História Mystery Of The Shadows - Capítulo 3


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Categorias Fairy Tail, Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fairy Tail, Guilda, Mago Celestial, Personagens Originais
Exibições 18
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Mistério, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - The Magic Fight - Part Two-Fairy Tail Guild


Fanfic / Fanfiction Mystery Of The Shadows - Capítulo 3 - The Magic Fight - Part Two-Fairy Tail Guild

Atravessei a grama molhada tomando cuidado para não escorregar. Olhei para trás vendo Mellie e Aquários lançando muita, mas MUITA água mesmo no cara de magia do fogo que não teve nem chance de se defender. Olhei para o céu onde uma ventania negra continuava e minha visão chegou a tempo de ver Henry e o outro mago cruzando as espadas. Enquanto elas se chocavam faíscas negras e brancas saíam da lamina iluminando o céu escuro. Já não tinha ninguém no parque o que era bom, pois não queria que ninguém se ferisse. Avistei Marabella lutando perto da outra margem do lago. Ele jogava raios em uma coloração amarela/azul mas ela desviava com uma velocidade incrível ou usava o teletransporte e atirava com a besta ao mesmo tempo. Lentamente eu dei a volta pelo parque se colocando atrás do mago e ergui minha adaga que ainda tinha marcas de sangue e apontei para ele. Marabella entendeu o recado e lançou uma enchente de água na frente dele que recuou propositalmente para desviar. O momento perfeito para perfura-lo com a arma, mas ainda sim, eu não gostava de machucar as pessoas assim. Isso não seria cruel? Após um lampejo todos olharam para o céu onde a batalha de Henry acontecia. Ele usava luz, gelo, terra e vários outros elementos para contra-atacar. Quantos poderes esse cara tinha? 

             - Morre, desgraçado! - Gritou Henry antes de soca-lo com força o fazendo cair na minha direção.
             - O quê? - Pensei em voz alta fazendo o mago se virar para me encarar.
          - Você! - Disse ele um pouco antes do outro capanga cair em cima dele que sucessivamente me derrubou. - Não ligo mais para a missão. eu acabarei com vocês com minhas próprias mãos!
             - Hibiki! - Ouvi a voz de Mellie ao longe - Cuidado!

Uma onda gigante nos engoliu antes que eu pudesse perceber. Não sentia mais nada a não ser tontura e água entrando pela minha boca e nariz. Uma dor de cabeça terrível me atingiu enquanto minhas narinas ardiam por conta da entrada de água. Sem saber me orientar para onde era a superfície daquilo eu dei um impulso em algo sólido e saltei colocando a cabeça para fora da água.

            - S-Socorro! - Gritei arfando em busca de ar levantando os braços para fora da água.
           - Hibiki! - Disse Marabella saltando de uma árvore para outra. Ao chegar perto de mim ela levitou uma porção de água me fazendo sair junto e segurar a mão dela. - Se segura!
        - Obrigado! - Disse apertando a mão dela ainda mais forte e saltando antes que a onda colidisse com um muro. Antes mesmo de perceber que estava saltando daquela onda já se encontrávamos no chão. Teletransporte.
          - Depois dessa eu merecia férias de 6 meses. - Disse Aquarios chegando com Mellie um pouco afastada que aparentava estar bastante assustada. - Exijo um agradecimento digno.
           - O que foi isso? - Disse ainda com dificuldade cuspindo água enquanto Henry ficou ao lado de Marabella. Encarei a sereia com raiva - Você queria me salvar ou me matar?
            - Ah. - Disse ela fingindo que pensava - Que lamentável, como se eu me importasse se você estivesse morto.
          - Claro. - Concordei tirando a chave dourada que por um milagre não tinha sido levado do meu bolso - Obrigado de qualquer forma. Pode ir.
            - Lembre-se das férias. - Disse ela pouco antes de desaparecer em uma luz dourada e me fazer cambalear e me apoiar no ombro de Henry que percebi ter alguns pequenos cortes no rosto e braços.
           - Avisamos que invocar espíritos é exaustivo. - Ele sorriu logo depois estendendo a mão para mim com uma chave prateada. - Aqui, pegue. 
            - Uma chave celestial? - Disse pegando a chave e vendo seus desenhos pouco detalhados em relação a chave dourada de Aquário.
           - É. - Ele disse dando de ombros - Essas podem ser vendidas em lojas e até bares, mas talvez o espírito desa chave possa ser útil para você. O cara com quem eu lutava havia derrubado durante nossa batalha.
            - Então ele lutou com outros magos celestiais? - Perguntei nervoso.
           - Talvez. - Ele disse pensativo mas logo voltando a atenção aos 3 magos desmaiados no chão. - Marabella, chame os guardas para prende-los.
             - Pode deixar. - Disse ela se teletransportando e voltando depois de alguns minutos.

Mellie, Henry e Marabella juntaram suas coisas e usaram um kit de primeiros-socorros. Logo estávamos com ataduras, band-aids e pomadas. Seguimos nosso caminho pela cidade até chegar em um monumento que mais parecia um castelo do que uma casa grande (como eu imaginei que fossem as guildas). O nome na placa de entrada era Fairy Tail. Várias pessoas festejavam lá dentro.

            - Ah, então é aqui? - Perguntei forçando um sorriso.
            - Sim. - Confirmou Marabella olhando para todos os lados procurando alguém. - Hum... cade ele?
            - Seu boy não está. - Disse Henry risonho - Ele foi para uma missão.
            - Cala a boca, Henry. - Disse Marabella puxando o braço de Mellie - Vamos, Mellie.
            - Claro. - Ela confirmou sorrindo. - Venha, Hibiki, vamos te apresentar o mestre. 

Entramos enquanto desviávamos de copos, barris e várias outras coisas. Olhei para baixo e observei a adaga balançando no cinto ainda manchada de vermelho. Nossas roupas estavam muito molhadas. A única que aparentava estar seca, o poder dela se mostrou bem útil nessas últimas batalhas. Falando em batalhas...

            - Hey. - Chamei as duas que logo olharam para mim. Seus olhos aparentavam cansaço, pequenas olheiras se amontoavam embaixo dos seus olhos de cor mel. - Qual o poder do Henry?
           - Ele pode receber qualquer tipo de poder só de tocar por um curto período de tempo na pessoa. - Disse Mellie entediada - O poder que ele recebe fica com ele até que ele queira retirar.
           - Então ele pode usar qualquer poder que ele já tenha pegado, tipo a qualquer momento? - Perguntei percebendo esse poder incrível.
           - Isso mesmo. - Ela conformou contendo o riso - O da Marabella ele ainda não tem.
           - E nem vai. - Disse ela decidida. - Se aquele idiota pegar meu poder eu juro que afogo ele no oceano.
           - Você quer afogar várias pessoas no oceano. - Disse Mellie pensando.
           - Quero mesmo. - Disse ela abrindo um sorriso - Vamos.

Chegamos ao mestre que se apresentou como Makarov, ele contou várias histórias de magos e monstros e depois acertou comigo os dias de alugueis para se hospedar. Para ganhar dinheiro era preciso pegar um serviço no quadro de missões que são deixados para que um mago complete e receba a recompensa. Após o fim de acertos um simbolo apareceu no meu ante-braço. O simbolo da guilda.

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No fim da tarde nos reunimos no dormitório de Henry e sentamos em um tapete e ficamos conversando e trocando diversas histórias. Marabella falou para mim do menino que ela gostava, que se chamava João. O poder de luz que Henry usou na batalha veio dele. Após lembrar da batalha eu lembrei da chave prateada que ainda estava no meu bolso. 

            - Ah. - Disse me levantando e tirando a chave do bolso. - Vou fazer contrato com esse espírito celestial.
           - Sério?! - Disse Mellie com um brilho nos olhos. - Eu sempre quis ver isso!
           - O mestre te explicou como se faz? - Perguntou Henry.
           - Sim! - Disse levantando a chave para o alto. - Espírito, responda meu chamado e atravesse o portão! - Uma luz prateada começou a me rodear. Eu sentia a áurea conectada ao mundo dos espíritos. - Abra! Constelação da Canis Minor! Nicolas!

Após as palavras uma luz surgiu no meio do quarto fazendo aparecer uma espécie de animal parecido com boneco de neve, com um nariz de cenoura. Ele ficava tremendo sem parar como se ele fosse de neve.
            - Constelação do cão menor? - Perguntou Marabella entre o riso. - Isso é um cachorro?
            - Essa é a constelação ligada a chave. - Disse decepcionado. - Ele gastou muito pouco de magia para ser invocado.
            - Ele não deve fazer nada de especial. - Disse Henry.
            - Hum! - Disse o espírito lançando uma bola de neve no rosto do Henry fazendo todos darem mais gargalhadas.
            - Típico ele não ter gostado desse aqui. - Disse Marabella apoiando a mão no ombro de Henry.
            - Claro. - Disse Henry derretendo a neve só com a temperatura do corpo.
            - Como se faz o contrato? - Perguntou Mellie mudando de assunto.
         - Perguntando os dias que ele pode estar! - Disse pegando um bloquinho de papel - Quais dias da semana você quer vir? - Eu me abaixei mostrando os dias da semana e ele marcou o simbolo da constelação de Canis Minor em todos os dias. - Todos os dias? Que legal!
           - Au! - O cachorrinho disse coçando a orelha e em seguida deitando no canto do quarto e cochilando.
           - Ele é muito fofo! - Disse Mellie fazendo carinho nele.
           - Muito ousado, isso sim. - Disse Henry fazendo uma esfera flamejante em sua mão.
           - Fica frio. - Disse Bella apagando o fogo com sua água. - Vamos dormir. Amanhã iremos pegar um trabalho para pagar a suíte. 
           - Sim! - Disse Mellie se levantando e abraçando todos - Até mais gente.

Saímos do quarto de Henry e fomos para os nossos próprios. Deitei na cama que era extremamente confortável. O espírito que me seguiu deitou na minha cama em cima das cobertas e se acomodou. Peguei as duas chaves que estavam no meu bolso e as pressionei contra o rosto abraçando-as.

            - Tudo bem. - Sorri em meio a escuridão. - Não deixarei que peguem vocês... agora eu tenho uma família de verdade.



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