História Na biblioteca não pode falar - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Happy Tree Friends
Personagens Flaky, Flippy
Tags Comedia, Ecchi, Flaky, Flaky Flippy, Flippy, Hentai
Exibições 25
Palavras 2.624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


QueenEviilSays: O TÃO GLORIOSO e esperado hentai hm.

Eu fiz esse capitulo baseado como seria o verdadeiro BDSM ou mais ou menos, como foi dito no capitulo anterior Flippy não tem os aparelhos necessários estando fora da casa dele por isso ele improvisou usando uma escova

- Eu já vi trocentas pessoas achando que BDSM é rosas apenas por causa de 50 tons, por favor vamos ser realistas, pesquisem sobrem BDSM e vejam se é realmente isso, príncipe encantado não existe muito menos um dominador dócil.

Agora vocês estão se perguntando como eu sei de tudo que escrevi aqui? Ué sabiam que google existe?Q então né.

Capítulo 4 - Acredite Flaky


     "Você deve achar que eu sou louco nessas alturas, a verdade é que eu sou realmente louco".

BDSM, um mundo extremamente novo para alguns e nem tão assim para outros. Bodage, dominação, sadismo e masoquismo. Quando se entra nesse mundo você não tem mais volta, as marcas que são feitas através das seções de sadismo podem até desaparecer fisicamente, mas as que foram feitas na mente do submisso ou submissa nunca iram sair. Ele ou ela vai se lembrar de seu mestre (a) a chicoteando por puro divertimento em ver seu submisso(a) em estado decadente. Em resposta ao ato de atrocidade seu submisso vai responder com um sorriso no rosto, pois sabe que está agradando seu senhor ou senhora e isso é o mais importante.

Os barulhos que o chicote fazia ao rasgar o ar sempre vai te tirar o fôlego pois no fundo sabe que gosta de levar chicotadas, qualquer barulho semelhante vai fazer seu corpo se arrepiar. Uma palmada vai ter outro tipo de significado agora que está dentro desse mundo, com certeza não é o que foi mostrado no popular 50 tons de cinza.

 BDSM, não é algo romantizado, nunca foi e nunca vai ser, as pessoas acham que o que viram nas telas ou nos livros da triologia vão encontrar a mesma coisa no mundo real, vamos ser realistas não existe um ricasso interessado em você que vai te levar de jatinho e vão ter um romance intenso. Um dominador que se presa vai mostrar carinho por sua submissa ou submisso em alguns casos, vai mostrar afeto e vai protege la ou em outras palavras vai cuidar de seu diamante bruto até que finalmente esteja lapidado.
 
    Mesmo que em olhos de espectadores seja considerado um tabu, sentir prazer através da dor ou no caso de um dominador(a) sentir prazer em causar dor, em outras palavras da dominação, submisso e todo aquela coisa envolvente que esse universo tem. No mundo BDSM, pessoas de foram são considerados “baunilhas” tudo o que pessoas nesse meio praticam é horrorizado de forma exagerada e dramática pelos baunilhas. O irônico é que os baunilhas, alguns, praticam algumas coisas de BDSM para então apimentar um pouco a relação.

  Quando se entrega a alguém nesse meio, você não só entrega seu corpo ao dominador(a), entrega sua alma. Você para de sentir vontades, sensações e outras coisas triviais para sentir apenas o que seu dono ou dona quer que sinta, esteja ciente que você para de se pertencer começa a ser propriedade de outra pessoa a partir que uma coleira, sim coleira, começa a habitar o seu pescoço.

  Flippy, já tinha cuidado para a casa ficar trancada novamente nesse tempo Flaky até tentou fugir do soldado, mas foi uma tentativa realmente inútil, pois ele acabou pegando a ruiva pelos cabelos sem se importar de ser gentil, os gritos? Só serviam para aumentar o tesão que percorria o corpo dele e em especial seu pênis.

   Por mania o homem sempre guardava uma faca de bolso nos meios dos trajes de guerra, não se limitou em usa-la para rasgar os tecidos das roupas da menor, agora estava da maneira que queria, se fosse só por ele Flaky andaria nua o tempo inteiro porem, fazer o que a sociedade iria estranhar um ser com problemas capilares andando nua por aí.

    Em um movimento brusco juntou ambas as mãos em cima da cabeça dela, tinha achado uma corda em meios as bugigangas femininas, usaria sim contudo em outra coisa.

    Para as mãos usou fita isolante, rodando-a várias e várias vezes pelo pulso dela, quando ela teve coragem para reclamar em voz alta ele parou, - Flip-ppy está doendo -.

   Em resposta apenas esboçou um sorriso largo ate demoníaco na visão de alguns, - Acredite essa dorzinha não vai ser nada comparado com o que vai sentir hoje – disse, tinha razão em não mentir para ela, pois nunca fez tal coisa e não começaria a fazer agora de maneira nenhuma, a sensação de ver a reação dela foi até melhor, era um sádico então qualquer expressão ou barulho de dor o excitava.

    Um ar de espanto pelas palavras do soldado, olhos levemente arregalados como a pele levemente molhada pelas lágrimas anteriores dela, essas por acaso estavam querendo voltar a rolar pelo rosto da ruiva.

      Flippy se sentou no pé da cama trazendo o corpo pequeno consigo a colocou de bruços tendo a parte traseira empinada inicialmente raspou as unhas pela pele do traseiro, para enfim dizer, - A cada tapa que vou dar quero que diga, obrigada mestre, se não dizer vou recomeçar entendeu? - ele esperou um pouco pela resposta se instalando automaticamente um silêncio entre ambos, o soldado se irritou por não ouvir o que queria então afundou os dedos nos fios cor de fogo, obrigando-a a olhar de maneira direta, - Você entendeu? – reforçava de um jeito nada delicado.

  Indefesa, a mercê das atividades daquele homem sádico, não podia fazer muita coisa. Tinha conhecimento que Flippy não a mataria e muito menos a abusaria sexualmente contra sua vontade, afinal de contas ela queria aquilo, todavia de uma maneira mais cor de rosa, - Entendi senhor - falava com a voz obviamente fraca se comparar com a dele.

   Flippy largou das madeixas vermelhas deixando que a cabeça voltasse a se pendurar para baixo. As mãos grandes do homem se voltaram para aquele corpo pequeno, raspando as unhas nas costas vendo que a ruiva se arrepiava a cada toque, além disso, ouvia um barulho pequeno sair dos lábios róseos da parceira.

   De início ele não conseguia decifrar aquele barulho, parecia palavras no princípio desconexas, porém assim que o barulho voltou a se manifestar pode ter certeza do que era, um gemido a contra gosto da dona do corpo. Ela estava gostando? Afinal de contas Flippy não conhecia sua doce Flaky totalmente?Bem se olhar por esse ângulo nem mesmo a ruiva o conhecia por inteiro.

     Flippy desferia o primeiro golpe sobre uma das nádegas, inicialmente começou com algo fraco. Não doeu tanto apenas para marcar o formato da mão dele sobre a nádega, a frase de efeito escolhida por ele logo pode ser ouvida saindo dos lábios dela, - Obrigada, mestre - disse com os olhos fechados, graças à posição ele não podia ver a expressão que a ruiva fazia. Os olhos fechados como se cadeados pequenos habitassem os mesmos, lábios bem unidos sufocando os barulhos da boca, esses por sinal teimavam em sair.

    Assim que o décimo tapa foi depositado em uma das nádegas e frase foi dita pela ruiva, os lábios que estavam unidos como se alguém tivesse os grudado com cola quente, se libertavam deixando um gemido alto escapar, esse por sinal assustou tanto Flippy como Flaky, pois a sua reação aos tapas foi novidade, não mostrava dor aquele gemido e sim prazer.

    O homem tinha as sobrancelhas levemente franzidas, perguntava-se mentalmente se caso não tinha despertado a submissa que vivia em Flaky, por isso decidiu fazer mais uma coisa apenas para confirmar se estava realmente certo sobre tal coisa.

   Como ela não podia sentar ele a colocou de pé, fez um nó para o pescoço não muito forte e nem proposital para enforca-la, apenas para prender a corda naquele local, passou o resto da corda pelos seios, fazendo dois círculos em ambos, provocando que ficassem apertados com isso, o resto da corda passou na parte da íntima, ou seja, cada vez que ela se mexessem sentiria a corda raspando por sua vagina dando uma estranha sensação de prazer.

   Finalizando isso, o soldado buscou por prendedores de cabelo, no caso piranha, depois de tanto procurar finalmente encontrou duas piranhas pequenas, essas foram parar no bico dos mamilos medianos da jovem.

Infelizmente não tinha os aparelhos necessários para aquela sessão de BDSM improvisada, por isso teve que se contentar com as coisas que achava, por exemplo, uma escova de cabelo feita de madeira.

  Batia não tão forte sobre sua mão esquerda, enquanto os olhos apreciavam a visão da ruiva tentando se manter de pé.

  A visão era até bonitinha, para um sádico. Uma pessoa normal nunca acharia BDSM algo prazeroso, ele andava com passos calculados até a mesma, com uma das mãos livre pegava o queixo da ruiva obrigando-a a encara-lo. - Você está gostando Flaky?- perguntou mordiscando o pescoço alvo dela.

   O dono dos cabelos verdes olhou Flaky vacilar em responder e por isso apertou um pouco as bochechas da menor, obrigando-a a ficar com um biquinho de peixe implantado temporariamente no rosto.

   Selou os lábios aos dela, esses por sinal tinham um gosto de morango misturado com chocolate, mas que raios, ela decidiu ficar fã de doces ou chocolate com morango?Bem isso não importava de verdade, o gosto era bom o que deixou o soldado viciado para prova-la, ousou em aprofundar aquele rápido selinho o transformando em um beijo cheio de desejo carnal.

Em um instante a escova de cabelo caia no chão, permitindo que a mão avançasse sobre os fios cor de fogo da outra.  Deixando o corpo um pouco pendurado em direção ao chão, só não caia pelas mãos dele na cintura da menor, essas não mediam esforços em marcar a pele.

  Flippy encerrou o beijo por falta de ar, todavia aquilo não o impediu de marcar o pescoço, chupões foram ganhando vida no pescoço alvo, assim como gemidos na boca da ruiva.

   Atreveu-se em tocar a vagina da parceira, dois dedos tocavam o clitóris, roçando para cima e para baixo, conforme o tempo foi passando Flaky se entregava aos toques do soldado rebolando sobre os dedos de maneira sutil, ao perceber isso ele parou com o que fazia ouvindo uma reclamação baixa.

  Essa por sinal foi respondida de imediato pelos dedos. Esses se atreveram em tocar a pele da nádega apertando-a, - Meu bem eu sei que você quer gozar basta me pedir - disse ao pé do ouvido dela.

   Não aguardou por alguma reação da ruiva, foi logo tratando de pegar a escoava do chão, se voltando a sua frente. Uma das mãos batia com a escova nos seios, já a mão livre tratava de masturba-la, - Escute bem -falou desferindo o último tapa no mamilo direito antes de começar a maltratar o esquerdo, - Se você não aguentar quero que diga pare, qualquer coisa para que eu sabia sobre os seus limites, entendeu? - indagava.

        Por mais que BDSM, seja basicamente para sentir prazer com a dor de outra pessoa, existia certos limites por exemplo se uma submissa chegasse ao seu limite em meio a seção poderia falar a palavra de segurança combinado com seu dominador.

      Flaky estava tão perdida em seu pequeno mundinho de prazer masoquista que nem deu ouvidos ao que Flippy disse. - Uh? - foi o que retrucava. - Mees-tre - chamou.

    Por vontade própria?Sem obriga-la ou ter que subornar de alguma maneira?Flippy tinha despertado a submissa em Flaky naquele instante, tinha certeza de que tinha conseguido fazer isso.

   Por isso, mudava de posição ficando atrás da garota, fez com que a ruiva abaixasse o tronco superior, ficando semelhante à letra L, o objetivo disso era ver se a ruiva conseguiria se manter de pé caso não conseguisse fazer tal coisa ele poderia castiga-la da maneira que bem entendesse.

    Antes do começar o dono de cabelos verdes passava a mão de maneira até gentil sobre o traseiro dela, isso foi proposital. Sabia a sensibilidade que Flaky estava, não só por quase estar tendo um orgasmo bem merecido, mas também pelo fato da bunda avermelhada, em outras palavras qualquer toque fazia ela se mexer, se esfregar na corda posta sobre a íntima, era notável pelos gemidos altos da parte dela.

   - Você foi uma menina má Flaky - disse fazendo uma breve pausa para arranhar a nádega esquerda - Eu não sei se deveria te fazer -. Flippy não teve chances para completar, a parceira se intrometida, - Por favor, por favor, Mestre me faça gozar, por favor - no fundo a pequena apostava no lado misericordioso do soldado, mesmo que naquele momento ele não aparentasse nada disso, estava ficando louca na medida em que o tempo passava.

 Não ouviu a voz dele, dizendo de como tinha sido rude em nem deixa-lo terminar. O que ouviu foi o barulho de zíper e roupas sendo jogadas em algum canto do quarto.

   - Eu queria brincar mais com você - falava terminando de tirar a camisa para depois alojar o corpo dela sobre a cama, vendo a atividade que fariam se manter em pé era algo impossível para ela.

  Deixou a bunda bem empinada, separou uma perna da outra se aproveitando para raspar o polegar pelo clitóris dela, arrancando um híbrido de gemido e grito de Flaky - Mas vou atender seu pedido - falava em tom de deboche.

   Não pediu convites, nem precisava disso foi logo invadindo-a, sabia que era a primeira vez que a ruivinha fazia sexo e por isso deixou o membro enterrado na íntima apertadinha dela. Tendo a intenção de fazer a moça se acostumar com o tamanho, a essas alturas o lacre já tinha sido rompido, um filete pequeno de sangue saia tingindo um pouco aquelas tecidos brancos.

  Quando começou a se mover foi de maneira rápida e sem dó, ela já não gemia pela dor de ter ele enterrado dentro de si e sim pelo prazer. O mesmo fazia idas e vindas bruscas com o traseiro, não dava tempo algum entre as estocadas, assim que saia de dentro da moça já tratava de adentrar novamente.

  Dessa vez ele puxava os cabelos cor de fogo, por consequência a cabeça e um pouco do corpo foi levado para cima. Ou seja, os corpos de ambos estavam colados, passando o calor de um para outro, enquanto impiedosamente Flippy beslicava seus mamilos.

  O cheiro de sexo era algo claro ali, assim como o som de gemidos e palavras nada apropriadas para menores de 18 anos. Flippy deixava a cabeça dela erguida para cima de modo que pudesse chupar seu pescoço e falando Flaky essa só sabia pedir por mais, cada vez mais forte ele voltava para dentro de si e de acordo com o soldado era o melhor lugar que poderia estar.

   Flippy notava o que estava por vir, o primeiro orgasmo de Flaky, por isso parou retirando o pênis de dentro da ruivinha, dando pequenas roçadas no anus, - Vou querer aqui atrás também Flaky - disse, porém não era a pergunta e sim um aviso, pois logo o membro molhado de pré gozo deles dois foi adentrando aquele buraquinho. - Você é tão apertadinha - disse em meio às estocadas, - Uh - urruou.

Desapontada por não ter ele mais onde queira Flaky e ainda sim conseguia se excitar por ter as bolas do soldado batendo em sua pele.

     - Eu sou egoísta, vou querer marcar você em todo canto - de uma forma bem torta o dono de cabelos verdes tentava explicar suas atitudes. - Fique tranquila, você vai ter ah seu orgasmo - dito e feito, Flippy tratava de por os dedos para trabalhar, certo que não era o mesmo que o pênis dele ainda sim foi o bastante para tirar a ruivinha do sério, ela até conseguia ouvir a música do paraíso.

Simulava várias vezes o movimento de foder com os dedos, enfiando na cerca de três dedos na entradinha da vagina para depois dar atenção máxima ao clitóris, foi quando as pernas de ambos fraquejaram, as dela em especial tinham um formigamento gostoso percorrendo toda a extensão do corpo, Ah tão glorioso orgasmo.

   Depois disso, Flippy arrumou tudo no quarto, desamarrou Flaky e lhe deu um banho pois sabia como estaria sua pele então ela poderia gemer em água morna, repetiriam aquilo novamente para só então dormirem. 


Notas Finais


Kisos babies~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...