História Na Cama com Baekhyun - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baek+exo, Chanbaek, Exo
Exibições 88
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de semanas planejando, quebrando a cabeça com essa fic eu finalmente finalizei o plot dela e pude enfim começar,

Desde que eu li uma fanfic desse tipo eu fiquei muito interessada em fazer algo na mesma linha, e um dia essa ideia me surgiu e foi cada vez mais me parecendo boa e que valia a pena apostar nela. E é o que estou fazendo. Estou iniciando hoje esse projeto lindo chamando "Na cama com Baekhyun" e espero que vocês gostem.

Antes de ir para o capítulo/prólogo, alguns avisos que eu considero importante.

1. É uma long fic. Pode ser confundido com um conjuntos de One-Shots mas não, é uma Long Fic.

2. É Baek+EXO então vai ter putaria dos mais diversos níveis de Baekhyun com todos os membros do EXO. E quando digo todos, é todos mesmo! Se exceção.

3. Heterossexualidade é inexistente aqui nesse universo.

Por enquanto esses são os avisos.

Espero muito que gostem.

Boa leitura e beijooooos!!

Capítulo 1 - Introdução às minhas histórias


Fanfic / Fanfiction Na Cama com Baekhyun - Capítulo 1 - Introdução às minhas histórias

Aviso logo a você: Essa não é mais um história de amor e romance que deixará você encantado e torcendo para que o casal principal finalmente fique junto no fim e as coisas comecem a dar certo para eles. Definitivamente não se trata disso. Aqui estarão os relatos da minha própria vida. As minhas próprias experiências.

O que vai incluir, inevitavelmente, a minha experiência sexual. As melhores delas, pelo menos.

E se você quiser me chamar de rodado, libertino, devasso, lascivo, voluptuoso, eu não irei me importar. Esses “adjetivos” nunca me atingiram. Quer dizer, nunca tive conhecimento de ninguém me chamando dessas formas, mas em todas as vezes em que pensei sobres tais denominações não achei que elas me coubessem.

Eu sou apenas alguém que viveu e vive tudo aquilo que quer, experimentou e ainda há de experimentar muitas coisas sem medo e sem ter que dar explicações a ninguém sobre isso. E admito que gosto de viver assim.

E posso garantir que já vivi e aproveitei os meus anos de vida muito mais do que vidas inteiras de muitas pessoas bem mais velhas do que eu.

Houveram tempos em que eu me considerei meio trouxa, talvez até bem tapado. Por outros tempos eu passei a considerar as pessoas que passaram por minha vida, e os relacionamentos que tive com elas que chegaram ao fim como erros, alguns foram tidos como grandes erros.

Já me machuquei muito durante a vida. E sofri por isso. Mas foi a partir do momento em que passei a me divertir que o sofrimento parou. E nossa! Como eu me diverti! Hoje reconheço isso. Além de que reconheço também que tudo foi importante e faz parte de quem eu sou.

Sou um colecionador de experiências, de boas histórias para contar e memórias prazerosas de se ter. E não de erros, arrependimentos e remorsos, como um dia julguei ser.

Acredito que as minhas feridas foram por me entregar demais. Mas a minha diversão também foi. Me entregando demais eu pude viver o mais intenso de cada experiência, de cada sensação e de cada emoção. E com isso eu também quero dizer que aproveitei muito do sexo também.

Afinal não se vive plenamente feliz se não se aprecia de um bom sexo.

Então eu vou relatar para vocês as melhores experiências da minha vida. Sejam elas sexuais ou não. E independente de como terminaram, finais felizes ou não, sempre serão as minhas melhores memórias.

 

~~~

 

Lembro-me de ter tido minha primeira experiência com o sexo oposto aos 12 anos, no banheiro da casa de um vizinho, depois de terem desafiado uma das garotas da roda a me beijar. Típico e desagradável, como sempre.

Nos trancaram naquele cômodo úmido com as luzes apagadas e foi ali que soube que mesmo que não quisesse aquilo por estar nervoso demais, não sairia dali sem que a garota cumprisse tal desafio. Pois ela me parecia obstinada demais em consumar o ato.

Ela que se aproximou de mim diminuindo a distância entre nossos corpos. Me agarrou pelo pescoço e chocou meus lábios contra os dela. Nos movemos um pouco na boca um do outro. Era molhado quente. Até que era gostoso aquele roçar de lábios e, depois que aprofundamos o beijo, aquelas tentativas de chupar a língua um do outro também era deliciosas.

Não sei de onde veio aquilo, mas a garota parecia afoita e avançada demais. Me pressionou contra a parede e segurando minhas mãos, as conduziu deslizando por todo seu corpo, com direito a apertar seus seios, que já eram bem evoluídos para a idade, e sua bunda. Ela suspirava com meus toques e seus sons ecoavam pelo banheiro abafado.

Voltamos a nos beijar e enquanto eu estava muito concentrado em chupar a sua língua, havia gostado de fazer aquilo,  ela levou a mão ao meu membro pré-adolescente e o apertou.

Ela supôs que eu deveria gostar, que eu tinha que ter ficado excitado. Ela queria provocar aquilo. Mas meu corpo parecia não responder aos seus estímulos tão sexualmente avançados.

Se ajoelhando no chão, ela desceu minha calça mesmo com meus protestos e pôs meu membro para fora. E soando como uma atriz pornô me olhou soltando um “Vou chupar você. E você vai sentir que isso é bem melhor que um beijinho.” E abocanhou-me, sugando repetidas vezes meu falo adormecido tentando despertá-lo, porém sem efeito algum.

Veja bem, eu tinha apenas 12 anos. Não havia entrado na puberdade ainda. Nunca havia tido uma ereção. Não me haviam nascido nem os pelos. Nem sequer sabia o que era isso àquela época. Mas havia algo que eu entendia: para algo acontecer, era necessário existir uma excitação, um desejo. E eu sabia muito bem que não havia sentido aquilo com aquela garota.

Quando fiquei um pouco mais velho tentei descobrir meus desejos e excitações com revistas pornográficas e vídeos na internet, bem clássico de todo garoto comum. Tentei forçar um tesão em coisas que eu realmente não sentia. O que acabava sempre resultando em masturbações forçadas e frustradas, regadas a raiva e medo de possuir disfunção erétil tão prematuramente.

O fato é que eu era gay e não sabia.

Não é que eu ignorasse, ou vivesse em negação. Eu realmente não sabia.

Passei a desconfiar logo no primeiro indício que apareceu: uma saudável e bela ereção formada dentro do meu calção enquanto eu assistia, sozinho no escuro da sala de estar da minha casa em uma madrugada, ao ‘Segredo de Brockberry Mountain’. Parece até meio clichê. E é. Mas ao assistir pela primeira vez a dois belos homens se amando, o botão da excitação foi ligado.

E naquela noite eu me masturbei pela primeira vez pensando em algo que me excitava de verdade, e senti meu corpo amolecer pelo prazer de um orgasmo verdadeiro, sem sensações forçadas.

Quando comecei a reparar no time de basquete e futebol da escola, classificá-los por beleza, sensualidade e até mesmo a imaginar como seria a sua performance sexual e o tamanho de seus membros, foi quando o botão desejo foi ativado e eu tive certeza de que eu gostava mesmo era de garotos.

Passei até mesmo a evitar o vestiários após as aulas de educação física. Eram níveis muito elevados de testosterona e virilidade juvenil para um pobre garoto descobrindo sua homossexualidade sozinho suportar sem dar sinais visíveis de como aquilo o afetava.


 

- Tao, eu acho que gosto de garotos. - Falei para meu amigo enquanto matávamos aula de educação física para ficar conversando debaixo da arquibancada escondidos.

 

Huang Zitao, mas chamado por mim de Tao, era meu melhor amigo da época de colégio. Na realidade, era meu único amigo. Dividíamos tudo: lanche, trabalhos, sonhos, frustrações, e a falta de vontade de correr ao redor da quadra em aulas de educação física que nos eram obrigatórias.

Ele foi a primeira pessoa para quem contei que sou gay.

 

- Como assim ‘Gosta de garotos’? - Ele não mudou a expressão no rosto. Permaneceu me olhando da mesma forma que olhava sempre.

- Gosto de garotos, e não de garotas. - Respirei fundo e suspirei. - Acho que quero beijar garotos. Mas acho que ainda não tenho certeza disso.

- Por quê?

- Eu já beijei garotas. Mas nunca garotos. - Com o meu dedo eu desenhava círculos imaginários no chão. - Acho que eu teria que experimentar para dizer com certeza se gosto.

- Mas você gosta de beijar garotas?

- Eu não desgosto. Mas pelo que falam por aí, beijar deveria ser algo incrível. - Respirei com pesar um pouco frustrado. - E eu ainda não senti isso. Sinto que contato entre dois corpo tem algo a mais.

- Entendo. - Ele fez uma pausa. Ficamos em silêncio por algum tempo curto. - Você quer me beijar?

- Hã? - Olhei para ele surpreso. Definitivamente aquilo nunca havia passado na minha cabeça.

- Eu sou um garoto. Você quer experimentar um para saber se gosta. Então nós podemos nos beijar. Te ajudaria não é mesmo?

- Sim. Ajudaria bastante.

- Então é um sim?

 

Balancei minha cabeça afirmativamente. Ele passou a língua sobre os lábios, e por reflexo fiz o mesmo. O rosto dele se aproximou lentamente do meu e eu fechei meus olhos. Estava nervoso como em meu primeiro beijo, mas era um nervosismo diferente, estava muito mais ligado à ansiedade, antecipação.

Os lábios de Tao se encontraram com os meus, e eu jurei que ele se dedicaria a me dar um beijo delicado, amigável. Mas não, mal havíamos começado o beijo e a língua dele já se encontrava na minha boca, buscando encontro com a minha que decidiu não ficar nem um pouco tímida e também foi de encontro com a dele.

Sua mão veio à minha nuca, e a minha até a dele. Acariciávamos um ao outro com as mãos e com as bocas. Ele fez menção de me puxar para seu colo e eu fui. Roçávamos um no outro, ofegantes, no pequeno e escuro espaço debaixo da arquibancada da quadra da escola. O calor era tanto que por mim eu tiraria as roupas, mas nada  me faria parar de beijar meu amigo.

Depois daquilo não houveram mais dúvidas: eu realmente gostava de garotos.

Um único beijo que dei em um garoto foi melhor, mais prazeroso, quente e excitante que todos os beijos que dei em garotas juntos.

Hoje Tao é mais gay e passivo do que eu. Mas naquela época ele ainda não sabia disso. Acho que aquele beijo foi o estopim de tudo para ele. Ou talvez ele secretamente já nutrisse uma vontade de me beijar, ou beijar algum garoto e viu na minha notícia uma chance de fazer isso.

Tao foi meu primeiro contato com um garoto. Com os lábios, corpo, toques, cheiro masculinos. Mesmo que tudo muito brevemente naquele beijo que demos. Ele sanou minhas dúvidas sobre minha sexualidade, e a partir dali eu passei a viver sabendo do que gostava e o que queria.

Mas as minhas primeiras experiências de verdade e que me ensinaram grande parte do que sei até hoje, eu atribuo os créditos ao meu primeiro namorado: Oh Sehun.

 


Notas Finais


E aí?? O que acharam??

Eu estou muito animada com esse projeto e saber a opinião me ajudaria bastante. Então se você se sentir a vontade, deixa aquele comentário para dar aquela força e apoio.

E no próximo capítulo vocês já sabem que esperar: Oh Sehun!!

Beijooooos e até o próximo!!


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