História Mysticis - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Changkyun, Jooheon, Jookyun, Monsta X, Showhyuk
Visualizações 208
Palavras 1.386
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi, estão prontos pro penúltimo capítulo? ><

Capítulo 6 - Capítulo VI.


Fanfic / Fanfiction Mysticis - Capítulo 6 - Capítulo VI.

Coréia do Sul – 1950

Hyolyn olhava para Kihyun. Quando casou com Dongrim, um casamento arranjado diga-se de passagem, nunca imaginou que pudesse segurar uma criança tão linda nos braços. Apesar de ter se casado a força com Dongrim, e todas as relações que tiveram até hoje, terem acontecido por insistência do marido, de ter engravidado ela não se arrependia. Kihyun era um presente de Deus. O menino em seus braços segurava seu dedo com força enquanto dormia tranquilamente.

Hyolyn cuidaria daquela vida, faria o que fosse preciso.

Ela os salvaria.

Coréia do Sul – 2017

– A gente vai morrer! – Minhyuk gritava. – Meu deus, eu sou muito novo pra morrer, muito bonito, muito gostoso, eu nem dei pro Hyunwoo ainda!

– NINGUÉM AQUI VAI MORRER. – Hyungwon gritou.

– NÃO GRITA COMIGO, ESPÍRITO! – Minhyuk respondeu no mesmo tom. – Quem eu não vejo não tem direito de gritar comigo, me respeita.

– Não é hora pra isso, a gente tem que sair daqui! – Hoseok tentou forçar a saída novamente, mas aparentemente algo do lado de fora bloqueava a passagem. Hyunwoo se juntou a ele, assim como JiYoung, mas os três já estavam respirando com dificuldade devida a fumaça que invadia o cômodo.

– Se acalmem, o Kihyun foi buscar ajuda. – Hyungwon interveio. – Se vocês ficarem se esforçando o ar só vai ficar mais escasso no pulmão. Guardem suas energias, o Kihyun vai conseguir avisar alguém.

Na mesma hora o irmão Yoo mais velho apareceu com Changkyun ao lado. Eles olharam a cena apavorados e abraçaram Hyungwon.

– Jooheon ligou pra polícia e para o corpo de bombeiros. – O caçula falou. – Fiquem calmos.

– Ele precisa ser rápido. – Bora falou pela primeira depois desde que fora trancada ali. – Essa casa parece velha, não vai aguentar outro incêndio. Ela vai ruir. – E de fato, ela estava certa. As paredes já tremiam, consumidas pelo fogo, assim como o teto.

– Merda, não sei o que é pior, morrer soterrado ou queimado. – Hyunwoo bufou.

– Queimado, com certeza. – Minhyuk respondeu.

– Olha, não tô interessado em descobrir. – Hoseok os cortou e tentou abrir passagem pela porta novamente, o que fez que as paredes tremessem ainda mais e um pedaço do teto caísse sobre sua cabeça, o fazendo desmaiar instantaneamente.

– SEOK! – Hyungwon gritou desesperado. – Meu deus, não, por favor, Hoseok, fala comigo.

– SOCORRO! – Minhyuk gritou. – ALGUÉM AJUDA!

– Poupem seus pulmões, se abaixem! – JiYoung deitou no chão. – A fumaça tende a ficar no alto, deitem no chão!

– Hoseok precisa de ajuda! – Bora se aproximou do rapaz. – A cabeça dele tá sangrando!

– O Jooheon vai chegar com ajuda. – Changkyun tentou soar positivo. – A qualquer momento.

Minutos depois e o ambiente já estava impregnado de fumaça. Bora, JiYoung e Hyunwoo respiravam com dificuldade. Minhyuk ainda gritava por ajuda. Os irmãos Yoo tentavam ajudar, andando pelos cômodos e verificando se a ajuda tinha finalmente chegado. Kihyun viu o pai se prender no quarto de Hyolyn, enquanto buscava pela ex mulher e uma parte do teto caiu o impedindo de sair, queria poder desejar que o pai morresse queimado, mas seu coração era bom demais, a única coisa que desejava ali era salvar os amigos e que Dongrim fosse preso e pagasse por todo mal que causou. E mesmo Kihyun não pensando nisso, em vingança contra Dongrim, o mundo da voltas, e ele foi consumido pela chamas. Os gritos foram ouvidos pelos amigos dos Yoo, presos no sótão. O som agonizante só fez piorar o estado de todos que estavam ali, com medo de terem o mesmo fim. Perceberam as chamas tomarem finalmente a porta. Hyunwoo tentou sair, mas teve medo de acabar se queimando. Os bombeiros chegaram quando Minhyuk desmaiou. JiYoung trouxe o corpo do filho pra perto e tentou acordá-lo. Minhyuk tinha gritado até os pulmões não terem mais ar.

E então Jooheon entrou na casa. Ignorando os gritos dos bombeiros, que não sabiam onde as vítimas estavam, ele correu até o sótão com o rosto coberto por um pano úmido. A porta estava tomada pelo fogo, foi preciso tirar o casaco jeans grosso que usava e tentar pelo menos abafar um pouco para conseguir passar. A passagem ainda era bloqueada por um grande armário, que ele teve que remover. Ouviu gritos de Bora e teve forças pra continuar. Adentrou o cômodo e se permitiu ter medo quando viu Hoseok caído sangrando e Minhyuk desmaiado.

Hyunwoo carregou Minhyuk e Jooheon Bora. JiYoung tentou levantar Hoseok, mas não tinha forças, o policial era forte e grande demais para ele. Saiu correndo pra fora e encontrou Jooheon respirando pesado, ao lado de Minhyuk, que agora era tratado pelos para-médicos presentes e Hyunwoo segurando sua mão, Bora sentava na calçada e puxava o ar desesperada por qualquer resquício de ar puro.

– Onde está o Hoseok? – Jooheon perguntou.

– Não consegui carregá-lo. – JiYoung respondeu.

– Meu Deus, você tinha que ter trago a Bora noona e eu pego o Hoseok! – Jooheon saiu correndo de volta pra casa.

– Jooheon, espere! – JiYoung tentou segurá-lo mas o ruivo já tinha se embrenhado no fogo. – Os bombeiros! Ai merda!

Jooheon fez o mesmo caminho que tinha feito antes. Hyungwon chorava ao lado de Hoseok e Changkyun confortava o irmão. Jooheon pegou Hoseok no colo e se virou pra sair dali quando uma grande parte do teto caiu em sua frente. Ele ficou sem saída e não estava mais com o pano úmido sobre o rosto.

– Se abaixe, Honey! – Changkyun gritou. – Não puxe o ar com tanta força, os bombeiros estão lá fora, eles vão ajudar, fique calmo.

– E-eu vou morrer. – Se xingou por ter sido tão estúpido ao voltar pra casa sem preparação, só pensou em Hoseok ali dentro.

– Não, você não vai morrer, não pode morrer. – Changkyun segurou o choro. – Você vai ter uma vida linda e longa, nada de ruim vai te acontecer.

Outra parte do teto caiu, agora acertando a perna de Jooheon que havia deitado no chão. Ele gritou de dor e Changkyun foi até o lado de fora. Minhyuk estava desacordado e JiYoung falava com os bombeiros tentando explicar onde ficava o sótão. Ninguém ali o escutava. Voltou para o sótão e Jooheon já sucumbia a dor.

– Honey, por favor, fica comigo, não desmaia, eu sei que tá doendo, mas não desmaia. – Ele chamava o ruivo. Hyungwon já chorava alto ao lado de Hoseok. Kihyun olhava para os dois irmãos desesperado. Como tinham chegado a esse caos?

Lembrou-se da promessa feita a mãe. Ele cuidaria dos irmãos, mas como? Os irmãos sofreriam novamente e não havia nada que pudesse fazer. Com lágrimas nos olhos ele olhou para cima.

Derrotado pela incapacidade e pela dor de ver os irmãos sofrendo ele fez a última coisa que poderia fazer.

Mãe... – Clamou. – Por favor... Nos ajude.

Uma sensação de conforto o acolheu imediatamente. Uma luz forte iluminou o lugar. Hyolyn se fez presente. Com um sorriso ela abraçou o filho mais velho.

– Você cumpriu sua promessa, meu filho. – Ele se permitiu chorar. A mulher usava um vestido lindo rosa, sua cor favorita, e tinha a mesma aparência de quando havia dado a luz ao filho mais velho, jovem com seus 19 anos. –  Kkukkungie, Wonie. – Chamou os mais novos que assim que viram a mãe ali correram para ela.

– Mãe, por favor, os ajude! – Changkyun implorou.

– Eu posso ajudar, meus meninos, mas... – Ela suspirou. – Se eu mandar ajuda, vocês nunca mais os verão. – Os dois mais jovens se entreolharam. – Caso os dois morram vocês terão um final juntos, não há mais nada a se fazer aqui, eles os farão companhia no mundo espiritual. Escolham sabiamente.

– Nunca mais vê-los? – Hyungwon olhou para Hoseok.

– Os salve. – Changkyun respondeu e segurou a mão de Hyungwon. – Chega de mortes.

– Chega de mortes. – Hyungwon apertou a mão do irmão e sorriu entre as lágrimas.

– Chega de mortes. – Hyolyn concordou e sorriu para os filhos. – Vejo que fiz um bom trabalho os tornando pessoas boas. – Ela os abraçou e gritos foram ouvidos. – A ajuda chegou.

Gun apareceu ali, usando o uniforme da polícia e com uma máscara no rosto. Com ele haviam outros três bombeiros. O parceiro de Hoseok o pegou no colo e saiu correndo dali. Um dos bombeiros levantou Jooheon e fez o mesmo.

– E agora? – Kihyun perguntou a mãe.

– Agora? – Ela olhou para os filhos. – Agora vocês estão livres.

A casa ruiu assim que o último bombeiro saiu, carregando Jooheon.

E não se viu mais os irmãos Yoo.


Notas Finais


Amanhã sai o último porque ele JÁ está escrito!
Agora foquem nos views e votos, vamos dar o win pros nossos meninos s2


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