História Mysterious Heart-Nas asas de Aruan Felix - Capítulo 8


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Categorias Aruan Felix, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Aruan Felix, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Angel, Anjo, Aruan, Aruan Felix, Aventura, break, Breakmen, Cellbit, Drama, Edukof, Edukof Romance, Familiabreakmen, Felix, Ficção, Lange, Loira, Maiconlorenz, Morte, Portuga, Saga, Suspense
Visualizações 86
Palavras 1.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiiii
desculpem a demora, tive um bloqueio de criatividade esses dias que não foi fácil.
mas cá estou eu
boa leitura.

Capítulo 8 - A Hora Morta


Fanfic / Fanfiction Mysterious Heart-Nas asas de Aruan Felix - Capítulo 8 - A Hora Morta

-Merda!- De um súbito suspiro, eu despertei sentando-me na cama. A penumbra do quarto era iluminada pelo luar que adentrava pela janela, iluminando todo o chão de marfim.- Que sonho...- Respirei fundo, era como se meu peito estivesse comprimindo-se, eu estava suada, embora a brisa gélida adentrasse a janela, era como se ainda estivesse muito quente.

Acabara de acordar de um pesadelo, no qual eu não lembrava de nada além daquele garoto... mas, quem era ele? E que sonho era esse? Enfim... esquece.

Acho que eu tô ficando doida... pensei.

Ainda sentada na cama, embora estivesse usando só a mão direita, envolvi meu cabelo em um coque mal feito, respirei fundo e me levantei com um pouco de dificuldade. No despertador na escrivaninha ao lado da minha cama marcavam as exatas 3 da manhã, a famosa hora morta.

- O que é aquilo?- Sussurrei baixo e arrastei os pés afofados nas pantufas pelo chão, esfreguei os olhos e me aproximei.

A janela do meu quarto é grande e bom... eu não acho perigoso dormir com ela aberta, meu quarto fica no segundo andar da casa, seria impossível alguém entrar então... dane-se.

No topo da janela um fio de barbante amarrado, o fio branco de uns 30 cm estava com um saquinho preto amarrado nele. Franzi a testa, estendi a mão e puxei o saquinho.

-Lá vem...Papai Noel passou mais cedo por aqui?- Caminhei de volta e me sentei na cama, minha mão esquerda e ainda enfaixada me incomodava um pouco. Balancei próximo ao ouvido antes de abrir, arqueei a sobrancelha. Desamarrei o fiozinho que fechava o saquinho. - O que é isso?- Tirei um colar com um pingente na ponta, era como um ying yang desmembrado, apenas um deles dois.

Mas de onde tinha saído isso? Me parecia tão familiar...

-A pílula...- Arregalei os olhos.- Não mas... pode ser coincidência... será que a tia Rose comprou isso e fez surpresinha?- Sussurrava baixo conversando comigo mesma.- O que?- Escutei um ruído vindo da janela, algo como se fosse lá de fora.

O meu quarto era localizado na parte de trás de casa, digamos que... minha janela era aberta para o ´´quintal´´ que na verdade, era a floresta, sim, tem uma selva aberta atrás da minha casa, não é a toa que a minha casa é na última rua do último bairro.

-Mas o quê...?- Me aproximei da janela, e lá embaixo no gramado, a uns 50 metros de distância da casa. tinha alguém encapuzado, de preto, sei lá... estava de costas. Permaneci estatelada olhando. Sério, só lembrei do meu sonho. Depois de uns cinco segundos, ele ou ela, sei lá, virou-se de lado, e me olhou, não vi o rosto porque além de longe estava muito escuro... estava com as mãos no bolso e de capuz, calça preta, a parte de trás do seu casaco preto estava rasgado.- Merda!- Corri, não tive nem a ideia de fechar a janela.

Eu manquejava da perna esquerda, mas mesmo assim corri pelo corredor e bati na porta do quarto da tia Rose que ficava no final do corredor.

-Tia, tia, tia...- Não aguentei e abri a porta.- Tia!- A balancei, estava embrulhada dormindo.

-Annabeth garota! O que foi?- Eu a assustei, sentou-se bruscamente à beira da cama ajeitando seu vestido amarelo.

-Tia desculpa, sério... mas te alguém lá fora...- Um suor gélido descia pelas minhas costelas.- Pela janela do meu quarto.- Eu respirava bruscamente, tia Rose franziu o cenho.

- Onde isso menina?- Ela se levantou e eu a guiei rapidamente até a janela do meu quarto.

-Ali.- Apontei para onde a pessoa estava.- Ué...- Arregalei os olhos. Não havia mais ninguém lá.

-Annabeth querida... - Tia Rose amaciou a voz, passou as mãos nos cabelos grisalhos e bocejou. - Volte a dormir querida. - Ela ainda estava grogue por ter sido acordada bruscamente.

-Mas tinha alguém lá... - Rebati enquanto ela fechava os vidros da janela.

-Querida...- Ela suspirou soltando as cortinas à frente do vidro.- Eu sei que você sente falta da Anna e do Joseph...- Ela levou as mãos para repousá-las sobre meus ombros.

-Não tia...- Afastei seus braços bruscamente e me afastei.- Sério.- Levei as mãos ao rosto, lágrimas quentes brotaram.- Não os mencione... saia por favor.- Funguei.

Anna Ducke e Joseph Miller... meus pais, mortos em um acidente de carro... eu estava com eles, e não me lembro de nada -Desculpe querida... mas eu só queria dizer que...-

-Não tia... quantas vezes já pedi para não mencioná-los? Ainda dói muito.- Não contive as lágrimas.- Por favor saia... só quero ficar sozinha.- Enxuguei as quentes lágrimas que escorriam, eu odiava ter que lembrar de tudo isso, na verdade, lembrar de coisas que na verdade eu não lembrava.

Se mamãe e papai ainda estivessem vivos, eu ainda moraria na Alemanha. Não teria sido criada pela titia e tudo seria normal. Eu seria mais uma adolescente alemã levando sua vida ao lado dos seus pais, e não teria vindo para o Brasil.

Ela não rebateu, com uma expressão levemente abatida e com os lábios serrados, ela se retirou do quarto lentamente.

Eu não queria ter que começar a falar, a gritar... todas as coisas entaladas na minha garganta, fui criada de qualquer jeito... sim, sei que posso ser ingrata de certa forma, mas acabei sendo criada pela tia mais irresponsável da família.

Toda a mágoa de ter perdido os meus pais eu guardo, e tento fingir que tudo está bem, evito falar nesse assunto porque deixou um rombo gigantesco dentro de mim.

Depois que ela saiu, caminhei de volta para a cama, agora com a janela fechada o problema estava resolvido... eu acho... Não é todo dia que tem um ser encapuzado do lado de fora da sua casa só observando.

Peguei o celular, do lado do meu travesseiro  e clareei a tela, quatro mensagens de um número estranho no whatsapp, a mensagem já estava a alguns dias, provavelmente havia chegado no meu celular enquanto eu ainda estava no hospital:

Oi Anna 0.0 Sou eu a Larissa.

Olha... não sei quando você vai ver essa mensagem mas... preciso falar com você.

Sério :/

Preciso pedir desculpas... por aquele dia.

Respirei fundo e a ignorei, sinceramente não estou com paciência para isso. Bloqueei o celular e o joguei no colchão, deixei o pingente estranho encima da minha escrivaninha e caminhei para fora do quarto, adentrei o banheiro e molhei o rosto com a água gélida da torneira.

Depois de uns cinco minutos, voltei para o quarto.

-Ou tá cheirando a grama aqui dentro, ou to definitivamente loucona.- Funguei averiguando o cheiro, olhei para o chão, para as paredes, nada... o quarto estava normal. Mas... minha escrivaninha. Eu usava um suporte com uma lâmpada, parecido com aquele do PIXAR.- Não me lembro de ter deixado aceso.- Caminhei até a minha escrivaninha.

Um papel amassado era iluminado pela luz fraca do suporte, do lado estava o pingente e o saquinho em que ele veio. Respirei fundo e desembrulhei o papel, tenho certeza que eu não havia o deixado lá.

Com uma caligrafia cheia de erros e garranchos a tinta preta parecia fresca, como se houvesse sido escrita à muito pouco tempo.

´´ A vida é feita de enigmas, desvenda-os se quiser saber o seu passado...

Lembre-se, somos um só carregando a mesma peça do quebra-cabeça final,

E da próxima vez que fechar a janela... pelo menos tranque-a´´

-anônimo


Notas Finais


iai, o que acharam? :3
Preciso fazer um comentário bem desnecessário mas vamo la, um dia depois que postei o capítulo do Aruan super na bad lá na banheira... o próprio Aruan 1 dia depois do meu cap. postou snaps dentro da banheira na maior bad... eu BERREI kkkk
enfim
desculpem a leseira, mas eu precisava desabafar essa coincidência KKKK

Alias... se você chegou até aqui nessas notas finais, meus parabéns... você tem muita paciencia para ler minhas besteiras, serio mesmo... kkk
mas é sobre minha Oneshot, vou deixar o link para quem quiser dar uma conferidinha e tal kk, é sobre o Aruan:
https://spiritfanfics.com/historia/aruan-felix-a-essencia-de-uma-placa-7110257

então, muito obrigada por viajar mentalmente comigo kkk vocês são demais
beijão e ate o próximo cap s2


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