- Seja mais educada, humana inútil. – Praguejou , basicamente cuspindo as palavras na minha cara. Logo em seguida me soltou e sumiu dentre as sombras.


Murmurei, tomando para mim meu pulso que havia ficado vermelho por conta do maldito aperto. Não sei o porquê, mas Reiji não é assim comigo, ele nem sequer fala comigo...


Dúvidas preenchiam a minha mente até que avisto Subaru, encostado na parede, com o olhar baixo como se estivesse cochilando. Sorrio brevemente e me aproximo, logo quando ia dizer algo ele abre somente um olho, seria Subaru um clone emburrado e albino de Shu?


- Está tudo bem? – Ele enfim abriu seus olhos, e focou rapidamente no meu pulso, que já não estava tão vermelho. Neguei com um aceno de cabeça silencioso. – Ele está tenso.


- Tenso? – A pergunta soou aleatória, pois como de costume, eu não me importo com esses mesquinhos. – Quer dizer, não ligo para isso!


Subaru deu uma risada baixa e cruzou os braços, inclinando levemente o rosto para o lado.
Minhas narinas foram preenchidas por um cheiro estranho, aliás, Subaru estava com algo errado, pois seus olhos estavam tão mas tão escarlates que se assemelhavam facilmente ao líquido rubro denominado sangue.
Uma batida de meu coração falhou, era como se algo ruim tivesse acontecido. Engoli em seco e deixei Subaru de lado, subindo as escadas, dobrando corredores, e subindo mais escadas.
Aquilo parecia um labirinto, e pude me lembrar de memórias passadas.


Ei, você trapaceou sentindo meu cheiro!!” Era sempre isso que falava para Subaru, quando o mesmo me encontrava encolhidíssima próxima de um espelho em retalhos. Era frustrante para uma criança.
Sorri de canto, mas logo meu sorriso morreu ao sentir o cheiro se tornar um tipo de podridão, meus olhos já estavam lacrimejando, e isso dificultava minha visão.


Encostei meu corpo contra a parede e assim segui até o sótão. Chegando na frente daquele local, corri os olhos até o chão e vi sangue! Sangue escorrendo por baixo da porta.
Imediatamente tapei a boca com as mãos e ousei abrir aquela porta, vendo estirado numa cadeira, com os tornozelos e pulsos amarrados com correntes enferrujadas, a noiva de Subaru. Congelei por inteiro ao ver dois buracos fundos em seu pescoço, meu namorado tinha se alimentado dela e tirado sua vida tão facilmente...


Engoli em seco ao sentir mais uma presença ali, e lentamente meu olhar pousou numa figura séria atrás de mim.

- Esse sou eu... – Proferiu tais palavras, revesando o olhar entre mim e aquele cadáver.

 

​Continua...


Notas Finais


Tá meio bugado porque fiz no celular, me desculpem!!


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