História Mysterious Whisper - (Vkook) - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance, Vkook
Visualizações 48
Palavras 1.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooiiii mozõeees! Mais um capítulo novinho aqui pra vocês! Espero que gostem, beijão! ❤

Capítulo 25 - I'm Not Going Away!


Fanfic / Fanfiction Mysterious Whisper - (Vkook) - Capítulo 25 - I'm Not Going Away!

       * Taehyung P.O.V. *

Preciso fazer alguma coisa em relação a prova da universidade que o Jungkook vai perder...

Entrei em uma farmácia e pedi um remédio pra azia. Enquanto o farmacêutico buscava o medicamento, eu andava de um lado pro outro tentando relaxar e raciocinar...

— Senhor, o antiácido acabou. Vou ficar te devendo. — o homem voltou pra parte de trás do balcão.

— Putz... Quando eu estou nervoso fico automaticamente com uma azia muito forte.

— Ah, já até sei o que é. — ele se vira pra uma prateleira e pega uma caixinha. — Você está com ansiedade, esse remédio é ótimo pra isso.

— Sério? Muito obrigado!

Peguei uma garrafa de água em um freezer ali mesmo na farmácia e paguei no caixa.

Tomei o remédio e fui dar uma volta no parque. No meio do caminho tive uma ideia:

— Já sei! Vou conversar com o diretor da faculdade sobre o Jungkook e quem sabe ele não ganha uma segunda chance? — digo a mim mesmo em voz alta.

Fiquei muito feliz! Finalmente pensei em alguma coisa! Começo a andar rapidamente pra conseguir pôr meu plano em prática. O sorriso não saía do meu rosto...

Parei em uma esquina pra esperar o semáforo fechar, e assim que fechou, atravessei.

Dou o primeiro passo e vejo um carro ultrapassar o sinal vermelho, mas não me importo muito. Só fui acordar de meus pensamentos no momento em que escutei um barulho muito alto que não consegui identificar. Quando olho à minha esquerda, vejo o corpo de uma pessoa no chão. Corro na direção dela e, quando analiso o rosto, pude reconhecê-la: Era o Jungkook.

Eu o sacudia e batia em sua face o chamando, mas ele não respondia. Seu corpo estava todo ensanguentado, ele estava perdendo muito sangue.

Nenhuma pessoa passava pelo lugar, então eu peguei o celular e liguei pra emergência. Enquanto a ambulância não chegava, tirei corpo de Jeon do meio do asfalto. Sentei encostado em um muro, no meio da rua mesmo, e coloquei a cabeça do garoto pra repousar em minhas pernas. Fiquei segurando a mão dele até os socorristas chegarem.

— Foi você que cometeu o delito? — um enfermeiro se refere a mim.

— Se fui eu que cometi o acidente? — ele concorda com a cabeça. — Não, eu sou apenas um amigo dele.

— Bom, agora ele vai pro hospital. Você pode acompanhá-lo?

— Claro, acompanho sim.

Foi um longo percurso até chegar ao hospital. Chegando lá, Jungkook foi direto pra UTI e eu fiquei na recepção esperando respostas. O local estava cheio, eram pessoas correndo de um lado, outras gritando e chorando do outro... Uma verdadeira confusão.

Depois de algum tempo, um jovem de jaleco com uma prancheta nas mãos (provavelmente um médico) veio falar comigo.

— O senhor é o responsável pelo Jeon Jungkook?

— S-sim, como ele está? — me levanto prontamente.

— Bom, não temos o parâmetro de gravidade do caso, mas visivelmente é bem grave. O senhor está liberado, o Jeon já está sob supervisão médica.

— Eu não vou embora! Como posso deixá-lo aqui sozinho? Vou ficar esperando os resultados dos exames.

— Mas isso vai demorar bastante ainda.

— Não importa! Eu vou continuar aqui.

— O senhor quem sabe. Já que vai ficar por aqui, venha pra uma sala mais confortável.

Ele me levou pra um cubículo de paredes brancas. Não estava tão lotado quanto o lado de fora, mas mesmo assim havia bastante gente ali.

Horas se passaram, o número de pessoas dentro da sala foi diminuindo aos poucos, até eu ficar sozinho. Peguei o casaco que estava em minha cintura, joguei em cima do meu corpo e dormi. Acordei com alguém me chamando:

— Senhor? — a pessoa cutucava meu braço.

— E-ele está bem? O que aconteceu? — pergunto.

— Acalme-se, o resultado dos exames saíram. Verificamos que o Jungkook andou ingerindo muito álcool durante os últimos dias, o que facilitaria uma cirrose. Ele perdeu muito sangue, fazendo com que o cérebro não recebesse oxigenação, então ele está em coma induzido. Só estamos apreensivos pois a hemorragia que ele apresenta pode aumentar, piorar o quadro clínico e o caso passar a ser irreversível.

— Ai meu Deus! Doutor, por favor, prometa que o Jeon vai ficar bem!

— Eu não posso te prometer nada, a única coisa que te garanto é que vou dar o meu melhor.

Ele saiu do local e eu sentei no chão aos prantos. Encostei minha cabeça na parede e fiquei olhando pro teto. Estava um completo silêncio, somente o tic tac do relógio ecoava pelos corredores. Já eram 2:38 da manhã, eu estava exausto, mas precisava continuar ali pelo Jungkook. Eu sei que ele não faria o mesmo por mim, porém continuo achando que vale a pena madrugar no chão de um hospital por esse garoto.

[...]

Olho no relógio e já são 6:15. O movimento no hospital voltou a aumentar.

Levanto, vou até a recepção e me refiro a uma moça que estava no balcão:

— Bom dia, o paciente Jeon Jungkook já pode receber visitas?

— Bom dia! Só um segundinho que eu vou perguntar ao médico.

Ela pegou um interfone e depois de um tempo ela disse:

— O médico falou que o paciente ainda está desacordado, mas que o senhor pode fazer uma visita rápida. Ele se encontra no quarto 486.

— Ok, muito obrigado.

Corri por todo hospital até encontar o número 486 em alguma das portas. Assim que encontrei, entrei sem bater na porta.

Observei Jungkook por demorados segundos, até que alguém bate na porta. Era o mesmo médico que falou comigo ontem.

— Acho que já está na hora de se retirar, não é mesmo?

— Mas eu acabei de chegar!

— Você já percebeu o estado em que ele se encontra?

— E-ele vai continuar inerte por quanto tempo?

— Não faço ideia, tudo é muito delicado... Mas vou te manter informado. Agora vá pra casa, tome um banho, se alimente e tente descansar um pouco, essa noite foi bem complicada pra você. Quando se sentir melhor, pode voltar se quiser.

— Tá bom. Então eu vou indo. — acenei e ele correspondeu.

Voltei pra casa ainda muito preocupado com Jungkook. Mas o médico tem razão, eu preciso me recompor.



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