História Na Cama com Baekhyun - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baek+exo, Chanbaek, Exo
Exibições 46
Palavras 3.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei com o segundo capítulo desses relatos de Baekhyun!

Espero que gostem. Foi uma delícia escrever esses momentos SeBaek *---* Shipei muito forte a química desses dois durante o período de criação.

Boa leitura!! Beijoooos e nos vemos nas notas finais ;)

Capítulo 2 - O primeiro namorado


Fanfic / Fanfiction Na Cama com Baekhyun - Capítulo 2 - O primeiro namorado

Quando eu penso no meu passado vejo a diferença que existe do meu eu adolescente, para o meu eu adulto. E inclusive as diferenças que houveram durante esse meio tempo. Eu um dia já fui inocente, confuso, contido, resguardado e receoso. E hoje nem minha sombra possui essas características, quem dirá eu.

O me prendeu dentro de mim mesmo por muito tempo e me separou de viver livremente do lado de fora era o não conhecimento do sabor que aquele fruto de que todos pareciam tanto gostar tinha. Mas uma vez tendo provado seu sabor soube que  jamais seria capaz de esquecê-lo. E mais: soube que não viveria sem sentir sempre o seu sabor.

Assim, desde a primeira mordida apreciei-o com toda devoção e intensidade. E também busquei provar de todas os sabores possíveis que ele poderia ter, e suas combinações também.



 

Ainda na escola, eu era o nerd invisível de todas as turmas das quais fazia parte. Meu único amigo era Tao, e desde o nosso beijo eu nunca mais havia feito aquilo de novo. Não havia sequer tido a oportunidade, ou procurado criá-las. Eu era alguém tímido e reservado demais para me aproximar das pessoas. Passava muito tempo lendo e estudando em casa para ir às festas. E juntando a isso não tinhas as características certas para ser popular dentro da escola.

E sinceramente não me sentia mal por isso. Eu era aquilo que queria ser. Se quisesse ter sido do clube teatro, presidente do grêmio, ou ir a todas as festas e sentar na mesa principal do refeitório na hora do almoço, teria sido. Tá, afirmar que eu teria sido é pretensioso demais. Eu teria, pelo menos, tentado ser.

No ensino médio eu passava muito mais tempo sozinho do que com Tao, pois não fazíamos as mesmas disciplinas. O que acarretou de eu estar enfiado na amedrontadora turma de ‘Química Avançada’ sozinho.

Essa turma era conhecida como uma das piores e mais difíceis de se passar de toda a escola. E eu nem sequer entendia porque tinha que fazê-la. Eu era apenas um calouro!

Tao estava na turma de ‘Química Básica’ que era a disciplina em que eu deveria estar, mas em um teste de avaliação que fizemos meu desempenho nessa disciplina foi tão alto que ficou registrado como não sendo necessário cursar a Básica. Assim fui mandado diretamente para a Avançada.

Estava em uma sala lotada de veteranos. O acúmulo de tantos veteranos assim pode ser muito opressor para um calouro que havia acabado de sair do ginásio, onde ainda usava calças curtas.

O fato de todas as aulas serem em duplas, e sempre cheias de exercícios, trabalhos e aulas práticas tornava tudo ainda mais pesado, pois eu não possuía uma dupla. Então estava duplamente prejudicado: teria que dar conta sozinho de trabalhos que eram para dois.

Mas não por muito tempo.

Um aluno chegou apenas na segunda semana de aulas. O único que ainda faltava para completar a turma. Era Oh Sehun. Veterano, do último ano. Tinha por volta de seus 18 anos. Também conhecido como o garoto mais bonito, desejado e popular de todo o colégio. Mas também, era tudo muito justificado. Qualquer pessoa que colocasse os olhos nele haveria de concordar que ele era simplesmente lindo: alto, magro, ombros deliciosamente largos, cabelo castanho, um rosto com expressões e formato firmes, que lhe deixavam másculo. Tudo isso combinado ao seu ar sério e reservado que o deixava completamente sensual.

E ele sabia disso.

A sua aparência estava em um nível diferente. Era como se ele fosse um ser celeste e nós apenas mortais. Ele trabalhava como modelo desde o ano anterior. Havia sido descoberto por um olheiro e nos trabalhos que havia feito já havia alcançado bastante fama.

Mas nenhuma dessas informações nunca me importaram .

Desde a primeira vez que pus os olhos em Sehun quando ele entrou naquela sala eu senti meu corpo inteiro estremecer de tal forma que se poderia ser comparado com sentir-se ficando excitado pela primeira vez na vida. Uma sensação assustadora e que incomoda fazendo você buscar por alívio, por prazer. Fixei os olhos nele e não os tirei. Alguém tão bonito assim não se via todos os dias, e eu fui agraciado com o privilégio de vê-lo todas as semanas nas aulas de Química.

De repente, cursar aquela disciplina não parecia tão ruim.

 

__ Com licença, notei que você ainda não possui a sua dupla. __ A professora se aproximou de mim me fazendo voltar a minha atenção para ela quando na verdade queria dedicar a outra pessoa bem mais interessante.

__ Sim. Algum problema?

__ Não. É que Sehun também está sem dupla. Você aceitaria fazer dupla com ele? __ Eu mantive minha expressão serena mas por dentro estava um verdadeiro desfile de escola de samba no carnaval brasileiro. Sehun ser minha dupla? Mas é claro que poderia. __ Você se importaria?

__ Sem problema algum. __ Falei depois de perceber que ainda estava calado olhando para ela e gritando internamente.

 

Ela fez um sinal chamando-o e ele caminhou, entenda como desfilou, até a minha que agora seria nossa mesa.

 

__ Ele será sua dupla tudo bem? __ Ela disse sorrindo. __ Agora sente-se que vamos continuar a aula. __ E saiu deixando-nos a sós.

__ Oh Sehun, prazer. __ Ele disse após sentar-se, estendendo a mão para mim.

__ Prazer. __ Bastante.__ Byun Baekhyun. __ Apertei sua mão de volta.

 

E essas foram as palavras que trocamos. As únicas.

Eu ficava a semana inteira ansioso pelas aulas de ‘Química Avançada’ apenas para tê-lo sentado ao meu lado durante quase duas horas inteiras. Mas era somente isso. Saber onde ele estava, o que estava fazendo e ser a pessoa mais próxima dele por alguns momentos, mesmo que em completo silêncio.

 

__ Beekie isso já está ridículo. __ A voz de Tao me despertou do transe em que sempre entrava quando olhava para Sehun. Ele parecia se referir a algo importante.

__ O que? Do que você está falando?

__ De você! __ Ele apontou o dedo na minha direção. __ Já está ridículo essa sua situação com esse garoto. Se você o quer, fale com ele! __ Ele bufou. Tao não tem a menor paciência com esses dramas. As coisas para ele são bem diretas.

__ Não é tão simples assim.

__ Claro que é! Vocês são dupla na aula. Ele é obrigado a fazer trabalhos e exercícios com você até o fim do ano. __ Tao controlava a voz para não falar alto demais e alguém nos ouvir em pleno refeitório. __ Se fosse eu já estava massageando o pinto dele por debaixo da mesa.

__ Não é assim Tao!

__ Mas não é isso que você quer? __ Balancei a cabeça afirmativamente, sorrindo e mordendo o lábio só com a ideia. __ Então qual o problema? __ Tao é um tanto sem noção.

__ Não se chega assim em ninguém.

__ Aaahh! Entendo.__ Impressão minha ou ele estava sendo sarcástico? __ Mas eu não estou vendo você chegando de jeito nenhum! __ Gostaria de dizer que não doeu, mas doeu. Meu amigo tinha razão.

__ E o que você quer que eu faça?

__ Fala com ele. O garoto senta do seu lado em todas as aulas. Oportunidade melhor não há.
 

As palavras de Tao realmente me fizeram pensar. Por que eu não tinha coragem de falar com Sehun? Seria por me sentir intimidado por sua aparência? Com certeza. Sehun era bonito demais. A sua presença chegava a ser afrontosa para as pessoas. E eu sabia bem do meu lugar, um garoto do nível de Sehun jamais iria querer se meter com alguém tão comum quanto eu.

 

__ Aah… Eu não vou me sair bem nessa prova. __ Sehun disse se jogando de mau jeito na cadeira depois da professora escrever na lousa a data da primeira avaliação que se aproximava.

__ Desculpe? O que disse? __ Respondi meio trêmulo apenas para não passar a impressão de rude.

__ Eu não estou muito bem nessa disciplina. __ Ele passou a mão pelos cabelos e eu quase perdi a linha de raciocínio. __ Tenho muitas dúvidas. Certeza que não vou tirar nota boa nessa prova.

 

E foi quando a luz se acendeu. Se fosse possível teria uma lâmpada piscando sobre a minha cabeça naquele momento.

 

__ Eu posso ajudar você. __ Ele sorriu ao me ouvir.

__ Você vai me ajudar a estudar? __ Ele se ajeitou na cadeira e se aproximou mais.

__ Eu posso estudar com você. Não sou um mestre, mas acho que podemos nos ajudar. __ Respondi sorrindo para ele. E sem cortar o contato visual. Eu o mirava fixamente para atrair seus olhos aos meus.

__ Sério? Obrigado Baekhyun. __ Nossa! Ele sabia meu nome. Eu já havia me apresentado, mas não esperava que ele lembrasse.

__ Podemos começar  amanhã na biblioteca? __ Ele balançou a cabeça concordando.

 

E assim, eu passei a ter os dias de encontro marcado com Oh Sehun para estudar na biblioteca da escola.

Ele era bem inteligente e aprendia rápido, diferente do que poderia se julgar por sua aparência. O que não era seu forte realmente eram os cálculos. Felizmente o conteúdo que estudávamos ainda não envolvia cálculos e equações muito complexos.

Eu passava horas falando para ele sobre reações exotérmicas e endotérmicas, de como a temperatura pode afetar a velocidade de uma reação e de como as moléculas precisam colidir para dar início a uma reação. Sehun sempre parecia muito atento, mas eu nunca possuía a certeza de que ele estava entendendo.

 

__ Você está entendendo Sehun? __ Interrompi um pouco a explicação para me certificar.

__ Uhum. Estou sim.

__ Então me explica. __ Me afastei um pouco dos livros e voltei toda minha atenção para ele que sorriu pequeno antes de começar.

__ As moléculas precisam colidir para a reação acontecer. __ Ele estava indo bem. __ Como duas pessoas que se desejam: elas precisam se beijar para que todo o restante aconteça. __ Fiquei impressionado me perguntando de onde ele havia tirado aquela associação. Era no mínimo interessante.

__ Hum __ Sorri e ele me correspondeu. __ Continue.

__ Quanto maior a superfície de contato, mais rápido a reação ocorre. __ Me peguei ansioso pela próxima associação. Se seria tão sugestiva quanto a primeira. __ É como a excitação, o tesão. __ E foi. __ Quanto mais pele exposta, quanto mais próximos os corpos estiverem se tocando mais rápido você fica excitado. __ Eu me sentia sendo seduzido com suas explicações e seus sorrisos repletos de coisas que eu não sabia decifrar.

 

Eu estava um pouco longe de Sehun, mas excitado. Não havia sido necessário nenhum contato. Meu tesão por ele era uma reação espontânea e intensa. Mesmo a distância ele surtia efeito sobre mim. Gostaria de ter explicado assim para ele.

Durante as aulas de Química, eu e Sehun passamos a conversar mais. Eu até conseguia sorrir para ele sempre que nossos olhares se cruzavam e parecíamos conversar longamente através deles. Eu ficava a cada dia mais relaxado em sua presença. Mas paradoxalmente ficava mais  ansioso, pois o que sentia por ele só se intensificava.

 

__ Sehun! Presta atenção! __ O repreendi após perceber que ele estava muito distraído enquanto eu explicava uma questão sobre espontaneidade de reações químicas.

__ Desculpa. __ Ele sorriu sem jeito. Lindo. Era injusto, claro que eu o perdoaria com ele sorrindo para mim daquela forma.

__ Estava pensando em quê para ficar tão distraído assim? __ Perguntei sorrindo apenas para disfarçar minha leve animação com ele sorrindo para mim.

__ Em como você é bonito. __ Ele disse tão naturalmente, sorrindo e sem desviar o olhar de mim, procurando que eu o olhasse. Já eu tinha a boca levemente aberta devido o choque do elogio. E procurava o ar que me faltava devido o nervosismo. Não é todos os dias que eu ouvia um garoto lindo que me excitava só com sua voz me elogiando tão descaradamente.

__ Ah! Deixe de dizer besteira! __ Gesticulei para voltarmos aos exercícios.

__ Mas por quê? Você não se acha bonito?

__ Ah não. Bonito é você. __ Eu mantinha minha cabeça baixa. Não conseguia fazer contato visual com ele. E estava muito corado por elogiá-lo também.

__ Olha para mim Baek. __ Ele pediu manhoso enquanto levantava meu rosto com delicadeza. Quando levantei meu rosto, o dele estava muito próximo. Apenas poucos centímetros nos separavam. __ Você é tão bonito que me distrai. Rouba toda minha atenção. __ Pensei que não havia como ficar mais corado, mas corei tanto depois disso que senti meu rosto arder. Não consegui conter um sorriso. __ Olha esse sorriso como é lindo. __ Sorri mais ainda. __ Você fica ainda mais bonito corado assim. __ Ele se aproximou e beijou meu rosto. __ Sua pele está quente. __ Beijou o outro lado de meu rosto. __ Seus lábios são tão lindos. __ E então selou seus lábios nos meus.

 

Meu corpo inteiro fremiu de excitação e prazer quando os lábios de Sehun se moveram abrindo a minha boca devagar e a sua língua entrou dentro dela procurando pela minha, que não fez questão nenhuma de se esconder. A sua mão foi até a minha nuca embrenhando-se nos meus cabelos e os puxando com delicadeza.

A sensação de beijar Sehun era maravilhosa. Meu coração estava a mil, meu corpo inteiro vibrava de excitação e eu me sentia tão quente que poderia estar com febre. Pela primeira vez eu senti o quão bom era beijar de verdade quando se existia realmente desejo. Aquela era a melhor sensação de todas. Mas ainda não era suficiente. E eu queria mais. Eu queria muito mais.

Me levantei da minha cadeira e ele já previa o que eu iria fazer. Depois que ele afastou sua cadeira da mesa eu me sentei sobre seu colo, sem interromper o beijo um só segundo. Agarrei os seus cabelos e os puxava a cada toque delicioso dele em minha pele por debaixo da blusa. Sim. Era aquilo. Era aquele toque que eu queria. Meu membro começava a doer dentro da minha calça tamanha era minha excitação.

Rebolei sobre seu colo e senti a sua ereção se chocar com a minha. A sensação foi inebriante. Soltei-me de seus lábios. Fechei os olhos e mordi o lábio enquanto rebolava sobre ele apenas para sentir o seu membro duro roçar no meu. Ele suspirava comigo, era gostoso demais. Eu necessitava de mais daquele prazer, então aumentei a velocidade e força com que me movia e soltei gemidos. Sehun arfou de prazer e agarrou minha bunda a apertando com força. Abri meus olhos e ele me olhava com o olhar que eu apenas havia visto nos pornôs que eu assistia: tesão, desejo.

O seus olhos ardiam com o fogo de quem queria arrancar todas as minhas roupas e me possuir ali mesmo. E eu estava disposto a isso.

 

__ Aaaww… __ Gemi. __ Aaawww Sehun… __ Gemi mais uma vez em seu ouvido enquanto ele me apertava com mais força e beijava meu pescoço, que descobri ser sensível e a fonte de muitas sensações deliciosas.

__ Você é tão fogoso Baek… Eu gosto disso…

 

Ele agarrou minhas pernas, se levantou e me jogou sobre a mesa onde repousavam nossos livros que já nem importavam mais naquele momento. Ele levantou minha camisa até os meus ombros e deslizou as mãos grandes pelo meu peito. Ai aquele toque. Eu senti minha pele arrepiar.

 

__ Não gema. __ Ele sussurrou ao meu ouvido. __ Você ainda está na biblioteca. __ Me deu um beijo delicioso nos lábios e em seguida me soltou.

 

Então ele desceu com a boca para os meus mamilos. Minha vontade maior era de gemer, gemer muito seu nome e dizer o quanto aquela língua dele estava me deixando louco. Mas eu não podia fazer isso, alguém poderia nos ouvir. Então a mão dele desceu devagar e começou a massagear a minha ereção e eu suspirava com aquele prazer. A mão de outra pessoa em meu corpo era infinitas vezes melhor do que a minha própria. Ele massageava gostosamente ainda chupando meus mamilos e eu me contorcia sobre aquela mesa agarrado aos seus cabelos.

 

__ Sehun… __ Falei manhoso.

__ Hum? __ Ele levantou a visão para mim e sorria. Mas sem deixar de me tocar.

__ Me toca. __ Pedi gemendo, quase suplicando.

 

Ele abriu o botão da minha calça e desceu o zíper. Enfiou lentamente a mão dentro da minha peça íntima e eu sentia sua mão grande e quente agarrar o meu pau que já latejava de tão duro.

 

__ Assim? Você quer que eu te toque assim? __ Balancei a cabeça afirmativamente enquanto soltava gemidos baixinhos e contidos. __ Que delícia. Você tão duro para mim. __ Ele lambia os lábios. __ Relaxe Baekhyun que agora eu vou fazer você gozar para mim.

 

Ele trouxe meu membro para fora e eu me apoiei nos cotovelos para assisti-lo me masturbar. A visão era a coisa mais excitante que eu já vira. Sehun subia e descia sua mão lentamente pelo meu pênis, apertando e espalhando meu líquido pré-gozo por toda a minha extensão. Eu respirava pesado. E nossos olhos não se desgrudavam. A sua expressão de tesão e satisfação ao me dar prazer só me excitava mais ainda.

Ele se aproximou de mim e começou a me beijar. Logo estávamos nos beijando, ele aumentou a velocidade de seus movimentos e eu mordi seu lábio pela sensação de imenso prazer que eu estava sentindo.

 

__ Aaawww… Aawww… __ Eu gemia baixo tentando me controlar. __ Sehun eu vou…. Aaww __ Eu sentia meu orgasmo próximo. __ Não para Sehun… eu tô…

__ Vem! Pode vir Baek. __ Ele falava com sua voz rouca próximo do meu rosto. __ Goza para mim vai! Goza! __ E ouvindo as suas súplicas pelo meu orgasmo eu me desfiz na mão dele. Até aquele momento havia sido a gozada mais gostosa e longa que eu havia tido. Senti meu corpo inteiro amolecer.

 

Ele pegou lenços em suas coisas e limpou sua mão enquanto eu me limpava. Arrumei minhas roupas. E permanecemos nos beijando pelo resto da tarde. Os estudos foram completamente esquecidos naquele dia.

Quer dizer, estudamos mas de maneira prática como a teoria da velocidade das reações funciona.

Aquilo havia sido de longe a coisa mais louca que já havia feito. E também a mais prazerosa. Pela primeira vez eu senti a mistura excitante que era tesão e adrenalina. E gostei daquilo! Aquela tarde havia sido um misto de primeiras experiências e suas sensações.

Mas ainda era só o começo das coisas que Oh Sehun me permitiu experimentar.

 


Notas Finais


E o que acharam??? Bem animados e rápidos não ? kkkkk

Espero que tenham gostado. Me deixem saber a opinião de vocês *u*

Próximo capítulo ainda teremos mais Sehun!! Yehet! Ohorat!

Beijoooos e até o próximo capítulo!!


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