História Na Curva do Seu Sorriso - Capítulo 26


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Categorias Diego Ribas da Cunha
Personagens Diego Ribas da Cunha, Personagens Originais
Tags Diego Ribas, Flamengo, Futebol!, Guerrero
Visualizações 180
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei e trago novas tretas, porque nunca é demais.

Capítulo 26 - A festa [parte.1]


Os dias passavam rápidos demais e eu quase não tinha tempo pra mim.

Trabalhava o dia todo e de noite me encontrava com Diego. Eu estava curtindo muito esse nosso momento, apesar de não poder gritar ao mundo que esse homem maravilhoso era meu.

Let era outra que tinha se tornado bem íntima, arrisco a dizer que era minha amiga. Passavamos horas conversando, fazendo fofocas e odiando a Bruna, coisas de meninas. Ela me ajudava muito a suportar toda a situação, não era fácil estar no meu lugar, ver que as pessoas torciam pra que Diego voltasse pra Bruna.

Guerrero também estava me ajudando, tinha se tornado um grande amigo e supriu a ausência de Edu, que teve que voltar pra São Paulo. Era Paolo quem acobertava a maioria dos meus encontros com Diego, sempre arrumando um jeito se despistar os rapazes quando todos estavam juntos.

Meu relacionamento com os filhos de Diego não estava sendo um dos melhores. Davi era um anjo, vivia rindo e me contando historias, sem falar na paixão que nutria por Churros. Já Matteo não apresentava sinais de que começaria a gostar de mim, não importava o que eu fizesse, ele sempre preferia a mãe.

(...)

-Eu não vou. - bati o pé.

Let me encarava com seus olhos cerrados, braços cruzados e cara de mau, tentando me intimidar, mas eu não iria cair nessa.

-É aniversário dele, não pode não ir. - argumentou.

A discussão era sobre a festa de aniversário do Diego, que estava sendo organizada pela Bruna. Let achava que eu tinha a obrigação de ir, afinal, era eu quem dormia com ele quase todas as noites. O problema, era que eu não estava preparada para esse momento e não sabia como os meninos iriam reagir, como Diego iria reagir, como eu iria reagir. As chances de dar merda eram infinitas e se eu pudesse evitar, eu evitaria.

-Tanto posso, que não vou. - disse por fim e ela me fuzilou com o olhar, tirando o celular do bolso.

A encarei boquiaberta, não acreditando que ela estava mesmo fazendo o que eu achava que estava... Mas foi exatamente o que ela fez.

-Oi peruano, será que pode me ajudar a convencer a "Camula" a ir na festa do boy dela?

Ela me chamou de Camula?

Let me passou o celular com um sorriso vitorioso no rosto, como se tivesse acabado de ganhar na mega sena... Boboca.

-Nem tenta me obrigar, eu não vou. - me adiantei antes mesmo que ele começasse a falar.

Guerrero estava levando a sério o lance de bancar meu namorado e Let se aproveitava disso, já que era quase impossível contrariar esse peruano cabeça dura.

-Eu vou e vai ter algumas modelos lá. - ouvi sua risada irônica. - Talvez eu saia com uma delas.

-Não tenho ciúmes de você, peruano. - pra isso soar mais infantil, só faltou mostrar a lingua.

-Eu sei, mas aposto que não vai querer passar por corna. - ponderou e eu revirei os olhos. - Vamos lá marrentinha, o que pode dar errado?

[...]

-Eu não vou entrar.

Paolo bufou do meu lado, rolando seus olhos escuros. Eu não tinha coragem de entrar ali, encarar Diego ao lado da família e fingir que isso não me afeta. Sem falar que Bruna faria de tudo pra me infernizar e ainda tinha Matteo e Davi no meio, eles ficariam tão confusos... Eu estava confusa.

-Meu Deus, como você é chata. - repreendeu, me empurrando para dentro. - Sorria e me olhe como o semi deus que eu sou.

Mostrei meu dedo a ele, mas achei melhor entrar na dança. Era um território inimigo e ter Paolo ao meu lado, seria ótimo.

A casa dos Ribas era enorme, como aquelas que eu via nos filmes de romance, onde o patrão se apaixona pela empregada e eles vivem uma bela e melosa história de amor. Infelizmente, minha história não era assim tão simples e eu duvidava que essa noite teria um final feliz.

As pessoas estavam reunidas num jardim atrás da casa, todos sorridentes e conversando animadamente. Pessoas com as qual eu não tinha nada em comum, que provavelmente odiaria o fato de ter uma garçonete andando entre eles.

Me apertei em Paolo, tentando absorver um pouco da confiança que ele exalava ao caminhar.

-Acho que o Churros está com fome, preciso voltar.

Guerrero apenas segurou minha mão, me arrastando até a rodinha aonde estavam os jogadores do Flamengo e consequentemente, Diego.

-Parabéns pequena sereia, o presente te dou mais tarde. - Paolo brincou, puxando Diego para um abraço apertado e lhe sussurrando algo no ouvido.

-Valeu por ter vindo, tô me sentindo meio fora d'agua. - ele comentou sem graça, antes de sorrir pra mim. - Não mereço um abraço, Camila?

Ao contrario de mim, Diego parecia não se importar com a situação, como se não estivéssemos dentro da casa da sua "esposa", cercados de pessoas que acreditavam que eu estava com Guerrero.

Me aproximei um pouco receosa, mas foi só sentir seu perfume e seus braços ao meu redor, que todo medo e insegurança sumiram, restando apenas a saudade e aquele sentimento que arrebatava meu peito.

-Você está muito linda, vai ser difícil me segurar. - ele sussurrou baixo, me arrepiando. - Se comporta.

Me afastei dele me sentindo bem mais quente e com o rosto um pouco corado.

-Milla, estou surpresa em te ver aqui, pensei que não viria. - Letícia debochou, se aproximando com Vizeu.

Cerrei meus olhos pra ela, que respondeu com um sorriso cínico.

-Está vendo o que me faz passar? - cutuquei Guerrero, que encolheu os ombros.

-Venha, vamos nos juntar com as meninas e falar mal desses homens maravilhosos. - ela riu, me puxando e deixando um beijo no rosto de Felipe.

-Juro que vou te matar. - murmurei, enquanto caminhavamos até o grupo de mulheres reunidas em torno da piscina.

-Não vejo motivos, graças a mim, você vai poder dar uma rapidinha no banheiro da cobra loira.

Eu ri, negando com a cabeça. Apesar de ser uns anos mais nova, Let as vezes parecia ser mais velha que eu.

-Sabe que vai dar merda, né?

Ela me olhou, um sorriso sapeca nos lábios e aquele brilho levado no olhar.

-Estou contando com isso. 


Notas Finais


Let adora causar kkkk
Será que rola a rapidinha no banheiro?


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