História My wolf - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dramas, Lobos, Magias, Romaces
Exibições 10
Palavras 782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


desculpem a demora, final de ano, provas e varias coisas acontecendo...espero que entendam.

Capítulo 3 - Tão jovem...


acordo com o tom do céu alaranjado em cima de mim. meus olhos estão embasados, não consigo ver muito, apenas as silhuetas das coisas. quando tento me levantar, percebo uma pequena poça de sangue a minha volta, mas não tinha sangue o suficiente para que morresse de hemorragia*. com muito esforço me levanto, porem sem forças, escoro nas arvores e tento voltar para os dormitórios, preciso cuidar dos ferimentos, me arrasto até sair da trilha, vejo uma luz forte em meus olhos, uma lanterna

-BEATRIZ??? ALGUEM ME AJUDA!!! SOCORRO!- reconhecia essa voz, Sabrina.

ela veio correndo até mim, colocou um de meus braços em volta de seu pescoço, começamos a andar, nós descemos metade do caminho de volta e veio mais pessoas até nós. meus tios e primos estavam preocupados tentando me levar de volta, meu pai chega e me coloca em suas costas e com todos ao meu lado, fomos para os dormitórios. chegando lá todos os homens saem, eu estranho um pouco, mas meus pensamentos eram contidos pela dor, minha mãe com ajuda de minhas tias me levam para o banheiro, mas as únicas que permanecem são minha mãe e minha tia, que é enfermeira, com cuidado, ela e minha mãe tiram minhas calças, roupa intima e finalmente chega a parte da blusa, com a tesoura elas a cortam devagar, finalmente sem a blusa elas me olham aterrorizadas

-MEU DEUS! ela vai ter que levar ponto?- minha mãe pergunta pra minha tia

-com certeza, mas beatriz, como você fez isso?-ela perguntou, eu tentei responder mas apenas saiam ruídos de minha boca- quando você estiver melhor, nós conversaremos.

elas retiraram meu sutiã, me colocaram em um banquinho embaixo do chuveiro, não sei desde quando o banquinho estava ali, mas agradeço eternamente por não ter que ficar em pé, com cuidado elas me lavam, me secam e me enrolam em uma toalha. sou levada até o dormitório feminino, que estava deserto, elas me colocam na cama de barriga para baixo, retiram minha toalha e ficam observando a ferida, eu estaria com vergonha se não estivesse em um estado tão deplorável agora

-bia, querida, não temos anestésicos nos kits de primeiros socorros, vamos ter que dar ponto sem anestésico, tudo bem?-minha tia pergunta e eu assinto

minha mãe vem ao meu lado e segura minha mão, sem falar absolutamente nada desde que cheguei, ela tenta esconder sua aflição por traz de um olhar incentivador, mas isso não funciona comigo, consigo ver seus sentimentos, minha mãe aperta minha mão mais forte, já sei oque vem pela frente, sinto uma pontada forte nas costas, consigo esforços do fundo da alma pra gritar

após vários minutos de uma agonizante dor, elas colocam uma faixa por cima e me vestem, um simples short de moletom, uma blusa roxa, colocaram apenas a calcinha para evitar que o sutiã apertasse muito. sem a dor, o cansaço vinha sobre meu corpo, o deixando pesado, elas perceberam e cobriram meu tronco, pois eu não consigo dormir com as pernas cobertas, apagaram a luz e sem perceber, cai em um sono profundo

..............

acordo e olho em volta, esta escuro e vejo Sabrina dormir na beliche ao lado, ainda era madrugada e não conseguia mais dormir, retirei todo o esforço que acumulei, me levanto e desço da beliche, agradeci muito por conseguir segurar os gemidos de dor, calço os chinelos e saio para fora, a lua esta cheia e com varias estrelas a sua volta, admiro o céu por mais alguns segundos e volto a caminhar. não sei o motivo, mas me sinto pelo AP*.

levaram por volta de dez minutos para eu chegar lá, já avistava a pequena casinha, me sentei gemendo de dor, junto as pernas e as coloco contra o meu peito. me sinto sendo observada, olho para o lado e vejo o lobo, fico com medo, mas minha dor não me  permite me levantar e sair correndo, muito menos gritar, já que minha garganta dói pelos gritos anteriores, então apenas levanto a cabeça para admirar as estrelas. vejo pelo lado ele se levantar e andar em minha direção, viro minha cabeça e faço uma careta balançando a cabeça negativamente, se ele fosse me matar deveria pelo menos me dar um pouco de tempo, acho que ele entendeu, pois o mesmo se sentou, com muita calma levanto a cabeça novamente, tinha uma estrela que brilhava intensamente, atraindo minha atenção

perdi a noção do tempo em que encarava a estrela, já estava ficando mais escuro ainda, me lembro do lobo e meu rosto expressa pavor, olho para os lados e não o vejo, olho para a frente e sinto uma respiração pesada em minha nuca, não esperava morrer tão jovem....

 


Notas Finais


hemorragia: sangramento intensivo
AP: antigo pesqueiro da história, um pesqueiro abandonado que estava na chácara
como eu gosto, vai ficar esse resto de capitulo com um ar de suspense, espero que tenham gostado!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...