História Mystic Falls: The Other Side - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Aaron Whitmore, Alaric Saltzman, Damon Salvatore, Dr. Wesley "Wes" Maxfield, Elijah Mikaelson, Enzo, Jeremy Gilbert, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Matt Donovan, Personagens Originais, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Visualizações 445
Palavras 2.626
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Paz, filhos da puta.
Titio resolveu voltar a postar, pq vcs sao fdps muito bonitinhos q andaram lendo minha fic original e comentando, MAS EU QUERO MAIS. Esse cap é mais pra mostrar o q vcs estarao perdendo se nao cederem as minhas chantagens do que qualquer outra coisa hahahahha sim, sou péssimo.
Agora leiam essa porra, pau duro away, fap fap fap, dps COMENTA e FAVORITA, caralho.
Beijos

Capítulo 3 - O Bruxo (Damon x Matt)


Fanfic / Fanfiction Mystic Falls: The Other Side - Capítulo 3 - O Bruxo (Damon x Matt)

            A porta da casa dos Salvatore se abriu antes que a mão do garoto a tocasse. O que está acontecendo? pensou o garoto. Seus pés continuaram a se mover, sem que ele mandasse. Adentrou a casa e começou a subir as escadas. O quarto no final do corredor parecia brilhar, até onde ele sabia aquele quarto era o de Damon Salvatore.

            O garoto estacou frente à porta, mais uma vez sem controle de si mesmo. A porta se abriu, a luz o cegou momentaneamente. O aposento não se parecia nada com o quarto de Damon. A mobília tinha desaparecido, a não ser por um trono e uma mesa que com certeza não existiam. Objetos brilhavam em cima da mesa. Aproximou-se e percebeu que eram coroas. 7 no total e nem todas iguais. Uma estava cheia de fuligem e retorcida, queimada. 5 estavam com poeira e vários arranhões. Somente uma estava nova e brilhante.

            De alguma forma pegou a coroa nova. Tinha um nome escrito: Stefan Salvatore.

            -Então – disse uma voz atrás dele. – vai me ajudar a pegar a minha coroa, o meu trono?

            Seu corpo se virou e o próprio Stefan Salvatore o encarava, completamente nu.

            -Stefan? Onde eu estou? E por que você está sem roupa?

            Sem responder, Stefan pegou seu próprio membro, puxando a pele até expor a cabeça rosada.

            -Porque é isso que você tanto quer.

            Com um grito sufocado Matt Donovan acordou. Assustado começou a olhar em volta, até ter certeza que estava em seu quarto. Seu corpo estava suado e ao levantar a coberta percebeu que seu pênis estava a ponto de explodir, molhando abundantemente sua barriga com pré-gozo. A luz do dia já invadia o seu quarto, e o mostrador do relógio dizia que ele já devia ter saído de casa. Rapidamente tomou banho, se arrumou e saiu para o trabalho.

            No caminho pegou seu celular e discou o numero de Tyler.

            -Ei – respondeu nos primeiros toques.

            -Ei, escuta. Eu tive aquele sonho estranho de novo, Ty.

            -O quarto do Damon com a coroa? – Matt já havia contado detalhes do sonho para Tyler antes.

            -Dessa vez foi diferente. Você sabe que eu to sonhando com esse quarto desde o dia que tentei falar com a Vick. Dessa vez tinha alguém la.

            -Quem? – a voz de Tyler disfarçava sua excitação.

            -O Stefan. Ele estava nu, e uma das coroas tinha o nome dele.  Eu não sei direito, acho que foi minha imaginação.

            -Você já sonhava com o Stefan antes.

            -É, mas eu nunca acordei tão excitado antes. Perdeu o show. – em sigilo, Matt e Tyler estavam saindo/transando há alguns dias. - Tenho que desligar, acabei de chegar.

            -Te vejo mais tarde. – Tyler desligou o telefone e rapidamente enviou um torpedo para Klaus. Estava na hora!

            Enquanto isso, Matt desceu do seu carro e entrou no bar onde trabalhava. Como sempre já havia alguns funcionários ali. Entrou discretamente, colocou seu avental e começou a limpar algumas mesas e fazer outros serviços.

            Por volta de 3 da tarde o bar já estava bem movimentado. Tyler estava servindo algumas mesas quando ouviu seu chefe pedindo que fosse conferir alguma coisa no estoque. Matt sabia que a tarefa demoraria horas, com um gemido de insatisfação foi em direção aos fundos do restaurante.

            Assim que entrou na dispensa, Matt ouviu a porta se fechando atrás dele. Virou-se rapidamente e deu de cara com Tyler.

            -Gostou da surpresa? – perguntou cinicamente

            -Tyler, você ta louco? Meu chefe pode vir aqui, ou algum garçom.

            Tyler o puxou para perto, colando os seus corpos.

            -Quem você acha que fez ele te mandar pra cá? Vamos logo, não temos muito tempo. – Tyler beijou Matt, apressado. Com um pouco de habilidade, o hibrido tirou a camisa e abriu o zíper da calça. – acho que só vamos ter tempo para uma chupadinha.

            Matt se agachou sem se importar muito, sabendo que mais tarde os dois poderiam aproveitar mais. Chupou avidamente o membro de Tyler até sentir sua boca ser invadida pelo esperma que ele fez questão de engolir. Por algum motivo Matt se sentiu bem melhor depois disso. Tyler vestiu a roupa e rapidamente desapareceu do restaurante. O garoto voltou para o balcão, escondendo a sua ereção recém-formada.

            O dia passou rápido e monótono, logo a noite havia caído e o movimento no bar tinha se intensificado a ponto de Matt mal poder andar pelo bar. Um homem de preto chamou a atenção do barman. O homem entrou e sentou em uma mesa perto da sinuca, tirando um livro de aparência antiga do casaco e colocando em cima da mesa. Matt foi logo atender, porém se chocou ao ver o rosto do tal homem. Ele era quase idêntico a Matt! Olhos azuis, cabelos loiros, um rosto lindo. A única diferença é que o homem parecia beirar os 40 e era barbado.

            -Matt! – exclamou como se conhecesse o garoto há décadas. – eu tava te esperando, meu rapaz.

            -Desculpa, mas de onde você me conhece? – Matt tentava tirar a expressão de confusão de seu rosto, porém não estava tendo sucesso.

            -Sente-se – o jeito com que o homem falou era o mais claro o possível: não era uma sugestão.

            Matt se sentou e no mesmo momento todos no bar pararam suas atividades. O homem levantou o dedo, apontando para a porta. Em poucos segundos o bar estava vazio.

            -Quem é você? – a vontade de Matt era perguntar “o que é você”, mas ele ficou com medo.

            -Meu nome é Colin O’Brien, e respondendo a pergunta que você quer fazer eu sou um bruxo. E estou aqui porque preciso da sua ajuda.

            -O que você quer? – perguntou rispidamente.

            Colin tomou fôlego antes de responder.

            -Bom, um amigo meu me pediu ajuda com um feitiço antigo, que não é feito há milênios. Eu não posso fazer tal feitiço, mas eu disse que encontraria um bruxo novo para ele.

            Matt não entendeu o que aquilo significava.

            -Você ta procurando um bruxo aqui em Mystic Falls?

            -Não mais. Eu acabei de te achar.

            -Você ta enganado - respondeu, rindo – eu não sou um bruxo.

            -Sim, você é. – retrucou com firmeza. – Estive te observando por um tempo, desde que você tentou falar com a sua irmã. Você tem magia, Matt.

            Sem saber explicar, a imagem de Klaus simplesmente apareceu na cabeça de Matt. Colin era um bruxo a mando de Klaus.

            -Escuta aqui, seu lunático, eu não vou ajudar você ou o Klaus!

            -Como sabe que eu trabalho com Klaus Mikaelson se eu não te disse? – Colin exibiu um sorriso triunfante.

            Matt tentou improvisar uma resposta.

            -Tudo aqui acontece por causa dele. – contudo não foi o suficiente para convencer o bruxo.

            -Você viu na sua mente? Conte-me: você tem tido sonhos estranhos ultimamente?

            -Sim – respondeu subitamente, arrependendo-se de não ficar calado.

            -Alguém que você gosta, certo? Talvez que você ame. – o bruxo brincava com os sentimentos de Matt. – Outra coisa: você se sente diferente quando ta transando com aquele seu amigo?

            O rosto de Matt perdeu a pouca cor que tinha. Como aquele homem sabia aquilo?

            -Você é um bruxo ligado ao sexo. Um bruxo de sexo, se preferir esse nome. – Colin se levantou, inclinando sobre a mesa. – Você se sente mais forte quando eles te mandam chupar o pau deles? Se sente melhor quando eles gozam em você? Você é uma vadia! Uma vadiazinha!

            -CALA A BOCA – explodiu – CALA A BOCA AGORA.

            Colin continuou seu discurso.

            -Eu posso te ajudar, Matt. Você pode alcançar seu potencial e quando fizer isso você vai poder fazer o que quiser, transar com o cara que você quiser.

            Matt se levantou, braço recuado pronto para dar um soco na cara de Colin. O bruxo o segurou com imensa facilidade. Um arrepio correu o corpo de Matt e ele percebeu que estava excitado.

            -Não quer ser um bruxo? – perguntou cinicamente - Abra o livro. Se você for um bruxo vai saber.

            Relutante, Matt abriu o livro. Alem de varias ilustrações sugestivas, o livro continha paginas e mais paginas com uma língua que no inicio pareceu estranha a Matt, mas logo ele conseguiu ler tudo.

            -Isso é um grimório. – concluiu

            -O seu grimório – corrigiu Colin, abrindo em uma das primeiras páginas. – Esse é o feitiço que o Klaus precisa que você faça. Ele quer fazer um novo original.

            Matt perdeu o fôlego ao lembrar do seu sonho. As coroas, queimadas ou empoeiradas, o trono brilhante e Stefan.

            -Ele vai transformar o Stefan em um original.

            Colin riu.

            -Sim, os dois são amantes. E o Klaus não quer perder o boy toy dele.  Você vai me ajudar? Ter todo o poder do mundo? Ou vai se recusar e voltar a ser um nada?

            Matt sentia como se seu peito estivesse ardendo. Estava com raiva de Stefan, mesmo que os dois nunca tivessem nada. Ele queria ser um Original? Então Matt o faria um Original. Uma eternidade com Klaus deve ser sofrimento bastante.

            -O que eu preciso fazer? – disse duramente.

            Colin explicou detalhadamente cada feitiço, cada encanto, cada poção. Por fim explicou o que Klaus queria dele no feitiço.

            -O Stefan precisa ingerir o esperma de pelo menos 5 homens diferentes. Um deles tem que ser um Original. Ele também precisa de um bruxo.

            -Então eu vou ganhar uma chupada do Stefan? Não parece ser tão ruim.

            -E ele precisa de um vampiro. O mais apropriado seria o Klaus hipnotizar algum, mas não se hipnotiza um vampiro que toma verbena.

            -Nenhum vampiro aqui toma ver… O Damon?

            -Sim, você vai precisar enfeitiçar o Damon Salvatore. Ele precisa estar à disposição do Klaus quando o feitiço puder ser realizado.

            Colin se levantou para ir embora.

            -Porém eu creio que você vai precisar de um feitiço forte com ele. Damon me parece ser um hetero convicto. O feitiço na pagina 30 deve ajudar. E não se preocupe, eu vou voltar. – e tão silenciosamente como entrou, saiu.

            Matt correu os dedos pelo grimório ate abrir na pagina 30. Era um complexo feitiço de invocação, com um misto de domínio mental e sexual. O garoto cortou a própria mão, deixando algumas gotas de sangue caírem na mesa, enquanto mentalmente visualizava Damon. Já que não poderia ter Stefan do jeito que queria, podia muito bem ter o irmão.

            A porta do bar se abriu. Damon entrou tempestuosamente pelo lugar enquanto Matt escondia o grimório atrás do corpo.

            -Eu só posso estar sonhando – pensou Matt.

            -Donovan, o que diabos aconteceu aqui?

            -Do que você ta falando, Damon?

            -Você tava gritando, pedindo ajuda – Damon parecia confuso. – Eu tava em casa e ouvi você gritando e então eu tava aqui.

            -Senta. – disse Matt, indicando a sua mesa. – Vou pegar uma bebida pra você.

            O garoto foi até o balcão e pegou uma garrafa do whisky que Damon sempre tomava. Matt voltou à mesa, entregando a garrafa com um copo. Sua mão tocou levemente na de Damon, o que provocou arrepios no corpo do vampiro.

            -Onde está todo mundo? – perguntou, reparando a peculiar ausência de pessoas no bar.

            -Saíram de repente, não sei o que aconteceu.

            Damon baixou os olhos para a mesa, percebendo as gotas de sangue.

            -Ei Donovan, esse sangue é seu?

            Matt mostrou o corte na mão, alegando que foi um acidente. Damon pareceu tocado pelo ferimento de Matt, coisa que nunca aconteceu.

            -Você ta bem? Se quiser posso te dar um pouco do meu sangue. Deixa eu ver. – o vampiro falava apressado, como que numa overdose de cafeína. Matt reparou que um volume já se formava na calça de Damon.

            -Foi só um corte, Damon. Ta tudo bem.

            Damon tomou um copo de whisky e insistiu que Matt o acompanhasse. Quando Matt sentou do outro lado da mesa Damon pediu para que se sentasse ao seu lado.

            -Então, Matt – Damon pousou a mão na coxa do garoto, sem perceber. – por que você não bebe comigo?

            -Eu não sou de beber. – Matt sentiu seu corpo esquentar com o toque suave do outro. Damon encarou o rosto de Matt, olhando profundamente em seus olhos.

            -São tão lindos. – falou baixo

            -Da mesma cor que os seus.

            Damon sorriu. Parecia um ser completamente diferente. Por um momento Matt pensou que aquilo era real, e não uma confusão no cérebro do vampiro causada por magia.

            - Por que você não saiu, Matt? Com os outros?

            -Ahn – o garoto teve que improvisar uma resposta rápida – eu não sabia onde eles foram, por isso decidi esperar. Damon, se importa se eu fizer uma pergunta?

            -Claro que não, sou um livro aberto para você.

            -Você e o Stefan estão sempre sozinhos em casa, todo o tempo. Alguma vez, sei la, meio que de relance, você já viu ele…

            -Pelado? – completou Damon – Já sim. Vampiros não precisam realmente de sono, então eu fico acordado de vez em quando. Ele também, ultimamente. Sempre pelado. – concluiu balançando a cabeça.

            Matt começou a devanear, pensando em Stefan nu. Agora seus pensamentos eram corroídos pela ideia de Klaus ter um caso com ele. Damon percebeu a mudança de humor de Matt.

            -Por que está triste? Foi algo que eu disse?

            -Não, é só uma coisa minha, nada com você.

            -Você está de coração partido. – advinhou Damon. – Pelo meu irmão.

            -Sim – admitiu Matt – Estúpido ne?

            Damon levantou a sobrancelha, fazendo um olhar diabolicamente sexy.

            -Bom, se fosse apaixonado por mim não teria problema nenhum.

            -Isso é uma cantada? – perguntou rindo

            -Finalmente percebeu – Damon deu uma piscada para Matt.

            -Será que você se importaria de fazer um favor pra mim, Damon? – inclinando-se sobre Damon, Matt deixava claro as suas intenções.

            -Tudo que você quiser.

            -Eu preciso que você transe com o Stefan?

            -Agora, ou pode ser depois da nossa vez? – Damon deu um leve e superficial beijo em Matt.

            -Você vai saber a hora. Ate lá, você não vai ter a “nossa vez”.

            Damon fez uma carinha de magoado.

            -E você vai me deixar assim? – o vampiro levantou a blusa, expondo o abdome malhado, com uma trilha de pelos que levava pra dentro da calça. Contudo, o que chamou a atenção na cena foi o volume gritante na calça do vampiro. Matt colocou a mão em cima

            -Parece que tem alguém querendo sair aqui. Acho que posso te ajudar. – o garoto abriu a calça de Damon com um pouco de dificuldade. A cueca exibia uma mancha molhada. Matt puxou o pênis de Damon, sentido-o latejar na sua mão. – Tão duro! – admirou-se.

            Matt começou a masturbar Damon lentamente, acelerando os movimentos enquanto o membro babava loucamente.

            -Vocês adolescentes – gemeu Damon. – são sempre ótimos punheteiros.

            -Tem outra coisa em que eu sou bom também. – Matt se abaixou, iniciando uma oral.

            -Arrr – urrou Damon – Como essa boca consegue ser tão gostosa?

            O jovem loiro continuou chupando, voraz, lambendo o membro todo e logo indo para as bolas, repetindo os movimentos.

            -Para – pediu Damon – quero fazer uma coisa antes de gozar.

            O vampiro pegou o garoto no colo como se não pesasse nada, levando-o ate a sinuca e o despindo. O vampiro segurou firme na base do pênis de Matt.

            -Minha vez de retribuir. – Damon começou a chupar o pênis de Matt, quase que repetindo os movimentos que o garoto havia feito. Não demorou para que Matt gozasse em sua boca.

            Damon subiu na mesa, colocando seu pênis contra o rosto do loiro. Mensagem bem clara. Matt colocou somente a cabeça na boca enquanto masturbava o resto do membro. Ouviu o grito de Damon e logo em seguida sentiu a sua boca ser invadida pelo esperma abundante de vampiro.

            Enquanto Damon descia da mesa, Matt rapidamente se vestiu. Agora entendia o que Colin quis dizer. Cada célula de seu corpo absorvia o poder da semente de Damon que inundou sua boca.

            -Damon – chamou – vá pra casa, aja normalmente perto do Stefan.

            Damon se despediu com um leve beijo

            -Até mais, Olhos Azuis.


Notas Finais


Desculpem nao ter um full lemon nesse cap, mas preciso do Matt Warlock pros meus propositos malignos (muhahahaha).
Beijos, comentem, favoritem e vão tomar no cu todo mundo.
Titio ama vcs! <3


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