História Na dor do Destino - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui está.
Boa leitura.

Capítulo 2 - O começo de tudo


Narradora

 

   19 anos se passaram e nossas crianças viraram moças e rapazes lindos, cada um adquiriu o entusiasmo e admiração por aventuras, levando seus criadores a loucura.

   Os garotos Melequento, Perna de Peixe (PP) e Cabeça Dura (CD) eram guerreiros treinados dês de pequenos para matar seres mágicos e dominar armas especificas.   

   As quatro desentendes, Astrid (Asty), Heather, Cabeça quente (CQ) e Thyra passaram a vida aprendendo a dominar seus poderes para proteger Soluço das dominadoras inimigas, enquanto o mesmo era praticamente obrigado a ficar em uma rotina cansativa. É mais o menos assim:

-7 horas o Grande Café no principal salão.

-8 horas até 11 horas, ajudar na ferraria com o Bocão.

-12 horas almoço.

-13 horas até 16 horas aprender a dominar seu poder (1 hora cada elemento).

-17 horas jantar.

-18 horas até 22 horas conhecimento das lei e a lealdade para com seu povo. (Não podemos esquecer que ele é filho do chefe)

-Se caso haver compromissos aleatórios.

   E assim, após terminar, dormir para que, ao amanhecer, começar tudo novamente. Ele só tinha contato com seu amigos quando treinava. Porem havia dias que nem todas essas regras e rotinas era capaz de impedi-lo.

                                                                Soluço

   Quando tinha meus 15 anos, havia mais que perigos por conta desses poderes que sou obrigado a carregar, dragões atacavam Berk e muito mais ilhas até eu descobrir que eles não atacavam para matar e roubar alimento, e sim para protege-los contra o Morte Rubra. Libertei tanto os dragões quantos vikings. Não me gabava disso, pois não tinha motivo, fico aliviado de saber que um problema foi resolvido.

   Estava a voar em meu Dragão, Benguela, o único Fúria da Noite, a rodopiar sentindo o vento tocar em minha pele e bagunçar meus cabelos para traz. Pousei em um penhasco perto de minha casa vendo o horizonte contagiante em minha frente, queria poder ver além dor que os meus olhos enxergam mais sou obrigado a ficar onde estou, por proteção.

   -Não penso que seja uma boa ideia.

   -Bom dia para você também, Marta! –Ironizo vendo minha orientadora rir.

   -Já são 7 horas Soluço, vai se atrasar para...

   -O Grande Café. Não esqueci, só estava pensando.

   -Agora me conta uma novidade! –Viro encontrando Melequento, meu primo mais chegado e leal, mesmo com toda sua arrogância.

   -Já vi que ``Bom dia´´ nessa ilha não está mais em planos de ninguém. –Falo batendo a mão na do meu primo enquanto puxávamos para um rápido abraço.

   -Não espere muita de um viking primo, é perca de tempo.

   -Nisso ele está certo chefe. –Marta fala fazendo eu encara-la com a palavra ``chefe´´.

   -E dês de quando não estou certo?! –Eu e Marta passamos a olhar melequento que engoliu a seco. –Está bem, já entendi, não precisa jogar na cara.

   -Foi você que perguntou. –Digo indo para o Salão Principal.

   Estava lotado, era uma tradição para juntar o povo da aldeia, e pensando na quantidade não digo que vai continuar tão cedo, ao menos que acha como aumentar a montanha. Bem a lugares que tem pão, frutas, coisas leves para uma manhã saldável, mas viking é diferente em todos os gêneros, comemos costela, carne, tudo que pode ser considerado forte para aquentar um dia de trabalho em levantamento de peso e lutas.

   Fui para a fila, apesar de os cidadãos darem passagem por ser o filho de chefe, quando enfim eles voltaram ao normal e finalmente peguei o café, fui para a mesa cheia de adolescentes.

   -Bom dia pessoal.

   -Bom dia chefinho. –CQ cumprimenta.

   -Devia pegar mais comida, ajuda a engordar. Daqui a pouco o vento de carrega. –CD brinca.

   -Ah tá! Você está falando do meu peço! Muito apropriado. –Ironizo depois de sentar na frente dos gêmeos.

   -E ai turma. Irônico! –Asty chega, e na última palavra dá um toque em minhas costas com o cotovelo.

   -Estressada! –Rebato quando ela senta ao meu lado ganhando um soco no braço. Já faz messes que eu e ela não nos cumprimentamos por nomes e sim por personalidade mais visível.

   -Vou mostrar a estressada daqui a pouco. –rio por ela não segurar sua personalidade.

   -O que eu acabei de disser?!:  Estressada. –Asty dessa vez pisou no meu pé bom (perdi um perna com a brincadeirinha que tive ao derrotar o Morte Rubra, ganhando uma prótese no lugar, imagina lutar com isso! É o cumulo) arrancando um gemido meu com a dor.

   -Dá para deixar as afeiçoes amorosas depois que terminamos de comer?! Antes que eu vomite! –Melequento fala, ele gosta da Astrid e tem inveja minha por ela ser diferente comigo.

   -Continua! Continua! Continua! –Os gêmeos fala em couro, enquanto socava o ar acima da cabeça.

   -Ignora ele Soluço, só está com inveja! –PP provoca.

   -Não fica assim Meleca, ah alguém aqui que possa amá-lo. –Thyra diz.

   -Ah calma nessa mesa é impressionante. –Digo irônico e incrédulo enquanto Heather e Asty concorda em um ``Hum Rum´´.

   -OK a farra acabou, Stoico exige a presença dos oito na sala. –Bocão fala deixando a mesa tensa, pai sempre traz essa presença quando somos chamados para a sala dele.

   Após chegarmos, havia uma mesa no centro e oito cadeiras para nossos criadores, com o me pai e Gosmento no meio, e mais oito cadeiras do outro lado para nos. Não tinha como respirar normal com as devidas encaradas deles sobre nós, até CD fazer as honras.

   -Chefe piedade, não sabemos controlar essa...COISA...dentro de nós, somos todos vítimas. –Passamos a encara-lo.

   -Do que você está falando pest?! –CQ pergunta.

   Estava prestes a falar algo para aliviar o clima, até que eles começaram a rir do nada deixando cada um de nós mais nervosos.

   -Do que vocês estão rindo? –Pergunto em meio minha risada nervosa.

   -Só vendo como vocês conseguem lidar com preção. –Gosmento diz, enquanto batia a mão na mesa ainda rindo. –E todos falharam severamente. –Dessa vez ele diz fechando a cara. –Podem ir agora. –A boca nossa foi parar no chão.

   -Como assim?! –Thyra e Astrid diz revoltadas.

   -Ah fale meu Thor! –Todos começaram a se virar para ir em bora (Detalhe tudo aconteceu em menos de 7 segundos)

   -Não! É mentira –Meu pai fala fazendo todos nós virarmos. –Não é hora de brincar... –Meu pai sussurra para Gosmento, ou tenta pois escutamos cada palavra. –Sentem.

   Fizemos o que foi mandado.

   -A razão para chamá-los aqui é para disser que, infelizmente, as fadas malignas se juntaram e estão em planos. Como sabemos que mesmo treinando e com armas para mata-las, não podemos para-las. –Meu pai diz, ganhando nossa atenção.

   -Assim tivemos que arrumar um jeito. Através das pesquisas descobrimos que a Flor Dourada, que dá vidas as fadas, na verdade é a Fada Mae, e como ela deu vida a Cabeça Dura, também deve saber o que fazer com os seus poderes de Soluço. –Hilda diz.

   -Mas isso é uma hipótese? –Astrid pergunta.

   -Bem, sim querida mas...

   -Então não podemos simplesmente agir e impor Soluço ao perigo se não sabemos se essa hipótese ira dá certo.

   -Astrid é algo a ser feito, por ser a única oportunidade que nos apareceu.

   -Não, descordo plenamente, nos conhecemos como as líderes são e não estou em disposição em colocar tudo a perder por uma hipótese.  

   -Eu topo. –Digo vendo todos me encararem, já Asty estava prestes a me matar aqui mesmo.

   -Ótimo, assunto encerrado. –Pai fala.

   -Pera...como assim? Soluço!

   -Sei no que está pensando... pode me matar, fazer o que bem entender. Mas temos que tentar.

   -Ai! Podia ter pelo menos falado que ia pensar no assunto. Não decidi de uma vez.

   -Soluço!

   -Sim pai?

   -Aqui está um mapa e algumas coisas para ajudar na viajem. Poderão levar os dragões, mas quando chegar na terceira ilha que fica perto da ilha Sombra da Meia-Noite, que é o destino seus, terão que ir a pé.

   -Por que? –Heather pergunta.

   -O seu é um breu enorme, mesmo com o Banguela é suicídio ir voando. A lendo mais devemos levar em conta que Soluço que pilota um Fúria da Noite, então sem extravagância. –Bocão diz me olhando fixamente.

   -Sua confiança em mim, me comove Bocão. –Digo irônico.

   -Ele tá certo. E dos meus olhos senhor Haddock você não escapa. –Astrid diz fazendo meu pai sorrir.

   -É.... vai dar certo. Se preparem hoje, pois amanhã será uma grande dia. –Meu pai fala. 


Notas Finais


até o proximo capitulo. Tentarei postar todo Domingo.


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